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Procedimentos Para Substituição de Elo Fusível - Em ramais primários:

LOCALIZAÇÃO DO AVISO DE RISCO ELÉTRICO – POSTE SEM TRANSFORMADOR

15.8. Procedimentos Para Substituição de Elo Fusível - Em ramais primários:

1. Abrir as chaves fusíveis que continuam fechadas, conforme definido no item 15.4 deste Padrão.

2. Retirar o(s) cartucho(s) com o(s) elo(s) fusível(is) queimado(s).

3. Substituir o(s) elo(s) fusível(is) queimado(s), observando o valor da capacidade instalada ou informada pelo COD.

4. Instalar o(s) elo(s) fusível(is) novos no lugar daquele(s) queimado(s). 5. Manter a(s) chave(s) fusível(is) aberta(s).

6. Inspecionar visualmente o ramal primário, buscando localizar o ponto de defeito. 7. Testar e aterrar a rede antes de iniciar os serviços de reparo.

8. Após serem concluídos os serviços de reparo, retirar os conjuntos de aterramentos e fechar as chaves fusíveis do ramal conforme procedimento estabelecido no item 15.4 deste Padrão.

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PARTE - 6

NOTA: Caso ocorra novamente a queima de algum elo fusível, comunicar a ocorrência

ao COD e repetir o processo em busca de novo ponto de defeito.

Em postos de transformação

Inspecionar visualmente o circuito secundário e posto de transformação, buscando localizar o ponto de defeito.

Se o defeito for encontrado: 1. Informar o fato ao COD.

2. Abrir as chaves fusíveis que continuam fechadas conforme definido no item 15.5 deste Padrão.

3. Abrir os GLV’s.

4. Retirar o(s) cartucho(s) com o(s) elo(s) fusível(is) queimado(s).

5. Substituir o(s) elo(s) fusível(is) queimado(s), observando o valor da capacidade instalada ou informada pelo COD.

6. Recolocar os cartuchos.

7. Abrir o disjuntor de BT caso ainda esteja fechado, mantendo as chaves fusíveis abertas.

9. Testar e aterrar a rede antes de iniciar os serviços. 10. Fechar o disjuntor de BT.

11. Fechar os GLV’s.

12. Fechar as chaves fusíveis, conforme definido no item 15.5 deste Padrão. 13. Informar o fato ao COD.

Se o defeito não for encontrado:

1. Abrir as chaves fusíveis que continuam fechadas, conforme definido no item 15.5 deste Padrão.

2. Abrir GLV’s.

3. Retirar os cartuchos com os elos fusíveis queimados.

4. Substituir os elos fusíveis queimados, observando o valor da capacidade instalada ou informada pelo COD.

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5. Recolocar os cartuchos.

6. Fechar disjuntor de proteção da BT. 7. Fechar os GLV’s.

8. Fechar as chaves fusíveis, conforme definido no item 15.5 deste Padrão.

NOTA: Quando no fechamento das chaves fusíveis ocorrer nova queima de elos

fusíveis, seguir os seguintes passos:

1. Abrir as chaves fusíveis que continuam fechadas, conforme definido no item 15.5 deste Padrão.

2. Abrir os GLV’s.

3. Retirar os cartuchos com os elos fusíveis queimados.

4. Substituir o(s) elo(s) fusível(is) queimado(s), observando o valor da capacidade instalada ou informada pelo COD.

5. Recolocar os cartuchos. 6. Abrir o disjuntor de BT.

Inspecionar visualmente o circuito secundário e posto de transformação novamente visando encontrar novo ponto de defeito, e seguir os seguintes passos:

Se for encontrada falha após a 2ª vistoria:

1. Informar o fato ao COD.

2. Manter aberta as chaves fusíveis.

3. Testar e aterrar a rede antes de iniciar os trabalhos. 4. Fechar o disjuntor de BT.

5. Fechar os GLV’s.

6. Fechar as chaves fusíveis, conforme definido no item 15.5 deste Padrão.

Se não for encontrada falha após a 2ª vistoria:

1. Informar o fato ao COD.

2. Substituir os elos existentes por elos de capacidade 1 H.

3. Desconectar a rede secundária dos bornes das buchas secundárias do transformador.

REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA TRANSVERSAL- DAT PADRÃO DE ESTRUTURAS PARTE - 6 4. Fechar disjuntor de BT. 5. Fechar os GLV’s.

6. Fechar as chaves fusíveis, conforme definido no item 15.5 deste Padrão. .

NOTA: Pode-se também utilizar equipamentos de medição para localização de

defeitos (Amperímetro).

Se novamente ocorrer queima de elo(s) fusível(is):

1. Informar o fato ao COD.

2. O COD deverá providenciar a substituição do transformador.

Se não ocorrer queima de elo(s) fusível(is):

1. Abrir as chaves fusíveis, conforme definido no item 15.5 deste Padrão. 2. Abrir os GLV’s.

3. Substituir os elos fusíveis de 1 H pelo padrão, conforme capacidade nominal do transformador.

4. Conectar a rede secundária nos bornes do transformador. 5. Manter aberta as chaves fusíveis.

6. Inspecionar detalhadamente a rede secundária, bem como todos os ramais de serviço, até que a falha seja encontrada.

7. Testar e aterrar a rede antes de iniciar os trabalhos. 8. Fechar os GLV’s.

9. Fechar as chaves fusíveis, conforme definido no item 15.5 deste Padrão. 10. Informar o fato ao COD.

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16.1. Planejamento das atividades

Deverão ser observadas e seguidas as orientações constantes do item 15.1 deste Padrão.

Constatada qualquer irregularidade que comprometa a segurança na realização dos serviços, tais como postes com deterioração de sua faixa da linha de afloramento, cruzetas com marcas de fungos ou podridão, condutores desgastados ou com amarrações frouxas, isoladores quebrados ou fora de posição e ferragens com deterioração ou amassadas, o serviço não poderá ser iniciado, e o Órgão responsável pela manutenção do sistema deverá ser acionado visando a adequação das anormalidades.

A casos específicos de emergência será dada atenção especial, atentando para sempre serem mantidas as condições de segurança dos eletricistas, transeuntes e instalações.

NOTA: Cuidados especiais devem ser tomados visando manter a perfeita

condição de conservação das cruzetas instaladas, sendo recomendado que cada área adote uma periodicidade de inspeção em campo para este fim.

16.2. Posicionamento da viatura com cesto aéreo, responsabilidades pelos serviços e definição da área demarcada e sinalização desta

Deverão ser observadas e seguidas as orientações constantes do item 15.2 deste Padrão.

Observando-se a boa técnica de estacionamento e a área de demarcação sinalizada, a viatura com cesto aéreo deve ser posicionada de forma que, acima da torre central do equipamento, não tenha nenhum obstáculo como: fios, cabos de telefone, TV a cabo e outros que possam impedir a movimentação do equipamento.

A área demarcada deverá ser grande o suficiente para que durante a operação do equipamento, o cotovelo do braço e o cesto aéreo não ultrapassem a área demarcada. Caso não seja possível manter todas as partes do equipamento dentro da área demarcada, quando em movimento, um eletricista no solo deverá estar sinalizando e orientando o trânsito. A viatura deve estar numa posição que permita o acesso do cesto à estrutura, sem precisar movimentar a mesma.

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