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RESULTADOS

O Espírito Santo que se deseja em 2022 é um Estado referência para o país na geração de emprego e renda na sua indústria, com consequente eliminação das desigualdades entre os municípios capixabas. O crescimento econômico rumo ao desenvolvimento sustentável que tanto se almeja terá como prioridade máxima a elevação da qualidade de vida da sociedade.

Elevação da qualidade de vida

Crescimento econômico

Diminuição das desigualdades regionais

Expansão do emprego e da renda

BASES DO DESENVOLVIMENTOFOCOS DE ATUAÇÃOMERCADORESULTADOSVISÃO Desenvolvimento sustentável

Fabricar produtos

competitivos e de qualidade Ofertar produtos e serviços

de maior valor agregado Aumentar a participação

do Espírito Santo no comércio global do Brasil

Acelerar o crescimento da produção industrial Elevação da

qualidade de vida Diminuição das

desigualdades regionais Crescimento

econômico Expansão do

emprego e da renda

Aumentar a produtividade, qualidade e competitividade Estimular a

inovação nas indústrias Competitividade empresarial Desenvolver a cultura exportadora e

capacitação das indústrias para exportação Exportação de produtos e serviços Desenvolver a cultura de

sustentabilidade e responsabilidade social na indústria Sustentabilidade e responsabilidade social

Fortalecer a indústria criativa no Espírito Santo Indústria criativa

Melhorar a qualidade

da educação básica Promover a formação profissional técnica e superior

Reduzir a carga tributária, simplificando e aperfeiçoando o sistema tributário

Adequar a legislação trabalhista às exigências

da competitividade

Melhorar o uso e acesso às fontes de fomento Preservar e conservar

os recursos naturais Promover a gestão ambiental na indústria

Melhorar a infraestrutura

de TIC do Estado Garantir disponibilidade de energia a longo prazo Melhorar a mobilidade

urbana da RMGV Promover o

desenvolvimento das MPMI’s

Desenvolver o fornecedor local de bens e serviços Desenvolver o

interior do Estado

Educação

Aperfeiçoar o sistema de representação empresarial Implementar o

Mapa Estratégico

Liderança empresarial Ambiente legal e trabalhista

Meio ambiente

Financiamento Fortalecer a cadeia produtiva

de gás e petróleo e segmentos adjacentes

Fortalecer a cadeia produtiva mínero-metalúrgica e segmentos adjacentes

Fortalecer a cadeia produtiva de papel e celulose e segmentos adjacentes

Fortalecer a cadeia produtiva de novas indústrias Segmentos-âncora

Expansão da base industrial

Infraestrutura

O Mapa Estratégico da Indústria Capixaba 2013/2022 contempla ações fundamentais para elevar a qualidade de vida do povo do Espírito Santo. A eficácia dessas ações poderá ser medida pelo aumento do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Estado, atualmente em 0,802 (PNUD, 2005). Vale lembrar que quanto mais perto de 1,000 (um) for o IDH, melhor a qualidade de vida de sua população.

Fonte: PNUD; IJSN

O Índice de Desenvolvimento Humano considera longevidade, renda per capita e nível de educação da população capixaba. Objetivo 14.1 Elevação da qualidade de vida

Objetivo 14.2

Objetivo 14.3

Diminuição das desigualdades regionais

Crescimento econômico

Muitas das ações propostas pelo Mapa Estratégico da Indústria Capixaba 2013/2022 têm como foco a redução da concentração de riqueza na Região Metropolitana da Grande Vitória e o incentivo a investimentos em áreas menos desenvolvidas, como o noroeste e sul do Estado, terão prioridade.

O Índice de GINI, que mede a distribuição de renda de países e estados, afere o grau de desigualdade de uma região: o valor zero corresponde à igualdade perfeita e 1(um), à completa desigualdade. O Estado conseguiu, segundo dados do IBGE (Censo Demográfico), reduzir esse índice de 0,598 para 0,506, uma queda de 15,4% de 2000 para 2010, acima do percentual de redução do país – a redução nacional foi de 13,7% no período.

Fonte: IJSN/PIB Municipal

Fonte: IBGE/Censo Demográfico

Indica participação percentual dos municípios do interior (exclusive Região Metropolitana) no PIB total do Estado.

Indica a distribuição da renda das pessoas de 10 anos ou mais do Espírito Santo. O valor “0” (zero) corresponde à equidade perfeita e “1” (um) a completa desigualdade.

Participação dos municípios do interior no PIB estadual (%)

Índice de GINI Indicadores

Indicadores

36,8%

(2010)

0,506

(2010)

Último dado

Último dado

40%

0,486

(=PR 2010)

2015

2015

60%

0,454

(=SC 2010)

2022

2022

Com as informações do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) via nova metodologia do IBGE, o Espírito Santo apresentou taxa média de crescimento entre 2008 e 2010 de 5,0% e o país de 4,2%. Mas o motor de todo processo de crescimento é a expansão do investimento, especialmente o privado. É fundamental, portanto, garantir a criação de um

Fonte: IBGE

Indica o crescimento percentual anual real do PIB Estadual.

Crescimento real do PIB estadual (%)

Indicadores

5,0

taxa média 2008 a 2010

Último dado

4,0

taxa média 2011 a 2015

2015

5,0

taxa media 2016 a 2022

2022

O IETS define Linha de Indigência como o valor mínimo necessário para adquirir uma cesta alimentar nutricionalmente adequada em determinado momento e lugar. Já a Linha de Pobreza inclui, além do valor desta cesta alimentar, o valor mínimo para satisfazer o conjunto das demais necessidades básicas, isto é, considerando também as de habitação, vestuário, higiene, saúde, educação, transporte, lazer etc. Os valores referem-se ao custo associado à satisfação das necessidades de uma pessoa durante um mês.

O Estado já vem alcançando resultados importantes no campo social. O processo de redução da pobreza no Espírito Santo tem se dado, desde o início da década de 90, com quase o dobro da velocidade observada no país. Mas foi a partir de 2001 que o Espírito Santo apresentou significativa redução contínua da extrema pobreza, e da pobreza em 2003. Entre 2001 e 2008, a proporção de pessoas pobres declinou de 32,8% para 15,2%; a proporção de indigentes passou de 12% para 4,2%. Nesse período, 500 mil capixabas saíram da pobreza e 230 mil da indigência e o Espírito Santo foi a unidade da federação com a maior expansão da classe média, quando considerados os estados com taxa de participação acima do índice médio brasileiro (49,2% em 2008).

Em 2001, 34,2% dos capixabas pertenciam à classe média. Esse percentual saltou para 51,2% em 2008. Mas, ainda há muito que se fazer, principalmente ao se pensar que vários projetos estão sendo prospectados para o Estado. A população capixaba precisa participar da divisão da riqueza que os grandes investimentos trarão para o Estado.

Objetivo 14.4 Expansão do emprego e da renda

Fonte: IBGE

Fonte: IBGE

Indica o percentual da população capixaba desocupada.

Indica o valor do PIB do Espírito Santo dividido por sua população no mesmo ano.

Taxa de desemprego (%)

PIB per capita Indicadores

Indicadores

7,3

(2010)

23.379

(2010)

PIB 5,0% a.a.

(2003 a 2010)

POP 1,1% a.a.

(2003 a 2010)

Último dado

Último dado

5,0

(=PR 2010)

27.752 PIB 5,0% a.a.

(2011 a 2015)

POP 1,1% a.a.

(2011 a 2015)

2015

2015

3,8

(=SC 2010)

33.182 PIB 5,0% a.a.

(2016 a 2022)

POP 1,1% a.a.

(2016 a 2022)

2022

2022

VISÃO DE FUTURO

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