Indicador Unid. Medida
Data Índice
Referência Acompanhamento
Índice Data
Indicadores
Distribuição percentual entre modais em capitais - Transporte individual motorizado
% 01/01/2010 28,96 31/12/2010 28,96
Distribuição percentual entre modais em capitais - Transporte não motorizado
% 01/01/2010 6,07 31/12/2010 6,07
Distribuição percentual entre modais em capitais - Transporte público
% 01/01/2010 64,98 31/12/2010 64,98
Distribuição percentual entre modais em não capitais - Transporte individual motorizado
% 01/01/2010 38,93 31/12/2010 38,93
Distribuição percentual entre modais em não capitais - Transporte não motorizado
% 01/01/2010 25,17 31/12/2010 25,17
Distribuição percentual entre modais em não capitais - Transporte público
% 01/01/2010 35,89 31/12/2010 35,89
Índice de mobilidade viagens ao
dia/habitante
1,59
01/01/2009 31/12/2011 1,67
Índice de vítimas de acidentes de trânsito
1/100.000 31/12/2008 333,1 -
-Índice de vítimas fatais de acidentes de trânsito
1/100.000 31/12/2008 20,18 31/12/2011 22,48
Tempo médio de viagem no sistema de transporte individual motorizado em cidades maiores de 60 mil habitantes
minuto 31/12/2009 15 31/12/2011 15
Tempo médio de viagem no sistema de transporte não-motorizado em cidades maiores de 60 mil habitantes
minuto 31/12/2009 16 31/12/2011 16
Tempo médio de viagem no sistema de transporte público coletivo em cidades maiores de 60 mil habitantes
minuto 31/12/2009 36 31/12/2011 36
Tempo médio de viagem por modo agregado em cidades acima de 1 milhão de habitantes
minuto 31/12/2009 26 31/12/2011 26
Tempo médio de viagem por modo agregado em cidades entre 100 mil e 250 mil habitantes
minuto 31/12/2009 15 31/12/2011 15
Tempo médio de viagem por modo agregado em cidades entre 250 mil e 500 mil habitantes
minuto 31/12/2009 17 31/12/2011 16
Tempo médio de viagem por modo agregado em cidades entre 500 mil e 1 milhão de habitantes
minuto 31/12/2009 19 31/12/2011 19
Tempo médio de viagem por modo agregado em cidades entre 60 mil e 100 mil habitantes
minuto 31/12/2009 15 31/12/2011 15
Tempo médio de viagem por modo agregado em cidades maiores de 60 mil habitantes
minuto 31/12/2009 22 31/12/2011 21
Observações:
Distribuição percentual entre modais em capitais - Transporte individual motorizado - Pesquisa não foi repetida.
Distribuição percentual entre modais em capitais - Transporte não motorizado - Pesquisa não foi repetida.
Distribuição percentual entre modais em capitais - Transporte público - Pesquisa não foi repetida.
Distribuição percentual entre modais em não capitais - Transporte individual motorizado - Pesquisa não foi repetida.
Distribuição percentual entre modais em não capitais - Transporte não motorizado - Pesquisa não foi repetida.
Distribuição percentual entre modais em não capitais - Transporte público - Pesquisa não foi repetida.
Índice de mobilidade - Não foi publicada atualização do indicador em 2012 e 2013.
Índice de vítimas de acidentes de trânsito - Mudanças metodológicas têm dificultado a coleta e divulgação deste dado.
Índice de vítimas fatais de acidentes de trânsito - Não foi divulgada atualização dos dados para 2012 e 2013.
Tempo médio de viagem no sistema de transporte individual motorizado em cidades maiores de 60 mil habitantes -Não foi publicada atualização do indicador em 2012 e 2013.
Tempo médio de viagem no sistema de transporte não-motorizado em cidades maiores de 60 mil habitantes - Não foi publicada atualização do indicador em 2012 e 2013.
Tempo médio de viagem no sistema de transporte público coletivo em cidades maiores de 60 mil habitantes - Não foi publicada atualização do indicador em 2012 e 2013.
Tempo médio de viagem por modo agregado em cidades acima de 1 milhão de habitantes - Não foi publicada atualização do indicador em 2012 e 2013.
Tempo médio de viagem por modo agregado em cidades entre 100 mil e 250 mil habitantes - Não foi publicada atualização do indicador em 2012 e 2013.
Tempo médio de viagem por modo agregado em cidades entre 250 mil e 500 mil habitantes - Não foi publicada atualização do indicador em 2012 e 2013.
Tempo médio de viagem por modo agregado em cidades entre 500 mil e 1 milhão de habitantes - Não foi publicada atualização do indicador em 2012 e 2013.
Tempo médio de viagem por modo agregado em cidades entre 60 mil e 100 mil habitantes - Não foi publicada atualização do indicador em 2012 e 2013.
Tempo médio de viagem por modo agregado em cidades maiores de 60 mil habitantes - Não foi publicada atualização do indicador em 2012 e 2013.
0574 - Requalificar, implantar e expandir sistemas de transportes públicos coletivos, induzindo a promoção da integração modal, física e tarifária de forma sustentável e amplamente acessível.
OBJETIVO:
Órgão Responsável: Ministério das Cidades Análise Situacional do Objetivo
A consecução deste Objetivo teve início com a seleção pública de propostas inscritas no PAC Mobilidade Grandes Cidades, concluída em abril de 2012, quando começaram as contratações, que já atingiram mais de 31% do total em 2013.
O recorte populacional desta seleção considerou cidades com população superior a 700 mil habitantes, bem como municípios integrantes das regiões metropolitanas, com vistas a requalificar, implantar e expandir sistemas de transportes públicos coletivos, induzindo a promoção da integração modal, física e tarifária de forma sustentável e amplamente acessível.
Os valores de investimentos, incluindo as contrapartidas dos demais partícipes, são da ordem de R$ 32,488 bilhões; as fontes de recursos são o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS, outras fontes de financiamento e o Orçamento Geral da União - OGU.
A seleção beneficiou 51 municípios, entre os quais, as regiões metropolitanas de Salvador/BA, Fortaleza/CE, Brasília/DF, Belo Horizonte/MG, Recife/PE, Curitiba/PR, Rio de Janeiro/RJ, Porto Alegre/RS, São Paulo/SP,
Manaus/AM, Goiânia/GO, São Luís/MA, Belém/PA, Campinas/SP, Guarulhos/SP, Maceió/AL, Campo Grande/MS, João Pessoa/PB, Teresina/PI, Natal/RN, Nova Iguaçu/RJ e São Bernardo do Campo/SP.
Salienta-se que, visando suprir a carência de projetos qualificados na área de mobilidade urbana, o Governo Federal disponibilizou recursos orçamentários inclusive para elaboração de estudos e projetos.
Há de se ressaltar que a área de mobilidade urbana é prioridade do Programa de Aceleração do Crescimento e, visando atender à crescente demanda por melhorias da mobilidade urbana nas cidades brasileiras, em agosto de 2013 foi dado início à nova pactuação, com proposições do governo federal ao Pacto da Mobilidade colocando mais R$ 50 bilhões em novos recursos para investimentos, incluindo também recursos para elaboração de Estudos de Viabilidade Técnico-Econômica – EVTE e projetos. Estes empreendimentos serão denominados aqui como pertencentes ao Pacto da Mobilidade.
Neste sentido já foram anunciados recursos superiores a R$ 20 bilhões para o Rio de Janeiro, São Gonçalo, Nova Iguaçu, Duque de Caxias, São Paulo, cidades do Grande ABC Paulista, Campinas, Guarulhos, Osasco, Porto Alegre, Salvador, Fortaleza, Recife e Curitiba.
Estão sendo beneficiados os maiores municípios brasileiros, principalmente aqueles com mais de 700 mil habitantes, e as oito maiores regiões metropolitanas: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Fortaleza, Salvador e Curitiba.
Essa pactuação está sendo realizada observando, conforme anúncio inicial, as seguintes características:
• destinação para empreendimentos de transporte público coletivo urbano;
• priorização para transporte de alta e média capacidade e que atendam áreas com população de baixa renda;
• integração da intervenção proposta com:
- empreendimentos já existentes ou em execução;
- integração entre modos e serviços de transporte coletivo;
• foco em empreendimentos que:
- atendam à demanda imediata;
- sejam estruturadores do território e indutores do desenvolvimento urbano;
- apresentem soluções de caráter metropolitano.
Nova etapa de seleção dos investimentos do Pacto da Mobilidade está em andamento, com base nos mesmos critérios, englobando as demais capitais do país e os municípios que têm entre 400 mil e 700 mil habitantes.
Além da priorização dos maiores municípios, no âmbito do PAC também existe a categoria PAC Mobilidade Médias Cidades no qual foram selecionados empreendimentos de sistemas de mobilidade urbana para cidades entre 250 a 700 mil habitantes, exclusivamente com recursos de financiamento, do PRÓ-TRANSPORTE e de outras fontes de financiamento, com previsão de contratações no valor total de R$ 7,032 bilhões, sem considerar os valores de contrapartidas.
Também houve contribuições para realização deste Objetivo pela atuação das empresas Trensurb e CBTU que operam os sistemas metroviários e de trens urbanos de Porto Alegre, Recife, Belo Horizonte, Maceió, João Pessoa e Natal, expandindo e modernizando seus sistemas e ampliando o número de passageiros transportados. Em Fortaleza, a população já pode contar com a Linha Sul do metrô operando, assim como a da Região Metropolitana de Porto Alegre, que está sendo atendida pelo aeromóvel e pela expansão do trem urbano de São Leopoldo a Novo Hamburgo. Em Recife,
15 novos trens foram entregues (TUEs), reforçando o sistema metroviário, que segue entregando novas estações e terminais de integração.
REALIZAÇÕES DE 2013
O total de contratações formalizadas até o fim de 2013 no PAC Mobilidade Grandes Cidades foi de R$ 7,132 bilhões, sendo R$ 3,698 bilhões de OGU e R$ 3,434 bilhões de FIN, considerando somente os recursos disponibilizados pelo governo federal. Estes valores acrescidos às contrapartidas dos proponentes Estados e Municípios chegam a R$ 9,762 bilhões até esta data, com um total de 32 instrumentos formalizados.
As principais realizações da área de mobilidade urbana em 2013 no que se refere ao Programa de Aceleração do Crescimento, PAC Mobilidade Grandes Cidades, foram a assinatura de 21 termos de compromissos com valor de repasse de R$ 3,515 bilhões e oito contratos de financiamento cujo somatório de valores de empréstimo é de R$ 2,872 bilhões.
Foram empenhados recursos do Orçamento Geral da União em 2013 para estes empreendimentos no valor de R$ 436,67 milhões e efetuou-se o pagamento de R$ 58,28 milhões de serviços medidos.
Em 2014 há expectativa de melhor desempenho no cumprimento deste Objetivo, visto os projetos de engenharia financiados com recursos do governo federal serem finalizados e efetivamente darem início às obras contratadas.
O PAC Mobilidade Médias Cidades teve concluída a fase de seleção em 5 de março de 2013, quando foram selecionadas 62 propostas (63 empreendimentos) beneficiando 59 municípios.
As propostas selecionadas estão na fase de habilitação, sendo que dos empreendimentos habilitados, 9 contratos de financiamento foram assinados no valor de R$ 1,406 bilhões de empréstimo, que, somado às contrapartidas dos tomadores, supera R$ 2 bilhões de valor de investimento.
Ressalta-se que, de uma forma geral, o alcance das metas está relacionado diretamente ao desempenho dos entes federados neste processo de contratação. Sistemas viários mais complexos, como o metroviário, para serem implantados necessitam de arranjos e de parcerias, envolvendo diversas fontes de recursos, aliado ao fato de que o proponente, tomador dos recursos, é também gestor da operação dos sistemas, que envolvem obras de engenharia, cujo prazo de execução em muitos casos é superior a 36 (trinta e seis) meses.
Uma das novidades destes empreendimentos do PAC na área de mobilidade urbana é o interesse de alguns proponentes em utilizarem Parcerias Público Privadas - PPPs nas suas licitações e contratações, incluindo recursos da União na fase preliminar, cuja forma de implementação requer mecanismos novos de execução e controle.
Esses empreendimentos de mobilidade urbana visam a melhoria do transporte público coletivo urbano e intermunicipal/interestadual de caráter urbano, com consequente melhoria da qualidade de vida da população diretamente beneficiada por estes investimentos, conforme preconiza a Lei nº 12.587, de 3 de janeiro de 2012, que dispõe sobre a Política Nacional de Mobilidade Urbana.
Também tiveram continuidade os investimentos do PAC em sistemas metroferroviários operados e sob acompanhamento do governo federal, pelas empresas CBTU e Trensurb. Destacam-se os resultados observados no sistema metroferroviário de Recife/PE, com a finalização de entrega dos 9 VLTs e o fornecimento de 15 TUEs (Trens de Unidades Elétricos), tendo 14 destes entrado em operação até 2013; e a implantação de 95% da bilhetagem automática. No que tange aos
sistemas descentralizados, em Fortaleza/CE, a Linha Sul entrou em operação em seu trecho total. Ressalta-se que os cinco sistemas operados pela CBTU - Recife, Belo Horizonte, Maceió, João Pessoa e Natal - transportaram no ano a média mensal de 14,2 milhões de passageiros, o que significa um aumento de 20% em comparação ao contingente registrado no ano anterior. A média mensal de 564,5 mil passageiros por dia útil foi 15,5% maior do que a média apurada em 2012.
Em 2013, a TRENSURB promoveu medidas de gestão que resultou em aumento de 2.315.353 passageiros transportados, ampliando a média dia útil de passageiros transportados para 181.736. Em termos de expansão e melhorias da malha metroferroviária do sistema de trens urbanos de Porto Alegre, destaca-se a extensão da linha 1, entre os municípios de São Leopoldo e Novo Hamburgo, obra executada com recursos do PAC, já em operação. Toda em estrutura elevada, a obra tem 9,3 km de extensão, com cinco novas e modernas estações, beneficiando diretamente 30 mil usuários do transporte público e gerando 1,2 mil empregos diretos e indiretos. Além disso, merece destaque a inauguração da obra do Aeromóvel, moderna tecnologia de transporte e de mobilidade urbana, ligando o terminal aeroportuário ao terminal metroviário de forma rápida, segura, acessível, contribuindo para a redução de emissões de gases locais e de efeito estufa.
Trata-se de projeto totalmente desenvolvido no Brasil e usa tecnologia 100% nacional. Os veículos suspensos, movidos a ar, permitem integração e acesso rápido e direto dos usuários ao terminal aeroportuário. O trajeto de 814 metros, com duas estações de embarque, é percorrido em dois minutos. A linha conta com dois veículos - um com capacidade para 150 passageiros, outro para 300, que estão em funcionamento conforme a demanda.
Metas 2012-2015
Aumentar a demanda transportada por dia útil nos sistemas metro ferroviários sob a gestão do governo federal
·
Análise Situacional da Meta
Os cinco sistemas operados pela CBTU - Recife, Belo Horizonte, Maceió, João Pessoa e Natal - transportaram até dezembro uma média mensal de 14,2 milhões de passageiros, o que significou um aumento de 20% em comparação ao resultado no ano anterior. A média mensal de 564,5 mil passageiros por dia útil, foi 15,5% maior do que a média apurada em 2012. Considerando todos os sistemas da CBTU, o índice médio mensal de regularidade atingiu 95,3% em 2013, mantendo a variação quanto ao mesmo período de 2012. Com relação à pontualidade, o índice alcançou a média mensal de 88,7%, apresentando uma redução de 3,8% se comparado ao resultado de 2012. A redução constatada não influenciou na participação cada vez maior da CBTU no transporte ferroviário. Além dos cinco sistemas, a CBTU acompanha os desempenhos operacionais de Salvador e Fortaleza, operados pela Companhia de Transportes de Salvador-CTS e Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos-METROFOR, como resultado dos investimentos aplicados por meio de convênios, nas obras de modernização dos sistemas, os quais atingiram respectivamente 5,52 milhões e 1,71 milhões de passageiros transportados.
No tocante à TRENSURB que opera o sistema de Porto Alegre/RS, com as melhorias de gestão (ajustes na grade horária, capacitação, operações especiais, análise de ocorrências) e operacionais (implantação de Sistema de Bilhetagem Eletrônica e a entrada em operação do Aeromóvel) foram transportados 54.246.230 passageiros (bloqueios de entrada) em 2013, sendo 4,45 % superior à demanda de passageiros transportados no mesmo período em 2012, correspondendo a um incremento de 2.315.353 usuários. Quantidade de passageiros transportados média dia útil em 2013 foi de 181.736 (Porto Alegre)
Quantidade alcançada 744.488
Data de Referência 31/12/2013
Regionalização da Meta Total Unidade Qtde. Alcançada Data
Belo Horizonte 230.000 pessoas/dia 221.488 13/01/2014
Fortaleza 190.000 pessoas/dia 8.782 13/01/2014
João Pessoa 33.000 pessoas/dia 6.531 13/01/2014
Maceió 40.000 pessoas/dia 7.117 13/01/2014
Natal 61.000 pessoas/dia 5.888 13/01/2014
Porto Alegre 283.236 pessoas/dia 181.736 07/01/2014
Recife 420.000 pessoas/dia 302.230 13/01/2014
Salvador 200.000 pessoas/dia 10.716 13/01/2014
Investir R$22,4 bilhões em empreendimentos que visem dotar os centros urbanos com população superior a 700 mil habitantes de sistemas de transporte público coletivo de forma sustentável e amplamente acessível
·
Análise Situacional da Meta
Destaca-se que no país está sendo investido na área de mobilidade urbana o montante de R$ 143 bilhões. Destes, R$ 50 bilhões estão no âmbito do Pacto da Mobilidade e outros mais de R$ 90 bilhões são investimentos já selecionados no âmbito do PAC, pelo Governo Federal, incluindo contrapartidas dos demais partícipes. Destes últimos, os investimentos estão sendo realizados em mais de 200 empreendimentos distribuídos em mais de 100 cidades brasileiras abrangendo 2.846 km de infraestruturas de transporte coletivo urbano. Trata-se de investimentos em diferentes modos de transporte destinados principalmente à construção de metrôs, monotrilhos, aeromóveis, trens urbanos, veículos leves sobre trilhos (VLT), BRTs, corredores de ônibus e corredores fluviais nas principais capitais, grandes e médias cidades brasileiras.
Especificamente nesta meta, de forma cumulativa, considerando 2012 e 2013, atinge-se, até dezembro de 2013, 23 (vinte e três) termos de compromisso assinados com recursos do OGU do PAC Mobilidade Grandes Cidades perfazendo em valores de repasse R$ 3,698 bilhões (R$ 3,515 bilhões em 2013) e 9 contratos de financiamento com recursos do FGTS pactuados no Programa de Infraestrutura de Transporte e da Mobilidade Urbana - PRÓ-TRANSPORTE, no valor de empréstimo de R$ 3,434 (R$ 2,872 bilhões em 2013).
Assim, no cômputo geral, no PAC Mobilidade Grandes Cidades tem-se R$ 6,388 bilhões contratados em 2013 e, incluindo as demais contratações do Pacto da Mobilidade, acresce R$ 2,040 bilhões de valor de repasse contratado, somado a outras seleções tais como R$ 0,993 bilhões de Salvador/BA do PAC Mobilidade Urbana, perfaz R$ 9,42 bilhões.
O valor das contratações, incluindo OGU e FIN, PAC Mobilidade Grandes Cidades e Pacto da Mobilidade, somando 2012 e 2013, até 31/12/2013 é de R$ 10,165 bilhões, em valores de empréstimo e repasse e, em valores de investimento, R$ 12,974 bilhões, incluindo as contrapartidas dos entes federados, abrangendo:
PAC Mobilidade Grandes Cidades e PAC Mobilidade Urbana:
Elaboração de projetos de:
- Corredores e BRTs em Campo Grande, Campinas, Belém, Recife, Teresina, João Pessoa, Natal;
- VLT em Maceió, Natal;
- Metrô em Belo Horizonte;
- Trem Urbano em Teresina.
Entre as obras contratadas com recursos do OGU tem-se:
- Metrô em Fortaleza e Salvador;
- BRT em Fortaleza;
- Corredor de ônibus em Manaus, São Bernardo do Campo, São Paulo e Guarulhos;
- Transporte fluvial em Recife;
- VLT no Rio de Janeiro;
- Qualificação de vias em Teresina, Belém.
Por outro lado, os contratos de financiamento assinados são de:
- BRT Gama - Santa Maria e Corredor Eixo Oeste em Brasília/DF (dois contratos, sendo um em 2012);
- BRT e Corredor em Belém/PA (dois contratos);
- BRT Transbrasil Rio de Janeiro/RJ (um contrato);
- Metrô – Salvador/BA;
- Corredores em Belo Horizonte/MG, Manaus/AM e Teresina/PI.
Pacto da Mobilidade OGU:
- Corredores e terminais em São Paulo (11 contratos)
Os demais proponentes devem efetuar a entrega da documentação técnica institucional e jurídica à Mandatária da União, Caixa Econômica Federal – CAIXA para assinatura dos Termos de Compromisso com recursos do OGU e aos Agentes Financeiros visando efetivar as contratações das operações de crédito dos empreendimentos selecionados.
À medida que estão sendo habilitados passam a assinar os termos de compromisso e os contratos de financiamento possibilitando o início das obras de infraestrutura de mobilidade urbana selecionadas.
Em 2014 há expectativa de melhor desempenho no cumprimento desta meta com os empreendimentos de mobilidade urbana vinculados ao PAC Mobilidade Grandes Cidades, visto mais projetos estarem concluídos, obras em estágio mais avançados e as seleções e contratações dos R$ 50 bilhões do Pacto da Mobilidade virem a contribuir com a concretização dos investimentos.
No preenchimento da meta estão sendo consideradas as contratações formalizadas, valores de repasse e de empréstimo.
No preenchimento da quantidade alcançada, no valor de R$ 10,16 bilhões foram incluídas as contratações referentes aos empreendimentos selecionados e já contratados do Pacto da Mobilidade, no valor de R$ 2,040 bilhões e outras seleções tais como R$ 0,993 bilhões de Salvador/BA.
Quantidade alcançada 10,16
Data de Referência 31/12/2013
Regionalização da Meta Total Unidade Qtde. Alcançada Data
Municípios entre 1 e 3 milhões de habitantes
1,7 R$ bilhão 0,8 31/12/2013
Municípios entre 700 mil e 1 milhão de habitantes
2,2 R$ bilhão 0,22 31/12/2013
Municípios-sede de Regiões
Metropolitanas acima de 3 milhões de habitantes e Distrito Federal.
18,5 R$ bilhão 9,14 31/12/2013
Investir R$ 7 bilhões em empreendimentos que visem dotar os centros urbanos com população entre 250 a 700 mil habitantes de sistemas de transporte público coletivo de forma sustentável e amplamente acessível
·
Análise Situacional da Meta
A realização desta meta está vinculada ao PAC Mobilidade Médias Cidades que se refere a empreendimentos de sistemas de mobilidade urbana selecionados para cidades entre 250 a 700 mil habitantes, exclusivamente com recursos de financiamento, do PRÓ-TRANSPORTE (FGTS) e de outras fontes de financiamento, no valor total selecionado de R$ 7,195 bilhões. O resultado da seleção foi publicado em 5 de março de 2013.
Alguns proponentes com documentação técnica adiantada deram início à contribuição para realização da meta estabelecida assinando os contratos de financiamento em 2013.
Ao todo, em 2013, foram formalizados 9 contratos de financiamento com os municípios de Feira de Santana/BA, Rio Branco/AC, Contagem/MG, Niterói/RJ, Mogi da Cruzes/SP, Caxias do Sul/RS diretamente e com tomador o Governo do Estado, beneficiando os municípios de: Aracaju/SE, São Vicente/SP, Santos/SP, Capapicuiba/SP, Jandira/SP, Barueri/SP e Osasco/SP.
Tratam de implantações de corredores, BRT, VLT e modernização de sistemas existentes. Uma obra está em andamento.
Os valores de empréstimo destes contratos assinados são de R$ 1,406 bilhões e incluindo as contrapartidas perfazem R$ 2,149 bilhões.
Para 49 propostas já houve a avaliação prévia do Agente Financeiro e foram emitidos pelo Ministério das Cidades os Termos de Habilitação.
Para os proponentes que não ainda não apresentaram os projetos ou apresentaram de forma parcial há previsão de entrega para 5 de março de 2014.
As demais propostas selecionadas estão em processo de validação e habilitação e verificação das condições de endividamento dos proponentes para a assinatura dos contratos de financiamento. Há expectativa de assinatura de contratos com valores de empréstimo de R$ 7,032 bilhões.
A meta está sendo apurada considerando os valores de empréstimo das contratações formalizadas até 31/12/2013, com base em dados compilados em 15/01/2014.
Quantidade alcançada 1,4
Data de Referência 31/12/2013
0577 - Dotar as cidades-sede da Copa do Mundo de Futebol 2014 de sistemas de mobilidade urbana que conectem os polos geradores de viagens do evento, com ênfase no legado e na integração entre aeroportos, estádios, áreas centrais e de hotelaria.
OBJETIVO:
Órgão Responsável: Ministério das Cidades Análise Situacional do Objetivo
Os grandes eventos esportivos são reconhecidamente uma oportunidade para catalisar planos de investimentos que tenham por objetivo melhorar a infraestrutura e as condições de vida da sociedade. A Copa do Mundo é, portanto, mais do que organizar jogos de futebol. O país acolheu essa tarefa compreendendo seu caráter estratégico para consolidar uma perspectiva de crescimento econômico de longo prazo. Além do investimento em infraestrutura, os grandes eventos esportivos fortalecem a imagem do país no cenário externo.
ESTRUTURAS DE GESTÃO
Pela complexidade do evento e, em especial, com o objetivo de garantir a formação de um legado alinhado aos interesses estratégicos do país a partir da realização da Copa, foi criada uma estrutura de governança para articulação entre os entes federados, órgãos públicos e parceiros privados envolvidos e com o “Comitê Organizador Local da Copa do Mundo