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POLÍTICAS DE COMUNICAÇÃO PARA IES: NOVAS PERSPECTIVAS

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Capítulo 1 COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL E DIFUSÃO CIENTÍFICA:

1.5 POLÍTICAS DE COMUNICAÇÃO PARA IES: NOVAS PERSPECTIVAS

PERSPECTIVAS

Quando se pesquisa sobre políticas de comunicação em instituições de ensino no Brasil, encontram-se exemplos de diretrizes que vêm sendo construídas coletivamente, já prontas e implementadas, nos últimos anos. Entretanto, algumas iniciativas divulgadas (ver Quadro 2) ainda demonstram um uso equivocado do conceito de Política de Comunicação, tal como perspectiva adotada neste trabalho, apresentando documentos criados por pequenos grupos ou indivíduos ou que ainda estão em desenvolvimento.

Abaixo, relaciono como diferentes IES brasileiras vêm consolidando a discussão, implementação ou construção de Política de Comunicação institucional. Procederei ao mapeamento das principais universidades públicas e institutos federais de educação no Brasil, a partir da menção no seu site/portal/mídias sociais ou documentos divulgados.

Destaco que também incluí, nesse levantamento, dados relativos aos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia pois, apesar de terem estrutura diferenciada, cumprem os mesmos objetivos e podem contribuir na discussão sobre o planejamento de comunicação para IES.

A opção por colher informações de portais online se justifica pela maior possibilidade de acesso às informações das diferentes instituições e, exatamente por ser a política de comunicação um processo de construção coletiva, deve estar minimamente divulgada nos canais oficiais da instituição.

Quadro 2. Políticas de Comunicação em Universidades públicas, federais e estaduais no Brasil.

UNIVERSIDADE SITUAÇÃO DA POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO

Universidade do Estado de Santa Catarina

A Política de Comunicação da UDESC foi construída coletivamente, no período de fevereiro a maio de 2014, cujo texto final foi aprovado em agosto daquele ano. Desde então vários documentos, manuais e ações vêm sendo efetivados para implementar suas diretrizes.

A universidade mantém um site atualizado sobre a política, onde constam todos os documentos e etapas de sua formulação, deliberações posteriores e espaço para envio de sugestões.

O documento aborda os seguintes aspectos: 1) Política de Comunicação como instrumento de gestão; 2) Os públicos prioritários ou estratégicos; 3) Gestão da Comunicação; 4) As estratégias e posturas na comunicação interna; 5) O relacionamento com a mídia; 6) A comunicação em situação de crise; 7) Gestão da marca; 8) UDESC nas mídias sociais; 9) A propaganda institucional; 10) A importância estratégica de eventos; 11) A divulgação da pesquisa científica - Divulgação Científica; 12) O papel estratégico das Rádios; 13) A preservação da memória; 14) Internalização da política de comunicação, 15) Plano de comunicação.

O documento foi amplamente discutido e divulgado. Disponível em: <http://www.udesc.br/?id=1684>. Acesso em: 20 fev. 20165.

Universidade Federal de Santa Catarina

Apesar de constar em seu portal que a UFSC possui uma Política de Comunicação vigente, o documento não está disponível online. Segundo consta no site, com relação à política de comunicação “Trata-se de uma comunicação abrangente e planejada que integra Universidade e comunidade, interna e externa, atendendo a demandas institucionais e de interesse público ou coletivo”. Denominada como Política Pública de Comunicação, elaborada em 1987, prioriza os fatos concretos e as realizações da Instituição. Disponível em: < http://agecom.ufsc.br/a-agecom-2/ >.

Universidade Federal de São Carlos

A UFSCar está discutindo a formalização de sua Política Institucional de Informação e Comunicação, desde setembro de 2009, quando instaurada uma comissão multidisciplinar.

O trabalho da comissão vem sendo embasado por documentos que abordaram esse assunto formalmente, como o “Subsídios para uma Política de Comunicação e Informação na UFSCar – Diretrizes e Produtos”,

5 Todos os portais e endereços virtuais mencionados foram revisitados antes da entrega desta Tese, ao dia 20 fev.

2016, para verificar possíveis atualizações nas informações, assim como o correto funcionamento dos links supracitados.

elaborado em outubro de 2006. Além disso, recentemente foi apresentada uma minuta com a proposta de uma Política Integrada de Informação, Comunicação e Memória.

Esse documento mais atual contém as diretrizes e princípios defendidos pela Coordenadoria para uma atuação integrada de Comunicação Interna e Externa. Até que ele seja aprovado pela Comissão e apresentado ao Conselho Universitário, é possível que a comunidade apresente sugestões e críticas para sua redação. Disponível em: <http://www.ccs.ufscar.br/politica-de- comunicacao>.

Universidade de São Paulo

Em 2012, a USP promoveu encontro para discutir a gestão da comunicação na universidade. O resultado foi a elaboração de um documento que serviria de base e referência para a consolidação de uma futura política de comunicação. Entretanto, até dias atuais não houve, em seu portal, a divulgação de outras fases para implementação da Política. Disponível em: <http://www.scs.usp.br/>.

Universidade do Estado da Bahia

Em maio de 2013, a UNEB promoveu o primeiro encontro de comunicação com objetivo de construir uma política de comunicação institucional para orientar os profissionais da universidade na condução das atividades, consolidação da imagem e identidade da instituição.

Entretanto, após esse evento de sensibilização, não foram divulgadas notícias ou novos documentos relativos à construção dessa política.

Disponível em: <http://www.uneb.br/2013/05/27/agentes-de- comunicacao-acs-socializam-experiencias-durante-1-multicom/>.

Universidade Federal de São João Del Rei

A UFSJ lançou internamente a proposta da construção de uma Política de Comunicação, em março de 2011, com a realização de I Seminário sobre Política de Comunicação. À época, foi criada página na internet, que teria por objetivo reunir as informações e desdobramentos dessa iniciativa que congregava dados relativos à nomeação de comissão responsável, espaço para sugestões, projeto para embasamento. Entretanto, após essa provocação inicial, o tema não foi mais debatido e não houve atualizações no site.

Apesar de não estar atualizado, o espaço dedicado ainda é mantido: <http://www.ufsj.edu.br/politicadecomunicacao/index.php >.

Universidade Federal de Viçosa

Desde agosto de 2013, A UFV anunciou que uma equipe atuaria no processo de elaboração da Política de Comunicação. A expectativa era de que o documento, resultante de ações de pesquisa e setor de comunicação, fosse

entregue à reitora e, a partir daí, iniciadas a avaliação da política e ações propostas.

Apesar de ter sido divulgada a notícia na página institucional da UFV, sob título “UFV elabora Política de Comunicação Organizacional” (PASSOS, 2014), não há qualquer outra informação sobre a temática no site institucional, nem mesmo em forma de notas/notícias.

Disponível em:

<https://www2.dti.ufv.br/ccs_noticias/scripts/exibeNoticia.php?codNot=21 005&link=corpo>.

Universidade Federal de Juiz de Fora

Durante o II Encontro de Comunicação Integrada da UFJF, realizado em julho de 2014, a Secretaria de Comunicação afirmou que ainda naquele ano seriam criadas políticas, diretrizes, visando coordenar as ações de comunicação da UFJF. Apesar da notícia divulgada em 15 de julho de 2014, após esta data não houve novas postagens sobre a elaboração de uma Política de Comunicação, no portal da UFJF.

Disponível em: <http://www.ufjf.br/secom/2013/07/08/encontro-de- comunicacao-integrada-reune-jornalistas-dos-setores-da-ufjf/ >.

Universidade Federal do Rio de Janeiro

O Fórum de Ciência e Cultura (FCC) promoveu, em setembro de 2013, o ciclo de debates “Você se Comunica?”, com o objetivo de fomentar uma política pública de comunicação para a UFRJ. As propostas discutidas durante o encontro ficariam sob consulta pública e, a plenária final, marcada para o dia 10 de outubro daquele ano, aprovaria um documento com diretrizes e ações, submetido à apreciação do Conselho Universitário.

Apesar desse cronograma proposto, não houve ainda consolidação dessa

política de comunicação. Disponível em:

<https://www.ufrj.br/noticia/2015/10/22/pol-tica-de-comunica-o-para-ufrj- debatida-em-semin-rio>.

Fonte: Elaborado pela autora com dados observados nos sites das Instituições de Ensino Superior

brasileiras, com base nos trabalhos de BELTRAME (2014) e ALVES (2013).

No quadro acima (Quadro 2), foram elencadas as principais referências ao desenvolvimento de Políticas de Comunicação institucional em IES públicas brasileiras, a partir do mapeamento de seus sites. Os dados expostos me permitem afirmar que poucas universidades têm uma Política de Comunicação aprovada e amplamente divulgada em seus canais institucionais, uma tem um documento bem delineado e divulgado, entretanto aguarda aprovação em seus conselhos deliberativos internos e outras começaram um processo de

sensibilização interna, mas as iniciativas ainda não se concretizaram em um documento formalizado.

Também foram encontradas outras situações. Para esta pesquisa, incluí no mapeamento os sites de outras IES federais e estaduais. Em muitas delas, a elaboração, planejamento, coordenação e/ou implantação de Política de Comunicação é citada como uma das atribuições do setor de Comunicação Empresarial. São elas:

 Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB).

 Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

 Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).

 Universidade Federal do Acre (UFAC).

 Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS).

 Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

 Universidade Estadual do Piauí (UESPI).

 Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA).

É possível perceber que, nas instituições apontadas acima, apesar de não haver formalização ou mesmo sinalização de início da discussão de uma Política de Comunicação institucional integrada, há, de certa forma, o entendimento de que o setor de comunicação deve atuar no planejamento tático, operacional e também estratégico.

Além disso, também foi possível localizar políticas de comunicação destinadas a setores específicos das IES, dentre as quais:

 Política de Comunicação do Conselho do Centro de Ciências Naturais e Humanas, da Fundação Universidade Federal do Abc (Ufabc), com orientações gerais e regulamentação dos trabalhos do setor de comunicação;

 Política de Comunicação do Instituto de Saúde da Comunidade (ISC), da Universidade Federal Fluminense;

 Política de Comunicação do Hospital Universitário, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), que traz orientações para atuação do setor de Assessoria de Comunicação, com diretrizes, estratégias, princípios norteadores, diretrizes e conceitos. Apesar de não ser uma política institucional, é um documento amplo e abrangente;

 Política de Comunicação do Parque Científico e Tecnológico da Universidade Federal de Juiz de Fora “Latitude 21”. Construída ao longo do segundo semestre de 2103, antes mesmo da instalação do Parque científico da UFJF, visa à sua consolidação com uma visão estratégica e integrada de comunicação. Apesar de ainda não ter sido amplamente divulgado à

comunidade em geral, o documento é extremamente detalhado e trata das características, áreas de negócio, desenvolvimento regional, conceitos básicos, processo de gestão e plano de negócios; construção da política de comunicação; públicos estratégicos, canais de relacionamentos com stakeholders e com a mídia, redes sociais, gestão da comunicação, gestão em momentos de crise, gestão da marca, tecnologia social e a Política de Comunicação do Latitude 21; plano para a implementação, a divulgação e a internalização da Política de Comunicação.

Apesar de possuírem atuação e estrutura distinta das universidades6, também realizei mapeamento de Políticas de Comunicação formalizadas para os Institutos Federais Tecnológicos (Quadro 3), pois tais instituições também se prestam ao ensino, pesquisa e extensão, e suas ações de planejamento em comunicação podem ser extremamente elucidativas para este trabalho.

Quadro 3. Políticas de Comunicação em Institutos Federais de Educação, no Brasil.

INSTITUTO SITUAÇÃO DA POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO

Instituto Federal de Santa Catarina

Após um amplo processo de construção coletiva, o IFSC aprovou a sua Política de Comunicação, em agosto de 2013. O documento reúne um conjunto de princípios, diretrizes e estratégias para orientar, de maneira uniforme e sistemática, o relacionamento do Instituto com seus diversos públicos estratégicos.

A Política de Comunicação do IFSC é formada por 15 capítulos que tratam de temas como comunicação organizacional no ambiente educacional, públicos estratégicos, canais de relacionamento, relacionamento com a imprensa, mídias sociais, eventos, divulgação científica, campanhas de ingresso, gestão de crises, fontes, comunicação interna, gestão da comunicação e planos de comunicação. Além dos princípios e diretrizes expostos na Política, ela prevê uma série de manuais e outros documentos para orientar rotinas e práticas em comunicação.

Todo o processo e documentos foram amplamente divulgados, com informações constantemente atualizadas, ainda disponíveis em seu portal: <http://politicadecomunicacao.ifsc.edu.br/>.

6As universidades atuam na oferta de Cursos Superiores, oferecendo cursos de graduação e pós-graduação. Já os institutos federais atuam na formação básica, técnica e tecnológica, oferecendo cursos de qualificação profissional, técnicos, de graduação e pós-graduação.

Este pode ser considerado o primeiro trabalho de construção e implementação de uma Política de Comunicação em instituição de ensino Superior Pública no Brasil. O seu pioneirismo serviu de base para outras instituições e já lhe rendeu trabalhos acadêmicos, com estudo de caso de sua implementação (Para ver mais: BELTRAME, 2014, 2015).

Apesar de extremamente atual, o documento já receberá reformulações. A Diretoria de Comunicação abriu um espaço para servidores enviarem sugestões para atualização prevista para este ano (2016).

Instituto Federal do Rio Grande do Sul

A Política de Comunicação do IFRS é um conjunto de valores e diretrizes que visam orientar o relacionamento de uma instituição com seus públicos. Nesse instituto, o documento foi construído de forma coletiva, em suas diversas etapas.

Os textos foram construídos a partir de reuniões entre o Grupo de Trabalho Política de Comunicação, o consultor Wilson da Costa Bueno e servidores de diferentes setores convidados a participar conforme a relação com os temas em pauta. Foram, aproximadamente, 60 pessoas envolvidas diretamente nas discussões que ocorreram durante o primeiro semestre de 2015 e o documento final aprovado em agosto de 2015. Os materiais também foram postados no site e ficaram abertos a sugestões e contribuições.

A política está dividida em 16 grandes temas: Públicos estratégicos, Comunicação interna, Canais de relacionamento internos e externos, Relacionamento com a mídia, A presença nas mídias sociais, A importância estratégica dos eventos, Campanhas de ingresso, Imagem institucional, Comunicação em situações de crise, Divulgação da pesquisa e da inovação, Gestão da marca e da identidade visual, Preservação da memória: articulando passado, presente e futuro, A comunicação extensionista do IFRS, A comunicação dos cursos à distância, A Ouvidoria e o Serviço de Informação ao Cidadão (SIC), A gestão da comunicação no IFRS.

O processo de construção da política, com documentos, diagnóstico da comunicação, fases de elaboração, documento preliminar e sua redação final, aprovada por Colegiado Interno, estão disponibilizados em uma página virtual específica: <http://comunica.ifrs.edu.br/politica/ >.

Instituto Federal do Amapá

A política de comunicação foi elaborada pela Assessoria de Comunicação (Ascom) com base em experiências desenvolvidas por organizações públicas e privadas, assim como a bibliografia referente à

Comunicação Institucional. “Trata-se do resultado do trabalho dos servidores lotados na Ascom e dos jornalistas lotados no câmpus” (IFAP, 2011).

As Políticas de Comunicação têm um caráter bastante operacional, não assumem uma dimensão mais estratégica. Definem fluxos nas ações de comunicação no que se refere à Assessoria de Comunicação, Identidade Visual, Comunicação Interna, Comunicação Externa, Internet e Eventos. O documento traz orientações básicas para o setor de comunicação, de como lidar com essas diferentes dimensões, entretanto, não pode ser considerado uma Política no sentido de apresentar conjunto de valores, diretrizes e princípios, assume mais um caráter operacional.

O site institucional não traz informações sobre como se deu a construção do documento, somente disponibilizando-o em um link: <http://www.ifap.edu.br/index.php?option=com_docman&task=doc_downl oad&gid=388&Itemid=66>.

Instituto Federal do Paraná

A Política de Comunicação do Instituto Federal do Paraná foi aprovada em 9 dez. 2013. Em seu portal institucional consta o documento da política com as principais diretrizes da comunicação, relacionamento com públicos prioritários, diferentes canais de relacionamento, assessoria de imprensa, uso da marca, programação visual e, interessante destacar, a capacitação de redes de comunicadores.

Apesar de já aprovada pelo Conselho Superior (Resolução 42/2013), para a implantação dessa Política de Comunicação serão necessárias ações junto aos gestores, “para sensibilização e compreensão do documento. Também são imprescindíveis ações de capacitação junto a Rede de Comunicadores e demais servidores do IFPR”. Não há, em seu portal, espaço dedicado aos documentos ou referência à metodologia de construção da política, existindo apenas informações esparsas. Disponível em: <http://reitoria.ifpr.edu.br/wp-

content/uploads/2013/02/POLITICA_COM_2013-revis%C3%A3o-em- 16.12.pdf>.

Instituto Federal do Ceará

A Política de Comunicação do Instituto Federal do Ceará (IFCE) será um documento norteador das principais diretrizes de comunicação da instituição, tendo, como foco, o conceito de comunicação pública, ou seja, a disseminação de informações de interesse público em benefício da sociedade e com vistas ao fortalecimento da cidadania.

Atualmente, o projeto da Política de Comunicação do IFCE, que recebeu sugestões por meio de formulários disponibilizados online de mais de 10 mil alunos e mais de mil servidores (entre gestores, técnicos administrativos e docentes), aguarda apreciação do Conselho Superior (Consup). As deliberações dos comunicadores ainda serão submetidas a discussões dentro do grupo de trabalho criado pela reitoria. Os passos seguintes serão as apresentações do anteprojeto elaborado pelo grupo nas reuniões do Colégio de Dirigentes e no Conselho Superior (Consup) do IFCE. Apesar de ainda não ter se concretizado em documento essa Política de Comunicação, já foram elaborados e disponibilizados online manuais de orientação das ações de comunicação da instituição por eixo de atuação de Radiojornalismo (2014), de Relacionamento com a Mídia (2014) e de

Sinalização (2015). Disponíveis em:

<http://www2.ifce.edu.br/comunicacao/politica-comunicacao.html>. Instituto Federal

Fluminense

A primeira etapa de consulta à comunidade para a construção de uma Política de Comunicação compreendeu uma pesquisa de satisfação realizada com as comunidades interna e externa, no período de ago/set. 2014. Numa segunda etapa, foi disponibilizada a Minuta da Política de Comunicação para que servidores, estudantes e interessados pudessem ler o documento e enviar sugestões. A minuta da Política de Comunicação está disponível online e foi enviada ao Conselho Superior para aprovação em agosto de 2015. Após essa data, não houve atualizações.

Conforme dados disponíveis em seu Portal, a Política de Comunicação do IFFluminense trata de Comunicação Interna, Canais de Relacionamento, Comunicação e Divulgação Científica e Campanhas de Ingresso que farão parte do documento. O desenvolvimento de uma nova proposta de layout para o Portal do IFF, em parceria com a Diretoria de Gestão de Tecnologia da Informação e a Diretoria de Avaliação Institucional, também faz parte do projeto.

O instituto mantém uma página com informações e documentos relativos à construção da política. Disponível em: <http://portal1.iff.edu.br/reitoria/diretorias-sistemicas/diretoria-de-

comunicacao/politica-de-comunicacao-do-iffluminense>. Instituto Federal

do Maranhão

Conforme consta em seu site, o departamento de Comunicação e Eventos é o órgão da reitoria responsável pelo assessoramento na área da Comunicação com competência de definir as diretrizes de uma política

global, estratégica e integrada de Comunicação Social para o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão.

Em dissertação de mestrado, Beltrame (2014) apontou que essa instituição começou a se reunir e buscar experiências que culminariam em uma Política de Comunicação. Entretanto, em sua página institucional não há dados atualizados sobre possíveis ações e desdobramentos dessa iniciativa.

Disponível em: <http://portal.ifma.edu.br/carta-de-servicos-ao- cidadao/7-departamento-de-comunicacao-e-eventos/>.

Instituto Federal do Espírito Santo

Durante o período de dezembro de 2014 a julho de 2015, a IFES divulgou em seu portal de notícias sobre a realização de reuniões para a construção de uma Política de Comunicação. Foi instituída a Comissão responsável por sua organização e desenvolvimento que, conforme notícia publicada, estaria realizando reuniões periódicas para definir os temas a serem debatidos com a comunidade acadêmica. Entretanto, posteriormente, não houve novas postagens ou dedicação de espaço em seu site para abrigar dados ou documentos relativos ao tema.

Disponível em: <http://www.ifes.edu.br/noticias/15808-comissao-

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