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PROGRAMAÇÃO DE CRISTAIS

No documento os-cristais.pdf (páginas 59-62)

“A MENTE É O PODER SUPREMO, ORIGEM E COMANDO DE TUDO QUANTO HÁ”.

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T E M A 0.6 6 3

N

um certo sentido o processo de programação assemelha-se à consagração, contudo existem

diferenças. Com a consagração o intento é mais genérico, enquanto que na programação ele é mais específico, mais direcionado para um determinado fim.

C

umprida as etapas de limpeza, de energização e de consagração, o cristal deve ser programado

visando à operacionalidade desejada.

O

uso esotérico dos cristais faz parte de antiquíssimas tradições da humanidade. Já eram

utilizados pelas civilizações grega, romana, egípcia, persa, hindu, chinesa, pelos sábios tibetanos, índios, xamãs, vikings, celtas, fenícios e, inclusive, toda a magia ocidental.

A

s pessoas que mantém estreita relação com os cristais melhoram sua energia, brilho e força

pessoal, atingem um equilíbrio energético, pois estão sempre em sintonia com a natureza.

O

s astros em sua movimentação interceptam feixes de energia sideral e isto de certa forma

afeta a Terra, desde o movimento das marés até a personalidade dos seres. Isto traz implicações, a posição de um planeta no momento do nascimento de uma pessoa e isto fazem com que os corpos recém-nascidos recebam distintamente ondas e vibrações assim que começam a respirar e como tal constitui a primeira aspiração da corrente cósmica. Naquele momento a pessoa recebe o registro de um tipo de vibração particular. Mas não são somente as pessoas que recebem essas ondas, as pedras preciosas e os minerais em estado mais evoluído na escala sétupla do Elemento Terra são bons receptores desses raios planetários específicos. A estrutura geométrica das pedras preciosas permite a passagem de certos raios ou ondas através delas, enquanto outros raios são absorvidos e ou retidos no seu interior. Isso faz com que as moléculas das pedras vibrem numa intensidade que pode entrar em ressonância com diversas fontes de energia incluindo as ondas mentais das pessoas.

T

odos os cristais respondem instantaneamente ao “intento da vontade” da pessoa9

que os usa, mas há sempre a possibilidade de que a capacidade da energia possa vir ser mal utilizada, ou mal dirigida, por isto um cristal jamais deve ser usado sem que a pessoa haja feito a devida limpeza, mas é bom que esteja devidamente consagrado e programado para uma função.

D

a mesma maneira da consagração a pessoa deve programar o cristal para um operar segundo

uma determinada finalidade.

Consagrar e programar parece se tratar de uma mesma coisa, mas há diferenças básicas. A consagração é um processo genérico através do qual o cristal torna-se não responsivo a determinadas

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Registra o intento da pessoa, mas nem sempre nesse processo se pode contar com a participação dos elementais e Devas, conforme ficou explícito na palestra anterior.

categorias de programação e responsivo a outras. Por exemplo, um cristal consagrado à Lua torna-se especializado em responder às atividades lunares. Não poderá, sem que novamente haja sido limpo, usado num processo mágico do tipo solar. Pela consagração ele não é impregnado com outros tipos de vibração, estabelece-se, por assim, dizer um filtro especial visando uma classe de ações. Por sua vez, a programação especifica as capacidades do cristal. Por exemplo, um cristal consagrado à cura pode ser programado visando curar uma determinada doença específica. Como se vê, a programação envolve uma especificidade bem maior, podendo chegar a ser especifico para uma finalidade bem precisa. A importância disto é que o cristal torna-se muito mais potente, pois os seus poderes estarão focalizados num único objetivo.

A

gora vejamos de uma maneira singela como programar um cristal. Mentaliza-se o intento

sobre o cristal, de preferencia colocando-o diante do “terceiro olho”. Quando a visualização mental estiver bem efetivada então deve ser mentalmente ordenado, ao cristal qual deve ser a sua finalidade. Pode-se mesmo verbalizar o intento pronunciando algo assim: Este é o meu cristal para ( nome da finalidade ). Isto pode ser pronunciado diretamente ou ordenado aos elementais do cristal, este é o um cristal que quero usar sua energia em tal função ( nome da função ).

N

a palestra anterior dissemos que é bom que o processo de consagração seja repetido algumas

vezes, porém a programação requer um número bem maior de vezes afim de que o processo se efetive com bastante intensidade. No mínimo o processo deve ser repetido todos os dias durante uma semana. Quanto mais claro, objetivo e simples for o intento programado, melhores os efeitos atingidos.

U

m cristal para uso pessoal, isto é um cristal que se pretende usar como adorno ou algo

semelhante, não precisa ser programado, mas apenas consagrado, pois o que se espera dele é uma ação genérica. Visando esta finalidade ele deve ser consagrado ao Sol e a Lua simultaneamente a fim de atender as duas polaridades da natureza. Para uso pessoal é aconselhável escolher um cristal de terminação única. Pode ser usado como pingente, mas também carregá-lo num saquinho de couro, algodão, seda ou veludo. Pode ser usado em meditações, quando se quer resolver algum problema pessoal e neste caso pode ser à noite colocado debaixo do travesseiro ou bem próximo à cabeça.

S

e um cristal de uso pessoal quebra significa que houve uma intensa carga negat iva que o

atingiu e que é possível que tenha quebrado para proteger a pessoa substituindo-a. Assim sendo o que deve ser feito quanto ao cristal é devolvê-lo à natureza, enterrando-o ou colocando-o dentro de um rio, lago ou mar, fazendo-o assim voltar ao seu mundo natural. Isto normalmente acontece quando uma carga negativa muito intensa tenta atingir a pessoa. Quando inexplicadamente ele simplesmente pode ser uma advertência para algo que está energeticamente incidindo a pessoa, algo que aconteceu ou que está para acontecer. Então mister se faz certa vigilância e se necessário uma mudança pessoal de posicionamento.

N

o processo de visualização na programação deve-se mentalizar o cristal refletindo as

vibrações negativas e absorvendo as positivas. É importante se visualizar a própria imagem refletida no espelho e cercada por uma aureola de luz; uma imagem sadia, onde pensamentos negativos estão sendo refletidos de volta e as vibrações positivas penetrando-a.

T

anto no processo da consagração quanto no da programação é bem importante mentalizar a

presença da energia de Deus, mesmo vocalizar um dos Sagrados Nomes de Deus e pedir que a energia positiva se faça presente no cristal veiculado pelo elementar do mineral que estiver sendo consagrado.

N

a programação visualize um raio de energia indo do terceiro olho para o cristal, siga a

estivesse dentro dele, vendo treliças, ângulos, cores e sons. Expanda sua consciência até que ela preencha todo o cristal e agora, visualize a energia sendo emitida num raio direcionado ao intento, àquilo sobre o que deseja atuar com aquele tipo de cristal.

T

odos os eventos da natureza por serem vibratórios têm ressonância com uma cor. Isto pode ser

aproveitado visualizando-se o raio projetado do terceiro olho para o cristal exatamente com a cor correspondente ao intento.

P

ela própria natureza já preexiste uma programação natural nos cristais, ou melhor, uma

capacitação específica. Isto quer dizer, conforme a natureza mineral do cristal ele antes de ser programado já traz certo grau de especificidade de atuação. Exemplos: A ágata equilibra, estabiliza, e

protege e acalma a mente; o âmbar absorve a negatividade e equilibra as polaridades Yin e Yang10; a

ametista tem poder curativo, estimula a intuição e a consciência espiritual; a água marinha está bem ligada ao Elemento Água e assim sendo estimula na pessoa as qualidades da personalidade água ( descrito em temas anteriores ).

A

lista é grande, pois cada mineral em sua forma cristalina encerra pré-qualidades. Isto torna

mais fácil a programação, e consequentemente obtendo-se melhores e mais intensos resultados quando é estabelecida uma correspondência entre o intento e a própria natureza do cristal.

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Num caso de homossexualismo incipiente este é o tipo de cristal ideal, pois equilibra as polaridades naturais da pessoa, permitindo que ocorra uma definição.

No documento os-cristais.pdf (páginas 59-62)