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NA NOSSA MENTE, NA NOSSA CARNE!

No documento DÍZIMOS-A farsa do dizimo cristão (páginas 159-168)

Tudo quanto precisamos nessas três áreas da nossa vida, deveria vir a nós pela graça, ou seja, de modo gratuito, das mãos do nosso Deus, pelo único mérito da obra redentora de Jesus.

Se assim não fosse, o Evangelho seria mais uma farsa, porque Dízimo não é gratuito: Dízimo é preço... é 10% do

salário!

Visto que o Evangelho não é uma farsa, então a falsidade está na cobrança do Dízimo aos seguidores de Jesus. 43 - seria CONTRADIZER o Evangelho em 2Pe 1:3-4, onde “escrito está” que é através das promessas divinas DOADAS a nós (não pagas pelo Dízimo ou pelo cumprimento de qualquer exigência ou ordenança do Antigo Testamento) que poderemos nos tornar COPARTICIPANTES da natureza eterna de Deus! Ora, se é através de promessas DOADAS, então é pela GRAÇA em Cristo, e não pela “Lei e Profetas”, que recebemos este, que é o maior privilégio ao alcance dos seres humanos: A filiação divina através da coparticipação na natureza do próprio Deus.

O que é DOADO, não pode ser cobrado.

Se Deus assim quis nos dar gratuitamente esta glória maior, como não nos dará juntamente com Cristo, também de graça, todas as demais coisas prometidas no Evangelho? (Rm 8:32) Qual é a promessa divina para os dias de hoje que você precisa ver cumprida em sua vida? Seja ela qual for, é

DOADA; não cobrada. Se fosse pelo Dízimo, já não seria DOAÇÃO. Seria compra, comércio. E aí estaríamos caindo na Síndrome de Caim: Dar algo material a Deus, para que Deus nos dê...

44 - seria CONTRADIZER o Evangelho em 1Jo 3:21-23, onde “escrito está” que Deus nos DARÁ (não diz

VENDERÁ) aquilo que pedirmos (e isto inclui a prosperi-

dade material necessária prometida em Mt 6:33), não por guardar os mandamentos antigos da “Lei e Profetas” de que faz parte a obrigação do Dízimo, mas por obedecer- mos ao Seu NOVO mandamento, que nos pede crer no nome de Seu Filho Jesus Cristo e nos amarmos uns aos outros do modo como Jesus nos amou e ensinou... e no seu

ensino não existe a cobrança de Dízimos aos membros do seu Corpo-Igreja. É desta maneira que nós, cristãos, obtemos a abertura das janelas do Céu HOJE, sem importar como a obtinham os fiéis judeus no tempo em que vigorava a “Lei e Profetas”, nem no tempo em que Malaquias escreveu seu livro onde está o trecho de Ml 3:10 que os dizimeiros tanto gostam de usar;

45 - seria CONTRADIZER o Evangelho em 1Jo 5:11, onde “escrito está” que Deus nos DEU (não vendeu) a vida eterna. E QUE ESTA VIDA ESTÁ NO SEU FILHO; não no seguimento da “Lei e Profetas”, nem nas recompensas lá prometidas aos pagadores do Dízimo. Por que será que os dizimeiros têm tão dura a cerviz, a ponto de não conseguirem enxergar estas verdades tão simples? É porque a cobiça lhes cega o coração.

“O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males”...

46 - seria CONTRADIZER o Evangelho em 2Jo 1:9-11, onde “escrito está” que “todo aquele que ultrapassa a doutrina (ou ensino) de Cristo (como no-la deram os apóstolos) e

nela não permanece (como esses que querem voltar para o

Antigo Testamento, segundo também nos afirma Gl 5:4)

não tem Deus”. Os cobradores do Dízimo querem nos tirar

da doutrina de Cristo para nos arrastar a escravidão da Lei; sobre os tais, este texto sagrado ainda ordena o que devemos fazer com eles quando vem a nós com sua heresia legalista:

“Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina (o ensino consistente na genuína mensagem do Evangelho de Jesus pregado pelos seus apóstolos), não o recebais em casa nem lhe deis as boas vindas, porque todo aquele que lhe dá as boas vindas se faz cúmplice das suas obras más”.

Você quer ser cúmplice dos ladrões que cobram taxas e Dízimos que o Espírito Santo jamais cobrou ao Corpo de Cristo?

Então, seja.

Você é livre, e Deus respeita esse seu livre arbítrio, do mesmo modo que respeitou o de Adão, Caim, Balaão e Judas. Mas lembre: “De Deus ninguém zomba”... O que você semear aqui, isso você colherá lá, no dia de Mt 7:21-23...

semeie ventos e colherá tempestades!

47 - seria CONTRADIZER o Evangelho em Jd 1:3-4, onde “escrito está” que devemos batalhar pela fé do Evangelho

da nossa comum salvação, que nos foi entregue pela GRAÇA do nosso ÚNICO Soberano e Senhor, JESUS CRISTO, e não pela “Lei e Profetas” de que faz parte o

Dízimo de Ml 3:10.

Esses que andam batalhando pela defesa da cobrança do Dízimo nas igrejas cristãs, deveriam entender que a fé pela que batalharam todos os apóstolos do Senhor Jesus foi sempre a mesma, e que no Evangelho que eles nos legaram não há lugar para nenhuma das leis do Antigo Testamento: Eles não batalharam para estabelecer a Lei do Dízimo; antes, declararam que é tentar a Deus querer impor as leis dadas

por Deus a Moisés no meio do povo de Cristo;

48 –seria CONTRADIZER o Evangelho em Ap 1:5, onde “escrito está” que “aquele (Jesus) que nos ama, e pelo seu

sangue (não pela Lei nem pelo Dízimo que ela exigia) nos libertou dos nossos pecados e nos constituiu reino, sacerdo- tes para seu Deus e Pai, a ele (e não à Lei) a glória e o domínio pelos séculos dos séculos”.

Se você quer perder seu tempo tentando ser do reino de Deus através do pagamento do Dízimo, tente... Mas o advertimos: A palavra infalível do Senhor nos diz que isso só é possível pelo sangue de Jesus, isto é, mediante o perdão total e

todos quantos tentam ser do reino mediante a prática das obras da Lei, se desligam de Cristo e decaem da Graça;

49 –seria CONTRADIZER o Evangelho em Ap 5:9, onde “escrito está” que os gentios de todo povo, tribo, língua e nação que formam o rebanho de Cristo, fomos comprados para Deus, não com o dinheiro do Dízimo, nem com a prática das obras da “Lei e Profetas”, mas “com o sangue

do Cordeiro”, Jesus de Nazaré. E, comprados, para sermos reis e sacerdotes de Deus ministradores de Vida, e não escravos de mandamentos mal interpretados pelos homens, como esse, já caduco, cujo cumprimento nos cobram ainda hoje os farisaicos dizimeiros;

50 - seria CONTRADIZER o Evangelho em Ap 12:7-11, onde “escrito está” que é Jesus Cristo (e não a “Lei e Profetas” ou Antigo Testamento) quem nos dá a vitória definitiva contra Satanás e seus anjos do mal (entre os quais, logicamente, está incluído o famoso e tão temido “Devorador” de Ml 3:8-11); vitória esta que obtemos, não pelo pagamento do Dízimo conforme Deus prometera a Israel lá em Malaquias, mas por causa do sangue do

Cordeiro (versículo 11), ou seja, desse mesmo Jesus de Nazaré que também nos deu, pela fé no seu nome, poder e autoridade sobre todos os demônios, do maior ao menor, todos eles, separados ou juntos (Lc 9:1; Mt 10:1) e sobre todo o poder deles (Lc 10:17-19), sendo que neste “todo” não foi feita qualquer exceção, indicando assim que a autoridade do cristão opera também sobre aquele “Devorador”. Não há,

pois, o que temer: Quem de verdade está com Jesus, é “mais que vencedor”, porque está com o vitorioso Senhor de senhores, desfrutando de uma eterna vitória que foi já

COMPLETAMENTE consumada há dois mil anos, gratuitamente para nós, inclusive sobre o Devorador!

Uma vitória completamente consumada, que Satanás não tem mais como desfazer.

Ele pode, apenas, enganar os tolos induzindo-os, como induziu Caim, a quererem pagar por uma vitória e por uma bênção que Deus só dá de graça, em Cristo.

Jamais de outra maneira, nem em outro alguém... Por preço nenhum diferente do sangue de Cristo!

51 – seria CONTRADIZER o Evangelho em Ap 21:6-8, onde “escrito está” que, a quem tem sede, Jesus dará de graça

(não como recompensa pelo Dízimo) da fonte da água da vida; e que apenas o vencedor (nesse regime da Graça) é que herdará gratuitamente estas cousas. Herdará, sem preço, como qualquer filho herda do pai aqui no mundo, sem ter que “devolver” nada a ninguém depois de receber. Se fosse por preço, já não seria herança, nem seria de graça.

Aos demais, que não perseveraram na Graça, ele diz:

“Quanto, porém, aos covardes (que não tiveram coragem para enfrentar a oposição do mundo e dos legalistas para seguir com firmeza o caminho da Graça de Cristo), aos incrédulos (que não acreditaram na pregação da salvação gratuita exclusivamente mediante a obra redentora de Jesus), aos abomináveis (como os cães enganadores e legalistas de que falam Fp 3:2 e Is 56:10-11), aos assassinos (que matam as ovelhas “alimentando-as” com a palavra da Lei que, conforme Gl 3:21, Rm 8:3- 4 e Hb 7:18-19, não consegue tirar ninguém da morte para lhe dar a vida), aos impuros (que nem o Dízimo nem o restante da Lei conseguem limpar do seu pecado – Gl 3:10-11), aos feiticeiros (que para arrancar o dinheiro do ingênuo povo o empurram a crer nos poderes de jornais ‘ungidos’, de areias ‘santas’, de sal preparada para espantar os maus espíritos, chicotes poderosos para amarrar os demônios, etc.), aos idólatras (que por cobiça levam o povo a viver sob a fachada carnal da Lei, iludindo-o com as promessas de bens materiais que esta fazia em Ml 3:10-11 aos pagadores do Dízimo, esqueci- dos de que “o amor aos bens deste mundo é idolatria”) e a todos os mentirosos (que afirmam ser o Espírito Santo quem os envia a cobrar o Dízimo), a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre”.

52 – seria CONTRADIZER o Evangelho em Ap 22:14-19, onde “escrito está” que ‘bem-aventurados são aqueles que lavam suas vestiduras no sangue do Cordeiro (não mediante o cumprimento da Lei do Dízimo ou de

qualquer outra ordenança do Antigo Testamento), para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas (Jesus é a porta, segundo Jo 7:10. Quem tenta

entrar à vida eterna por outra porta, como a da Lei do Dízimo, cujos praticantes são ensinados a sentir-se em paz com Deus por pagá-lo ou “devolvê-lo”, esse é ladrão e salteador, de acordo com Jo 10:1-2). Fora ficam os cães (os legalistas de Fp 3:2 e os mercenários ambiciosos de Is 56:10-11), os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras, e todo aquele que ama e pratica a mentira (como os dizimeiros, que mentem dizendo que é Deus quem nos ordena pagar ou “devolver” o Dízimo). Eu, Jesus, enviei o

meu anjo para vos testificar estas coisas às igrejas. Eu sou a raiz e a geração de Davi, a brilhante estrela da manhã. O Espírito e a noiva (a Igreja) dizem: Vem. Aquele que ouve, diga: Vem. Aquele que tem sede, venha, e quem quiser receba de graça a água da vida. Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa, e das coisas (boas) que se acham escritas neste livro”.

Agora, pense bem:

Todos estes 52 trechos do Evangelho completo, de Mateus á Apocalipse, foram diretamente inspirados aos escritores sagrados pelo Espírito Santo. Como, pois, poderia ele próprio contraditá-los

sem se tornar mentiroso? Não poderia!

E esses 52 trechos nos provam que, tanto no campo das bênçãos e demais concessões espirituais, quanto no campo palpável das

bênçãos e coisas materiais, tudo quanto a humanidade pode esperar de Deus está gratuitamente dado em Cristo Jesus!Não nas exigências da “Lei e Profetas”, que jamais ofereceram nada de graça a ninguém. Elas cobravam uma obediência que, na impossibilidade de ser fielmente praticada por qualquer ser huma- no descendente de Adão, desnudava-lhe assim sua condenada

condição de natural pecador, separado da Vida que está em Deus (Rm 3:19-20; Rm 5:12).

De graça, somente na Aliança da Graça, na qual Deus nos concede a reconciliação eterna com ele e a Vida, junto com as bênçãos todas que foram prometidas para serem concedidas sob o ministério do Messias, que já veio, e é Jesus (Jo 1:17).

Deliram, pois, todos quantos creem que é Deus quem ordena a cobrança do Dízimo hoje, neste tempo da Nova Aliança da Graça, estabelecida sobre o insubstituível fundamento do suficiente

sacrifício do “Cordeiro de Deus”, Cristo Jesus (1Co 3:11), porque é

absolutamente impossível que o veraz Espírito Santo contradiga a si mesmo!

Se Ele contradissesse qualquer um desses 52 trechos do Evangelho de Jesus, se tornaria mentiroso, porque, de conformidade com o explicado na nossa Introdução, em toda contradição, um dos

argumentos opostos é mentira.

E, pode o Espírito Santo mentir?

Pode o Espírito Santo contradizer a si mesmo? É claro que não! (Tt 1:2; 1Jo 1:5; Rm 3:4)

Se mentisse, já não seria mais santo, nem seria, por isso, Deus. Um espírito que mente, é das Trevas; não da Luz (1Jo 3:7-10; Jo 8:44).

O pai da mentira é Satanás, não Deus!

É totalmente impossível, pois, que o Espírito Santo de Deus de quem falam o Evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo e a Bíblia TODA como o inspirador da palavra dos seus servos, possa ordenar a cobrança do Dízimo sem se tornar falso e mentiroso... ou seja, sem

deixar de ser Deus!

E, de fato, não é ele quem cobra essa taxa hoje!

bonzinhos ministros do Senhor Jesus Cristo, como os “lobos roubadores” contra os quais nos advertia o próprio Senhor, em Mt 7:15-23.

Se o Espírito Santo cobrasse o Dízimo de que fala o Antigo Testamento, esses 52 trechos citados acima seriam todos mentira, e, se assim fosse, teríamos de concluir que o Evangelho todo seria uma grande farsa, e farsa diabólica, porque a mentira, como todos sabemos, é característica do Diabo, que é chamado pelo próprio Senhor Jesus Cristo de “o pai da mentira” (Jo 8: 44).

Já o Espírito Santo, ao oposto daquilo, é chamado por Jesus de “o Espírito da Verdade” (Jo 14:15-17; 15:26; 16:7-13).

Dessa forma, sendo Ele “da VERDADE”, não poderia nos ensinar tudo isso que está escrito nesses 52 trechos mostrando que o cristão nada tem a ver com as exigências e ordenanças do Antigo Testamen- to para sua salvação e recepção das bênçãos prometidas no Evange- lho, e, ao mesmo tempo, nos cobrar o Dízimo condenando-nos por ladrões se não o pagarmos. Seria uma contradição injustificável. Fazendo isso, Ele demonstraria uma natureza mentirosa, não santa, porém, maligna.

Mas Ele não o faz.

Ele não nos cobra nada do conteúdo normativo da “Lei e Profetas”, nem que paguemos ou “devolvamos” o Dízimo, até porque é Ele mesmo quem nos revela na profecia antiga (Is 53:5) e

na doutrina apostólica (Cl 2:13-15) que Jesus pagou na cruz toda dívida nossa para restabelecer nossa paz com Deus, e é este o motivo pelo qual estava profetizado em Is 52:2-3 que nosso resgate das garras do maligno seria realizado “sem dinheiro”.

Dizer que um cristão rouba a Deus por não pagar ou “devolver” o Dízimo, é condena-lo, porque a palavra do Evangelho é bem clara e taxativa ao dizer que “os roubadores ou ladrões não herdarão o reino de Deus” (1Co 6:9-10), e até chega a ordenar que os tais sejam expulsos do meio da igreja (1Co 5:11-13).

O Espírito Santo, porém, nem nos cobra o Dízimo, nem nos condena por ladrões aos que não o pagamos. Pelo contrário, nos

ensina que se desliga de Cristo e decai da sua Graça todo aquele que espera ter um melhor e mais abençoado relacionamento com Deus através do pagamento do Dízimo ou do cumprimento de qualquer outro ponto da Lei (Gl 5:4).

Na mais estrita realidade, o que os cobradores do dízimo estão fazendo ao condenar como “roubadores” ou ladrões os cristãos que não o pagam ou “devolvem”, é cair numa grave heresia e num tremendo pecado, devido a que com essa atitude estão destruindo vidas de convertidos que de acordo com 1Co 3:16-17 são “santuário de Deus”, nos quais habita o Espírito de Deus. Contra este pecado, a palavra de Deus lhes adverte duramente, ali mesmo, dizendo:

“Se alguém destruir o Santuário de Deus, Deus o destruirá,

porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado”!

Calem, pois, a boca os pretensiosos teólogos a serviço dos dizimeiros, porque a real verdade é que em todo o Evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo não existe nem sequer um único versículo estabelecendo ou implantando na igreja cristã a cobrança ou o pagamento do Dízimo. Sua teologia é, por isto, falsa teologia. Não existe no Novo Testamento nem um único trecho sequer em que possam esses mestres do engano fundamentar, com a irrefutável e biblicamente contextual autoridade de Jesus e de seus apóstolos, essa farsa que já os levou ao absurdo de criar hilariantes expressões como essa de “o Dízimo da Graça”!

Ra...! Onde já se viu essa palhaçada de “Dízimo da Graça”? Na Graça não há taxa... e onde não há taxa não há Dízimo!

A Graça não cobra nem pede: Dá!

Por isso, se você procurar em todos os escritos dos apóstolos de Jesus um único trecho em que eles instituam esse tal irrisório “Dízimo da Graça”, perderá seu tempo.

Não se deixe enganar mais, leitor cristão: Se a Graça veio com Jesus Cristo no Novo Pacto estabelecido sobre o exclusivo mérito,

valor ou pagamento do seu sangue, conforme nos afirma a palavra divina em Jo 1:17 e Mt 26:27-28, então por mais que pesquisar minuciosamente em todo o Novo Testamento, desde Mateus até Apocalipse, para achar na palavra dos apóstolos dele esse ensino do tal “Dízimo da Graça”, não o achará. Ali, no Evangelho da verdade, não encontrará essa nova heresia...

...não achará esse novo disfarce dessa antiga mentira! E, sabe por que não achará?

Porque é tudo uma mera farsa doutrinária deles.

Não existe essa invencionice do “Dízimo da Graça” na Nova

Aliança em Cristo Jesus. Isso é apenas mais uma aberração mentirosa inventada pela fértil e astuta imaginação desses estelionatários espirituais para justificar sua velhacaria.

E como se pode pagar ou “devolver” parcialmente algo que nos foi entregue todo de graça? Ora essa: O que se recebe de graça como um todo não se paga nem se “devolve”, seja total, seja parcialmente. Devolver, seria ofender o Doador. Lembre que “os dons de Deus são irrevogáveis”. Não os revogue!

Deus não quer que Lhe paguemos ou “devolvamos” nada de toda a herança gratuita que ele nos concedeu em Cristo.

Muito pelo contrário, o Evangelho do nosso Senhor Jesus é, TODO

ELE, um manancial de bênçãos GRATUITAMENTE oferecidas a todo o que, convertido, nele crê, tal como estava já profetizado no Livro de Isaías, quase oitocentos anos antes de vir ele ao mundo como o Verbo encarnado, dizendo:

“Ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si...

foi traspassado pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidade: O CASTIGO (OU PENITÊNCIA OU SACRIFÍCIO OU PREÇO) QUE NOS TRAZ A PAZ ESTAVA SOBRE ELE, e pelas suas feridas fomos sarados...

No documento DÍZIMOS-A farsa do dizimo cristão (páginas 159-168)