circulação venosa. Moulin partilha a mesma opinião; eainda qu conheçaque seja capaz de
.
com maispromptidào, operarod/esongorgi lamentodos vasoscnccfajicos, tira dapratica da operaçãocre
-i
-r.woes qnç
(*)l)*1Curai
.
apopCsie,|>ng.Hl.—
43—
lulgasuflicienlcspara rrgeital
-
n.
Sem entrarmosem discussões sobre motivos,queestes práticosjulgâovaliososparaproscreveremestaoperaeao,nos,lirmaiido
-
nos ua pratica de imiilos autores, alemde julgarmos que•lia lie do grandes vantagens, estamosmuiconvencidodequesócilapu
-dera salvar a vidaámuitosdoentes. .Noscasosde hemorrliagias violentas quandoacongestãoparaoonceí
.
doliemuiconsiderável,quandon ãocedeaplilebotomia,ospgnticostirão vantagens somente daarteriotomia
.
h^ta pratica lie muiseguida pelos medicos iuglczes.Depois daappliça çãodassangriasgeracs, oujuntamentecom ellas tomosas emissõessanguíneaslocais, oucapillares
.
O sangue dasprimei-rassangrias, muitas vezes, nada ollercce de notável; poremodas outras lista eir
-ós
secobreconstanlcmentedaciusla, á quechamàoplcuritiç/i
.
cunslanciaadverte,de que Ix*necessário lutar contra oestorço hemorrhn
-gico,e aphlegmasia, dequepódc estaraccommoUidaaporçãoencéfalica circumvisirdia
.
Assangriaslocaessão entãodestimmoproveito.Oslugaresemque, com maiseÛioacia, obrãoassanguesugas,são as regiões da cabeçaaonivel , ouabaixo da base do crnneo. As observações de muitos práticos tem mostrado, que. applicadasem outros pontos du cabeça, auritação.produzida pelasmordeduras favoreceoatfluxodesan -guequetanto se procuraafastar. lie portanto, paraevitarumtal incon
-veniente,queaconselhão ospráticosapplical
-
asnabase doera neo.,sobreotrajectodasjugullares, naabertura das fossas nasaes. Cruvelliiçr dá a maiorimportância ásangriaparcial naabertura dasfossasnasaes; atten -de ndoá m íluencia das épistaxissobreasmoléstiasdoenceíalo, este pra
-tico lecommemla mesmoa plilebotomia da pituitária
.
Para apraticar, se servedehum instrumento semelhante ao litholomooccullo, denomi -nado por ellep/ilrbolomodufiiluUuria: com este instrumento incisaapi-tuitária do septo;cdeterminaassim humi hemorrhagia que he seguida degrande alivio: esta operação, elle recoinmpnda desde o começo da moléstia
.
Assanguesugas naabertura dasfossas nasaes elleemprega preferencia aoutraqualquer parle. Quandoasuppressãode lurn cor-limentohabitual tem precedido, puaççompanhaahemoprhagia, aappli
-caçãosobre as parles, emquesedeve eUectuartal corrimento, h ícrivei:he nesteintuito, que seapplicãoem torno da vulva, interna dascoxas, aoredor do anus
.
quando asuppressão dos mens-truo
-
. ou de bemorrhoides leniprecedido a moléstia.
Muitosicoíi.selhão applical
-
asspbrc oepigaslro, principalmente, quandoexis-.
tem symptomasde huma gastritis. Assanguesugasaoanuspareceseren, , que não haja a inlicaçâodc quefalic o m
pre
-p a r t e na
p ta li c o'
Ilonas, mf*•*;lio
irov » amos
— —
obriío»lo hinnhïnaiVeifofavbi
-
avjMsolïfc bs iiifestmos, cproduz.m efloilo rcvulsivb:Bftjjlividiz (*)Hirudihesanoapplirat œcVpitis mor
-lòdososcâsbs
.
n’3o sedeve prescindirdenp-e n i
<bssnbhvavl
.
Porem, cmplieal
-
as perlodacabeça,por quanton ãosepodecontarque,applicada*hum pontoassazafastado doorgâodoente, possuopersisos obter humresultadocompletamentesatisfatório.
As ventosasscarifiòadasempregadasiinmetTiitainenlc depois da que
-dadas sanguesugas podein produzir hum descíigorgitamento porem, sendopouco considerável, c n ã osendo fácil ser reproduzida, a
efleitb das em
f tvoravel;
evacuação’saivgiiihea por meio de ventosasnão compensao
sangrias permanentes.
Osrefrigerantes, appíicadòssóbreacabeçapreviamenteraspada
.
s;u>hum meiodos mais poderososparacombater, não sóacongestãotio en cefalo, como a excitação e mesmo a phlegmasia, que se apodera do ponto encefálicoquerodeiaocoagulo:(Iruvelbier dizqueoemprego do gelo sobreacabeça foi omeioque evideutemente arrancou á morte hum de«Teusdoentes,queinutilmente haviasangrado,cineo ou seis vezes, administradooemelico,ccobertodcsinnpismos.evesicatórios, do pormeiodas sangrias geraeselocaessetem desembanqpdo a cabe
-ça,oempregodosrefrigeranteslienièiodeSiimiiiaVantagem ,quesepo
-tleoppòrábumnovo áftluxo desangueparaoencefaío.
Cointudo,oempregodogelo
.
Óudcalgumoutrorefrigiránledeman-damuitasprecauções
.
He indispensável, quesuaacção não sejainter -rompida, docontrarioa reacção, quesobrevem.
n ão sóimililisarásuaapplicaçãocomo tornará oestado do doentegrrivissiim
serempregado dentrodc huniabexiga, como P.iilKmiaód aconselha,alim de que nãomolhe,nemoleito,neinocorpo do'doente:nãosedevepôr huma quantidadetal
.
que imputa deamo!dá r-
sesobreaconvexidade da cabeça.
Kinquanto existir geloconvém nãoso renovar. Depois deWV-do derreti-do, deve
-
setirarabexiga, eesperar,porpótic«*tempo, queapelle da cabeça seaqueçaligciiãrnènle'paraï*ciq»plic'«uxscdenovo.de ma
-neiraqueeviteareacção, quccoincça aseoperar.
Pode
-
se tambémenvolvero restodo corpo dodoentedm bumen-ccr
.
idò,cázosereceiequeabexiga cheia dcgeloposfca'esttorrègar'sobre°pescoço, espadua, epeito, eproduzir deátaartealíccções,'qú osempre scdevemevitar.
Ouon
-Alemd’istodeve
AsãíTdsõesfrlássobre a cabeça, tendoaomeshiotempo oresto do.
(‘)Opf
-
raomní...
liv.
1.p.
7Ö.—
45—
corpomergulhado n’hum banho quente,n ãoofferecem tantas vantagens, como asbexigas degelo.Nãosepodemesmo,muitas vezes,evitarcerto* inconvenientes
.
Hemelhor,cazo se nãopossa applicarogelo,recorrerseú compressas imbcbidas nagua fria,e mante-
lasn’estatemperatura, liin,n’estamesma intençãose podem applicarascataplasmasemollient.
'*frias,clomentações,comoaconseihâomuiloispráticos.
Aomesmo tempoqueosmeios,quehavemos mencionado,«sãoap
-plicados, hemistor secundarsuaacçáo, tendoodoentenorepouso,tan
-todoespiritocomodo corpo, collocando-o emposição favorável pai diminuiracongestãodo.encefalo:deve poisserdeitado ,conservandoa cabeçaeotronco,assazelevados:deve-seafastar ludo, oquepôdeex
-citaroccrcbro,quer provenhadossentidos,oudo exercíciodasfaculda
-des inteljeetuaes
.
Emfiin ludo. oque podeaffectai-
penivelmente seu moral, deveserevitado.0 tempo,duranteoqualsedeve seguircoinamaisescrupulosaat
-lenção hum mclliodo puramenle antipldogistico edebilitante, be mui variavel:estánas m ã osdo praticooregrarsegundo asmelhoras experi
-mentadaspeloseudoente
.
Entretanto, alem destesmeios, outrosha, de queopratico pode lançar mão; sãoosrevulsivos externoseinternos, dequequeremos íal
-lar;porcin,he precizoamaiorcircunspecção,ereserva, tanto,nasuaes
-colha, como no seuemprego.
Ossinapismos,vesicatórios,sedénhos,rnoxas,pediluvios
.
emanulu-viosirritantesetc.,são osrevulsivosexternos, maisempregados
.
No prin-cipio da moléstia,semperigo, não sepoderia applicã
-
los;então,em vezdeproduzirem humefledobenelico,produzindoarevulsão,arrastrnrião funestasconsequências,conioprovão osfactosobservadospormuitos au
-tores.Quando depois do emprego dasemissõessanguineus, e dappiica
-•
ãodo gelo, odoenteconservar-
sen’hum-
.estado,emqueasensibilidade entorpecida reclameoemprego dos estimulantes exteriores, então lie a urcasiãode emprega-
los:porem,ainda assim ,nãohe indifferenteaacção maisonmenosactivade cada hum.
Os manuiuvios,epediluvios,torna-dos irritantespelaaddiçãoda farinha de mustarda,dovinagreetc.
.
asfric-çõesirritanies, praticadasipormeiodehumabroxa, impregnada depa
-rturasexcitantes; fricçõesproduzidas, como recoinmenda Cruvclhier
.
imprimirabalo ao doente,cporultimoossinapismos, applicados ás
-
xtremidades inferiores, são osquesedevousar emlaescasos.
Algunspráticosrecommeiulãodesdeaprincipio,osmanuiuvios,cpe
-diluviosirriUiulcs;outros quescosapplique somented’agoa quente, a Kai
-sern
12
— —
fimdo mantermaiorcalornasextremidades
.
Casoseja necesario cremo«, quesomente ospediluvios quentes podemser npplicndo.s sem inconve-niente
.
Quando , com estes meios,n ão se.tenhaobtido algumasmelhorasno estadodo doente, queasestimulaçoensquedespertemastorçasde rcac
-çàodaeconomias^
-
jãoainda reclamadas,póde-
screcorreraosrisicato-rios:«jptão atluxãomaisou menosviva
.
epermanente,queelles determi-não,lotacommuita vantagem contraalluxã oquetemlugarnoencefalo. Emtita ohabito de julgar doeffeito<losremediosá cabeceira dodoente , póde só,noemprego destes meios, dirigir cemcerteza a conducta do pratico.
Osemeticos,eospurgativossãoosrevulsivesinternosmaisprccoui
-sados. Porémjsempreestes meioscomoos precedentessão perigosos, quandoseosempregaantesde se1ercombatido as eoogestoensdo en
-cefnlo,deodoente termanifestado sigoaesque, se nãonosdão a evi
-dencia, ao menos muitasprobabilidades, deque otrabalhocicatrisador marchadentro deseuslimites. Os emeticos aindademandão maisat
-tençtãoqueospurgativos. Comovomitivos devem serproscriptos, mes
-moemhum periodoavançado da moléstia
.
Basta parabasearmos esta asserçãoque seacha bem estabelecida , esustentada pela opinião de Lallemand,IVouchoux, e Crwyelhier, recorremosaosefleilus,que sobreo encefaloo vomito determina:orasendoestes,oqueseprocuracomba-ter, eevitar nahemorrhagia, lie evidente, que devemserrejeitados. Por outrolado a observação tommostrado,que a applicaçã odestes medica
-mentes,produzindonoestomagohuma tal ouqual irritação,emmuitos casos gastritis intensas, principalmentequando por humcertoestado de torporseapplicasseem doses mui elevadas, como algunspráticos tem
aconselhado,semattenderá que podematéproduzirdesorganisa çoens.
tantomais perigosas quanto,nomeio de torpor geral,algumsignal uão as manifesta,be extremamenteprejudicial. Nóslemos na obrademedicina legal de Orfilaaobservaçãode hum doente,
huma ilozeassazelevada de emetico,e emcuja autopsia seencontrarãoto
-dasasdesordens deenvenenamento. Em fimterminamoscoinilochoux
«quenão seráiinpunimente,queomedicoiráexpòr aosabalos dovomi -touminfeliz, cujoencefaloaoaba
-
deserprofundameutedistruido. •O emetico eralavagem pódo, entretanto,serbemsuccedido: quem se tinhaappHcado em
appHcaçãodeveßer depois quesetenhacombatidoomaUmcn Umorpomm
-yhagic, um qae ameoça o encefalo; quando nenhuma complicaçã o reacloracontradndique,quando algum symptom»cmfiranão nasftc.jre
-sua
—
47—
.
ear«tlocoãoalguma irritntorin doeslomagoou de outra yiscorn impor-tante;eutnopoderáserdadocomsuccessoeseminconveniente,e enlfto naosó poderáproduzir hum eiïcito derivativo salutar,comodesembaraçar
'
slumago das mucosidadess,eJsaburras
quenollesedepositão.
Ospurgativos podem serempregados cora muita vantagem;entre
-tanto, nãodeixaremos de repetir, lie precisomuitacircunspeção. ÍVo principio,quandoossymptonms decongestãoestão emcampo,qQpndoo inolhwniíwnwrrkitgicumainda não se temdissipationsadeve lan çarmão delies; quando, pelocontrario , amoléstiacomeçajídeclinar,então se pode emprega
-
los. A liberdade do ventre deve , neste caso,
favorecer a absorção, contribuirá diminuição das lluxõespara n cabeça.
Entãoos colomeianes.
orliuibarbo,ajalapaeossaesneutros,substanciasmaisusa* das,podemserempregadas. Para obter-
seesteelíeitonãolienecessárioqueestesmedicamentosperconãotodaaextensã odas vias digestivas:cm clisteresdevemserdados de preferencia:, mermentesealgumestadoir
-rilatiro do eslomago oudosintestinoshouver
.
Todavia,maisparaofini ria moléstia , quandonão haja algumacoiitraindiciição,
he«til excitar a acoãododuodeno ,eintestinosdelgados, paraoquelie preferível que percorrãotodo o canalalimentar. Paraprolongar-
seancçãodettes me-dicameutososlaxativos, taescomotamarindos,polpa decmina
-
tisUda ,maná ,etc.,podemserutilmente prescripts
.
Os tonicos,osestimulantesdrIVusrvossãoacoa«cih<adosnos uitim«$
périodesda moléstia, quando odoentecomeça nmarcharparaa conva
-lescençveniseaadministrar
.
Porem a ar çãomiascasosdestesemmedicamentosque, nãoliavendonãoalguma complicaheindifferente, fieção—
,4rueoscoutraUidique,oestado dastorçasdo doenteosexige:dócontra
-riopoderão ser muiprejudtciaos.Ouandoaliemorrhngiasejacomplicada, ou produzida por hum elemento intermittente, deve
-
se administrar o sulfatodequinina? julgamosquesim. Todavia não prescindiremosde detodas asprecauções, quehavemos ditoarespeito dos medicamentos irritantes;deve-
se primeirameteic1erempregadoos meios anli-
phlõgisti-cosparadepoislançar
-
semão detãoheroicomedicamento.0regimimdietéticodeveseromaisseveropossive):emquantoexis
-tirem os syinptonmsdecongestão, omoiunenkcmorrhagicuto, a dieta absolutaheindispensável
.
Depois deacalmadosentessymptom.
«*,asbe-bidos aqnesns,poniuiosn.«,aslimonadas podnin.sorprescripts*
.
DiversosmeiossetornpropostoparaCombaterosdesordens,que:qm$ de sideixaahemorrliagia
.
Osque alguma vantagem offerocem.
são as frirrt.
t-
f.
irritantes por muitotempocontinuadas«obre as parlespatalvsa-«>»
— —
das,icentorpecidas;oslenimentos,os banhoscomsubsl meias cxcilmi
-tcs lacscomoopepi,mai
-
boa, valerianna..
Os cautn ios ,ossedenhos,
« osoulroScxuclorios,npp!icddos á nuca ,ou emoutro qualquer ponto sãotambém ,cm certos!cnzos,proveitosos
.
Os purgativos,ciequandd quando,e oslaxantes,sãoaconselhados pormuitospráticos;protnovem iunnadirivacão ligoirasobrootubo digestivo,quo lio mui util,e lavo-rece(f eicatrisação.
A electricidadeeanoz
-
vomicasão meios muiperigosos,odema-neira alguma podem convirnesta enfermidade, postoquepossãosei
mui eilicaxescm aOcçõesperalylicns produsidas poroutras
De lodososmeios ,quesepodemadministrar,oque sempreconse
-gue maioresVantagens,heoregimenatténuante,oantiplilogistico
.
Iodaaoccupaçãointellectual deveaodoenteservedada; snavida socialdevi
-serde alguma maneiraterminada; tudo elle deve sacrilicaravidaindi
-vidual:humadietaligeira,alimentosdocesepoucossubstandard,oleito, osalimentos vegetaes,são osmeiosprincipaes,com
secombaterãotaesdesordens, listes meiosserãocoadjuvadospeloexer
-cido moderado,ahabitação em bum arpuro
.
etc. limíimdeveobservar comlodoorigorosmeioscapazesde impediras congestões, eas excita-çõesdo encelalo
.
Depoisde termostraçadoòtratamentodahcmorrhagia,passamosá dizeralgumacousasobreo que convémparaprevenil
-
a.Centenares demedicamentos, condecoradoscom otitulo deunti
-apopléticos temsidoprcconisadosnotratamentoprophvlaclicoda liemor
-hagia
.
Porem, atéopresente,nãosendo sauedonndospor observações exactns, nós, lançando-
osde parle,somenterepe: iremos aspalavrasde Lancisi.(*J
«Emvãoseprocura preservativosnosmedic,mentos,quando sedespresão asregras de huma sabia livgienna.
Todosossoccorros da medicinasao iilusorios:bumsó lie ellicazemtodosostempos, e emIodas ascircunstancias: esteconsiste11’humregimen devidasabiamontedii igido.
e11acalma de espirito, que nãoperlurbão nem ossucessosneinosre
-vezes.» : .
em
cauxas
.
que vantajosa mente
Com tudo nãohesò na liygienna,quese acharãoos meios para prcveui
-
la;atlierapeutica hc,algumasvezes , demuitoSOGCOITO.
Hum regimensobiioedc-
luenle, bum exercício moderado,tanto corporal.
spiritual,serão aosindivíduos
-
,que tiverem disposições paranhc-norrbagia,de summautilidade;devem evitartodffs asoccupncõcs,que
• t). »ul'ilunti»11:01libus.lil>
.
çomo
Hc.ij'.IS pag
.
1 0 3.—
49—
r\igiiTio huma grandecontençãodeespirito,meditaçõesprofunda«. Si ausestados quesãodisposiçõesparaamoléstia , se junlão signae«,qm*
in>sadvirtâoda eminência «la hemorrhagia, assangrias«le precaução.
geraes oulocaes, adieta,ahabitaçãoemuma temperatura agradav«
-
!.«•emum ar puro efresco, a ausência de todaacontenção deespirito,de todaaftecçào moral ,emPirn todosos recursos da hygicna fortemenle preventiva devemscr prodigalisados. I)eve
-
se ter muitoem atleução.ahypertrophia«locoração,ashemorrhagias habituaes,asevacuaçõesdiver
-sas,aserysipelas,ouerupções periódicas,agottaetc
.
0 praticonãodeve tardaremcomlmterestasaffecções,cingindo-
seaosrigorosospreceitos da arte.Aqui damosfechoaonossotrabalho:assázconhecemos queelle lu* imperfeito,e tantomais,quãodebeissentimos nossas forças,equãotruns
-cedente heoobjecto; mas,certo dequenossosjuizeslevarão a balança , o termosainda,liapouco,deixadoosbancosescolares,nosarrojamosá apresenta
-
lo,bempossuídodaunicaidea«pie,apadrinhadoporsuaindul-gência,ellepoderácontar com oseu acolhimento.
Servindo
-
nos desta occaziãodirigimos nossos agradecimentosao Sr. Dr.Silva pelabenevolência com que sedignoutomar apresidênciadqnossa these.
F I M
.
j y r o o p
.
A r n i A FKAISCEZA, HUA DE S.
JOSé, N. G4.
I.
Apopleclici aulcm hunt maxime œtale ab annoquadragésimo usquead sexagesimum
.
Sect.
0.
*Aph.
57If.
Cum in vigor« fuerit. morbus ,lunctenu íssimo victu utinecesseest
.
Sect.
1
.
*Aph.
8.®III.
Solvere apoplexiamvehementem,quidemimposssikile:debilem vero ,non facile.Sect
.
2.
*Aph.
V2.
IIII.
In morbisacutis extremarum partium frigus, malum
.
Sect.
7*. Aph.
1.
V.
Mutationes annilemporummaxime pariunl morbos:etinipsis temporibus mutalioncsmagna;turnfrigoris, tiimcoloris, etcœlcra pro rotionecodem modo
.
Sect.
5.
*Aph.
l.
°VI.
Quicumquc aliqua corporisparledolentes ,dolorem ferenonsentiunt,his mens cegrotat
.
Sect.
2.
*Aph.
f>.°FINIS
.
I
lista These estáconforme aos listatu tos
.
Rio de Janeiro
.
0 de Dezembro de Í840.O Dr
.
J. .
/. du Silea.
«*