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PORTUGAL – TOP 10 VENDEDORES – SERVIDORES X86

No documento Oferta crescente de pacotes dual, (páginas 38-41)

Empresa 2.º trim.2007 Quota 2.º trim. 2008 Quota Crescimento anual

Hewlett-Packard 3 649 61,5% 3 010 53,3% (17,5%) Dell 700 11,8% 830 14,7% 18,6% IBM 240 4,0% 482 8,5% 100,8% JP Sá Couto 217 3,7% 373 6,6% 71,9% Fujitsu Siemens 218 3,7% 292 5,2% 33,9% Micro Máquinas 55 0,9% 77 1,4% 40,0% NEC 12 0,2% 64 1,1% 433,3% Sun 38 0,6% 42 0,7% 10,5% Apple 21 0,4% 9 0,2% (57,1%) Outros 787 13,3% 463 8,2% (41,2%) Total 5 937 100% 5 642 100% (5,0%) Em unidades. Fonte: IDC EMEA PC Tracker – 2.º trim. 2008

assumem cada vez maior peso no negó-cio da subsidiária nanegó-cional da gigante de tecnologias de informação. Alterado o seu posicionamento, foram definidos objectivos muito precisos e ambiciosos: duplicar a facturação em Portugal num timing de três anos, sobretudo em licen-ças. No nosso País, a empresa tinha al-gumas dificuldades em competir contra a rival alemã SAP. E o mesmo acontecia à PeopleSoft, à Siebel ou à J. D. Edwards por si só. Por isso, naturalmente a SAP era cada vez mais líder e mais forte. A Oracle decidiu, então, tornar-se mais forte e criar um ecossistema para poder competir me-lhor, adquirindo aquelas empresas.

Ao passar de fornecedor de TI para parceiro estratégico, a empresa passou também a ser mais forte em bases de dados, em middleware e nas aplicações horizontais (ERP, CRM, etc). E deu iní-cio a uma abordagem mais próxima às telecomunicações, área onde a Oracle investiu muito e comprou as melhores aplicações, sobretudo na área do CRM, billing e order management. De referir que neste sector a subsidiária tem uma quota superior a 80% em Portugal em bases de dados e middleware. Em Julho de 2005, os responsáveis da Oracle Portugal propuseram-se duplicar os resultados em Portugal num prazo de três anos, sobre-tudo em licenças, e isto porque “elas são ORACLE: MUDANÇAS

A Oracle pode, em boa verdade, ser con-siderada como um projecto inteiramente novo. É que a compra de 43 empresas em três anos mudou não só a sua organização como também a sua estratégia. Acima de tudo, deixou de ser uma mera fornecedora de tecnologias para ser um verdadeiro parceiro estratégico de negócio dos seus clientes. Em Portugal, a alteração foi bem visível: telecomunicações, Administra-ção Pública e banca são os sectores que

o espelho da aceitação que a Oracle está a ter pelo mercado”. No primeiro ano, cresceram em licenças praticamente 40% e no segundo ano 25%. Para 2008, garan-tem que estão “à vontade para cumprir o objectivo inicial”. Depois de ter dupli-cado o negócio da Oracle em Portugal, o seu líder, João Taron, acredita que a empresa vai continuar a crescer, “logi-camente com taxas menos agressivas do que as registadas nos últimos três anos”. Está igualmente confiante no reforço da actividade junto da indústria das teleco-municações, especialmente depois da aquisição da BEA Systems.

SAP APOSTA NAS PME

A SAP Ibéria (que engloba as operações em Portugal e em Espanha) é outra das empresas que tem vindo a registar cres-cimentos de dois dígitos. A facturação em 2007 cresceu 10,5%, para 232 milhões de euros. Os lucros alcançaram 22,8 milhões de euros, mais 8,6%. As receitas geradas pela venda de produtos (incluindo licenças de software e manutenção) aumentaram 11,6%, chegando a 185 milhões de euros, enquanto a área de serviços (considerando consultoria e formação) registou recei-tas de 39 milhões de euros, mais 4% que em 2006. Em 2007, a SAP Ibéria juntou também 512 novos clientes à sua carteira (105 em Portugal), dos quais mais de 90% pertencem ao grupo das PME. No segmen-to das organizações de grande dimensão foram assinados contratos pela primeira vez com a Electricidade dos Açores, Grupo Valouro e Indáqua, entre outros.

Ao longo de 2008, a SAP Ibéria cen-trará o desenvolvimento da sua activida-de nos sectores estratégicos da banca, retalho e sector público. Para além dis-so, potenciará o seu negócio nas PME através do novo Programa de Referências – uma iniciativa que pretende expandir o modelo comercial a um maior número de empresas ou “influenciadores” (por exemplo, gabinetes de contabilidade, câmaras de comércio), com capacidade para recomendar as soluções SAP aos seus membros e clientes de pequena e média dimensão. Um dos projectos em especial destaque é o do Ministério das Finanças, cuja abrangência envolverá toda a Admi-nistração Pública Central. É um projecto que tornará o Estado Português num dos maiores clientes SAP em Portugal e um dos maiores clientes de sector público a nível mundial.

UNISYS: APROXIMAÇÃO

A sua actividade em Angola, os projectos que tem vindo a desenvolver junto das autarquias portuguesas e a estratégia im-plementada de apostar na proximidade aos clientes estão a marcar positivamente a performance da Unisys em Portugal. A empresa teve um crescimento de 5% em 2007 e espera registar um aumento do negócio na ordem de dois dígitos, impul-sionado por uma maior focalização nas suas principais áreas de actuação, como a segurança, o outsourcing (selectivo) e gestão de operações, a gestão de infra- -estruturas em tempo real, a

consulto-ria, o desenvolvimento e a integração de sistemas e aplicações. Também as áreas de gestão de atendimento, gestão documental/workflow, webização/des-materialização de processos, RFID e ain-da soluções verticais para os serviços financeiros, telecomunicações e media e Administração Pública (central e local) estão na primeira linha da estratégia da fabricante.

O mesmo acontece com alguns projec-tos já realizados ou em implementação no mercado angolano, que têm contri-buído positivamente para a actividade desenvolvida pela Unisys Portugal. Re-corde-se que a subsidiária nacional foi seleccionada para o projecto do cartão de identidade e registo criminal para o governo daquele país africano, tendo ce-lebrado um contrato de valor superior a 16 milhões de euros.

A Unisys não verificou um impacto directo no seu negócio via actual con-juntura negativa, garante Luís Portugal Deveza, administrador-delegado da ope-ração nacional. Continuará, por isso, a apostar numa estratégia de maior proxi-midade aos seus clientes, através de uma abordagem account based marketing, com acções muito enfocadas a partir de objectivos específicos. Para os responsá-veis pela Unisys Portugal, as perspecti-vas para 2009 são boas, “dentro de uma abordagem pragmática que temos vindo a seguir. Será, no entanto, um ano em que seguiremos muito de perto os sinais do mercado para que adeqúemos em res-posta as nossas ares-postas e recursos”.

TOP 8 VENDEDORES –

IMPRESSORAS

2.º trim. 2008 Quota HP 85 176 50,4% Lexmark 21 463 12,7% Samsung 15 548 9,2% Epson 12 168 7,2% Canon 8 619 5,1% OKI 11 154 6,6% Kyocera Mita 3 549 2,1% Xerox 2 535 1,5% Outros 8 788 5,2% Total 169 000 100% Fonte: IDC EMEA Printer Tracker – 2007 Em unidades.

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No documento Oferta crescente de pacotes dual, (páginas 38-41)

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