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CHAPEUZINHO – LA INTERMINABLE LINK

PARA MARMANJOS

Abaixo há o esquema de construção. – em só para

marmanjos. (oficinas e aplicativos)Oficinas

Oficina de literatura infantil, http://www.angela- lago.com.br/lit. html - voltada aos educadores ou pesqui-

sadores, como mencionado no texto.

Oficina de computação para crianças - http://www.angela-lago. com.br/oficina.html – ( uma expe-

riência em Goiás)

Aplicativos

O livro de imagens e as novas mídias http://www.angela-lago. com.br /leituras.html – ainda em

construção

4 experimentações (não pode ser encontrado)

www.angela-lago.com.brunicampo.html

3 estruturas narrativas para a Internet

http://www.angela-lago.com.br/Estruturas.html - mostra as

três estruturas narrativas abaixo Historias para dormir

mais cedo A Cantilena do sapo. OH"#m jogo assombra$

Uma entrevista:

www.docedeletra.com.br/dl/foradoar/982ala%o.html (fora

do ar)

Arti%os (arti&os de An&ela La&o em apresentações diversas) – alguns textos em coautoria com Lino Alberga-

ria - apresentado em cursos.

O livro de areia - http://www.an%ela-

la%o.com.br/aulaAreia. html

Uma leitura do Cântico dos Cânticos

http'//www.angela(lago. com.br/aulaCant.html (uma aula

na PUC PREPES – 07 )1992

A terapia da leitura ( http'//www.angela(

lago.com.br/aulater. html - Mesa redonda: aspectos psico-

lógicos da literatura infantil e *uvenil ) BH, *unho de 1986

bbbbbA TERAPIA DA LEITURA

O livro de imagem' http'//www.angela(lago.com.br/

aula+mag. html (+++Congresso da fundação nacional do livro infantil e *uvenil

O computador e o livro' http'//www.angela(

6.1. ANEXO 2

Texto verbal inte.ral :

O F1O DO R1SO

Era uma vez a menina, conhecida como Nina, que era muito sozinha. Maria, lá na cozinha, Só fazia companhia Ao fogão, panela ou pia. - 2Arroz , feijão e pudim

Trabalho que não tem fim.”

2Ai, ai, ai, mais que tormento,

Viver neste apartamento. Sem uma mosca ou formiga Que queira ser minha amiga.” Nina , estava tão triste,

Passarinho sem alpiste Aí lembrou de repente: - 2 Telefone, vira gente.”

- Disco, um número qualquer E atenda quem quiser

Bater um papo comigo Se não der certo, nem ligo.” E foi discando, discando. O número só aumentando. - 2Quanto maior, mais distante

Eu quero é mais adiante.” E atenderam por certo De um lugar que não é perto Nem do Brasil, nem da China. E era uma voz tão fina,

Tão suave e delicada, Ah ... uma voz de fada! - 2Aqui fala Plimplinar

Com quem deseja falar?”

- 2Com ninguém, especialmente,

Mas me sinto bem contente, Por você me atender

Se ao menos pudesse ver Você , seu mundo, sua gente, Que devem ser diferentes Seria mesmo um prazer, Pode me satisfazer?”

Plimplinar lhe disse: - 2Venha,

Fecha os olhos e retenha Um pouco a respiração. Vai ouvir um furacão.

Puxo você pelo fio, Talvez sinta um calafrio Não tenha medo porém, Que já não é um neném...” Vento do sul e do norte Soprou e soprou bem forte E lá se foi Nina p’ra dentro Do telefone cinzento. Como, não sei explicar Muita mágica pelo ar Vento do norte e do sul Soprou pelo céu azul! - “Os olhos já pode abrir, Mas me prometa não rir de nada, nem de ninguém. Todos vão lhe querer bem, se esta lei respeitar.” Lhe avisou Plimplinar.

- “ Que beleza, quantas cores! São borboletas ou flores?” - “É claro que rir não vou” Mas nisto Nina avistou Uma formiga saúva,

Com um bonito guarda-chuva, Montada na tartaruga,

Por sua vez de peruca. Passou uma perereca. Vestida só de cueca. - “ Claro que não quero rir, Mas como vou conseguir, Se quem canta é o leão, Pondo todo o coração E dançam rinocerontes, Com seus saiotes brilhantes, E a casa do caramujo... Eu nunca vi tanto luxo?” Nina não pode mais Também já era demais! - “ Desculpe, mas é gozado Ver um pato de calçado. Desculpe, ridículo é O tamanho do seu pé.” - “ Aqqui se tem liberdade Calço o que me dá vontade!” O pato ficou nervoso.

Todo mundo em alvoroço - “ Na minha terra um sapato

Custa caro para um pato.” Nina tentou explicar - 3 E este é o seu azar. 4iver num mundo tão louco

Onde um pato vale pouco”.

53 Este pato é todo crente,

Ele quer passar por 6ente8

De rir eu não tenho culpa; <ão preciso de uma lupa.

Para as coisas enxergar.”

=isse <ina a Plimplinar

O pato ficou zangado E todo mundo agitado

53 Querendo passar por gente> 8 <ão há mesmo quem agüente

Uma menina atrevida! Não sabe nada da vida. Por quem o urubu põe luto? Quanto demora um minuto? Aonde é mais adiante? Responda, sua ignorante! - O que foi que disse Kant? Quanto pesa um elefante? Quanto custa um jacaré?

Dois mais dois, quanto é que é? Vejamos se tem cultura,

Se está a nossa altura. Senão terá que voltar Para onde é o seu lugar.” - 3 Por quem o urubu pôs luto?

Ele mesmo comeu há um minuto Um minuto já passou,

Demora o que demorou.” Respondeu Nina faceira. O pato disse: - besteira E não quis mais escutar, Foi embora a resmungar. Tudo voultou ao normal, Só Nina passando mal: - 3 Sinto cócega na garganta,

Eu não sou nenhuma santa. Ah! Com uma gargalhada Ficaria aliviada!

Um cavalo de patins! De não rir me doem os rins. Papagaio e periquito

Com cadeado no bico! O suspiro do dragão É de amor! É de paixão!” Nina não agüentou, Numa risada estourou

- 3 Desculpem, mas tudo aqui

Me dá vontade de rir.” Todo mundo ficou zangado E o pato alvoroçado. - 3 De que ri esta menina

Conhecida com Nina? - 3 Isto é falta de respeito,

Não está no seu direito.” - 3 Merece bem um castigo,

Vejamos... Deixem comigo.” - 3 Que ela volte e fique presa,

Bem longe da natureza, No pequeno apartamento, Vendo o céu sempre cinzento. Vai ficar com a Maria,

Cozinhando todo o dia.” - 3 Já estou acostumada,

Não me importa nada, nada.” Vento do norte e do sul Soprou pelo céu azul - 3 Adeus, disse Plimplinar, 3você vai ter que voltar

Ou também começo a rir Graça é fácil descobrir. Olha lá a perereca, É ou não é sapeca?” Vento do sul e do norte Soprou e soprou bem forte, Maria ria e ria

Lavanto prato na pia. - 3 Que menina engraçada

Esta que sonha acordada.” Nina ficou zangada:

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