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O problema do hábito e o tempo descontnuo

Tda alma é ma lodia que covém renoa AlRMÉ

À primer vst, como dcávos, o problem do hábto p-

rece nsolúvel com bse n tese tempor qe cbos de des volver. De fto, egos  persstêc rl do pssdo; ostr- os qe o pssdo stv termete morto qdo o stt novo rmv o rel. E s qe, em cofordde com  d qe se costma fzer do hábto, sremos obrgdos  rttr o hábito  ess e legdo de m pssdo efto   forç qe confere o ser m gr estável sob o er ovente. Pode- se, pos, recer qe estjos eredd  pss. Vos ver como, segudo Ropl co coç esse terro d

A IN TUI ÇÃO DO IN STANTE

!, oos ncont s gns is s ntuçõs o- sócs fcns.

O óo Ronl  nic o cát  su tf : "C-

nos go nst o átoo ds s u subtíos o sço  o To  ti prtio dos dspojos ncos  sss os spolios o Tplo. 1 É ue, co fito, o t-

u go à  tbuí o sço contínuo no é nos o  o tu ue dsfchmos contr  rl tbí à ução, to coo u cntínuo to.  Rounl, o átoo te popieddes espciis d s sot  to ntnt qunto t is uícs Nouts , o too no s sbstntc tono u ço   q s   o gnto o   o q  fz é

ns s xo no sço O lno o átoo só fz ognz

ons sos, coo s  ognz nstnts solos

O sço já no é snão o to u tz nt s

forçs e soliri o s. O lhues não g is sob o

qui o u o ouo g sobre o gor.

O ser u é visto d for está duplmnte blouedo n so- ldão o instnt  o onto.A ss solião sic rdob s crscnt , coo ssos,  soidão d consci ênci uno s tnt n o sr o n Coo no r í um fotl- cinto s ntuições lbnizins? Lbniz nega  solid-  it  ti os ss istibuíos no spço Po outo lo,  on stblci suun, no seio  c ô-

n,   contnud, rliz l ção  u to nsl  bsoto o ongo do ul s ilust  - ft concorânci e tods s ônds. Encontrs  Sílo

u ngção sulentr,   solidridd reta do s 

O PROBLEMA DO HBIO E O TEMPO DESCONNUO

st o o sr passo. Ms, aina u  vz, s ss soii-  os instants o tpo o é n i  , s, outr os trmos, no é a uraço u iga iiatnt os ins- tats rui os m grupos sguo rtos princípios, tonas ais nssrio e nuna ostrar oo ua soiaria ão ireta, o tmpora, se maneta o der o s. E su, tos  nontar u prinípio para substuir  h ós 

hroni pstbi. É  isso u tn,  nosso v, s

tss roupianas a spito o hbito.

Nosso poba sá nto ostr,  io g, q o hábto aina é conbív, so uno o sos  su poio nu psso posulo,  fo gui  ô, coo itant  caz. E sguia tos  ot qu ss hbi to, nio agora n intuiço os instants isoos, xpia ao mso tempo a prmaênia o sr  su pogsso

Ma ants abramos um parêts.

S osa posição é ii, a  nossos avrsios é, ao con- trrio,  spatosa aiia.Vjaos, por xpo, coo tuo é simps paa o pnsamo raista, para o panto u "raiz uo. Piiro, o s é a substâna, a substânci qu é o so o,  gç s niçõs, o suo s u- is  o suot o vi. O passo ix u ço n a- téia; coo, pois, u xo no psnt; stá, potanto, s- p vivo arint. S s fl o g, o fuuo c coo po int o  s fc co u  éula rba onsv a baç Qunto o hábo, é suso xpliáo, vsto qu é  q xc uo Bs izr u o érb é a rv os sus otos  co- pn u o háto   cso cooco à sosço o s pos sfoços gos O ho fcá, os,  

 A INTU IÇO DO NSTANTE

éia do se, a poo de ogaiza a solidaiedade do assado e do fto. No fdo, qual é a palavra-orça que eslaee oda es sa psiologia ealisa? É a paavra que traduz ua inscrição. Qua do se diz qe o passado o o hábito estão iscios a atéia tdo está explicado  a qestão deixo de existir

Deveos ser ais exigentes para conosco Ua isição, a nosso ve, ão expica nda. Formleos iici alene ossas objeções conta a ação terial do instate pesete sobe os isates fos, coo aqeles qe Ô gere seia ssceível de

exercer na transssão das foras vitais. Coo obsea Rop- nel, é se dúvida

uma conveniência de linguagem rticularmente cil investir o

germn de todas as romesss qe o indivío relizará e deo-

sitar nele o atrimônio reunido dos hábitos qe realizaão no ser suas formas e funções. Mas, quando dizemos que o totl desses

hábitos está contido no germen, temos de nos entender qunto ao

sentido d expessão, o, antes, qunto ao valor da imgem Nda

seria mais erigoso qe igina o germen como m continente

cjo conteúdo sei  conjunto de riedades. Es ssociação do bstrato e do conceto é imossível e, de esto, não exlica nd2

É crioso aproxiar dessa crítica ua objeção easica apesetada por Koyré e sa aálise do pesaeto ístio:

Gostarímos de insistir, contuo, n concepção do germe que se

reencontra oculta ou expressa em toda doutrina organicista. A

i ideia do germe é, com efeito u mysterium. Ela concentra por

O PROBL EMA DO H BIO E O TEMPO DESCONTNUO

assi dizer todas as articularidades do ameto orcis-

ta É uma verdadeira uião dos cotrários ou smo do co-

traditórios. O ger é oderíamos diz o que ão é El já é

o que ainda não é o que aeas será. E o é orque do co tário

não oderia vir a sêlo. Não o é porque do cotrário como vi-

ria a sêlo? O gee é ao eso teo a matéria que evolui e

a potência que a faz evoluir O germe age sobre si mesmo É uma

caus sui - se não a de seu ser elo eos a de seu desenvovi

mento Paece que o etendiento não é caaz de areender es se conceito: o cículo onico  vida, ara a lógica linear tras forase necessaiaente nu círculo vicioso3

A razão dea confuão cheia de conadiçõe ové e dúvida, de e havee unido dua deniçõe difeene da - ânci ue deve cone o eo eo o e e o dvi o n- tante eal e a duraçãopenameno, o conceo e o conruí o , aa dizêlo melho co Rounel, o conceo e o abao. Se na geação do ee vivo  ainda ue e oa conce be u plano noativo  não se conegue coeende cla- aene a ação do inane esent oe o inane fuuo, qão ais prudene e deveia ser uando e otula a inci- ço de mil acntecieno conuo e aralhado do aado n matéria encrreda de atlizar o tepo desaparecido!

E rimeio luga, o que a célula nevoa egiaia ce- o aconecieno e não o uo? De aneia ai ecia  e não há ua ação noaiva ou eéica oo od o háio conva u ega e ua foa? No fno, é   e- mo dee O aio  duaç n ix d l

·' A . Koyré, Boclrm, p 1 3 1 .

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