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Pelo que, nesta parte, o recurso procede parcialmente

No documento Data do documento 12 de janeiro de 2021 (páginas 55-63)

C. Julgou parcialmente procedente a acção intentada pela Autora SUVA (apenso C) e, em consequência:

41. Pelo que, nesta parte, o recurso procede parcialmente

IV – Decisão

Nos termos expostos, acorda-se em:

a) Não admitir o recurso interposto pelos Autores BB e DD;

b) Julgar improcedente o recurso interposto pela Autora AA, confirmando-se o acórdão recorrido;

c) Julgar improcedente o recurso interposto pela Ré Mapfre, confirmando-se o acórdão recorrido;

d ) Julgar parcialmente procedente o recurso interposto pelo Autor CC, fixando-se a indemnização a este

atribuída a título de reparação do dano biológico no montante de € 40.000,00, revogando-se, nesta parte, o acórdão recorrido.

Custas pelos Autores e Rés na proporção do respetivo decaimento.

Lisboa, 12 de janeiro de 2021.

Sumário: I. O recurso de revista interposto pelos Autores António e Marina não é admissível. Não havendo recorrido da sentença e tendo procedido parcialmente a apelação interposta pela Ré Fidelidade, a medida da sucumbência daqueles, para efeitos de interposição de recurso de revista, corresponde à diferença entre os valores arbitrados na sentença de 1.ª Instância e no acórdão da Relação, nos termos do AUJ n.º 10/2015. II. Por outro lado, apesar de nos autos se discutir a responsabilidade pelo mesmo acidente de viação e de serem vários os lesados que assumem a posição de Autores, não se está perante um caso de litisconsórcio necessário, mas antes perante pedidos distintos e independentes, ainda que baseados na mesma causa de pedir (arts. 35.º e 36.º do CPC). Por conseguinte, a medida da sucumbência de cada um deles terá de ser aferida individualmente. III. Havendo sido violadas pelos dois condutores, intervenientes no acidente de viação, regras de trânsito, em circunstâncias em que era exigível que tivessem agido de outra forma, evitando o resultado danoso, há concorrência de culpas. A doutrina plasmada no art. 506.º do CC aplica-se não apenas aos danos sofridos pelos veículos colidentes, mas também, inter alia, aos demais danos ocorrentes quer para os condutores, quer para as pessoas transportadas. IV. Em caso de dúvida, reputa-se igual a contribuição da culpa de cada um dos condutores, nos termos do art. 506.º, n.º 2, do CC, que estabelece uma presunção de igual medida da contribuição de cada um dos veículos para os danos, assim como da contribuição da culpa de cada um dos condutores. O acidente não teria ocorrido se nenhum dos condutores tivesse invadido a zona de “raias oblíquas delimitadas por linhas contínuas”. V. A equidade traduz-se no critério decisivo para a fixação do montante da compensação por danos cujo valor exato não possa ser averiguado (art. 566.º, n.º 3, do CC). Trata-se da equidade como padrão de justiça do caso concreto, da decisão ex aequo et bono (segundo a equidade). VI. Conforme a jurisprudência do STJ, o recurso à equidade “não afasta a necessidade de observar as exigências do princípio da igualdade, o que implica a procura de uma uniformização de critérios, naturalmente não incompatível com a devida atenção às circunstâncias do caso”. VII. A decisão segundo a equidade não exclui o pensamento analógico. Uma solução individualizadora que assuma todas as circunstâncias do caso concreto não pode encontrar-se sem a comparação de hipóteses. VIII. Estando em causa uma indemnização fixada pela Relação segundo a equidade, num recurso de revista importa, essencialmente, verificar se os critérios adotados para a determinação do montante indemnizatório se afiguram suscetíveis de ser generalizados e se harmonizam com os padrões que, numa jurisprudência atualista, devem ser observados em situações análogas ou equiparáveis. IX. A afetação da integridade físico-psíquica (um dano-evento denominado como dano biológico ou dano na saúde) pode ter como consequência danos de natureza patrimonial e danos de natureza não patrimonial (danos-consequência). Está em causa um dano que corresponde ao efeito de uma ofensa sofrida pelo lesado e que exige de si maiores sacrifícios, maior penosidade no desempenho da sua

atividade profissional habitual e, ainda, na sua vida pessoal, no desenvolvimento das tarefas e atividades quotidianas. É um dano corporal, na saúde (que afeta a integridade físico-psíquica do sujeito), futuro - as suas consequências ou sequelas projetam-se no futuro - e previsível - por corresponder à “evolução lógica, habitual e normal do quadro clínico constitutivo da sequela”. É um dano que subsiste independentemente da eventual perda ou redução de rendimentos. Trata-se, fundamentalmente, da proteção, pelo ordenamento jurídico, do bem jurídico saúde, entendida como estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas como ausência de doença ou enfermidade.

Este acórdão obteve o voto de conformidade dos Excelentíssimos Senhores Conselheiros Adjuntos António Magalhães e Fernando Dias, a quem o respetivo projeto já havia sido apresentado, e que não o assinam por, em virtude das atuais circunstâncias de pandemia de covid-19, provocada pelo coronavírus Sars-Cov-2, não se encontrarem presentes (art. 15.º-A do DL n.º 10-A/2020, de 13 de março, que lhe foi aditado pelo DL n.º 20/2020, de 1 de maio).

Maria João Vaz Tomé (Relatora)

_______

[1] Que uniformizou jurisprudência nos seguinte termos: “Conformando-se uma parte com o valor da condenação na 1.ª instância e procedendo parcial ou totalmente a apelação interposta pela outra parte, a medida da sucumbência da apelada, para efeitos de ulterior interposição de recurso de revista, corresponde à diferença entre os valores arbitrados na sentença de 1.ª instância e o acórdão da Relação” – cf. acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 14 de maio de 2015(Fernando Bento), proc. n.º 687/10.6TVLSB.L1.S1-A, publicado no D.R., 1.ª Série, n.º 123, de 26-06-2015 - disponível para consulta in https://dre.pt/application/conteudo/67613392).

OpenDocument; de 11 de julho de 2013 (Tavares de Paiva), proc. n.º 87/06.2TJVNF.P1.S1 – disponível para consulta in www.dgsi.pt.

[3] Cf. Raul Guichard, “Anotação ao Artigo 506.º”, in Comentário ao Código Civil, Direito das Obrigações, Das Obrigações em Geral, Lisboa, Universidade Católica Editora, 2018, pp.419-421.

[4] “IV - A concorrência de culpas pressupõe a demonstração da violação de disposições estradais pelos condutores intervenientes no acidente, sendo que o art. 487.º, n.º 1, do CC, onera o lesado com o encargo da alegação e prova da culpa do autor da lesão, como facto constitutivo que é do seu direito, salvo se existir presunção legal de culpa que, no caso concreto, não ocorre” – cf. acórdão do Supremo Tribunal de

Justiça de 26 de abril de 2012 (Fernando Bento), proc. n.º 498/03.5TBAVV.G1.S1 – disponível para consulta in www.dgsi.pt.

[5] Cf. acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 19 de abril de 2018 (Tomé Gomes), proc. n.º 595/14.1TVLSB.L1.S1; acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 26 de janeiro de 2010 (Vieira e Cunha), proc. n.º 344/06.8TJVNF.P1 – disponíveis para consulta in www.dgsi.pt.

[6] “VI - Desta sorte, há que lançar mão ao mecanismo legal da repartição de culpas em casos idênticos, que é o previsto no n.º 2 do art. 506.º do CC, isto é, considerar-se igual a contribuição da culpa de cada um dos condutores, tal como bem andou a Relação ao proceder à repartição das culpas em 50% para cada um dos condutores dos 2 veículos intervenientes no acidente” - cf. acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 8 de abril de 2010 (Álvaro Rodrigues), proc. n.º 608/06.0TBPMS.C1.S1 – disponível para consulta in

http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/e8c924bad0aed4f480257700004ab962?

OpenDocument; “I - Se ambos os intervenientes num acidente de viação violaram regras de trânsito destinadas a proteger terceiros em circunstâncias em que era exigível que tivessem agido de outra forma, evitando o resultado danoso, há concorrência de culpas” – cf. acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 3 de fevereiro de 2011 (Maria dos Prazeres Pizarro Beleza), proc. n.º 605/05.3TBVVD.G1.S1 - disponível para

consulta in

http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/45cbf4de6cf963528025782d00545c26?

OpenDocument; “VII - Nesta situação, e em caso de dúvida, nos termos do disposto no art. 506.º, n.º 2, do CC, é igual a medida da contribuição da culpa de cada um dos condutores para a produção do resultado” – cf. acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 26 de janeiro de 2012 (Ana Paula Boularot), proc. n.º n.º 208/06.5TBLMG.P1.S1 - disponível para consulta in

http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/7fe0eb37f707cfcf802579920039e877?

OpenDocument; “I - Havendo concurso de culpa entre ambos os condutores, deve ser aplicado o disposto no art. 570.º do CC para a fixação da indemnização, o qual tem por base uma ideia de contribuição causal de cada facto para a ocorrência do acidente e para o agravamento dos danos. Tratando-se de colisão culposa de veículos e não sendo possível determinar a medida exacta em que cada um contribuiu para os danos, há que atender também ao disposto no art. 506.º, n.º 2, do CC, pese embora este preceito esteja inserido na subsecção relativa à responsabilidade pelo risco. II - A culpa, enquanto juízo de censura formulado pelo Direito relativamente à conduta do agente, deve ser apreciada segundo o critério de actuação de uma pessoa cuidadosa e prudente que evita condutas potencialmente perigosas para a integridade física e vida de terceiros e da própria (art. 487.º, n.º 2, do CC), devendo, no contexto do trânsito rodoviário, ser aferida pelo cumprimento das regras de trânsito, as quais são consideradas como convenções que moldam as expectativas que os condutores têm em relação aos outros” – cf. acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 11 de fevereiro de 2015 (Maria Clara Sottomayor), proc. n.º 896/10.8TBEPS.G1.S1 – disponível para consulta in www.dgsi.pt; acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 15 de fevereiro de 2018 (Henrique Araújo), proc. n.º 455/13.3TBMMC.G1.S1 – disponível para consulta in www.dgsi.pt.

[7] Cf. acórdãos do Supremo Tribunal de Justiça de 23 de maio de 2019 (Maria dos Prazeres Beleza), proc.

n.º 2476/16.5T8BRG.G1.S2; de 6 de dezembro de 2017 (Maria da Graça Trigo), proc. n.º 559/10.4TBVCT.G1.S1; de 28 de janeiro de 2016 (Maria da Graça Trigo), proc. n º 7793/09.8T2SNT.L1.S1;

de 6 de abril de 2015, proc. nº 1166/10.7TBVCD.P1.S1, com remissão para os acórdão de 28 de outubro de 2010, proc. nº 272/06.7TBMTR.P1.S1, e 5 de novembro de 2009, proc. nº 381/2002.S1 – disponíveis para consulta in www.dgsi.pt.

[8] Cf. acórdãos do Supremo Tribunal de Justiça de 6 de dezembro de 2017 (Maria da Graça Trigo), proc.

n.º 559/10.4TBVCT.G1.S1; de 28 de janeiro de 2016 (Maria da Graça Trigo), proc. n º 7793/09.8T2SNT.L1.S1; de 6 de abril de 2015 (Maria dos Prazeres Pizarro Beleza), proc. n.º 1166/10.7TBVCD.P1.S1, com remissão para os acórdãos de 28 de outubro de 2010 (Lopes do Rego), proc.

n.º 272/06.7TBMTR.P1.S1, e de 5 de novembro de 2009 (Lopes do Rego), proc. n.º 381-2002.S1 – disponíveis para consulta in www.dgsi.pt.

[9] Cf. acórdãos do Supremo Tribunal de Justiça de 23 de maio de 2019 (Maria dos Prazeres Beleza), proc.

n.º 2476/16.5T8BRG.G1.S2; de 8 de junho de 2017 (Maria dos Prazeres Pizarro Beleza), Proc. n.º 2104/05.4TBPVZ.P1.S2 - disponível para consulta em

http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/c6ec438b8e346c658025813900593730?

OpenDocument. Conforme este acórdão, importa “não nos afastarmos do equilíbrio e do valor relativo das decisões jurisprudenciais mais recentes” acórdão de 25 de Junho de 2002 (www.dgsi.pt, proc. nº 02A1321);

nas palavras do acórdão deste Supremo Tribunal, de 31 de Janeiro de 2012 (www.dgsi.pt, proc. nº 875/05.7TBILH.C1.S1), “os tribunais não podem nem devem contribuir de nenhuma forma para alimentar a ideia de que neste campo as coisas são mais ou menos aleatórias, vogando ao sabor do acaso ou do arbítrio judicial. Se a justiça, como cremos, tem implícita a ideia de proporção, de medida, de adequação, de relativa previsibilidade, é no âmbito do direito privado e, mais precisamente, na área da responsabilidade civil que a afirmação desses vectores se torna mais premente e necessária, já que eles conduzem em linha recta à efectiva concretização do princípio da igualdade consagrado no artº 13º da Constituição.”

[10] Cf. acórdãos do Supremo Tribunal de Justiça de 6 de dezembro de 2017 (Maria da Graça Trigo), proc.

n.º 559/10.4TBVCT.G1.S1; de 28 de janeiro de 2016 (Maria da Graça Trigo), proc. n º 7793/09.8T2SNT.L1.S1; de 6 de abril de 2015 (Maria dos Prazeres Pizarro Beleza), proc. n.º 1166/10.7TBVCD.P1.S1, com remissão para os acórdãos de 28 de outubro de 2010 (Lopes do Rego), proc.

n.º 272/06.7TBMTR.P1.S1, e de 5 de novembro de 2009 (Lopes do Rego), proc. n.º 381-2002.S1 – disponíveis para consulta in www.dgsi.pt.

[11] Cf. Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 8 de junho de 2017 (Maria dos Prazeres Pizarro Beleza), Proc. n.º 2104/05.4TBPVZ.P1.S2 - disponível para consulta em

http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/c6ec438b8e346c658025813900593730?

OpenDocument.

[12] Cf. António Menezes Cordeiro, “A decisão segundo a equidade”, in O Direito, Ano 122, 1990, abril-junho, p.272.

[13] Cf. Manuel Carneiro da Frada, “A equidade (ou a justiça com coração): a propósito da decisão arbitral segundo a equidade”, in Revista da Ordem dos Advogados, 2012, Ano 72, Vol. I, pp.140-141.

[14] Cf. Manuel Carneiro da Frada, “A equidade (ou a justiça com coração): a propósito da decisão arbitral segundo a equidade”, in Revista da Ordem dos Advogados, 2012, Ano 72, Vol. I, p.143; Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 31 de janeiro de 2012 (Nuno Cameira), Proc. n.º 875/05.7TBILH.C1.S1 -disponível para consulta em

http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/e8780a8e82ded7968025799c00562411?

OpenDocument -, segundo o qual “os tribunais não podem nem devem contribuir de nenhuma forma para alimentar a ideia de que neste campo as coisas são mais ou menos aleatórias, vogando ao sabor do acaso ou do arbítrio judicial. Se a justiça, como cremos, tem implícita a ideia de proporção, de medida, de adequação, de relativa previsibilidade, é no âmbito do direito privado e, mais precisamente, na área da responsabilidade civil que a afirmação desses vectores se torna mais premente e necessária, já que eles conduzem em linha recta à efectiva concretização do princípio da igualdade consagrado no artº 13º da Constituição.”.

[15] Cf. Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 8 de junho de 2017 (Maria dos Prazeres Pizarro Beleza), Proc. n.º 2104/05.4TBPVZ.P1.S2 – disponível para consulta in

http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/c6ec438b8e346c658025813900593730?

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[16] Cf. acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 16 de junho de 2016 (Tomé Gomes), proc. n.º 1364/06.8TBBCL.G1.S2 – disponível para consulta in

http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/3a0254b96114438480257fd50030cccf?

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[17] Cf. acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 21 de junho de 2016 (Ana Paula Boularot), proc. n.º 730/11.1TBCHV.G1.S1.

[18] Cf. acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 23 de junho de 2016 (Orlando Afonso), proc. n.º 5968/13.4TBMTS.P1.S1.

[19] Cf. acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 6 de outubro de 2016 (António Joaquim Piçarra), proc.

n.º 1043/12.7TBPTL.G1.S1 – disponível para consulta in

http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/8ee815bf294a5ff280258044005ad27c?

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[20] Cf. acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 27 de abril de 2017 (Tomé Gomes), proc. n.º 1343/13.9TJVNF.G1.S1.

[21] Cf. acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 22 de junho de 2017 (Tomé Gomes), proc. n.º 307/04.8TBVPA.G1.S2.

[22] Cf. acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 21 de setembro de 2017 (Abrantes Geraldes), proc. n.º 211/10.0TNLSB.L2.S1.

[23] Cf. acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 28 de novembro de 2017 (Henrique Araújo), proc. n.º 127/14.1TJVNF.S1.

[24] Cf. acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 6 de dezembro de 2017 (Maria da Graça Trigo), proc.

n.º 559/10.4TBVCT.G1.S1 – disponível para consulta in

http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/7f23c28c1aaeb493802581ef00380b74?

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[25] Cf. acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 27 de fevereiro de 2018 (Fátima Gomes), proc. n.º 3901/10.4TJVNF.G1.S2 – disponível para consulta in

http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/1df3e2cd4f5d197c8025824300542fe6?

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[26] Cf. acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 17 de abril de 2018 (Maria Olinda Garcia), proc. n.º 67/12.9TCFUN.L1.S1.

[27] Cf. acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 17 de maio de 2018 (Távora Victor), proc. n.º 952/12.8TVPRT.P1.S1 – disponível para consulta in

http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/a1e7112402019c27802582a40046e113?

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[28] Cf. acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 27 de novembro de 2018 (Roque Nogueira), proc. n.º 125/14.5TVLSB.L1.S1.

[29] Cf. acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 10 de dezembro de 2019 (Maria Olinda Garcia), proc.

n.º 243/08.9TBSSB.E1.S1.

[30] Cf. acórdãos do Supremo Tribunal de Justiça de 23 de maio de 2019 (Maria dos Prazeres Beleza), proc.

n.º 2476/16.5T8BRG.G1.S2; de 28 de janeiro de 2016 (Maria da Graça Trigo), proc. n º 7793/09.8T2SNT.L1.S1.

[31] Cf. Teresa Magalhães/Diogo Pinto da Costa, “Avaliação do dano na pessoa em sede de Direito, Perspectivas Actuais”, in Revista da Faculdade de Direito do Porto, vol. 4, 2007, pp. 427, 442-443.

[32] Cf. www.pordata.pt (Portugal/esperança média de vida à nascença/total/e por sexo com a última atualização de 28.05.2020).

[33] Cf. Maria da Graça Trigo, “Adopção do conceito de dano biológico pelo direito português”, in Revista da Ordem dos Advogados, ano 72, I, pp. 148-149.

[34] Cf. acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 28 de janeiro de 2016 (Maria da Graça Trigo), proc. n.º 7793/09.8T2SNT.L1.S1.

[35] Cf. acórdãos do Supremo Tribunal de Justiça de 6 de dezembro de 2017 (Maria da Graça Trigo), proc.

n.º 559/10.4TBVCT.G1.S1; de 20 de outubro de 2011 (Maria dos Prazeres Pizarro Beleza), proc. n.º 428/07.5TBFAF.G1.S1; de 10 de outubro de 2012 (Lopes do Rego), proc. n.º 632/2001.G1.S1; de 7 de maio de 2014 (João Bernardo), proc. n.º 436/11.1TBRGR.L1.S1; de 19 de fevereiro de 2015 (Oliveira Vasconcelos), proc. n.º 99/12.7TCGMR.G1.S1; de 4 de junho de 2015 (Maria dos Prazeres Pizarro Beleza), proc. n.º 1166/10.7TBVCD.P1.S1; de 7 de abril de 2016 (Maria da Graça Trigo), proc. n.º 237/13.2TCGMR.G1.S1; e de 14 de dezembro de 2016 (Maria da Graça Trigo), proc. n.º 37/13.0TBMTR.G1.S1 – disponíveis para consulta in www.dgsi.pt.

[36] Cf. acórdãos do Supremo Tribunal de Justiça de 23 de abril de 2020 (Catarina Serra), proc. n.º 1456/16.5T8VCT.G1.S1 – disponível para consulta in

https://jurisprudencia.csm.org.pt/ecli/ECLI:PT:STJ:2020:1456.16.5T8VCT.G1.S1/; de 6 de fevereiro de 2020 (Rosa Tching), proc. n.º 2251/12.6TBVNG.P1.S1 – disponível para consulta in https://jurisprudencia.csm.org.pt/ecli/ECLI:PT:STJ:2020:2251.12.6TBVNG.P1.S1/; de 17 de dezembro de 2019 (Rosa Tching), proc. n.º 2224/17.2T8BRG.G1.S1 – disponível para consulta in http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/79b936dad3837320802584d3005ac46a?

OpenDocument; de 10 de dezembro de 2019 (Maria do Rosário Morgado), proc. n.º 32/14.1TBMTR.G1.S1 – disponível para consulta in

http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/527785cc8d5b9b3e802584cd0038c691?

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[37] Cf. acórdãos do Supremo Tribunal de Justiça de 23 de abril de 2020 (Catarina Serra), proc. n.º 1456/16.5T8VCT.G1.S1 – disponível para consulta in

https://jurisprudencia.csm.org.pt/ecli/ECLI:PT:STJ:2020:1456.16.5T8VCT.G1.S1/; de 6 de fevereiro de 2020 (Rosa Tching), proc. n.º 2251/12.6TBVNG.P1.S1 – disponível para consulta in

https://jurisprudencia.csm.org.pt/ecli/ECLI:PT:STJ:2020:2251.12.6TBVNG.P1.S1/; de 17 de dezembro de 2019 (Rosa Tching), proc. n.º 2224/17.2T8BRG.G1.S1 – disponível para consulta in http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/79b936dad3837320802584d3005ac46a?

OpenDocument; de 10 de dezembro de 2019 (Maria do Rosário Morgado), proc. n.º 32/14.1TBMTR.G1.S1 – disponível para consulta in

http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/527785cc8d5b9b3e802584cd0038c691?

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Fonte: http://www.dgsi.pt

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