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Protocolos para procedimentos endovasculares

REPARO ENDOVASCULAR DE ANEURISMA DA AORTA ABDOMNAL E ILÍACAS

Preparo ambulatorial Observação clínica arterial Confirmar indicação

cirúrgica

Verificar exames de imagem

(tomografia/arteriografia/angiorressonância/US) Verificar ITB Solicitar exames pré-operatórios: eletrólitos, uréia e creatinina, hemograma completo, INR, TTPA, lipidograma, RX de tórax e ECG Solicitar avaliação de risco cirúrgico cardiovascular à cardiologia Solicitar US de carótidas de sopro carotídeo ou história de AVC/AIT Anotar dispositivos e medidas indicadas

Internação

Verificar preparo ambulatorial (observação clínica, ITB, exames pré-op) Verificar tomografia/arteriografia/angiorresonância

Verificar/solicitar exames pré-operatórios (Se não disponíveis ou realizados há mais de 6 meses)

Verificar/solicitar avaliação de risco à cardiologia se indicado Solicitar avaliação da pneumologia ou nefrologia se indicado Prescrever medicação de uso habitual

Não é necessário suspender AAS. Verificar uso de anticoagulante oral e hipoglicemiantes (metformina deve ser suspensa 72h antes do procedimento) Solicitar material junto ao setor responsável.

Pré-Operatório Antevéspera

Dieta adequada sem resíduos Véspera

Dieta adequada sem resíduos Jejum apartir das 0:00h

Soro glico-fisiológico 5% EV a 30 gts/min a partir das 6:00h

Obs: Se paciente diabético, prescrever soro glico-fisiológico 5% a partir das 0:00h

Antibioticoprofilaxia com cefazolina 2g EV na indução

anestésica Profilaxia contra TVP com Enoxaparina 40mg SC às 20h Lorazepam 2mg às 22h se necessário

Esquema de desensibilização para contraste iodado: Hidrocortisona 1 amp 500mg EV Ranitidina 1 amp 50mg/2ml EV

Dexclorfeniramina 1 amp 5mg/1ml IM ou EV 1h antes do procedimento

Esquema de proteção renal para contraste iodado (ver tópico específico) Manter anti-hipertensivos de uso habitual. Verificar avaliação da cardiologia. Se diabético, suspender hipoglicemiantes orais e insulina NPH e iniciar glicosimetria a cada 6h, aplicando insulina regular se necessário.

Solicitar tipagem sanguínea e contra-prova. Pós-Operatório

PO Imediato Jejum

Hidratação EV adequada

Analgesia EV com AINE de horário e dipirona e opióide se necessário Bromoprida EV se náuseas ou vômitos

Manter profilaxia contra TVP com enoxaparina 40mg SC às 20h Manter antibioticoprofilaxia com cefazolina 1g EV 8/8h ate retirada do acesso venoso central.

Sonda vesical de demora (monitorar diurese)

Se diabético, manter glicosimetria a cada 6h, aplicando insulina regular se necessário

Repouso absoluto no leito Cuidados

intensivos Cabeceira elevada 30º

Solicitar/verificar exames pós-operatórios: HbxHt, glicemia, eletrólitos, uréia e creatinina e gasometria venosa

Avaliar pulsos distais/doppler 1º dia PO

Reiniciar dieta e medicação de uso corrente

Retirar SVD se diurese adequada(0,5ml/kg/h) e estabilidade hemodinâmica Profilaxia contra TVP

Fisioterapia motora e respiratória Reduzir analgesia

Estimular mobilização no leito Verificar ITB

2º dia PO.

Alta se boas condições clínicas Alta

Prescrever analgésicos, antiagregante e medicação de uso corrente Solicitar CT de abdome com contraste 30 dias após o procedimento se uréia e creatinina normais.

Fazer carta de contra-referência à UBS para retirar pontos 10 dias após a cirurgia.

Seguimento ambulatorial Primeiro retorno – 30 dias Observar estado geral Observar cicatriz cirúrgica

Observar pulsos femorais e perfusão de MMII Verificar CT de abdome com contraste

Retorno 6 meses

Idem ao primeiro retorno Retorno 1 ano

Idem ao primeiro retorno

Verificar CT de abdome com contraste Solicitar novo CT de abdome com contraste anualmente Retorno anual para reavaliação.

Após 2 anos de seguimento com CT, acompanhar com US anual se exames anteriores normais (sem endoleaks ou crescimento do saco aneurismático). ANGIOPLASTIA PERIFÉRICA Preparo ambulatorial Observação clínica arterial Confirmar indicação clínica.

Verificar exames de imagem

(arteriografia/tomografia/angiorressonância/US) Verificar ITB

Solicitar exames pré-operatórios: eletrólitos, uréia e creatinina, hemograma completo, INR, TTPA, lipidograma, RX de tórax e ECG

Solicitar US de carótidas de sopro carotídeo ou história de AVC/AIT Internação

Verificar preparo ambulatorial (observação clínica, ITB, exames pré-op) Verificar arteriografia/tomografia/angiorresonância

Verificar/solicitar exames pré-operatórios (Se não disponíveis ou realizados há mais de 6 meses)

Prescrever medicação de uso habitual

Não é necessário suspender AAS. Verificar uso de anticoagulante oral ou hipoglicemiante (Metformina)

Solicitar material junto ao setor responsável. Pré-Operatório

Véspera

Jejum apartir das 0:00h

Obs: Se paciente diabético, prescrever soro glico-fisiológico 5% a partir das 0:00h

Lorazepam 2mg às 22h se necessário

Esquema de dessensibilização para contraste iodado: Hidrocortisona 1 amp 500mg EV Ranitidina 1 amp 50mg/2ml EV

Dexclorfeniramina 1 amp 5mg/1ml IM ou EV 1h antes do procedimento

Esquema de proteção renal para contraste iodado (ver tópico específico) Manter anti-hipertensivos de uso habitual.

Se diabético, suspender hipoglicemiantes orais e insulina NPH e iniciar glicosimetria a cada 6h, aplicando insulina regular se necessário. Solicitar tipagem sanguínea e contra-prova.

Iniciar clopidogrel 300mg logo após procedimento(se o paciente não estava em uso prévio ao procedimento) e 75 mg 1x/dia nos dias subseqüentes. Pós-Operatório PO Imediato Dieta adequada Hidratação EV adequada

Analgesia VO com dipirona se necessário

Se diabético, manter glicosimetria a cada 6h, aplicando insulina regular se necessário

Repouso absoluto no leito Observar pulsos

distais/doppler

Solicitar retirada do introdutor ao R2 da cirurgia de plantão 1º dia PO

Dieta adequada Retirar acessos venosos Verificar ITB Programar alta

Alta

Prescrever analgésicos, antiagregantes (clopidogrel 75mg/dia por 6 meses e AAS 200mg/dia continuamente) e medicação de uso corrente Se necessário, fazer carta de contra-referência à UBS para retirar pontos 10 dias após a cirurgia.

Seguimento ambulatorial Primeiro retorno – 30 dias

Observar pulsos e perfusão de MMII

Observar cicatrização das feridas e/ou melhora da dor em repouso ou claudicação Anotar distancia útil de deambulação

Solicitar US 6 meses após o procedimento. Retorno 6 meses

Idem ao primeiro retorno Verificar US

Solicitar novo US para 1 ano PO. Retorno 1 ano

Idem ao primeiro retorno Verificar US

Retorno anual para reavaliação

ANGIOPLASTIA DE CARÓTIDAS

Preparo ambulatorial Observação clínica arterial Confirmar indicação de intervenção.

Verificar exames de imagem

(arteriografia/tomografia/angiorressonância/US) Verificar ITB

Solicitar exames pré-operatórios: eletrólitos, uréia e creatinina, hemograma completo, INR, TTPA, lipidograma, RX de tórax e ECG

Internação

Verificar preparo ambulatorial (observação clínica, ITB, exames pré-op) Verificar arteriografia/tomografia/angiorresonância

Verificar/solicitar exames pré-operatórios (Se não disponíveis ou realizados há mais de 6 meses)

Prescrever medicação de uso habitual

Não é necessário suspender AAS. Verificar uso de anticoagulante oral Solicitar material junto ao setor responsável.

Pré-Operatório Véspera

Jejum apartir das 0:00h

Soro glico-fisiológico 5% EV a 30 gts/min a partir das 6:00h

Obs: Se paciente diabético, prescrever soro glico-fisiológico 5% a partir das 0:00h

Lorazepam 2mg às 22h se necessário

Esquema de desensibilização para contraste iodado: Hidrocortisona 1 amp 500mg EV Ranitidina 1 amp 50mg/2ml EV

Dexclorfeniramina 1 amp 5mg/1ml IM ou EV 1h antes do procedimento

Iniciar clopidogrel 300 mg VO no dia do procedimento e 75 mg 1x/dia nos dias subseqüentes.

Manter anti-hipertensivos de uso habitual. Verificar avaliação da cardiologia. Se diabético, suspender hipoglicemiantes orais e insulina NPH e iniciar glicosimetria a cada 6h, aplicando insulina regular se necessário.

Solicitar tipagem sanguínea e contra-prova. Pós-Operatório

PO Imediato Dieta adequada Hidratação EV adequada

Analgesia VO com dipirona se necessário

Se diabético, manter glicosimetria a cada 6h, aplicando insulina regular se necessário

Repouso absoluto no leito Observar pulsos

distais/doppler 1º dia PO Dieta adequada Retirar acessos venosos Verificar ITB Programar alta

Alta

Prescrever analgésicos, antiagregante (clopidogrel 75mg/dia por 6 meses e AAS 200mg/dia indefinidamente), estatina e medicação de uso corrente. Seguimento ambulatorial

Primeiro retorno – 30 dias

Observar sinais/sintomas neurológicos Observar pulsos e perfusão de MMII Solicitar US 6 meses após o

procedimento. Retorno 6 meses

Idem ao primeiro retorno Verificar US

Solicitar novo US para 1 ano PO. Retorno 1 ano

Idem ao primeiro retorno Verificar US

ANGIOPLASTIA RENAL

Preparo ambulatorial Observação clínica arterial Confirmar indicação de intervenção.

Verificar exames de imagem

(arteriografia/tomografia/angiorressonância/US) Verificar ITB Solicitar exames pré-operatórios: eletrólitos, uréia e creatinina, hemograma completo, INR, TTPA, lipidograma, RX de tórax e ECG se necessário Solicitar US de carótidas de sopro carotídeo ou história de AVC/AIT

Internação

Verificar preparo ambulatorial (observação clínica, ITB, exames pré-op) Verificar arteriografia/tomografia/angiorresonância

Verificar/solicitar exames pré-operatórios (Se não disponíveis ou realizados há mais de 6 meses)

Prescrever medicação de uso habitual

Não é necessário suspender AAS. Verificar uso de anticoagulante oral Solicitar material junto ao setor responsável

Pré-Operatório Véspera

Jejum apartir das 0:00h

Soro glico-fisiológico 5% EV a 30 gts/min a partir das 6:00h

Obs: Se paciente diabético, prescrever soro glico-fisiológico 5% a partir das 0:00h

Lorazepam 2mg às 22h se necessário

Esquema de desensibilização para contraste iodado: Hidrocortisona 1 amp 500mg EV Ranitidina 1 amp 50mg/2ml EV

Dexclorfeniramina 1 amp 5mg/1ml IM ou EV 1h antes do procedimento

Esquema de proteção renal para contraste iodado (ver tópico específico) Iniciar clopidogrel 300 mg no dia do procedimento e 75 mg VO 1x/dia nos dias subseqüentes.

Manter anti-hipertensivos de uso habitual. Verificar avaliação da cardiologia. Se diabético, suspender hipoglicemiantes orais e insulina NPH e iniciar glicosimetria a cada 6h, aplicando insulina regular se necessário.

Solicitar tipagem sanguínea e contra-prova. Pós-Operatório

PO Imediato Dieta adequada Hidratação EV adequada

Analgesia VO com dipirona se necessário

Se diabético, manter glicosimetria a cada 6h, aplicando insulina regular se necessário

Repouso absoluto no leito Observar pulsos

distais/Doppler

Solicitar uréia e creatinina para o dia seguinte

Solicitar retirada do introdutor ao R2 da cirurgia de plantão 1º dia PO

Dieta adequada Retirar acessos

venosos Verificar uréia e creatinina Programar alta

Alta

Prescrever analgésicos, antiagregante (clopidogrel 75mg/dia por 6 meses e AAS 200mg/dia indefinidamente) e medicação de uso corrente.

Solicitar uréia e creatinina para o retorno. Solicitar controle pressórico ambulatorial.

Seguimento ambulatorial Primeiro retorno – 30 dias

Anotar medicação utilizada para controle da PA Conferir controle pressórico

ambulatorial Verificar uréia e creatinina Solicitar US 6 meses após o procedimento. Retorno 6 meses

Idem ao primeiro retorno Verificar US

Solicitar novo US para 1 ano PO. Retorno 1 ano

Idem ao primeiro retorno Verificar US

Retorno anual para reavaliação

COLOCAÇÃO DE FILTRO DE VEIA CAVA

Preparo ambulatorial Confirmar indicação clínica

Verificar exames de imagem (US)–Ver calibre e perviedade das veias cava e ilíacas Solicitar exames pré-operatórios: eletrólitos, uréia e creatinina, hemograma completo, INR, TTPA, lipidograma, RX de tórax e ECG se necessário.

Internação

Verificar preparo ambulatorial

Verificar/solicitar exames pré-operatórios (Se não disponíveis ou realizados há mais de 6 meses)

Prescrever medicação de uso habitual

Não é necessário suspender AAS e anticoagulante oral. Solicitar material junto ao setor responsável.

Pré-Operatório Véspera

Jejum apartir das 0:00h

Soro glico-fisiológico 5% EV a 30 gts/min a partir das 6:00h

Obs: Se paciente diabético, prescrever soro glico-fisiológico 5% a partir das 0:00h

Lorazepam 2mg às 22h se necessário

Esquema de desensibilização para contraste iodado: Hidrocortisona 1 amp 500mg EV Ranitidina 1 amp 50mg/2ml EV

Dexclorfeniramina 1 amp 5mg/1ml IM ou EV 1h antes do procedimento

Esquema de proteção renal para contraste iodado (ver tópico específico) Manter anti-hipertensivos de uso habitual.

Se diabético, suspender hipoglicemiantes orais e insulina NPH e iniciar glicosimetria a cada 6h, aplicando insulina regular se necessário. Solicitar tipagem sanguínea e contra-prova.

Pós-Operatório PO Imediato Dieta adequada Hidratação EV adequada

Analgesia VO com dipirona se necessário

Se diabético, manter glicosimetria a cada 6h, aplicando insulina regular se necessário

Repouso absoluto no leito Solicitar/verificar RX simples abdome

1º dia PO Dieta adequada

Retirar acessos venosos Programar alta

Alta

Prescrever medicação de uso corrente. Manter anticoagulação oral se indicado. Solicitar RX simples abdome para o retorno.

Seguimento ambulatorial Primeiro retorno – 30 dias

Observar estado geral evolução da TVP – vide protocolo TVP Verificar RX abdome

Solicitar novo RX simple de abdome ultrasson para 6 meses. Retorno 6 meses

Idem ao primeiro retorno Verificar RX

Solicitar US abdome para 1 ano PO. Retorno 1 ano

Idem ao primeiro retorno Verificar RX e US

Retorno anual para reavaliação

Outros

ANTICOAGULAÇÃO

Contra-indicações da anticoagulação Absolutas

Sangramento ativo

Distúrbio de coagulação grave ou PLQ < 20000/mm3

Neurocirurgia, cirurgia oftalmológica ou hemorragia intracraniana nos últimos 10 dias

Relativas

Distúrbio de coagulação leve-moderado ou trombocitopenia Metástases cerebrais Trauma recente

Cirurgia abdominal nos últimos 2 dias

Hemorragia digestiva ou hematúria nos últimos 14 dias Endocardite

Crise hipertensiva (PAS>200 mmHg, PAD> 120)

Esquema 1. Heparinização plena endovenosa (Raschke)

-Solicitar TTPA, TP/INR e plaquetas controle

-Dose ataque: Heparina sódica - Bolus 80 UI/Kg EV (ex: adulto 70 kg = 5000 UI)

-Manutenção: Infusão contínua em BIC 18 UI/Kg/h EV (ex: adulto 70 kg = SG 5% 250 ml + 10000 UI heparina sódica em 8h)

-Solicitar TTPA 6h após iniciar e ajustar dose de manutenção conforme tabela abaixo

-Solicitar TTPA a cada 6h nas primeiras 24h ou até controlar. Após controle, TTPA 1x/dia

-Solicitar plaquetas a cada dois dias (trombocitopenia induzida por heparina) Ratio(TTPA) Dose (UI/Kg/h) Adiciona r < 1,2 +4 80 UI/Kg 1,2-1,5 +2 40 UI/Kg 1,5-2,3 0 0 2,3-3,0 -2 0 >3 -3 Parar 1h

Esquema 2. Heparinização plena subcutânea A. Heparina não fracionada

-Dose ataque: Heparina sódica – Bolus 80 UI/Kg EV -Manutenção: Heparina sódica - 250 UI /Kg 12/12h SC

-Colher TTPA diariamente – Ajustar dose de heparina visando TTPA 1,5 a 2,5

-Solicitar plaquetas a cada dois dias.

B. Heparina fracionada

Droga Nome

Comerci al

Via Dose única diária 2 vezes ao dia

Enoxaparina Clexane SC 1,5 mg/Kg 1 mg/Kg Dalteparina Fragmin SC 200 UI/Kg 100 UI/Kg Nadroparin Fraxiparina SC 171 UI/Kg 85 UI/Kg -Não são necessários controles laboratoriais

-Solicitar plaquetas no 3o e 5o dias. Anticoagulação oral

-Droga: warfarina 5mg

- Somente iniciar warfarina quando paciente estiver em heparinização plena

-Ajustar dose warfarina ( meio ou 1 cp) visando atingir INR alvo:

- Quando atingir INR alvo = Alta com retorno em 15 dias com pedido de novo TP/INR

Reversão da Heparina -Droga: Protamina -Dose:

-1 mg de Sulfato de Protamina reverte 100UI de Heparina -Neutralizar metade da dose de heparina da última hora -Correr em 20 min em SG 5% (risco de hipotensão)

Protocolo de Uso da medicação Rivaroxabana:

o Profilaxia do tromboembolismo venoso com Rivaroxabana (Artroplastia total de quadril, Artroplastia total de joelho) = Posologia: Cirurgias ortopédicas de grande porte na dose de 10mg (1cp)/ dia durante todo o período perioperatório.(tempo médio de internação de 3 dias).

o Anticoagulação plena com Rivaroxabana (Trombose venosa profunda por qualquer causa. Embolia pulmonar por qualquer causa, Anticoagulação para prevenção de tromboembolismo em pacientes com fibrilação atrial de causa não valvar) = Posologia: 15mg (1 cp) /12/12h vo por 21 dias e após 20 mg (1cp) dia após os vinte e um primeiros dias iniciais de dose maior.

o OBS: o tempo de internação dependerá das condições clinicas do paciente.

D1 2 cp D2 1 cp

D3 1cp - solicitar TP/INR

Tromboembolismo venoso INR 2-3 Prótese valvar cardíaca INR 3-4

o Com esta medicação os pacientes não necessitarão permanecer internados, exclusivamente para acerto de dose do anticoagulante. o O uso desta medicação esta restrito a aqueles pacientes com bom

funcionamento do sistema gastro intestinal.

TROMBÓLISE

Contra-indicações do uso de trombolíticos Absolutas

Acidente vascular cerebral hemorrágico recente (2 meses) Sangramento ativo

Sangramento gastrointestinal recente (10 dias) Neurocirurgia recente (3 meses)

Trauma crânio-encefálico recente (3 meses) Relativas

Ressuscitação cardiopulmonar recente (10 dias) Cirurgia ou trauma recente (10 dias)

Hipertensão arterial descontrolada (PAS > 180 mmHg ou PAD >110 mmHg) Punção de vaso incompressível

Tumor intracraniano Cirurgia ocular recente

Menores

Insuficiência hepática, especialmente com coagulopatia Endocardite bacteriana Gravidez

Retinopatia diabética proliferativa ativa

Esquema Droga Dose

Infusão em etapas

estreptoquinas e

 1.000–3.000 UI cada 2, 3, 5–15 min Infusão contínua estreptoquinas

e rt-PA

 5.000 -10.000 UI/h  0,5 mg/h

Bolus intratrombo estreptoquina

se rt-PA

 120.000 – 250.000 UI bolus seguido do esquema de infusão contínua

 3 bolus de 5 mg (com 5-10 min de intervalo), seguido do esquema de infusão contínua Infusão

forçada periódica (pulse spray)

rt-PA  Solução 0,5 mg/ml – Injetar 0,2 ml a cada 30 segundos por 20 minutos e a partir de então a cada 60 segundos Intraoperatória estreptoquinas

e

rt-PA

infusão durante 30 min

 3 bolus de 5 mg (com 5-10 min de intervalo)

Observações

Escolher local de acesso distante do local da infusão do trombolítico Tentar transpor a lesão com guia hidrofílico

Se rt-PA utilizado, manter heparinização plena endovenosa (ver Anticoagulação)

Se estreptoquinase utilizada não é necessário heparinização Monitorar durante a infusão:

-TTPA (ver Anticoagulação) -Fibrinogênio

Manter entre 200-400 mg/dL

Se 100-200mg/dL = reduzir pela metade dose de trombolítico Se <100 mg/dL = suspender tratamento -Pressão arterial

Evitar hipertensão -Sangramentos

Obter controle arteriográfico após 12 horas de tratamento -Dissolução do trombo = suspender tratamento

-Dissolução parcial = manter tratamento por mais 12 horas e reavaliar Ao final do tratamento, tratar a lesão arterial de base se possível

(angioplastia / stent)

PROTEÇÃO RENAL PARA CONTRASTE IODADO

Orientações

Se paciente com insuficiência renal crônica de base, solicitar avaliação da Nefrologia

Pré-Operatório Véspera

Suspender glibenclamida, metformina e diuréticos. Hidratação com SF 0,9% EV 1 ml/Kg/h

Obs: Se paciente diabético, prescrever soro

glico-fisiológico 5% N-acetil-cisteína (Fluimucil) 1200 mg VO 12x12h (4 ampolas VO)

Pós-Operatório

Manter Hidratação com SF 0,9% EV 1 ml/Kg/h

N-acetil-cisteína (Fluimucil ampola) 1200 mg VO 12x12h por 24h Solicitar uréia e creatinina a cada 2 dias

PROFILAXIA PARA TVP

Pacientes Cirúrgicos

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