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Protocolo Autárquico

No documento Protocolo e Gestão de Eventos.pdf (páginas 59-115)

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As Precedências

A precedência deriva do latim praecedere que significa ir à frente ou na frente.

Podemos definir então que precedência - é o prévio estabelecimento de uma ordem entre as pessoas que realizam ou participam de uma atividade que afeta o protocolo, em função de sua preeminência, primazia, categoria, nível ou relevância, no seio da estrutura e da própria sociedade que integram o Estado, para se obter a máxima eficácia nessa atividade.

As Precedências

A ordem de precedência é aquela que se estabelece entre as várias pessoas que assistem a um determinado ato, de acordo com a hierarquia ou com o cargo de cada uma, atendendo á Lei ou aos costumes e à tradição.

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As Precedências

Os princípios gerais de precedência ditam que, um convidado que não tenha uma certa supremacia na hierarquia, não deve situar-se à frente de outro que pelo cargo que ocupa, tenha maior preeminência. A precedência é uma honra ou privilégio outorgado às pessoas que detenham cargos dentro da Sociedade-Estado, e como honra que é, a autoridade que a recebe deve também saber cumprir e respeitar as suas normas.

As Precedências

Nos atos oficiais, a primeira pessoa, na ordem da precedência, ocupa normalmente a primeira presidência.

Não esquecer que quem tem a precedência é quem tem o poder de a ceder, e quando tal acontece, a pessoa visada, por cortesia e educação, deve aceitá-la.

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As Precedências

Esta questão das precedências serve para todos os atos, quer sejam em sessões solenes, quer em refeições formais, quer em todos os meios de transporte.

As Precedências

Alguns autores criam um sentido estrito para decidir sobre a precedência e nela incluem as personalidades que têm por força do seu cargo oficial, um lugar devidamente estabelecido na relação de precedência, por isso concluem ter um precedência determinada.

O sentido amplo da definição, acautelam a presença de pessoas que têm importância real na sociedade, e que quando convidadas, devem ser enquadradas na ordem geral.

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As Precedências

Pode existir a precedência indeterminada e a necessidade de encontrar soluções coerentes.

Exemplo:

Um Presidente de um Banco prefere ao Vice- Presidente de um outro.

Se forem dois Presidentes de Bancos Privados a escolha pode recair sobre o que foi fundado primeiro, ou aquele que de forma evidente tem uma dimensão maior.

As Precedências

Nas autarquias, pode haver necessidade de recorrer aos diversos tipos de Protocolo para auxiliar a decisão – Protocolo religioso, académico, militar ou desportivo - , para melhor decidir sobre a ordem a determinar em relação a um tipo específico de cerimónia.

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As Precedências

As soluções são múltiplas e muitas são as possibilidades de resolver cada caso, mas todas devem cumprir o denominador comum da lógica, do bom senso e ser conhecidas pelos intervenientes.

As Precedências Exemplos:

 Um conjunto mínimo de pessoas – Membros da Assembleia- é só aplicar a norma da eleição.

 Uma empresa que tenha uma relação de dependência ou tutelagem com o estado, o Presidente da entidade organizadora cederia a sua precedência ao Ministro da qual depende a entidade.

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Precedências no Estado Português

É uma lista de uso obrigatório em todas as cerimónias oficiais, e deve ser observada em todos os eventos, mesmo que privados, onde estejam presentes a esse titulo as altas autoridades públicas.

Todas as entidades que não constam expressamente da lista são enquadradas na posição daquelas cuja competência, material e territorial mais se aproximem.

Precedências no Estado Português

Na Lei do Protocolo (artigo 8.º) que “ aos cônjuges das altas entidades públicas, ou a quem com elas viva em união de facto, desde que convidados para a cerimónia, é atribuído lugar equiparado às mesmas quando estejam a acompanhá-las. “

Os cônjuges terão de ser efetivamente convidados e devem ser a título de acompanhante da entidade convidada.

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Precedências no Estado Português

Se existir casos em que o homem ou a mulher têm um cargo e a mulher, ou o homem, têm outro de menor precedência e são ambos convidados expressamente pelos cargos que ocupam, deve-se aplicar a seguinte norma: cada um ocupará o seu lugar, que lhe cabe pelo cargo que ocupa.

Precedências no Estado Português

Quando existem entidades de idêntica posição, precedem aquelas cujo titulo resultar de eleição popular ou, noutros casos, aquelas que tiverem mais antiguidade na exercício do cargo, salvo se existir outra regra na Lei.

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Precedências no Estado Português

Sempre que o Estado esteja representado, sejam as cerimónias oficiais ou não, deve-se assegurar a presença de titulares de vários órgão do âmbito correspondente àquela que organiza, nomeadamente do escalão imediatamente inferior e, caso exista composição pluripartidária deve acautelar-se incluir sempre membros da maioria e da oposição.

Precedências no Estado Português

A ordem de precedência dos presidentes ou secretários- gerais dos partidos políticos, bem como os respetivos presidentes dos grupos parlamentares com representação na Assembleia da República, é estabelecida em função do número de deputados que têm, ou seja, da sua representatividade eleitoral.

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Precedências no Estado Português

No artigo 31.ª da Lei do Protocolo faz referência ao poder local “Em cerimónias nacionais realizadas no respetivo concelho, os presidentes das câmaras municipais seguem imediatamente a posição das entidades com estatuto de ministro e, se mesa houver, nela tomarão lugar, em termos apropriados.

Precedências no Estado Português

No artigo 35.ª da Lei do Protocolo trata das altas entidades da União Europeia e que refere que o “ Presidente do Parlamento Europeu, quando em Portugal, segue imediatamente o Presidente da Assembleia da República e as entidades parlamentares europeias as suas congéneres portuguesas”, que o “Presidente do Conselho Europeu segue imediatamente o Primeiro-Ministro, exceto se for chefe de Estado, caso em que segue imediatamente o Presidente da República”.

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Precedências a pé, em transporte e em situações diversas

Durante as visitas oficiais há necessidade, por vezes, de organizar cortejos a pé. As pessoas podem deslocar-se lado a lado ou em fila. Consoante o caso. Tem que atender à precedência das entidades em que integram o cortejo, do espaço disponível e do como que se quer organizar o deslocação. É possível organizar cortejos com duas filas paralelas.

Precedências a pé, em transporte e em situações diversas

Ao passar lado a lado, no caso de serem duas pessoas, dá-se a direita à pessoa de maior precedência.

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Precedências a pé

Se forem 3 pessoas a caminhar lado a lado, ou qualquer número ímpar, a de maior precedência toma o centro, dando a direita à segunda pessoa mais importante e o lado esquerdo à outra, continuando se for o caso, com direita/ esquerda para os restantes.

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Precedências a pé

Se forem 4 pessoas ou qualquer número par, o primeiro lugar é o da direita para quem olha de frente, de uma linha imaginária traçada ao centro.

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Precedências a pé

Se por alguma razão o cortejo é organizado com as entidades em fila de duas pessoas, a de maior importância deve ir à frente.

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Precedências a pé

Se a fila integrar 3 ou mais pessoas em número ímpar, o primeiro lugar é o do meio, segundo o que precede este e o terceiro o que antecede

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Precedências a pé

Se forem 4 pessoas, o cortejo abre com a pessoas de menor precedência, seguindo-lhe o que ocupa o segundo lugar e depois a que tem lugar de honra, fechando com a pessoa que tem o terceiro lugar.

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Precedências no automóvel

No automóvel, a precedência deve-se com o número de passageiros , com o tipo de viatura e até com o país. O motorista, ao chegar ao destino, deve estacionar de forma que a pessoa mais importante saia do lado do passeio, mas respeitando sempre as regras de trânsito vigentes.

A pessoa mais importante, nos atos protocolares, entra primeiro e saí em último, exceto quando o meio de transporte é o avião.

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Precedências no automóvel

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Precedências no automóvel

Um ou dois passageiros é o caso mais normal. O lugar de honra é atrás, lado contrário ao do motorista. O segundo lugar é o da esquerda (atrás do motorista). É normal o Presidente da Câmara sentar-se no lugar 1 e o seu Chefe de Gabinete ou um Vereador no lugar 2.

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Precedências no automóvel

O terceiro lugar a escolher é o ao lado motorista. Por exemplo: o Presidente da Câmara que se faz acompanhar por um Vereador (lugar 2) e pelo Chefe de Gabinete (lugar 3).

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Passeio

Precedências no automóvel

No caso de existir uma quarta pessoa, ocupará o lugar atrás a meio dos outros passageiros.

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A Bandeira

As regras gerais para o uso da Bandeira Nacional (BN) encontram-se estabelecidas pelo Decreto-Lei 150/87. Este decreto-lei, no entanto apenas estabelece regras genéricas de utilização da BN e apenas para alguns casos. Sendo assim, além das regras especificamente definidas no Decreto-Lei 150/87, deverão ser seguidos os protocolos e as regras tradicionalmente aplicadas nacional e internacionalmente, bem como as regras estabelecidas para o âmbito militar e marítimo.

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A Bandeira

Locais onde a bandeira nacional deve ser hasteada

Locais obrigatórios, por Lei:

 Instalações de órgãos das administrações públicas central, regional e local;

 Monumentos nacionais;

A Bandeira

Locais onde a bandeira nacional deve ser hasteada

Locais opcionais:

 Delegações dos institutos e empresas públicas;

 Instalações de entidades privadas e de pessoas coletivas.

Nos locais onde a Bandeira Nacional pode ser hasteada opcionalmente, se o for, deverá sê-lo cumprindo sempre as regras e protocolos definidos.

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A Bandeira

Quando deverá ser hasteada a bandeira nacional

Segundo a Lei, a Bandeira Nacional deverá ser hasteada todos os dias nos seguintes locais:

 Presidência da República;  Assembleia da República;

 Presidência do Conselho de Ministros;  Supremo Tribunal de Justiça;

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Apesar da Lei não o obrigar especificamente, seria aconselhável hastear todos os dias, a BN em outros locais de maior simbolismo ou com grande visibilidade, por exemplo:

 Sedes dos Representantes da República para as Regiões Autónomas;

 Ministérios da Defesa Nacional e dos Negócios Estrangeiros;  Governos civis dos distritos;

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A Bandeira

 Representações diplomáticas de Portugal no estrangeiro;

 Sedes dos órgãos legislativos e executivos das regiões autónomas;  Sedes das áreas metropolitanas e de comunidades intermunicipais.  Sedes das câmaras municipais;

 Quartéis-generais das Forças Armadas e de comandos militares;  Monumentos nacionais de grande afluxo turístico.

A Bandeira

Nos restantes locais, a Bandeira Nacional deverá ser hasteada aos Domingos e Feriados e nas ocasiões especiais em que tal seja decretado pelo órgão executivo nacional, regional ou local da área territorial abrangida.

Nos dias em que é hasteada, a Bandeira Nacional deve-o ser às 09h00. Deverá ser arreada ao pôr do sol. Considera-se aceitável, em locais cujo funcionamento esteja já encerrado ao pôr do sol, que o arrear da Bandeira Nacional seja realizado à hora do seu encerramento.

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Posições relativas das bandeiras

Quando hasteada com outras bandeiras, a Bandeira Nacional ocupará sempre o lugar mais honroso.

Conforme o número e a disposição dos suportes, as bandeiras deverão ocupar as seguintes posições:

Posições relativas das bandeiras

Se forem hasteadas várias bandeiras num único mastro: a Bandeira

Nacional ocupará a posição mais alta, seguindo-se as restantes bandeiras, por ordem de precedência de cima para baixo:

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Posições relativas das bandeiras

Se existirem dois mastros: a Bandeira Nacional ocupará o mastro da

Posições relativas das bandeiras

Se existirem três mastros: a Bandeira Nacional ocupará o mastro do

centro e a seguinte bandeira na ordem de precedência, ocupará o mastro da direita (esquerda de quem olha);

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Posições relativas das bandeiras

Se existir uma linha de quatro ou mais mastros assentes no solo: a

Bandeira Nacional ocupará o mastro mais à direita (mais à esquerda de

quem olha), seguindo-se as restantes bandeiras, por ordem de precedência,

da direita para a esquerda (da esquerda para a direita de quem olha). Opcionalmente, neste caso poderá ser colocada uma segunda Bandeira Nacional no mastro mais à esquerda (mais à direita de quem olha);

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Em receções oficiais, em destaque e no mastro principal deve estar o pavilhão do país que acolhe a receção. A precedência alfabética deverá ser enunciada pelo processo de identificação internacional do país.

Quando se trata de um encontro bilateral, deverá ser dado a direita ao pavilhão nacional convidado, devendo os mastros ser iguais.

As bandeiras, quando em suporte de pé de palco, deverão ser colocadas no canto interior direito atrás da mesa da presidência do eventos, sendo que o pavilhão nacional deve ser colocado ao meio.

Gabinete de Protocolo

O Gabinete de Protocolo, numa Camara Municipal, deve atender às competências e às atribuições definidas dos Serviços do Protocolo de Estado do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

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Gabinete de Protocolo

A existência de um gabinete de protocolo é fundamental, sobretudo quando se trata de questões de Estado. Nessa configuração, o papel e o objetivo de um gabinete deste tipo é de um ponto de vista geral:

 Estabelecer linhas de orientação e de conformidade com o gabinete homólogo afim de determinar ações e obter informações sobre o melhor modo de atuação;

 Determinar o programa de ação, tratando de todas as questões de organização, segurança, transportes, locais e equipamentos a usar, alojamento, convites, etc.

Gabinete de Protocolo

Do ponto de vista específico, compete aos serviços de protocolo:

a) definir as regras que devem presidir no cerimonial, etiqueta e pragmática de acordo com

a prática internacional e as tradições locais;

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Gabinete de Protocolo

O Chefe de Protocolo é responsável por:

(a) estruturar e dar unidade a toda e qualquer ação protocolar que envolva órgãos de soberania;

(b) acompanhar os representantes nacionais, quando se trata de deslocações oficiais de representação ao estrangeiro;

(c) acompanhar os embaixadores estrangeiros no processo de acreditação, nomeadamente na cerimónia de entrega das cartas credenciais;

Gabinete de Protocolo

O Chefe de Protocolo é responsável por:

(d) estruturar, em parceria com os seus homólogos, o programa de receção em visitas oficiais de representantes estrangeiros;

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Cerimónias nos Municípios

Qualquer que seja a cerimónia a organizar, ela só faz sentido e êxito se cumprir na integra os seus objetivos. Por norma são públicos, o que implica, para além dos participantes no evento, alguns ou muitos convidados, eventualmente público a assistir que nem sequer foi convidado.

Cerimónias nos Municípios Considerações:

 Para a definição do melhor local para o levar a efeito o evento;

 Existência de uma listagem de todos os eventos, requerendo o preenchimento obrigatório de vários itens.

Esta lista deve ser fruto de um trabalho prévio dos responsáveis pelo Gabinete de Protocolo, onde todo fica registado , a título de necessidades, por temas, utilizando-a depois para todos os eventos.

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Cerimónias nos Municípios Considerações:

Seguidamente deve-se criar uma base de dados que responda a todo o que é previsível e necessário para o seu preenchimento, respondendo com eficiência a tudo o que a lista requer.

Evento: Observações Rúbricas Nota preliminar Data do evento Hora do evento Local do evento

Definição da listagem de convidados

Comunicação Social

Refeições

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Cerimónias nos Municípios

1. Definição do tipo de cerimónias;

- Qual o local mais indicado, a melhor data e hora, quem participa e quem convida.

Cerimónias nos Municípios

O “antes” é o tempo de planificar, é a oportunidade para tudo acautelar, com o objetivo de que todo corra bem.

Durante a cerimónia, o responsável deve verificar com atenção o bem desenrolar do programa e controlar o tempo em todas as fases do planeamento.

No final e no depois do evento, prever: acompanhamento dos participantes e convidados, na ordem prevista de saída; agradecer às

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