Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens. — colossenses 3:23
é
incrível a versatilidade e produtividade da vida de Arias Soares.Poucas pessoas se desdobraram em tantos papeis e funções. Vale destacar que em cada frente de atuação sempre manifestou zelo e primor pela qualidade e cuidado com as pessoas.
De modo breve, apresento logo a seguir as inúmeras entidades nas quais ele esteve envolvido como contratado, comissionado ou prestador de serviço, além de algumas outras atividades.
Percorre longa trajetória como educador, tendo atuado em diversas escolas públicas e particulares. Inteligência, paciência, desinibição e boa oratória são algumas qualidades que marcaram seu cotidiano como pro-fessor.
Em 1970, com apenas 20 anos, ele foi um dos professores fundadores da Escola Batista Paulo Sousa, organizada pela Primeira Igreja Batista de Imperatriz. Sua dedicação profissional e bom relacionamento com os de-mais membros do corpo docente foram decisivos para sua promoção ao cargo de diretor dessa unidade escolar.
“Foi um enorme privilégio e responsabilidade dirigir esta escola por dois anos, de 1971 a 1972, contribuindo para torná-la uma instituição reconhecida pela qualidade de ensino.” Rememora Arias Soares.
Em 1973, com sua ida para o Seminário Batista Teológico em Recife-PE, outra professora assumiu a direção da escola.
Em 1976, Arias Soares, enquanto seminarista, trabalhou como profes-sor em um Colégio municipal na cidade do Cabo de Santo Agostinho, em
Pernambuco. Essa atividade proporcionou-lhe renda fundamental para custear as mensalidades e para suas despesas pessoais, de modo que ele dispensou a bolsa estudantil que o Seminário lhe dava.
Sirvam aos seus senhores de boa vontade, como servindo ao Senhor, e não aos homens, porque vocês sabem que o Senhor recompensará cada um pelo bem que praticar, seja escravo, seja livre. — eFésIos 6:5-8
Ao retornar para o Maranhão, a partir de 1978, ele lecionou no Colégio Evangélico Ebenézer e na Escola Evangélica Cristã em Imperatriz.
Ao mudar-se para o Tocantins, em 1992, lecionou Português e História no Colégio Estadual de Cristalândia.
Ao chegar a Palmas, em maio de 1993, começou a dar aulas no Centro Educacional Martinho Lutero, vinculado à Universidade Luterana do Bra-sil/ULBRA, localizado na Avenida JK.
A cidade estava em obras; máquinas trabalhando na abertura de ruas e avenidas. Não existiam muitos comércios; era bastante difícil encontrar os itens básicos, e às vezes, quando encontrava, era tudo de um preço muito caro. As construções no centro da cidade começavam a se erguer.
Ele viu o crescimento do próprio Complexo Luterano que estava em suas primeiras construções. Enquanto dava aula de música, os operários es-tavam construindo a sala ao lado. O barulho da movimentação dos tra-balhadores, as ferramentas ligadas, a poeira, os mosquitos ... realmente só quem viveu aqueles dias sabe das adversidades e privações que ti-veram que vencer. Graças a Deus, Arias Soares, sua esposa Damares e filhos, tiveram fé e forças para sobrepor aquela falta de conforto inicial, permanecendo firmes, contribuindo como parte da primeira geração de moradores de Palmas!
Ele recorda-se daquele tempo em Palmas. Um período de muita poeira, calor e desafios.
foto ampliada e colorida na página 103
“Uma coisa que muito me marcou nesse período foi o aprendizado e exemplo que tive ao trabalhar junto com o Prof. Wolfgang Teske. Sua coragem, determinação e firmeza na instalação do Complexo da ULBRA, mesmo contra a vontade até mesmo de parte do poder público, foi algo que me marcou bastante. Eu continuo admirando-o muito”, relembra Arias Soares.
Em 1997, trabalhou como Coordenador Pedagógico no Colégio Novo Horizonte, no setor Aureny IV.
Em 1998, foi Orientador Educacional na Escola Pequeno Girassol, loca-lizada no centro de Palmas.
Entre os anos de 1999 e 2006, trabalhou como coordenador da Sessão Financeira da Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins.
Centro de Palmas no começo da década de 90
Diretoria Financeira da Assembleia Legislativa
foto ampliada e colorida na página 103
Em 2007, por três meses, foi Diretor do Colégio Batista de Palmas. Atu-ava também como palestrante na área de Inteligência Emocional e Qua-lidade de Vida, atendendo: empresas, órgãos públicos, colégios (nos esta-dos da Bahia, Goiás e Tocantins) e pessoas da comunidade.
Vale destacar que tamanha produtividade e realizações se devem ao apoio e amparo que ele encontra em sua esposa Damares Soares. Deus mantém o casal unido, nutrindo-lhes de amor, amizade e respeito mútuo, tornando-os exemplo como família cheia de graça e fé!
É melhor ter companhia do que estar sozinho, porque maior é a recompensa do trabalho de duas pessoas. Se um cair, o amigo pode ajudá-lo a levantar-se. Mas pobre do homem que cai e não tem quem o ajude a levantar-se! E, se dois dormirem juntos, vão manter-se aquecidos. Como, porém, manter-se aquecido sozinho? Um homem sozinho pode ser vencido, mas dois
conseguem defender-se. Um cordão de três dobras não se rompe com facilidade. — eclesIAstes 4:9-12
C A P Í t U l O 6
�AMÍLIA
Quem encontra uma esposa encontra algo excelente; recebeu uma bênção do Senhor. — PRoVéRbIos 18:22
A
história de formação de sua família é bem interessante e demons-tra a resposta de suas orações, pois Deus lhe encaminhou a mulher certa para ser sua companheira por toda vida!“Deus enviou-me a Damares de maneira muito especial, eu diria sobrenatural”, fala Arias Soares.
Damares Neiva havia terminado seu curso no Instituto Batista de Edu-cação Religiosa – IBER, sediado no Rio de Janeiro, no final de 1982.
Após passar pelos transmites de nomeação pela Junta de Missões Na-cionais, no início de 1983, ela parte para Carolina, sul do Maranhão, para trabalhar como professora no Instituto Batista daquela cidade.
Em julho do mesmo ano, Imperatriz foi sede de uma Assembleia-Geral da Convenção Batista de Tocantins (CBT), recebendo pastores, missioná-rios, diáconos e membros de várias igrejas do Maranhão e Tocantins.
Neste evento, Arias foi assistir a abertura da Assembleia da União Fe-minina e, no momento que viu a jovem Damares subindo ao palco da igreja para ser apresentada como uma das missionárias recém-chegadas ao campo, uma luz brilhou e disse ao amigo que estava ao lado: “Aquela bela moça eu vou conquistar!”
Ele ficou realmente encantado e não podia imaginar o que viria a seguir.
Arias tem voz grave e quando conversa ou prega pode ser ouvido a dis-tância. Por incrível que pareça, foi essa característica que funcionou como um fator catalizador de aproximação com aquela bela jovem que ele dese-java. No dia seguinte, enquanto falava com amigos, Damares, que estava em outro ambiente, ao ouvir seu vozeirão grave, pensou: “Vou conhecer o dono daquela voz”.
Ela caminhou em sua direção, contudo ele não reconheceu ser aquela a moça da noite anterior. Conversaram amigavelmente, trocaram de iden-tificação, falaram de temas comuns. A conversa sempre intercalada por sorrisos e sinais de empatia; logo notaram que tinham muito em comum;
ambos haviam estudado em seminários ligados à Convenção Batista Bra-sileira; tinham apreço pela obra missionária, eram de origem familiar do interior do país, tinham gostos e interesses parecidos etc.
Os dias se passavam, foram tornando-se mais chegados ... Faziam refei-ções juntos, sentavam-se próximos depois que ele regia o coral e os hinos congregacionais ... Aos poucos a afinidade mútua foi se fortalecendo.
Cada vez que se aproximavam os corações começavam a bater forte...
até que foram tomados por uma sensação estranha... O que era aquilo?
Que sentimento era aquele? Curiosidade?!? Empatia?!? Eles perceberam que era resposta de suas orações... O sentimento foi aumentando, aumen-tando... Não havia dúvidas: era amor à primeira vista!
Na última noite dos trabalhos convencionais, Arias, cheio de ousadia, convidou a jovem missionária para tomarem um sorvete. Imagina o que aconteceu? Enquanto degustavam a guloseima, ele levantou seu olhar, con-templou mais uma vez aquele lindo rosto, e cheio de ousadia perguntou-lhe:
“Estes dias, momentos que temos estado juntos, conversando, você teria coragem de casar-se comigo?”
Damares respondeu, categoricamente: “Sim!” Ao terminar aquele momento, ali aconteceu o primeiro beijo.
No dia seguinte, ela volta ao seu campo de trabalho em Carolina e atra-vés de telefonemas, algumas vezes na semana, os namorados se falavam.
Também mantinham contato por meio de cartas com longos questioná-rios que ela mandava pra ele responder. Assim, mesmo a distância, foram mantendo seus sentimentos avivados.
Estavam decididos a levar adiante aquele amor. Sentiam a certeza em seus corações, como um direcionamento do Espírito Santo. Dali em dian-te as etapas seguindian-tes foram bem rápidas.
Em setembro de 1983, Damares foi a Imperatriz para divulgar Missões Nacionais; em outubro os dois foram a Cristalândia, onde comunicou aos
sogros a bênção do noivado; em dezembro, Arias foi a Carolina buscar al-guns pertences de Damares. Decorridos seis meses de namoro e noivado, finalmente estava chegando o momento tão esperado.
Assim, no dia 7 de janeiro de 1984, às 20 horas, no Templo da Primeira Igreja Batista de Imperatriz, foi oficializada pelo Pr. João Paulo Ataíde a união do casal pelos eternos laços do amor, confessando diante de Deus, da Igreja e de todos os convidados, a viverem juntos até que a morte os separe. Veja a belíssima mensagem do convite de casamento:
“De um olhar e do ouvir uma voz, veio uma curiosidade; em seguida veio um encontro, outros... Depois vieram as longas conversas, uma forte simpatia, uma amizade sincera e
espontânea, os interesses comuns, a descoberta um do outro. A amizade cresceu, germinou e fez florescer o amor...”
Cerimônia realizada pelo Pastor João Paulo Ataíde
Ambos, Arias e Damares, como servos fiéis a Deus, pediam diariamente em suas orações para que o Senhor lhes en-caminhasse a pessoa certa, alguém que fosse seu par, a sua outra metade, que viesse para completar suas vidas por meio do amor santo e verdadeiro.
E eu farei o que vocês pedirem em meu nome, para que o Pai seja glorificado no Filho. O que vocês pedirem em meu nome, eu farei.
— João 14:13-14
Ali, naquele evento, cada um deles teve a sensação de ser a metade um do outro.
“Realmente a Damares não escolheu a mim nem eu a escolhi, mas Deus nos preparou um para outro e nos uniu. Ela não é somente uma mulher que vive ao meu lado, mas a esposa
que o Senhor colocou para que andemos juntos, em um sentimento de amizade, cumplicidade, respeito e muito amor”, diz Arias Soares.
Uma esposa exemplar; feliz quem a encontrar! É muito mais valiosa que os rubis. Seu marido tem plena confiança nela e nunca lhe falta coisa alguma. — PRoVéRbIos 31:10-11
Três meses após o casamento o casal teve uma experiência extraordi-nária. Eles acolheram a jovem Icleia Costa de Souza, que tinha perdido a mãe, em seguida uma tia que a acolheu em Imperatriz e, posteriormente, também perdeu sua futura cunhada, com quem residia até aquele mo-mento. A jovem havia ficado sem lar e o casal a recebeu em sua casa, de modo que ela se tornou uma filha do coração para Arias e Damares.
Icleia Costa está casada com Rholdan, é mãe de 3 filhos e tem uma neta.
Até hoje o relacionamento de Icleia e sua família com o casal é de muito amor e respeito; seus filhos chamam-lhe afetuosamente de “vovô Arias”.
“O amor que sinto pela Icleia e sua família é o mesmo de pai e avô”, diz Arias Soares.
Em junho de 1985, Arias e Damares foram agraciados por Deus com a chegada do primogênito André Gustavo Neiva Soares. Em 17 de agosto de 1986, a alegria dobrou com a chegada do segundo filho, Adriano Neiva Soares; em 03 de novembro de 1987, o Senhor coroou sua prole com a chegada de uma princesa, a caçula Lívia Neiva Soares. Como resultados destas bênçãos, hoje eles têm 3 lindas netas: Jasmine Martins Soares (12 anos), Anabelle Martins Soares (10 anos), Ana Flor Soares Prado (4 anos);
e um netinho: Pedro Soares Prado (3 anos).
Eis que os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão. Como flechas na mão de um homem poderoso, assim são os filhos da mocidade. — sAlmos 127:3-4
Em 1992, eles se mudaram para Cristalândia, onde residiam os sogros, que foram pioneiros nessa cidade formada na década de 1940, em razão dos diversos garimpos de cristal descobertos, atraindo levas de migrantes.
Ali, os pais de Damares se conheceram e constituíram família, permanecen-do até seus últimos dias como membros da Igreja Batista de Cristalândia.
Ao mudarem de Imperatriz, sua mãe dona Rosa Maria da Conceição, que já estava com 82 anos, ficou sob os cuidados da irmã Floriza Costa.
A anciã viveu até os 103 anos, quando partiu em março de 2013 para os braços do Senhor, deixando 3 filhos, dos 11 que tivera, 26 netos e 42 bis-netos e grande número de tribis-netos.
A cidade de Palmas estava com poucos anos de vida e seu rápido cres-cimento atraía inúmeras pessoas.
Em 1993, Arias e sua família compraram um terreno na Arso 41, bem perto da pista do antigo aeroporto, onde edificaram sua morada. Em Pal-mas, Deus abriu-lhe as portas para muitas conquistas e realizações. Em cada fase, esforço, trabalho, fé e gratidão se fizeram presentes na vida do casal. Souberam superar as dificuldades e obstáculos, sempre focados em Cristo, servindo de exemplo para muitos.
Durante a liderança do pastor Clécio Bezerra Nunes, aconteceu uma bela cerimônia na SIBAPA em comemoração aos seus 50 anos. Uma ca-ravana de amigos e familiares veio de Imperatriz para prestigiá-lo. Nesta data, 25 de agosto de 1999, seus amigos e irmãos de fé da SIBAPA pude-ram ouvir relatos e depoimentos acalorados e cheios de estima daqueles que tiveram o privilégio de conviver com Arias Soares do final da década de 60 ao começo dos anos 90, o que contribuiu ainda mais para aumentar o respeito e apreço por sua pessoa e família.
Arias Soares, sua mãe dona Rosa e sua irmã Liduina Costa
Arias e Damares Soares
“Sou esposo, pai, sogro e avô muito feliz pela família que constitui como um presente que Deus me concedeu”. Diz Arias Soares.
Sua família: André Gustavo Neiva Soares e sua esposa Keliciane Negreiros Soares;
Adriano Neiva Soares com suas duas filhas Jasmine Martins Soares e Anabelle Martins Soares; Lívia Neiva Soares Prado com seu esposo Tiago Sousa Prado e seus filhos Ana Flor Soares Prado e Pedro Soares Prado.
AlBúM DE fAMÍLIA
Sobrinha-filha Maria de Jesus Costa da Silva, que chegou para morar na casa da vovó Rosa Maria da Conceição, aos 10 anos, saindo para casar-se com Fernando Silva. São pais de Fernando Filho e Filipe Costa da Silva; sogros de duas noras e avós de 2 netos.
Família da Icléia Costa de Sousa, filha do coração que chegou à casa de Arias e Damares aos 18 anos, saindo aos 21 anos para casar-se com Roldan Henrique Pereira. Tem três filhos: Ben Rholdan de Sousa Pereira, casado com Monik Santana Pereira, pais de Laura Pereira; Rosana de Sousa Pereira e seu esposo Rholdan Sousa Rodrigues; e Ana Lourdes de Sousa Pereira.
Hamistelie e Marcelo Soares da Silva, família do coração, pais de Levi e Daniel.
“Quando o Levi nasceu, Marcelo um dia perguntou ao Arias no pátio da SIBAPA: “Arias, você aceitaria que o Levi lhe chamasse de vovô?” Imagina como ele ficou. Seu coração pulou de emoção! Ele diz amar estes irmãos como se fossem filhos e netos”.
Arilton e Ana Paula Soares Araújo e suas filhas Sabrina e Rafaela, família do coração.
“A Rafaela certo dia aproximou-se de mim e disse: ‘se minha mãe é sua filha, eu sou sua neta’... aquilo foi emocionante, sempre me sinto agraciado ao ouvi-la me chamar de vovô”, ressalta Arias Soares.
Em Palmas sugiram outras famílias do coração ...
O CASAl vIAJAntE
Descobri também que poder comer, beber e ser recompensado pelo seu trabalho é um presente de Deus. — eclesIAstes 3:13
O gosto por viagens e passeios sempre fez parte de sua vida. Arias So-ares, enquanto seminarista, viajou por quase todo o nosso grande Brasil, também teve oportunidade de conhecer outros países. Em 1977, foi à Ar-gentina e ao Paraguai, a serviço do Reino de Deus e em busca de lazer. E não parou por aí, até hoje continua a viajar. Conheceu o litoral, diversas capitais e outras cidades prlo Brasil a passeio ou exercendo o ministério.
Agora, depois de aposentado, juntamente com sua esposa Damares Neiva, familiares e amigos, têm aproveitado para viajar e conhecer um pouquinho do mundo.
Em outubro de 2015 o casal viajou para os Estados Unidos visitando as cidade de Miami, Orlando e Tampa. Em maio de 2017, o casal, filha, genro, netos e cia, estiveram na Europa, num grande tour por várias localidades.
Passou por algumas cidades da Itália, como Roma, Milão, Veneza e outras;
indo a Áustria, além de outras cidades estiveram em Salzburg, onde Arias Soares visitou o Museu do pianista e compositor Mozart...; estiveram na Alemanha, visitaram o castelo Asa de Águia, onde Hittler se refugiava,
Mu-Gramado
Em fevereiro de 2015, o casal esteve em Gramado (Rio Grande do Sul),
participando da Assembleia da Convenção Batista Brasileira.
nique, estiveram no Campo de Concentração de Dachal, na Alemanha; fo-ram à Suíça, além de outras cidades, visitafo-ram Interlaken, Zurique e Gene-bra, onde o genro trabalha quando vai a serviço; foram a Londres e a Paris.
Alpes, suiça tampa, estados unidos
París, torre eifel
londres, big bang
em frente a Allianz Arena, Alemanha
Família reunida, em frente ao palácio de bruckingham, em londres
Genebra, "cadeira com 3 pernas"
Vovó Damares com os netos, Pedro e Ana Flor, em milão, Itália
os avós de Pedro e Ana Flor:
Damares, Arias, nelcina e Wagner
na estrada gelada dos Alpes Austríacos Arias em Interlaken, suiça
Arias Soares completa 70 anos com muito vigor, paz, alegria, coração grato, de bem com Deus, consigo mesmo e com todos que o cercam. Tem sempre uma palavra amiga e carinhosa para aqueles que o buscam.
O seu Slogan é: “Amar a Deus em primeiro lugar, pelo que Ele é e faz; amar a si mesmo, como um homem que foi alcançado pela graça e vive sob as misericórdias de Deus; e ao próximo como a si mesmo, respeitando sua individualidade, seu jeito de ser e viver neste mundo”.
Já fui jovem e agora sou velho, mas nunca vi o justo
desamparado nem seus filhos mendigando o pão. — sAlmos 37:25
Os que estão plantados na casa do Senhor florescerão nos átrios do nosso Deus. Na velhice ainda darão frutos e serão viçosos e vigorosos. — sAlmos: 92.13-14
Natal, RN
Em janeiro de 2018, o casal esteve desfrutando de algumas praias de Natal (RN) e passando por outros estados do Nordeste.
Origem
cidade de Parnarama / pág 13
Origem Rosa maria, mãe / pág 14
Origem Viola, carpintaria / pág 17 Origem
casa da família soares / pág 16
Origem
Dorna, carpintaria / pág 17 Origem
cristaleira, carpintaria / pág 17
Origem Origem
engenho, carpintaria / pág 17
Origem
escola batista de Imperatriz / pág 21
Origem
Pastor João Paulo Ataíde e esposa neusa Ataíde / pág 24
fOrmaçãO acadêmica billy Graham no brasil / pág 39
fOrmaçãO acadêmica Pastor David mein / pág 38
atuaçãO ministerial
PIb do cabo de santo Agostinho / pág 41
fOrmaçãO acadêmica fOrmaçãO acadêmica
Primeira turma de formandos em Pedagogia / pág 40
atuaçãO ministerial Primeiro templo da sibapa / pág 46
atuaçãO ministerial Igreja batista da mangueira / pág 45 atuaçãO ministerial
coral com membros prioneiros na sibapa / pág 47
atuaçãO ministerial
templo da sibapa durante campanha 40 Dias de Propósitos / pág 48
atuaçãO ministerial atuaçãO ministerial
cerimônia de ordenação pastoral / pág 52
atuaçãO ministerial coral da PIb de Imperatriz / pág 59
atuaçãO ministerial etiane moura / pág 59
atuaçãO ministerial coral da sibapa / pág 60
atuaçãO ministerial
atuaçãO ministerial Pastor manfred Grellert / pág 69
atuaçãO ministerial
Primeira-dama de Imperatriz Zenira massoli Fiquene / pág 70
atuaçãO ministerial missionária norte-americana Ida murfin / pág 71
atuaçãO ministerial Formatura dos alunos do curso de engraxate / pág 72 atuaçãO ministerial
curso de eletricista Instalador Residencial / pág 1
trabalhO secular
construção do centro educacional martinho lutero / pág 76
trabalhO secular
Diretoria Financeira da Assembleia legislativa / pág 77
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