4.8.4.8. 4.8.
4.8. Plantas DaninhasPlantas DaninhasPlantas DaninhasPlantas DaninhasPlantas Daninhas
Coordenador: Roberto Carvalho Pereira - Embrapa Cerrados Secretário: Dionísio Luiz Pisa Gazziero - Embrapa Soja
4.8.1. 4.8.1.4.8.1. 4.8.1.
4.8.1. PPPPParararararticipantesticipantesticipantesticipantesticipantes
Aderson Y. Tokushima COOPERATIVA INTEGRADA Ouvinte
Alexandre Magno Brighenti Embrapa Soja Ouvinte
Akira Ueda ANDEF / NO'VARTIS Titular
Alfredo Rodelo Fontes RHODIA AGRO LTDA Ouvinte
Benedito Noedi Rodrigues IAPAR Titular
Célia Regina Nascimento SEAB/CTBA Ouvinte
Célio R. F. Leite SPRAY DROP Ouvinte
Cláudio Puríssimo UEPG Titular
Dionísio Luiz Pisa Gazziero Embrapa Soja Titular
Dorival Vicente COODETEC Titular
Donizeti Aparecido Fornarolli HERBITÉCNICA Ouvinte
Edson Pereira Borges FUNDAÇÃO/MT Titular
Eduardo Kage Mori COOPADAP/MG Ouvinte
Ernesto Hideki Fukushima IHARABRÁS Ouvinte
Elemar Voll Embrapa Soja Suplente
Francisco de Assis R. Pereira EMPAER-MS Titular
Fernando Storniolo Adegas EMATER-PR Titular
Fernando Tadeu de Carvalho FEIS/UNESP Ouvinte
Gilberto Ferreira de Melo SEMENTES MAUÁ LTDA Ouvinte
Irineu Garcia FMC do Brasil Ouvinte
Israel Henrique Tamiozo DUPONT Ouvinte
João Miyasaki HOKKO DO BRASIL Ouvinte
Joaquim Antônio Carvalho UFU Titular
Joaquim Ribeiro da Cunha HOKKO DO BRASIL Ouvinte
José Erasmo Soares NOVARTIS Ouvinte
José Carlos Vieira de Almeida UEL Titular
José Mauro Valente Paes EPAMIG Titular
Júlio Pedro Laca-Buendia EPAMIG Suplente
Luiz Fernando Gastaldi CYANAMID Ouvinte
Marco Aurélio de O. Fagotti AGREVO Ouvinte
. 158 . . 158 . . 158 . . 158 . . 158 .
Mário Kazutoshi Takahashi NOVARTIS Ouvinte
Nilson Antônio de Oliveira ZENECA Ouvinte
Nilton César de Andrade COOPERMOTA/Palmital Ouvinte
Osmair Mendonça COOPERVALE Ouvinte
Paulo César Montemor --- Ouvinte
Paulo Renato Calegaro BAYER Ouvinte
Rildo Rodrigues Martins CARAMURU Ouvinte
Roberto Carvalho Pereira Embrapa Cerrados Titular
Roberto K. Zito EPAMIG Ouvinte
Robinson Osipe FFALM Titular
Rui Marcos Alvino de Souza MOINHO GLOBO Ouvinte
Tarcizio de A. Araujo ARBORE Ouvinte
Wanderlei Banhos Rossi AGROPEC-PROJ. ASS. AGRO Ouvinte
4.8.2. 4.8.2.4.8.2. 4.8.2.
4.8.2. TTTTTrararararabalhos abalhos aprbalhos abalhos abalhos aprprprpresentadosesentadosesentadosesentadosesentados
v Embrapa Soja
s Relator: Alexandre Magno Brighenti
- Convivência da planta daninha amendoim-bravo (Euphorbia
heterophylla) com a cultura da soja no Estado do Paraná.
- Resistência da planta daninha amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) aos herbicidas inibidores da enzima ALS.
s Relator: Dionísio Luiz Pisa Gazziero
- Alternativas para redução dos efeitos da alta concentração de carbonato de cálcio sobre os herbicidas Glyphosate e Sulfosate.
- Alternativas para o manejo de plantas daninhas que antecedem a semeadura direta da soja.
- Avaliação da eficiência de latifoliadicidas no controle de amendoim- bravo (Euphorbia heterophylla) na cultura da soja.
s Relator: Fernando Storniolo Adegas
- Levantamento preliminar da ocorrência de picão-preto (Bidens pilosa e
Bidens subalternans) em áreas de cultivo de soja no Estado do Paraná.
s Relator: Elemar Voll
- Dinâmica de estabelecimento e competição de balãozinho. - Dinâmica de estabelecimento e competição de desmódio. - Dinâmica de estabelecimento e competição de amendoim-bravo.
. 159 . . 159 . . 159 . . 159 . . 159 . v IAPAR
s Relator: Benedito Noedi Rodrigues
- Influência de cobertura sobre os herbicidas residuais.
v Universidade Estadual de Ponta Grossa s Relator: Cláudio Puríssimo
- Aplicação seqüencial de imazethapyr em soja no sistema de plantio direto sob a palha.
v COODETEC
s Relator: Dorival Vicente
- Avaliação das misturas prontas de imazamox ou imazethapyr com o surfactante alfa olefina sulfona, aplicados em pós-emergência no controle de plantas daninhas, na cultura da soja. (Glycine max)
- Efeitos de herbicidas aplicados, no modo apliqueplante, no sistema de semeadura convencional, na cultura da soja. (Glycine max)
- Efeitos dos herbicidas Metribuzin + Sulfentrazone aplicados em pré- emergência, no controle de plantas daninhas, na cultura da soja. (Glycine
max)
- Seletividade da linhagem de soja OC-91128 a herbicida pós-emergente. (resumo não enviado pelo apresentador).
v EPAMIG
s Relator: Roberto K. Zito
- Efeito de dois sistemas de plantio e da aplicação dos herbicidas imazamox e chlorimuron-ethyl, na produtividade da soja.
v FUNDAÇÃO MS
s Relator: Edson Pereira Borges
- Desempenho do herbicida Gramocil e Fusilade em aplicação complementar ao Zapp no controle de pastagem formada com a
Brachiaria decumbens. (resumo não enviado pelo apresentador).
- Influência da associação dos herbicidas Pivot e Raptor em misturas a graminicidas e latifoliadicidas. (resumo não enviado pelo apresentador). - Ação do herbicida pré-emergente aplicado no momento da realização
. 160 . . 160 . . 160 . . 160 . . 160 .
- Manejo de Brachiaria decumbens a diferentes níveis de pH da água. (resumo não enviado pelo apresentador).
4.8.3. 4.8.3.4.8.3. 4.8.3.
4.8.3. Relatos de PesquisaRelatos de PesquisaRelatos de PesquisaRelatos de PesquisaRelatos de Pesquisa
Foram apresentados relatos de pesquisa das seguintes instituições:
v UNESP - Ilha Solteira
s Relator: Fernando Tadeu de Carvalho
- Relato de atividades.
v Embrapa Cerrados
s Relator: Roberto Carvalho Pereira
- Relato de atividades.
4.8.4. 4.8.4.4.8.4. 4.8.4.
4.8.4. ReReReReRevisão das rvisão das rvisão das rvisão das rvisão das recomendações técnicas para a safra 98/99ecomendações técnicas para a safra 98/99ecomendações técnicas para a safra 98/99ecomendações técnicas para a safra 98/99ecomendações técnicas para a safra 98/99 a) Solicitação da Bayer:
Inclusão na tabela de recomendações de herbicidas para soja no Cerrado, a mistura (twin-pack) BORAL 500 SC + SENCOR 480 (Sulfentrazone + Metribuzin), na dose de 0,7 L/ha de BORAL 500 SC (350 g i.a./ha de Sulfentrazone) + 0,75 L/ha de SENCOR 480 (360 g i.a./ha de Metribuzin) para o controle em pré emergência das seguintes invasoras.
Ageratum conyzoides Mentrasto - Aceito
Alternanthera tenella Apaga-fogo - Aceito
Acanthospermum hispidum Carrapicho-de-carneiro - Não aceito por não
obedecer o prazo.
Amaranthus viridis Carurú - Não aceito por falta de informações.
Bidens pilosa Picão-preto - Aceito
Brachiaria plantaginea Capim-marmelada - Aceito
Commelina benghalensis Trapoeraba - não aceito por não obedecer o prazo legal.
Desmodium tortuosum Desmódio - Aceito
. 161 . . 161 . . 161 . . 161 . . 161 .
Galinsoga parviflora Fazendeiro - Aceito
Ipomoea grandifolia Corda-de-viola - Aceito
Nicandra physaloides Joá-de-capote - Aceito
Portulaca oleracea Beldroega - Aceito
Richardia brasiliensis Poaia-branca - Aceito
Sida rhombifolia Guanxuma - Não aceito por falta de informações b) Solicitação da Rhodia Agro:
Inclusão do herbicida TARGA 50 CE (Quizalofop-p-ethyl) na dose 1,0 a 1,5 L/ha (0,075 a 0,1 kg i.a./ha), nas recomendações para uso no Estado do Paraná, para o controle das seguintes ervas infestantes.
Brachiaria plantaginea Capim-marmelada
Cenchrus echinatus Capim-carrapicho
Digitaria horizontalis Capim-colchão Proposta aceita conforme solicitação acima. c) Solicitação da Novartis:
Inclusão, na tabela de recomendações de herbicidas para a cultura da soja, do herbicida CHART 75 WG (Oxasulfuron), para aplicação em pós- emergência, nas doses de 80 g p.c./ha (60 g i.a./ha) sozinho, ou de 60 g p.c./ha (45 g i.a./ha) em mistura de tanque com outros herbicidas latifolicidas pós- emergentes, para o controle das seguintes ervas invasoras: (A empresa retirou a proposta da mistura de tanque)
Cerrado Paraná
Xantium strumarium Carrapichão - Não aceito¹ Não aceito
Amaranthus hybridus Caruru - Aceito Aceito
Amaranthus viridis Caruru - Aceito Não aceito
Acanthospermum hispidum Carrapicho-de-carneiro - Aceito Aceito
Bidens pilosa Picão-preto - Aceito Aceito
Ageratum conyzoides Mentrasto - Aceito Não aceito
Desmodium tortuosum Desmódio - Aceito Aceito
Hyptis suaveolens Cheirosa - Aceito Não aceito
Raphanus raphanistrum Nabo - Não aceito Aceito
. 162 . . 162 . . 162 . . 162 . . 162 .
Tagetes minuta Cravo-de-defunto - Não aceito Aceito
Blainvillea latifolia Erva-palha - Aceito Não aceito 1 = Não aceito por falta de informações.
d) Solicitação da Cyanamid:
1. Inclusão do Herbicida Scepter e Scepter 70 DG - PPI/PRE.
Doses: Scepter 150 g i.a./ha (1,0 L/ha p.c.), Scepter 70 DG 140 g i.a./ha (0,20 kg/ha p.c.)
Controle de plantas daninhas e eficiência: Cerrado
Acanthospermum hispidum Carrapicho-de-carneiro - Aceito S.
Raphanus raphanistrum Nabo - Não aceito por falta de informações.
Paraná
Acanthospermum hispidum Carrapicho-de-carneiro - Aceito S.
Parthenium hysterophorus Losna-branca - Aceito S. 2. Inclusão do herbicida Pivot - POSi
Dose: 100 g i.a./ha (1,0 L p.c./ha ) Controle de plantas daninhas e eficiência Cerrado
Raphanus raphanistrum Nabo - Não aceito por falta de informações
Paraná
Brachiaria plantaginea Capim-marmelada - Aceito M.
Cenchrus echinatus Capim-carrapicho - Não aceito por falta de informações. e) Solicitação da HERBITÉCNICA:
1. Inclusão do herbicida TOPGAN (Imazaquin 150 g/L) na dose de 1,0 L/ha de p.c.
Controle de plantas daninhas e eficiência:
Acanthospermum australe Carrapicho rasteiro
Emilia sonchifolia Falsa-serralha
Croton glandulosus Gervão-branco
Tridax procumbens Erva-de-touro
. 163 . . 163 . . 163 . . 163 . . 163 .
Ipomoea purpurea Corda-de-viola
Ipomoea acuminata Corda-de-viola
Ipomoea grandifolia Corda-de-viola
Amaranthus hibridus Carurú
Amaranthus spinosus Carurú
Ageratum conyzoides Mentrasto
Euphorbia heterophylla Amendoim-bravo
Alternanthera tenella Apaga-fogo
Hyptis suaveolens Cheirosa
Brachiaria plantaginea Capim-marmelada
Amaranthus viridis Carurú
Acanthospermum hispidum Carrapicho-de-carneiro
Solanum sisymbriifolium Joá-bravo
Commelina benghalensis Trapoeraba
Proposta aceita pela comissão segundo as marcas comerciais e doses acima descritas.
Inclusão do herbicida VEZIR (Imazethapyr 100 g/L) na dose de 1,0 L/ ha de p.c.
Acanthospermum australe Carrapicho rasteiro
Emilia sonchifolia Falsa-serralha
Croton glandulosus Gervão-branco
Tridax procumbens Erva-de-touro
Nicandra physaloides Joá-de-capote
Ipomoea purpurea Corda-de-viola
Ipomoea acuminata Corda-de-viola
Amaranthus spinosus Carurú
Ageratum conyzoides Mentrasto
Euphorbia heterophylla Amendoim-bravo
Alternanthera tenella Apaga-fogo
Hyptis suaveolens Cheirosa
Proposta aceita pela comissão segundo as marcas comerciais e doses acima descritas.
. 164 . . 164 . . 164 . . 164 . . 164 .
Inclusão nas recomendações técnicas de herbicidas para a cultura da soja no Cerrado, dos herbicidas FLUMYZIN 500 (Hokko) e SUMISOYA (Iharabras), cujo princípio ativo é o Flumioxazin.
Dose recomendada de 50 g p.c./ha (25g i.a./ha), aplicado em pós- emergência para o controle das invasoras:
Bidens pilosa Picão-preto - Aceito S1
Commelina benghalensis Trapoeraba - Aceito S
Ipomoea grandifolia Corda-de-viola - Aceito S
1Observar as seguintes recomendações: Aplicar no estádio de 2 a 4 folhas das plantas daninhas e com a soja com 2 a 3 folhas trifoliadas. Não usar adjuvante e não misturar com graminicidas.
4.8.5. 4.8.5.4.8.5. 4.8.5.
4.8.5. Assuntos geraisAssuntos geraisAssuntos geraisAssuntos geraisAssuntos gerais Proposta 1:
Considerando:
Que nas tabelas publicadas pela RPSRCB são empregados o termo "R" para caracterizar plantas daninhas que tenham tido "controle inferior a 60%"; Que a ocorrência de casos de plantas daninhas resistentes a herbicidas tem sido reportada no Brasil e no mundo, e
A necessidade de uniformizar a terminologia utilizada, adequando-a à nomenclatura científica internacional;
Para definir a reação das plantas daninhas em relação aos herbicidas, a comissão passará a adotar o conceito "T" (Tolerante) em substituição a "R" (Resistente), adequando-se desta forma à definição proposta internacionalmente. Tolerância se refere a habilidade herdada de uma espécie de sobreviver e reproduzir após o tratamento herbicida. Isto implica que não houve seleção ou manipulação genética para tornar a espécie tolerante. Ela é normalmente tolerante.
Resistência é a habilidade herdada de uma planta de sobreviver e reproduzir após exposta a uma dose de herbicida normalmente letal ao biótipo selvagem. Numa planta, a resistência pode ser de ocorrência natural ou induzida
. 165 . . 165 . . 165 . . 165 . . 165 .
por técnicas como engenharia genética ou seleção de variantes produzidas por cultura de tecidos ou mutagênese.
Proposta 2:
Referente: Parâmetro para a definição dos níveis de infestação de plantas daninhas.
A Novartis através da ANDEF vem solicitar a esta comissão que seja estudada a definição do parâmetro sobre níveis de infestação das plantas daninhas em baixa, média e alta (infestação nos ensaios de herbicidas) para avaliação da eficácia dos produtos, visando as recomendações nas diferentes situações que ocorrem no campo.
Após a discussão foi formado um comitê para encaminhar o assunto. Foram indicados os nomes de José Erasmo Soares (coordenador), Akira Ueda (Novartis), Joaquim Antônio Carvalho (UFU), Fernando Adegas (EMATER/ PR), Roberto Carvalho Pereira (Embrapa Cerrados), Alexandre Brighenti (Embrapa Soja) e Cláudio Puríssimo (UEPG)
Proposta 3:
Que as avaliações dos experimentos sejam feitas conforme o documento da SBCPD, Procedimentos para Instalação Avaliação e Análise de Experimentos com herbicidas.
Proposta 4:
Tendo em vista a importação de produtos agrícolas de locais onde a planta daninha Striga spp é endêmica e considerando a possibilidade de introdução dessa parasita em culturas utilizadas em rotação à da soja, como milho, por exemplo, alerta-se à comunidade científica e técnica, para a necessidade de adoção de práticas de prevenção.
Proposta 5:
Proposição da Embrapa Soja e Andef: Encaminhar à Seab-PR, solicitação para que seja rediscutida liberação da mistura em tanque neste estado, como forma de legalizar uma prática comum na agricultura, proteger o agricultor e possibilitar a prevenção da resistência das plantas daninhas.
. 166 . . 166 . . 166 . . 166 . . 166 .
Os colegas Dionísio Gazziero e Israel Tamiozzo, estão encarregados de preparar documentação para anexar a solicitação, caso a proposta seja aceita por este plenário.
Todas as propostas foram aceitas e aprovadas pela Comissão de Plantas Daninhas e serão submetidas ao Plenário da XX Reunião.
NORMAS E CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO E NORMAS E CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO ENORMAS E CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO E NORMAS E CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO E NORMAS E CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO E
RECOMENDAÇÃO DE HERBICIDAS PARA A CULTURA DA RECOMENDAÇÃO DE HERBICIDAS PARA A CULTURA DA RECOMENDAÇÃO DE HERBICIDAS PARA A CULTURA DA RECOMENDAÇÃO DE HERBICIDAS PARA A CULTURA DA RECOMENDAÇÃO DE HERBICIDAS PARA A CULTURA DA
SOJA NA REGIÃO CENTRAL DO BRASIL SOJA NA REGIÃO CENTRAL DO BRASILSOJA NA REGIÃO CENTRAL DO BRASIL SOJA NA REGIÃO CENTRAL DO BRASILSOJA NA REGIÃO CENTRAL DO BRASIL
1. Recomendação de herbicidas 1. Recomendação de herbicidas1. Recomendação de herbicidas 1. Recomendação de herbicidas 1. Recomendação de herbicidas
As recomendações de herbicidas e suas revisões serão procedidas, mediante análise conjunta dos resultados obtidos nas Instituições de Pesquisa participantes da Reunião de Pesquisa da Região Central do Brasil, conforme consta do Capítulo V, Art. 9o, item "a" do respectivo regimento interno e atendendo-se aos critérios estabelecidos nestas normas.
Toda solicitação proveniente de alguma empresa, para recomendação de herbicida ou para alteração de produto já recomendado, somente será examinada se for encaminhada através de Associação credenciada, que para tal fim são aquelas definidas no Capítulo V, Art. 9o, item "b" do regimento interno da Reunião de Pesquisa de Soja da Região Central do Brasil, e for enviada às instituições participantes da Comissão dentro do prazo estabelecido nas normas vigentes.
O produto a ser recomendado deverá estar registrado para a cultura da soja, junto aos órgãos competentes até o início da respectiva Reunião, devendo ser encaminhado à Comissão cópia do registro e do relatório rótulo/bula.
Quaisquer solicitações de inclusão ou alteração de produtos nas recomendações serão procedidas de acordo com o contido nas presentes normas. Os experimentos que tenham por objetivo a seleção de herbicidas visando sua recomendação ou alteração, devem ter sido realizados por entidades de pesquisa participantes da Reunião de Pesquisa de Soja da Região Central do Brasil, conforme definido no Capítulo V, Art. 9o, item "a" do respectivo
. 167 . . 167 . . 167 . . 167 . . 167 .
regimento interno, e respeitadas as demais determinações contidas nesse regimento e aquelas constantes dessas normas.
2. Metodologia de pesquisa 2. Metodologia de pesquisa2. Metodologia de pesquisa 2. Metodologia de pesquisa 2. Metodologia de pesquisa
A metodologia a ser utilizada em experimentos realizados sob a coordenação da Comissão de Plantas Daninhas será discutida durante a Reunião de Pesquisa. Os experimentos de campo para avaliação de herbicidas devem conter quatro repetições e um número mínimo de seis tratamentos.
Para a avaliação de eficácia do produto devem ser realizadas, no mínimo, três avaliações visuais durante o ciclo da cultura e opcionalmente, uma avaliação de matéria seca das plantas daninhas. Quando estiverem incluídos no experimento produtos que apresentem apenas efeito supressor sobre as plantas daninhas, uma das avaliações visuais deverá ser procedida por ocasião da colheita da cultura. Para se efetuar avaliação visual de controle deve ser adotada a escala porcentual e os conceitos utilizados pela Comissão de Plantas Daninhas. Para a avaliação de seletividade do produto devem ser realizadas no mínimo duas avaliações visuais durante o ciclo da cultura e opcionalmente, uma quantitativa. Para avaliações visuais recomenda-se as escalas da SBCPD.
3. 3.3. 3.
3. AAAAvAvvvvaliação de herbicidasaliação de herbicidasaliação de herbicidasaliação de herbicidasaliação de herbicidas
A análise conjunta dos experimentos realizados na Região Central do Brasil deverá indicar resultados de eficiência e de seletividade que viabilizem a sua recomendação. Assim, quanto ao controle, o produto deverá atingir no mínimo os obtidos nas testemunhas padrões, devendo apresentar este nível de controle na maioria dos experimentos conduzidos. Quanto a fitotoxicidade, o dano máximo tolerado para considerar o produto seletivo será moderado com recuperação da cultura, independente da escala utilizada para tal avaliação. 3.1. Informações mínimas para recomendação de herbicidas:
- Doses a serem utilizadas de acordo com o tipo de solo ou estádio de desenvolvimento das plantas daninhas e a cultura.
. 168 . . 168 . . 168 . . 168 . . 168 .
- Nível de controle de espécies controladas e não controladas.
- Sumário das peculiaridades de cada herbicida, contendo dados que possam auxiliar na obtenção de máxima eficiência agronômica e segurança em sua utilização.
3.2. Inclusão e extensão do uso de herbicidas:
- Para obter a primeira inclusão de um produto nas recomendações, ou em decorrência de mudança em sua formulação, serão exigidos no mínimo 4 (quatro) experimentos por autores diferentes no ano, ou dois autores em dois anos, sendo pelo menos dois na região em que o produto será recomendado.
- Para extensão do uso de herbicida já recomendado para outras plantas daninhas específicas, serão requeridos dois experimentos conduzidos na Região Central do Brasil, podendo ser realizados num só ano em locais diferentes, num ou mais locais em anos diferentes.
3.3. Prazo para envio de solicitações de firmas:
- Os documentos para suporte de recomendação devem ser enviados com 20 (vinte) dias de antecedência da Reunião (com selo do correio) para as instituições credenciadas.
3.4. Apresentações de trabalhos:
- Os trabalhos serão submetidos à apreciação da Comissão para fins de recomendação de herbicida ou alteração em produto já recomendado. 3.5. Rejeição de laudos ou relatórios:
- A Comissão reserva-se o direito de rejeitar laudos ou relatórios de ensaios que não tenham seguido as resoluções estabelecidas pela Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária e os procedimentos de pesquisa recomendados pela Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas. - Serão rejeitados laudos ou relatórios que se caracterizem e apresentar
baixa qualificação técnica.
- A Comissão reserva-se o direito de não recomendar herbicida, apesar da sua eficiência técnica, bem como alertar a coletividade agrícola sobre os riscos que este possa oferecer, quando for comprovado técnica e
. 169 . . 169 . . 169 . . 169 . . 169 .
científicamente, problemas graves de toxicologia ou efeito nocivo sobre o ambiente.
3.6. Exclusão de herbicidas:
- O herbicida poderá ser retirado por solicitação de um ou mais membros da Comissão, após avaliação dos critérios técnicos que o recomendaram, quando apresentar ineficiência no controle de espécies daninhas, quando aparecer casos de resistência nessas espécies, ou quando apresentar baixa seletividade às principais cultivares de soja em uso.
- O herbicida deverá ser retirado das recomendações caso a empresa fabricante e/ou distribuidora não comprovar o seu registro nos órgãos competentes quando solicitada, ou ainda, por solicitação da própria empresa registrante do mesmo.
- Para cada reunião de pesquisa as associações credenciadas (ANDEF) devem enviar aos membros da Comissão a lista atualizada dos produtos herbicidas registrados para uso em soja, manifestando o interesse em mantê-los na relação de produtos indicados, caso contrário, poderão ser retirados das recomendações.
3.7. Validação das normas e critérios:
- Qualquer alteração das normas e critérios para avaliação e recomendação de herbicidas, deverá ser apresentada à Comissão e, se aprovada, será válida à partir da reunião subsequente.
As instituições de pesquisa participantes da Reunião de Pesquisa de Soja da Região Central do Brasil, conforme definido no Regimento Interno, poderão, ao seu critério, fornecer as informações que viabilizem o registro de produtos junto aos órgãos oficiais competentes, o que, entretanto, não constituirá obrigatoriedade para sua recomendação futura por parte da Comissão.
A Comissão solicitará às empresas registrantes, quando for o caso, que encaminhem aos órgãos oficiais competentes pedidos de alteração dos dados técnicos nos respectivos registros, de forma a harmonizar registros e recomendações.
4. 4.4. 4.
. 170 . . 170 . . 170 . . 170 . . 170 .
5
55
55
Resumos Resumos Resumos Resumos Resumos AprAprAprApresentadosApresentadosesentadosesentadosesentados
5.1.
5.1.5.1.
5.1.
5.1. Difusão de Tecnologia e Economia RuralDifusão de Tecnologia e Economia RuralDifusão de Tecnologia e Economia RuralDifusão de Tecnologia e Economia RuralDifusão de Tecnologia e Economia Rural
PERFIL SOCIOECONÔMICO E TECNOLÓGICO DOS PRODUTO- RES DE SOJA E MILHO DE MATO GROSSO DO SUL. MELO FILHO, G.A. de & RICHETTI, A. EMBRAPA-CPAO, Caixa Postal 661, 79804-970 - Dourados, MS. E-mail: [email protected]
A soja e o milho são as culturas mais exploradas pelos produtores em Mato Grosso do Sul. Em decorrência do uso de altas tecnologias vem ocorrendo significativo incremento da produtividade dessas culturas, nos últimos anos. O objetivo deste trabalho foi estudar o perfil socioeconômico e tecnológico dos produtores de soja e milho no Estado. O estudo foi realizado na safra 96/97,