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PARA O DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO DAS TELECOMUNICAÇÕES

No documento EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL (páginas 37-39)

RESOLUÇÃO Nº 91, DE 8 DE OUTUBRO DE 2012

O PRESIDENTE DO CONSELHO GESTOR DO FUNDO PARA O DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO DAS TELECO- MUNICAÇÕES - FUNTTEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 2º da Resolução nº 36, de 01 de dezembro de 2005,

CONSIDERANDO deliberação tomada na 46ª Reunião Or- dinária do Conselho Gestor do Funttel, realizada em 04 de outubro de 2012, resolve

Art. 1oAutorizar que sejam repassados pelo Ministério das

Comunicações - Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Te- lecomunicações - Funttel (UG-410007) à Financiadora de Estudos e Projetos - Finep (UG-365001, Gestão 36801) R$ 100.000.000,00 (cem milhões de reais) para contratação de projetos reembolsáveis nos termos da Resolução nº 66, de 28 de outubro de 2010.

Art. 2oOs recursos previstos no art.1º deverão ser alocados

em projetos voltados para o desenvolvimento de tecnologias que promovam o crescimento da capacidade de infraestrutura de tele-

Nº 196, terça-feira, 9 de outubro de 2012

ISSN 1677-7042

COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS

Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html , Documento assinado digitalmente conforme MP no-2.200-2 de 24/08/2001, que institui a

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comunicações para o aumento da oferta de acessos banda larga - em consonância como Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) - e que possibilitem o aprimoramento e a criação de dispositivos e serviços competitivos no mercado tecnológico brasileiro de telecomunica- ções.

Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua pu- blicação.

MAXIMILIANO SALVADORI MARTINHÃO

RESOLUÇÃO Nº 92, DE 8 DE OUTUBRO DE 2012

O CONSELHO GESTOR DO FUNDO PARA O DESEN- VOLVIMENTO TECNOLÓGICO DAS TELECOMUNICAÇÕES - FUNTTEL, no uso das atribuições que lhe confere o art. 3º da Lei Ordinária 10.052, de 28 de novembro de 2000,

AO CONSIDERAR a necessidade de avaliar as aplicações de recursos do Funttel, resolve

CAPÍTULO I

DA FINALIDADE E DAS DEFINIÇÕES GERAIS Seção I

Da Finalidade

Art. 1oEsta Resolução tem por finalidade disciplinar o pro-

cesso de geração de indicadores de desempenho dos projetos ou atividades apoiadas pelo Funttel, conforme dispõe o art. 1o da Lei

Ordinária 10.052, de 28 de novembro de 2000. Seção II

Das Definições Gerais

Art. 2oPara efeitos desta Resolução considera-se:

I - artigo científico ou paper: Parte de uma publicação com autoria declarada, que apresenta e discute idéias, métodos, técnicas, processos e resultados na área de Telecomunicações;

II - atividade: Ação de caráter continuado voltada ao alcance dos objetivos do programa;

III - Capes: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Fundação Pública vinculada ao Ministério da Edu- cação;

IV - desenhos industriais: Formas plásticas ornamentais de um objeto ou o conjunto ornamental de linhas e cores que possam ser aplicadas a um produto, proporcionando resultado visual novo e ori- ginal na sua configuração externa e que possa servir de tipo de fabricação industrial;

V - entidade beneficiada: Pessoa jurídica apoiada com re- cursos do Funttel;

VI - executor: Responsável técnico pela execução do projeto ou atividade apoiada pelo Funttel conforme as exigências da le- gislação correlata vigente;

VII - INPI: Instituto Nacional de Propriedade Industrial. Au- tarquia Federal vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indús- tria e Comércio Exterior;

VIII - interveniente: Órgão da administração pública direta ou indireta de qualquer esfera de governo, ou entidade privada que participa do instrumento pactual para manifestar consentimento ou assumir obrigações em nome próprio;

IX - licenças Free Open Source Software: Licença de softwa- re livre e com acesso ao código fonte. Por software livre entende-se aquele software que respeita a liberdade e senso de comunidade dos usuários, com liberdade de: executar o programa para qualquer pro- pósito, copiar, estudar como o programa funciona e adaptar às ne- cessidades, redistribuir cópias e distribuir cópias de suas versões modificadas;

X - marcas: Sinais distintivos, visualmente perceptíveis, que identificam e distinguem produtos e serviços, bem como certificam a conformidade dos mesmos com determinadas normas ou especifi- cações técnicas;

XI - modelos de utilidade: Modalidades de patentes des- tinadas a proteger inovações em objetos de uso prático, suscetíveis de aplicação industrial;

XII - patentes: Títulos de propriedade temporária sobre uma invenção ou modelo de utilidade, outorgados pelo Estado aos in- ventores ou autores ou outras pessoas físicas ou jurídicas detentoras de direitos sobre a criação;

XIII - pesquisador: Profissional que contribui, diretamente, para a consecução dos objetivos do projeto ou da atividade apoiada pelo Funttel;

XIV - pesquisador equivalente: Pesquisador de referência, cuja jornada de trabalho convencionada é de 176h/mês;

XV - produtos prontos para comercialização: Resultado de atividades ou de processos de industrialização, qualificado para oferta ao mercado consumidor;

XVI - produtos prontos para industrialização: Resultado de atividades ou de processos de desenvolvimento tecnológico de pro- duto que pode ser transferido ao segmento industrial, com vistas à produção em escala industrial;

XVII - programa: Conjunto de projetos e atividades que concorrem para a consecução de objetivos comuns preestabelecidos, excluindo desta definição aqueles que desempenham funções de su- porte administrativo;

XVIII - projeto: Conjunto planejado de operações com a finalidade de alcançar objetivo específico em prazo definido;

XIX - Qualis: Conjunto de procedimentos utilizados pela Capes para estratificação da qualidade da produção intelectual dos programas de pós-graduação;

XX - registros de software: Registro de um conjunto or- ganizado de instruções em linguagem natural ou codificada, contida em suporte físico de qualquer natureza, de emprego necessário em máquinas automáticas de tratamento da informação, dispositivos, ins- trumentos ou equipamentos periféricos, baseados em técnica digital ou análoga, para fazê-los funcionar de modo e para fins determi- nados;

XXI - segredos Industriais: Know-How ou todo o conjunto de informações sigilosas ou segredos de negócio, sob controle do seu titular, no sentido de não ser conhecido ou facilmente acessível, relacionado às atividades empresariais em geral, sejam industriais, comerciais ou de prestação de serviços, proporcionando alguma van- tagem competitiva. São informações não constantes de qualquer pe- dido de patente publicado, que podem ser compostas por todo o tipo de conhecimento ou experiência, processos, planos, instruções, fór- mulas, listas, entre outros.

XXII - tecnologia transferível: Conhecimento teórico e prá- tico, relativo a certos tipos de ocorrências e atividades associadas à produção e transformação de materiais, voltado para a mudança ou inovação tecnológica, passível de transferência do detentor para o receptor por meio de acordos e mecanismos específicos;

XXIII - topografias de circuitos integrados: Séries de ima- gens relacionadas que representem a configuração tridimensional das camadas que compõem um circuito integrado e na qual cada imagem represente, no todo ou em parte, a disposição geométrica ou arranjos da superfície do circuito integrado em qualquer estágio de sua con- cepção ou manufatura;

CAPÍTULO II

DAS DIRETRIZES PARA A OBTENÇÃO DOS INDICA- DORES DO FUNTTEL

Seção I

Das Diretrizes Gerais

Art. 3oAs metas relativas aos indicadores definidos no art. 7o

desta Resolução para os próximos três anos estarão previstas nos Planos de Aplicação de Recursos - PARs dos Agentes Financeiros e da Fundação CPqD, projeto a projeto e com base anual, com período de vigência definido pela duração do projeto.

Art. 4oA coleta, a geração e a avaliação dos indicadores do

Funttel terão periodicidade anual com referência ao exercício ime- diatamente anterior.

Parágrafo único. Os dados, objeto da coleta e da avaliação citados no caput, poderão ser solicitados com referência até o décimo ano após a conclusão do projeto ou atividade.

Art. 5o As entidades beneficiadas, os intervenientes e os

executores apresentarão, anualmente, nos prazos e nas condições de- terminadas pelo Conselho Gestor do Funttel, as informações neces- sárias à composição dos indicadores definidos no art. 7o desta Re-

solução.

Art. 6o Os indicadores do Funttel, quando gerados, serão

publicados no sítio eletrônico do Ministério das Comunicações na página referente ao Fundo.

Parágrafo único. A publicação restringir-se-á a dados con- solidados, sem qualquer individualização ou exposição de informa- ções consideradas estratégicas aos participantes do processo.

Seção II Dos Indicadores

Art. 7oA consecução dos objetivos a que se refere o art. 1º

da Lei no 10.052, de 2000, será aferida por meio de indicadores -

denominados Indicadores do Funttel - que permitirão avaliar a efi- ciência, a eficácia e a efetividade da aplicação dos recursos do Fundo, bem como o desenvolvimento e a competitividade da indústria na- cional de telecomunicações.

Parágrafo primeiro. A consecução dos objetivos descritos no caput será mensurada por intermédio de indicadores de geração de conhecimento, inovação tecnológica e impacto sócio-econômico.

Parágrafo segundo. Só serão associados valores numéricos aos indicadores que forem aplicáveis a cada um dos projetos, con- forme suas características. Caso contrário terá valor NA (não se aplica).

Art. 8oOs indicadores de geração de conhecimento são:

I - produção técnico-científica:

a) objetivo:avaliar a contribuição do Funttel para a produção técnico-científica do País;

b) descrição: avaliação da quantidade de produções técnico- científicas na forma de Anais de eventos nacionais e internacionais, Artigos em periódicos nacionais e internacionais, livros com ISBN, capítulos de livros com ISBN, Dissertações de mestrado e Teses de doutorado, resultantes dos projetos ou atividades apoiadas pelo Funt- tel;

1 - serão aceitos para a composição deste indicador artigos científicos e papers publicados em veículos de divulgação classi- ficados, pelo sistema Qualis da Capes, com qualidade correspondente a A1, A2, B1 e B2 ou equivalentes;

c) fonte: entidades beneficiadas, executores, intervenientes e Capes;

d) fórmula de cálculo: valores individuais e somatório da quantidade de produção técnico-científica dos projetos ou atividades apoiados pelo Funttel;

Produção técnico-científica Quantidade Anais de eventos nacionais

Anais de eventos internacionais Artigos em periódicos nacionais Artigos em periódicos internacionais Livros com ISBN

Capítulos de livros com ISBN Dissertações de mestrado Teses de doutorado

Somatório e) unidade de medida: número adimensional. II - desenvolvimento de pessoas:

a) objetivo: avaliar a contribuição do Funttel para o de- senvolvimento de pessoas e equipes através da atuação em projetos de pesquisa e desenvolvimento;

b) descrição: somatório da média mensal de pesquisadores alocados em cada projeto ou atividade apoiados pelo Funttel, em todas as instituições, no ano de referência;

c)fonte: entidades beneficiadas, executores, intervenientes e agentes financeiros;

d) fórmula de cálculo: somatório em todas as instituições das razões entre o somatório da carga horária mensal de todos os pes- quisadores em atividade, por projeto, no ano de referência, e a carga horária de um pesquisador equivalente;

e) unidade de medida: número de pesquisadores equivalentes alocados por mês.

Art. 9oOs indicadores de inovação tecnológica são:

I - propriedade intelectual:

a) objetivo: avaliar a contribuição do Funttel para o regime de proteção da propriedade intelectual do País;

b) descrição: avaliação da quantidade de pedidos de registro de propriedade intelectual - Patentes, Registros de Software, Modelos de Utilidade, Desenhos Industriais, Segredos Industriais, Marcas, To- pografias de Circuitos Integrados e Licenças Free Open Source Software - resultantes dos projetos ou atividades apoiadas pelo Funt- tel;

c) fonte: entidades beneficiadas, executores, intervenientes e INPI;

d) fórmula de cálculo: valores individuais e somatório dos registros de propriedade intelectual por tipo de direito de propriedade, dos projetos ou atividades realizados no ano de referência, apoiados pelo Funttel;

Registros de Propriedade Intelectual

Direitos de Propriedade No Brasil No Exterior Patentes Registros de Software Modelos de Utilidade Desenhos Industriais Segredos Industriais Marcas

Topografias de Circuitos Integrados Licenças Free Open Source Software

Somatório

e) unidade de medida: número adimensional. II - produtos e tecnologias comercializáveis:

a) objetivo: avaliar a contribuição do Funttel para a produção de tecnologias transferíveis para a indústria e de itens prontos para comercialização ou industrialização;

b) descrição: avaliação da quantidade de tecnologias trans- feríveis e ou produtos prontos para comercialização ou industria- lização resultantes de projetos ou atividades apoiadas pelo Funttel;

c) fonte: entidades beneficiadas, executores e intervenien- tes;

d) fórmula de cálculo: valores individuais e somatório da quantidade de tecnologias transferíveis e de produtos prontos para comercialização ou industrialização provenientes dos projetos ou ati- vidades apoiados pelo Funttel;

Produtos e Tecnologias Comercializáveis Quantidade Tecnologias transferíveis

Produtos prontos para comercialização Produtos prontos para industrialização

Somatório e) unidade de medida: número adimensional;

Art. 10oOs indicadores de impacto sócio-econômico são:

I - taxa de retorno:

a) objetivo: avaliar o impacto do Funttel no desenvolvimento da indústria brasileira;

b) descrição: avaliação do montante em R$ de faturamento em decorrência do apoio do Fundo para cada R$ 1,00 aportado pelo Funttel no projeto;

c) fonte: entidades beneficiadas, executores, intervenientes e agentes financeiros;

d) fórmula de cálculo: Razão entre o somatório do fatu- ramento acumulado de cada organização envolvida com a exploração comercial ou industrial do produto ou processo desenvolvido em decorrência do apoio do Funttel e o somatório do montante de re- cursos do Fundo aportados no respectivo projeto ou atividade;

e) unidade de medida: número adimensional. II - geração de empregos:

a) objetivo: avaliar a contribuição do Funttel para a geração de empregos nas instituições participantes dos projetos apoiados pelo fundo;

b) descrição: avaliação da quantidade de empregos formais estabelecidos nas instituições participantes dos projetos ou atividades apoiadas pelo Funttel;

c) fonte: entidades beneficiadas, executores e intervenien- tes;

d) fórmula de cálculo: somatório dos empregos formais es- tabelecidos pela exploração comercial ou industrial de produtos ou processos resultantes dos projetos ou atividades apoiadas pelo Funttel entre 1º de janeiro e 31 de dezembro do ano de referência;

e) unidade de medida: número adimensional.

1 - na impossibilidade de fornecimento da quantidade de empregos formais estabelecidos, utilizar aproximação por meio da fórmula de cálculo: (FF/FT)*QE, onde:

FF = parcela do faturamento da organização proveniente da exploração comercial ou industrial de produto ou processo desen- volvido em decorrência de apoio do Funttel no ano de referência;

FT = faturamento bruto da organização no ano de referência; e

QE = quantitativo de empregados da organização no ano de referência.

CAPÍTULO III

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 11oOs casos omissos ou excepcionais serão examinados

pelo Conselho Gestor do Funttel.

Art. 12oEsta Resolução entra em vigor na data de sua pu-

blicação.

Art. 13oRevogam-se os artigos 3oe 6oda Resolução no66,

de 28 de outubro de 2010.

Art. 8º Esta Resolução entra em vigor na data da sua pu- blicação.

ISSN 1677-7042

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html , Documento assinado digitalmente conforme MP no-2.200-2 de 24/08/2001, que institui a

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Ministério de Minas e Energia

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AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA

DESPACHOS DO DIRETOR-GERAL

Em 2 de outubro de 2012

No-3.072 - O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE

ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de suas atribuições re- gimentais, de acordo com a deliberação da Diretoria e o que consta do Processo no48500.004499/2012-61, resolve (i) anuir à constituição

do Conselho Fiscal da Companhia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins - CELTINS composto pelos seguintes profissionais: Vilson Daniel Christofare, Cezar Antonio Bordin, José Said de Brito e Car- los Wagner Pacheco; e (ii) estabelecer a remuneração de cada Con- selheiro em R$ 4.000,00 (quatro mil reais) mediante a contratação sob o regime estatutário.

No- 3.116 - O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE

ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, conforme Decreto de 10 de março de 2009, no uso de suas atribuições regimentais, com fulcro no disposto no art. 61 da Lei nº 9.784 de 29 de janeiro de 1999 e no art. 47 da Norma de Organização ANEEL nº 001, revisada pela Re- solução Normativa ANEEL n° 273, de 10 de julho de 2007, e no que consta no Processo 48500.004471/2007-67, resolve: conceder o efeito suspensivo requerido por Dreen Brasil Investimentos e Participações S.A., em face do Despacho nº 1.266-SGH/ANEEL, de 17/04/2012, por se encontrar presente o requisito do justo receio de prejuízo de difícil ou incerta reparação, ensejador da suspensividade.

No- 3.117 - O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE

ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, conforme Decreto de 10 de março de 2009, no uso de suas atribuições regimentais, com fulcro no disposto no art. 61 da Lei nº 9.784 de 29 de janeiro de 1999 e no art. 47 da Norma de Organização ANEEL nº 001, revisada pela Re- solução Normativa ANEEL n° 273, de 10 de julho de 2007, e no que consta no Processo 48500.005880/2010-86, resolve: conceder o efeito suspensivo requerido por CPFL ENERGIAS RENOVÁVEIS S/A, em recurso interposto em face do Despacho nº 2.866-SGH/ANEEL, de 14/09/2012, por se encontrar presente o requisito do justo receio de prejuízo de difícil ou incerta reparação, ensejador da suspensivida- de.

No- 3.118 - O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE

ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, conforme Decreto de 10 de março de 2009, no uso de suas atribuições regimentais, com fulcro no disposto no art. 61 da Lei nº 9.784 de 29 de janeiro de 1999 e no art. 47 da Norma de Organização ANEEL nº 001, revisada pela Re- solução Normativa ANEEL n° 273, de 10 de julho de 2007, e no que consta no Processo 48500.001776/2011-01, resolve: conceder o efeito suspensivo requerido por UNIÃO PARTICIPAÇÕES E INVESTI- MENTOS S/A, em recurso interposto em face do em face do Des- pacho nº 2.411-SGH/ANEEL, de 24/07/2012, por se encontrar pre- sente o requisito do justo receio de prejuízo de difícil ou incerta reparação, ensejador da suspensividade.

NELSON JOSÉ HÜBNER MOREIRA

RETIFICAÇÕES

Na Resolução Homologatória n. 1.363, de 25 de setembro de 2012, publicada no D.O. n. 189, de 28 de setembro de 2012, Seção 1, páginas 117, constante do Processo n. 48500.000757/2012-31, subs- tituir somente os Anexos I, II, II-A e II-B, que foram disponibilizados incorretamente no endereço eletrônico http://www.aneel.gov.br/biblio- teca/.

Na Resolução Homologatória n. 1.340, de 28 de agosto de 2012, publicada no D.O. n. 169, de 30 de agosto de 2012, Seção 1, página 79, constante do Processo n. 48500.000769/2012-65, no art. 6º; onde se lê: "...setembro/2012 a agosto/2013..."; Leia-se: "...agos- to/2012 a julho/2013 ...".

Na Resolução Homologatória n. 1.341, de 28 de agosto de 2012, publicada no D.O. n. 169, de 30 de agosto de 2012, Seção 1, página 79, constante do Processo n. 48500.00766/2012-21, no art. 6º; onde se lê: "...setembro/2012 a agosto/2013..."; Leia-se: "...agos- to/2012 a julho/2013 ...".

SUPERINTENDÊNCIA DE CONCESSÕES

E AUTORIZAÇÕES DE GERAÇÃO

DESPACHO DO SUPERINTENDENTE

Em 8 de outubro de 2012

No-3.120 - Processo nº 48500.000750/2011-38. Interessado: Usina de

Energia Eólica Santo Cristo S.A.. Decisão: Registrar a alteração da razão social da empresa Usina de Energia Eólica Santo Cristo Ltda. para Usina de Energia Eólica Santo Cristo S.A., inscrita no CNPJ/MF sob o nº. 14.535.540/0001-84, detentora de autorização para explorar a EOL Santo Cristo, objeto da Portaria MME nº. 233, de 16 de abril de 2012. A íntegra deste Despacho consta nos autos e encontra-se disponível no endereço eletrônico www.aneel.gov.br/biblioteca.

HÉLVIO NEVES GUERRA

SUPERINTENDÊNCIA DE FISCALIZAÇÃO

DOS SERVIÇOS DE GERAÇÃO

DESPACHO DO SUPERINTENDENTE

Em 8 de outubro de 2012

Nº 3.119 - Decisão: Liberar unidade geradora para início de operação em teste a partir de 9 de outubro de 2012 Processo nº 48500.003204/2008-53 Interessado: UTE Porto do Itaqui Geração de Energia S.A. Usina: UTE Porto do Itaqui Unidade Geradora: UG1 de 360.137 kW Localização: Município de São Luís, Estado do Ma- ranhão.

A íntegra do Despacho está juntada aos autos e estará dis- ponível no endereço eletrônico http://www.aneel.gov.br/biblioteca.

ALESSANDRO D'AFONSECA CANTARINO

SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO E ESTUDOS

HIDROENERGÉTICOS

DESPACHOS DO SUPERINTENDENTE

Em 8 de outubro de 2012

Nº 3.114 - Processo: 48500.001300/2011-62. Decisão: (i) transferir para a condição de inativo o registro para a realização dos Estudos de Inventário Hidrelétrico do Rio Gonçalves Dias, sub-bacia 65, no Estado do Paraná, concedido ao Senhor Welinton Andrae do Prado, devido o não atendimento ao disposto no parágrafo 1º, do artigo 10, da Resolução ANEEL nº 393/98; (ii) revogar o Despacho nº 1.356, de 25 de março de 2011.

Nº 3.115 - Processo: 48500.002655/2011-79. Decisão: (i) transferir para a condição de inativo o registro para a realização dos Estudos de Inventário Hidrelétrico do Rio Congonhas, localizado na sub-bacia 64, no Estado do Paraná, concedido à empresa Titanium Engenharia Ltda., inscrita no CNPJ sob o nº 10.392.007/0001-50, devido à ma- nifestação de desistência por parte do interessado; (ii) revogar o Despacho no2.427, de 7 de junho de 2011.

A íntegra destes Despachos consta dos autos e estará dis- ponível em www.aneel.gov.br/biblioteca.

ODENIR JOSÉ DOS REIS

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS

NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS

PORTARIA Nº 291, DE 5 DE OUTUBRO DE 2012

A DIRETORA-GERAL da AGÊNCIA NACIONAL DO PE- TRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS - ANP, no uso de suas atribuições regimentais conferidas pela Portaria ANP nº 69,

No documento EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL (páginas 37-39)