O quadro 5 é um quadro síntese dos parâmetros observados em cada exemplo:
Quadro 5: Quadro síntese dos parâmetros observados no Residencial Taroni e nos Residenciais Zé Keti e Ismael Silva Parâmetros Empreendimento Déficit Habitacional Inadequação de Domicílios Provisão de Terreno Residencial Taroni Ônus excessivo com aluguel urbano Carência de serviços de infraestrutura Compra pelo Desenvolvedor Privado Residencial Zé Keti e Residencial Ismael Silva Habitação Precária Ausência de
Banheiro Exclusivo Doação do Estado
Elaboração da autora
Como citado anteriormente, nos exemplos escolhidos foram discutidos parâmetros relacionados ao déficit habitacional, à inadequação de domicílios e à forma de provisão de terrenos, sendo, nesse último aspecto, observada a oferta de transportes como trem, metrô, BRT e ônibus comum na região deles, dentro dos limites estabelecidos pela autora.
No caso dos parâmetros verificados relacionados ao déficit habitacional, tanto o ônus excessivo com aluguel urbano quanto a habitação precária estavam sendo, de certa forma, atendidos pelo programa. No caso do Residencial Taroni, observou-se que havia situação na qual a moradora deixara de ter ônus excessivo com aluguel ao ser contemplada pelo PMCMV, no entanto, por ser desempregada, a despesa com habitação (sem considerar o pagamento de contas de serviços como água, energia elétrica, etc) ainda seria alta, maior que 30% de sua renda mensal. Esse cenário permite supor possíveis contextos de inadimplência no pagamento do financiamento ou dificuldades em arcar com outras despesas básicas, gerando dificuldades sociais e financeiras. Já com relação à habitação precária, identificou-se o atendimento a algumas famílias que foram alocadas nos Residenciais Zé Keti e Ismael Silva, porém, a falta de informações sobre o estado de alguns domicílios não permitiu que a autora pudesse generalizá-los como habitação precária. Pôde-se apenas considerar que, se muitas famílias foram reassentadas, pode ter sido por suas habitações não atenderem requisitos mínimos, como a falta de paredes e condições de insalubridade que
53 caracterizam domicílios rústicos, por exemplo. Ainda sobre essa circunstância, vale evidenciar que a autora não conseguiu identificar nem obter informações suficientes sobre se as habitações em áreas de risco são consideradas no cálculo do déficit habitacional pela metodologia da FJP, deixando em aberto esse tópico para novas pesquisas.
Já na análise dos parâmetros relacionados à inadequação de domicílios, apurou-se que toda a infraestrutura necessária para apurou-se evitar a carência de apurou-serviços de infraestrutura foi proporcionada ao Residencial Taroni e que o componente de ausência de banheiro exclusivo não era uma deficiência nos residenciais Zé Keti e Ismael Silva. Entretanto, foram levantados pontos sobre os projetos de empreendimentos do PMCMV, pois, no caso de serviços de infraestrutura do Residencial Taroni, ainda haviam questões que prejudicavam a qualidade de vida dos residentes. Como “A inadequação de domicílios, por sua vez, não está relacionada ao dimensionamento do estoque de moradias, mas sim às especificidades dos domicílios que prejudicam a qualidade de vida de seus moradores” (FJP, 2015, p.11), a autora levanta a crítica de que o PMCMV poderia especificar mais os projetos das unidades habitacionais, assim como do empreendimento como um todo, para evitar que contratempos como os verificados afetassem a qualidade de vida dos moradores. Vale destacar que, por não ter tantas especificações, a autora entende que muitas escolhas ficam abertas para decisão dos projetistas e da empresa construtora. Esses também poderiam ter encontrado opções de projetos que atendessem as questões sociais, como já ter implantado a ligação de água por apartamento ao em vez de ligação por bloco, como discutido no exemplo do Residencial Taroni.
Realizando uma comparação com relação às formas de provisão de terreno, identificou-se, no caso dos residenciais Zé Keti e Ismael Silva em que o terreno foi doado pelo Estado, a vantagem da parceria entre as diversas esferas do Governo, principalmente a importância da ação do governo local em fomentar localização com oferta de serviços urbanos como o transporte público. Era previsto, tanto no PMCMV 1 quanto no PMCMV 2, que fosse dada prioridade de atendimento a projetos que contemplassem doação de terreno pelos Estados. Conclui-se que, nesse caso, essa regra do programa possibilitou vantagens concretas para os moradores do Residencial Zé Keti e do Residencial Ismael Silva, com relação à oferta de transportes na região. Já no caso do Residencial Taroni, no qual o terreno foi adquirido por compra pelo desenvolvedor privado, observou-se menos opções e uma oferta de transportes não tão expressiva. A autora não encontrou maiores detalhes de como foi realizada essa compra, mas presume-se que o valor e a disponibilidade de terrenos seriam fatores
54 decisivos para os investidores na viabilização de projetos de habitação social. Assim, torna-se importante a intervenção do poder público, seja por meio de incentivos ou benefícios, para que a decisão sobre o terreno esteja integrada ao desenvolvimento urbano da cidade, com o intuito de que os moradores possam usufruir dos serviços urbanos e o investimento público nesses serviços possa ser utilizado da forma mais otimizada.
55
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Nesta pesquisa, buscou-se discutir sobre a provisão habitacional social no Brasil, sendo observado o Governo como principal agente dessa provisão. Ao pesquisar sobre a Política Nacional de Habitação (PNH), o Plano Nacional de Habitação (PlanHab) e, mais a fundo, o Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV), foi possível verificar o incentivo do Governo em solucionar o problema habitacional, envolvendo a inciativa privada e, em menor escala, as comunidades. No entanto, críticas a essas ferramentas públicas puderam ser observadas.
Como exposto no decorrer da pesquisa, alguns autores defenderam que há uma certa hierarquia entre política, plano e programa, sendo política a mais geral, o plano associado a ela e, por conseguinte, o programa associado ao plano. Entretanto, identificou-se que o programa – PMCMV – foi lançado antes mesmo da publicação do plano – PlanHab – para dar suporte ao setor privado no enfrentamento da crise econômica internacional da época. Esse fato demonstra uma possível inversão entre os principais objetivos do plano e do programa, uma vez que o plano tinha como foco principal enfrentar a questão habitacional, auxiliando a desenvolver a economia do país, enquanto que o programa surgiu, aparentemente, dando prioridade ao desenvolvimento econômico. Com isso, surgem dúvidas se o programa de provisão habitacional de maior escala do país, desde 2009, foi alinhado com o plano habitacional que deveria ter como base.
Com relação às vertentes habitacionais analisadas pela Fundação João Pinheiro (FJP), foi possível identificar que não só o déficit habitacional é uma questão a ser solucionada, como também a inadequação de domicílios. Como evidenciado no decorrer da pesquisa, o déficit habitacional está relacionado diretamente com a necessidade de construção de novas habitações, principal atividade do PMCMV. Além disso, foi possível verificar que os parâmetros relacionados ao déficit habitacional que foram analisados nos exemplos estariam sendo, de certa forma, combatidos pelo programa.
A inadequação de domicílios é um tópico tão importante quanto, pois está diretamente relacionado à qualidade de vida dos moradores. No início desta pesquisa, foi apresentado que o conceito de habitação evoluiu da ideia de abrigo para um espaço em que são realizadas atividades primárias, sendo necessário constituir um ambiente confortável, seguro e salubre. Assim, a inadequação de domicílios considera componentes que a autora entende que deveriam ser básicos em uma habitação, como
56 banheiro exclusivo e serviços de infraestrutura de água, energia elétrica, esgotamento sanitário e coleta de lixo, por exemplo. No decorrer da pesquisa, verificou-se que as unidades habitacionais do PMCMV não seriam enquadradas como inadequadas com relação aos parâmetros observados nos exemplos, mas que esse programa talvez não seria o ideal no enfrentamento dessa questão habitacional. A autora entende que outras políticas, planos e programas deveriam ser desenhados para combater a inadequação de domicílios, focados mais na melhoria de habitações inadequadas ao invés de focar na construção de novas.
Além disso, foi apresentado, no início desta pesquisa, que alguns autores defendiam a ideia de que o conceito de habitação urbana também abrange estar integrada ao entorno, aos serviços urbanos, por exemplo. Com isso, foram verificadas formas diferentes de provisão de terreno do PMCMV e analisada a oferta de transporte público na região desses terrenos. Observou-se, assim, que quando há a intervenção do poder público, os projetos de habitação social podem ser mais integrados ao planejamento urbano da cidade relacionado ao serviço urbano de transportes, pois, presumiu-se que o intenso crescimento dos centros urbanos diminui a disponibilidade de terrenos ou inviabiliza financeiramente projetos para habitação social cujo terreno deve ser adquirido pelos desenvolvedores privados sem auxílio público. Portanto, como na discussão sobre a inadequação de domicílios, a autora entende que é interessante o delineamento de políticas, planos e programas que priorizem outras formas de enfrentamento da questão habitacional além das voltadas para a construção de novas habitações. Ferramentas públicas com foco em reformas e revitalizações de prédios antigos ou abandonados, localizados em regiões centrais, e somados com locação social desses imóveis, por exemplo, poderiam auxiliar nas questões habitacionais além de otimizar o investimento público em serviços urbanos.
Analisando de uma forma geral o Programa Minha Casa Minha Vida, é válido enfatizar que houve dificuldade em encontrar informações mais detalhadas sobre alguns aspectos do programa e sobre os projetos que foram financiados com seus recursos. Um programa dessa proporção deveria tornar sua documentação mais acessível para possibilitar a discussão e análise de pesquisadores sobre o tema, além de ser direito da população ter acesso aos detalhes de um programa cujo investimento é público. Soma-se a isso, a necessidade de Soma-ser avaliado com relação à sua viabilidade financeira, analisando-se a quantidade de recursos comprometidos e a população atendida. Entende-se que também seria importante o monitoramento frequente e transparente, tanto com relação à operação do programa quanto com relação ao desempenho dos empreendimentos que foram contemplados com seus recursos. Outro ponto essencial
57 é o alinhamento entre as esferas de governo para que as decisões de uma não interfiram nas ações de outra e que, de preferência, essas ações se complementem.
Em resumo, a forma de provisão habitacional no Brasil, desde 2009, aparentou estar concentrada em um mercado de construção de novas moradias. Entretanto, como defendido por Abiko (1995) e apresentado no início da pesquisa, a habitação popular não deve ser enxergada apenas como um produto, mas sim, como um processo que também está relacionado com questões políticas, sociais, econômicas, dentre outras, como inclusive foi visto no decorrer da pesquisa. Portanto, a forma de provisão habitacional pode e deve ser diversificada para ser possível enfrentar todas as diferentes questões relacionadas à habitação. Vale lembrar que ela não é apenas uma necessidade, mas também, é um direito social.
Como recomendação para futuros trabalhos, a autora aconselha pesquisas que continuem buscando avaliar qualitativa e quantitativamente o PMCMV. Além disso, trabalhos que tenham foco em discutir como é feita a alocação dos beneficiários do programa, verificando a distância da antiga moradia para o empreendimento do PMCMV escolhido e suas consequências para os beneficiários e para os gastos públicos com serviços e equipamentos urbanos. Além disso, no decorrer da pesquisa, a autora observou autores defendendo a ideia de Locação Social e acredita ser interessante uma pesquisa comparativa entre o PMCMV e um programa baseado em Locação Social, analisando-se parâmetros do déficit habitacional, inadequação de domicílios e formas de provisão de terreno. Outra sugestão seria com relação à pesquisas que tivessem como foco a avaliação de metodologias para monitoramento.
58
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ABIKO, A. K. Introdução à Gestão Habitacional. São Paulo: EPUSP, 1995. Disponível em: <http://www.pcc.poli.usp.br/files/text/publications/TT_00012.pdf> Acesso em: 13 mai. 2016
AZEVEDO, S. de. Vinte e dois anos de política de habitação popular (1964-1986): criação, trajetória e extinção do BNH. Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro, v.4, n.22, p.107-119, out./dez. 1988. Disponível em: <http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/rap/article/viewFile/9391/8458> Acesso em: 22 mai. 2016
BALBIM, R.; KRAUSE, C. Produção social da moradia: um olhar sobre o planejamento da Habitação de Interesse Social no Brasil. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e
Regionais, v.16, n.1, p. 189-201, maio 2014. Disponível em:
<http://unuhospedagem.com.br/revista/rbeur/index.php/rbeur/article/viewFile/4905/463 0> Acesso em: 19 mai. 2016
BALBIM, R.; KRAUSE, C.; LIMA NETO, V.C. Para além do Minha Casa Minha Vida:
Uma política de Habitação de Interesse Social? Rio de Janeiro: IPEA, 2015. Texto
para discussão 2116 / Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Disponível em: <http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/TDs/td_2116.pdf> Acesso em: 09 jul. 2016
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm> Acesso em: 26 mai. 2016
BRASIL. Plano Nacional de Habitação. Brasília: Ministério das Cidades / Secretaria
Nacional de Habitação, 2009a. Disponível em:
<http://www.sst.sc.gov.br/arquivos/id_submenu/230/publiicacao_planhab_capa.pdf> Acesso em: 13 mai. 2016
BRASIL. Lei nº 11.977, de 7 de julho de 2009. Brasília, 2009b. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l11977.htm> Acesso em: 14 jun. de 2016
BRASIL. Lei nº 12.424, de 16 de junho de 2011. Brasília, 2011. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12424.htm> Acesso em: 14 jun. 2016
BRASIL. Lei nº 6.766, de 19 de dezembro de 1979. Brasília, 1979. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L6766.htm> Acesso em: 19 set. 2016
BONDUKI, N. G. Origens da habitação social no Brasil: arquitetura moderna, lei do
59 BONDUKI, N. Do Projeto Moradia ao Programa Minha Casa, Minha Vida. Teoria e
Debate. n. 82, p. 08-14, maio/junho 2009. Disponível em:
<http://novo.fpabramo.org.br/uploads/TD82-Nacional.pdf> Acesso em: 14 jun. 2016 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (CEF). Minha Casa Minha Vida. Moradia para as
famílias. Renda para os trabalhadores. Desenvolvimento para o Brasil. [2009?]
Disponível em: <http://www.sinduscon-rio.com.br/mcmv/CARTILHADACAIXA.pdf> Acesso em: 14 jun. 2016
DANIELS, R.; MULLEY, C. Explaining walking distance to public transport: The dominance of public transport supply. The Journal of Transport and Land Use.
Sydney, v.6, n.2, p. 5-20, 2013. Disponível em:
<https://www.jtlu.org/index.php/jtlu/article/viewFile/308/338> Acesso em: 06 set. 2016 FUNDAÇÃO JOÃO PINHEIRO (FJP). Centro de Estatística e Informações. Déficit
Habitacional no Brasil 2011-2012. Belo Horizonte, 2015. Disponível em:
<http://www.fjp.mg.gov.br/index.php/docman/cei/559-deficit-habitacional-2011-2012/file> Acesso em: 13 mai. 2016
KRAUSE, C.; BALBIM, R.; LIMA NETO, V.C. Minha Casa Minha Vida, nosso
crescimento: Onde fica a política habitacional? Rio de Janeiro: IPEA, 2013. Texto
para discussão 1853 / Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Disponível em: <http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/TDs/td_1853.pdf> Acesso em: 09 jul. 2016
MINISTÉRIO DAS CIDADES. Programas e Ações do Ministério das Cidades. [2011?] <http://www.cidades.gov.br/images/stories/ArquivosCidades/ArquivosPDF/CartilhaPA MCID.pdf>. Acesso em: 05 jul. 2016
MORSE, R. Formação histórica de São Paulo. São Paulo: Difel, 1970.
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Prestação de Contas da Presidenta da República.
Atuação do Poder Executivo Federal. Relatório do Controle Interno. Balanço Geral
da União 2015. Brasília, 2016. Disponível em:
<http://www.cgu.gov.br/assuntos/auditoria-e-fiscalizacao/avaliacao-da-gestao-dos-
administradores/prestacao-de-contas-do-presidente-da-republica/arquivos/2016/pcpr2015.pdf/view> Acesso em: 09 jul. 2016
RIBEIRO, L.C. de Q. Dos cortiços aos condomínios fechados: as formas de
produção da moradia na cidade do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1997
ROLNIK, R. et al. Como produzir moradia bem localizada com os recursos do
Programa Minha Casa Minha Vida? Implementando os instrumentos do Estatuto da Cidade! Ministério das Cidades, IPPUR-UFRJ - Instituto de Pesquisa e Planejamento
Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, [2009?]. Disponível em: <http://www.fau.usp.br/cursos/graduacao/arq_urbanismo/disciplinas/aup0535/Anos_An teriores/Cartilha_-_Minha_Casa_Minha_Vida.pdf> Acesso em: 14 jun. 2016
60 SERPA, C. B. Limites e Possibilidades de uma Política Fundiária no Estado
Capitalista – Política de Terras do BNH. Rio de Janeiro: Dissertação de mestrado. Rio
de Janeiro: IPPUR-UFRJ, 1988.
TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO (TCU). Relatório e Parecer prévio sobre as
Contas do Governo da República. Exercício 2009. Brasília, 2010. Disponível em:
<http://www.cgu.gov.br/assuntos/auditoria-e-fiscalizacao/avaliacao-da-gestao-dos-
administradores/prestacao-de-contas-do-presidente-da-republica/arquivos/2009/rpp2009.pdf/view> Acesso em: 14 jun. 2016
TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO (TCU). Relatório e Parecer prévio sobre as
Contas do Governo da República. Exercício de 2011. Brasília, 2012. Disponível em:
<http://www.cgu.gov.br/assuntos/auditoria-e-fiscalizacao/avaliacao-da-gestao-dos-
administradores/prestacao-de-contas-do-presidente-da-republica/arquivos/2011/rpp2011.pdf/view> Acesso em: 14 jun. 2016
TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO (TCU). Relatório e Parecer prévio sobre as
Contas do Governo da República. Exercício de 2012. Brasília, 2013. Disponível em:
<http://www.cgu.gov.br/assuntos/auditoria-e-fiscalizacao/avaliacao-da-gestao-dos- administradores/prestacao-de-contas-do-presidente-da-republica/arquivos/2012-1/rpp2012.pdf/view> Acesso em: 14 jun. 2016
TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO (TCU). Relatório e Parecer prévio sobre as
Contas do Governo da República. Exercício de 2013. Brasília, 2014. Disponível em:
<http://www.cgu.gov.br/assuntos/auditoria-e-fiscalizacao/avaliacao-da-gestao-dos-
administradores/prestacao-de-contas-do-presidente-da-republica/arquivos/2013/rpp2013.pdf/view> Acesso em: 14 jun. 2016
TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO (TCU). Relatório e Parecer prévio sobre as
Contas do Governo da República. Exercício de 2014. Brasília, 2016. Disponível em:
<http://portal.tcu.gov.br/lumis/portal/file/fileDownload.jsp?fileId=8A8182A1555B6CBB0 1557EA0DF4F27B5&inline=1> Acesso em: 10 jul. 2016
UN-HABITAT. Scaling-up Affordable Housing Supply In Brazil: The ´My House My
Life´ Programme. Nairobi, 2013. United Nations Human Settlements Programme.
Disponível em: <http://unhabitat.org/scaling-up-affordable-housing-supply-in-brazil/> Acesso em: 24 mai. 2016
61
SITES CONSULTADOS
Google Maps. Disponível em: <https://www.google.com.br/maps> Acesso entre 01 ago.
e 20 ago. 2016
<http://www.caixa.gov.br/Downloads/caixa-acesso-informacao/pmcmv_faixa1_empreendimentos_construtoras.pdf> Acesso em: 19 jul. 2016
<http://www.cidades.gov.br/habitacao-cidades/programa-minha-casa-minha-vida-pmcmv> Acesso em: 14 jun. 2016 (2016a)
<http://www.cidades.gov.br/habitacao-cidades/programa-minha-casa-minha-vida-pmcmv/o-que-e> Acesso em: 14 jun. 2016 (2016b)
<http://www.cidades.gov.br/habitacao-cidades/programa-minha-casa-minha-vida-pmcmv/modalidades> Acesso em: 29 jun. 2016 (2016c)
<http://www.cidades.gov.br/component/content/article?id=4323> Acesso em: 10 jul. 2016 (2016d)
<http://www.brasil.gov.br/infraestrutura/2016/03/minha-casa-minha-vida-chega-a-3a-fase-com-2-milhoes-de-novas-moradias-ate-2018> Acesso em: 10 jul. 2016
<http://www.brtrio.com/estacoes> Acesso em: 18 ago. 2016
<http://doweb.rio.rj.gov.br/ler_pdf.php?edi_id=1614&page=135> Acesso em: 02 ago. 2016
<http://www.emccamp.com.br/imoveis-entregues> Acesso em: 18 ago. 2016 (2016a) <http://www.emccamp.com.br/noticias/institucional-emccamp/um-lugar-para-chamar-de-seu> Acesso em: 18 ago. 2016 (2016b)
<http://www.fozaguas5.com.br/alguma-duvida/> Acesso em: 18 ago. 2016
<https://www.metrorio.com.br/VadeMetro/Mapas> Acesso em: 18 ago. 2016 (2016a) <https://www.metrorio.com.br/Content/imagens/mapas/mapa-cartografico.pdf> Acesso em: 02 ago. 2016 (2016b)
<http://www.minhacasaminhavida.gov.br/resultados-do-programa.html> Acesso em: 05