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OS ÚLTIMOS MOMENTOS DE HITLER E SEUS TESTAMENTOS

No documento Holocausto Judeu Ou Alemão (páginas 151-153)

Crematórios I e II, constam em cada um uma sala para colocar os cadáveres antes da cremação).

OS ÚLTIMOS MOMENTOS DE HITLER E SEUS TESTAMENTOS

Do livro Porque perdí a guerra, de Saint-Paulien, pgs. 374/377:

"No dia 28 de abril de 1945, alguns minutos antes da meia noite, Hitler contraiu matrimônio com Eva Braun. A boda se realizou na sala de mapas do "Bunker", da Chancelaria. Um funcionário municipal, Walter Wagner, perguntou se estavam decididos a permanecer unidos para o "melhor e para o pior", responderam: Sim. Depois de terem assinado a ata do matrimônio, os dois testemunhas, Goebbels e Bormann, os felicitaram, assim como Magda Goebbels e seus filhos, os generais Krebbs e Burgdorf, o coronel Bergdorf, o Coronel Von Below, Arthur Axmann, Chefe das Juventudes, o barão Von Loringhoven, suas duas secretárias Sras. Gerda Christian e Gertrud Junge e alguns outros oficiais.

Beberam uma taça de champanha. Muitos dos presentes mal podiam conter as lágrimas pois sabiam o que iria acontecer em breve.

Após se despedirem, Hitler ditou à Dra. Junge o seu testamento privado:

"Por não ter podido assumir as responsabilidades de um matrimônio, durante os anos de luta, hoje, antes de morrer, decidi tomar como esposa a mulher, que depois de numerosos anos de fiei afeto, veio por sua própria vontade, a esta cidade, quase cercada, com a finalidade de compartilhar comigo o destino. Segundo sua própria vontade entrará na morte comigo na qualidade de Esposa. Isto será para nós uma espécie de compensação,

[213] se for considerado tudo que minha missão a servico do meu povo, me impediu de oferecer à minha mulher.

Na medida que tenham um valor qualquer, meus bens pertencem ao Partido ou para o Estado, caso o partido não exista. Se o próprio Estado for destruido, resulta inútil qualquer outra instrucão.

Os quadros que reuni não foram adquiridos com vistas a formar uma coleção pessoal, senão para criar um museu de pintura na minha cidade preferida, Linz. Desejo do fundo do coração que este desejo seja respeitado.

Minha esposa e eu decidimos morrer, para escapar à vergonha do cativeiro e da capitulação; É nosso desejo que nossos corpos sejam incinerados, neste lugar, onde efetuei a maior parte do meu trabalho cotidiano durante os doze anos que consagrei a meu povo."

Em seguida, com mais lentidão, ditou seu testamento político:

"Transcorreram mais de 30 anos desde que dei minha modesta contribuicão, como voluntário, na Primeira Guerra Mundial, que foi imposta ao Reich.

Durante 30 anos, somente o amor ao meu povo e minha fidelidade a ele tem guiado meus pensamentos, meus atos e minha vida. Me deram a força de tomar as decisões mais difíceis que jamais se apresentaram para a eleição de um homem... Não é verdade, que eu tenha desejado, nem a Alemanha, a guerra de 1939. A guerra foi desejada e provocada exclusivamente pelos políticos internacionais, de origem judaica, que serviam interesses judaicos.

Propuz, com demasiada freqüência o controle e a limitação de armamentos, para que a posteridade possa imputar-me a responsabilidade de haver desencadeado o conflito. (É só o que fazem ... ). Nunca desejei que depois dos horrores da Primeira Guerra Mundial, estalasse outra contra a Inglaterra e a América. Passarão os séculos, mas as ruínas de nossas cidades e nossos monumentos serão testemunhas,

e delas brotarão para sempre o ódio contra os responsáveis destes desastres: a juderia internacional e quem se pôs a seu serviço.

"Três dias antes do ataque contra a Polônia, propuz ao governo britânico uma solução razoável do problema germano-polaco. Minha proposta foi rechacada, porque o bando que ocupava o poder na Inglaterra queria a guerra a qualquer preço, em parte por razões comerciais e também porque estava influenciada pela propaganda da juderia internacional. (Lembrem-se da

[214] praticamente mesma expressão que teve o próprio Chamberlaín,

para Joseph Kennedy !). Leva assim a responsabilidade dos milhões de mortos

nos campos de batalhas, nas cidades bombardeadas e das populações civis aniquiladas.

Após seis anos de uma guerra, que apesar de nossas derrotas, se inscreverá na História como a mais heróica e gloriosa manifestação do desejo de viver de uma Nação, não posso abandonar a cidade que é Capital do nosso país. Nossas forças são demasiado reduzidas para resistir por mais tempo aos ataques dos inimigos contra esta cidade. Um exército de cegos autômatos aplastará nossa resistência. Desejo compartilhar a sorte dos milhões de seres que resolveram ficar em Berlim, mas não quero cair em mãos do inimigo, que tratará de oferecer um novo espetáculo, apresentado pelos judeus, com o objetivo de divertir as massas histéricas. Decidi, portanto, permanecer em Berlim e dar-me, voluntariamente, a morte, no momento que julgue que a residência do Führer e Chanceler não possa mais ser defendida.

O valor do Estado Maior da Wehrmacht não pode compararse ao Estado Maior durante a Primeira Guerra Mundial. Tudo que foi empreendido pelo Estado Maior da Wehrmacht fica muito atrás do que se efetuou no transcorrer da Primeira.

É de esperar que os oficiais do exército alemão possam fazer um ponto de honra, no futuro, como é o caso dos oficiais da nossã marinha, que reafirmaram por todos os meios o espírito de resistência dos soldados e sua fé nacional-socialista. É de desejar que o exemplo do criador do Movimento demonstre que a morte e preferível à resignação e da capitulação, que toda rendição de territórios e cidades é uma traição. E é de desejar que os chefes possam dar o exemplo da fidelidade ao dever até a morte.

O povo e as forças armadas se tem entregue por inteiro a esta longa e terrível luta. Seus sacrifícios tem sido imensos. Mas muitos chefes tem abusado de minha confiança. A deslealdade e a mais vil traição tem mimado a resistência do povo alemão em todo o decorrer da guerra. Por isso não me foi permitido levá-lo à vitória.

Olhando a morte, cara a cara, posso evocar com alegria e orgulho as magníficas realizações do nosso povo, nossos camponeses e nossos operários e a contribuição única trazida à nossa história, pela Juventude que leva o meu nome. Seu sacrifício, o de nossos soldados e sem dúvida o meu, semearão o grão que germinará um dia, num glorioso renascimento do nacional-socialismo, em uma nação verdadeiramente unida."

No dia 30 de abril já se lutava em torno da Chancelaria. En-

[215] tre os defensores que mais se destacavam estavam os remanescentes da Divisão "SS-Carlomagno", formado de franceses voluntários; Foram os franceses, que receberam as três últimas condecorações entregues pelos alemães; as três últimas "Cruzes de Cavalheiros" foram entregues pelo Gen. SS Mohnke, ao Comandante Fenet, e a dois sub-oficiais Vaulot e Appolat. Também tiveram grande destaque nesta batalha os voluntários espanhóis, da Divisão Azul, sob o comando do Tenente Roca. Na batalha de Berlim ainda lutaram soldados voluntários dinamarqueses, noruegueses, suecos e belgas, unidos na Divisão "Nordland".

Às 15 horas e 35 minutos do dia 30 de abril de 1945, Hitler e sua esposa se suicidaram. Ela com veneno e ele com um tiro de revólver. Sua cinzas sumiram.

Quando morre um Chefe de Estado, os governos estrangeiros ordenam colocar as bandeiras a meio pau, em sinal de luto. No presente caso apenas duas Nações respeitaram a tradição: a Irlanda - que sempre recebeu apoio alemão na sua luta de independência da Grã-Bretanha, e Portugal.

No documento Holocausto Judeu Ou Alemão (páginas 151-153)