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P P RECEITOS RECEITOS EE TEMAS TEMAS PRINCIPAIS PRINCIPAIS Com

No documento Revista Guitarra Clássica n2 (páginas 40-45)

para os os equívocos equívocos.

2.3. P P RECEITOS RECEITOS EE TEMAS TEMAS PRINCIPAIS PRINCIPAIS Com

Com oo passarpassar dodo tempo,tempo, algunsalguns dosdos preceitospreceitos dede SorSor chegaramchegaram aa serser dede domíniodomínio popular,popular, parapara alguns

alguns dede origemorigem anónima,anónima, ee assumidosassumidos porpor umauma infinidadeinfinidade dede professoresprofessores queque lhelhe sucederam.sucederam. Mas,

Mas, emem parteparte graçasgraças aosaos seusseus esforços,esforços, oo estudoestudo dada guitarraguitarra actualactual abrangeabrange umauma grandegrande bagagem

bagagem dede conhecimentosconhecimentos teóricoteórico‐‐práticos,práticos, pelopelo queque merecemerece oo maismais altoalto respeitorespeito ee reconhecimento.

reconhecimento. Entre

Entre oo amploamplo lequeleque dede temastemas tocadostocados porpor SorSor nono seuseu MétodoMétodo encontramencontram‐‐se:se: 2.3.1.

2.3.1. ConstruçãoConstrução dede guitarras.guitarras. Oferece

Oferece soluçõessoluções alternativasalternativas ee nomeianomeia algunsalguns luthiersluthiers destacadosdestacados dada época,época, dandodando informação

informação dede grandegrande interesseinteresse práticoprático nana suasua épocaépoca ee históricohistórico hojehoje emem dia.dia. 2.3.2.

2.3.2. ColocaçãoColocação dodo instrumento.instrumento. Realiza

Realiza umauma propostaproposta dede comocomo deveriadeveria situarsituar‐‐sese aa guitarraguitarra emem relaçãorelação aoao executanteexecutante parapara optimizar

optimizar osos mecanismos,mecanismos, criandocriando umauma comparaçãocomparação artificiosaartificiosa comcom aa posturapostura habitualhabitual dosdos teclistas:

teclistas: umum pianistapianista sentasenta‐‐sese frentefrente aoao dódó centralcentral dodo pianopiano parapara dardar asas mesmasmesmas possibilidadespossibilidades de

de execuçãoexecução aa ambosambos osos braços;braços; aa partirpartir daí,daí, deduzdeduz queque aa metademetade dada cordacorda vibrantevibrante dada guitarraguitarra deveria

deveria ficarficar aoao meiomeio dodo corpo,corpo, semsem terter emem contaconta queque aa guitarraguitarra nãonão éé umum instrumentoinstrumento simétrico

simétrico comocomo oo pianopiano3737.. 2.3.3.

2.3.3. UsoUso dodo TripodisonTripodison.. Na

Na introduçãointrodução dada suasua FantasiaFantasia ElegíacaElegíaca Op.Op. 5959 (1836),(1836), declaradeclara queque oo TripéTripé dede AguadoAguado ouou Tripodisón

Tripodisón eraera aa melhormelhor soluçãosolução parapara aa colocaçãocolocação dada guitarraguitarra quando,quando, nono seuseu método,método, já já tinhatinha

35

35Carulli,Carulli, Ferdinando.Ferdinando.“Méthode“Méthode Complette” Complette” Op.Op. 27.27. Paris,Paris, ca.ca. 1811.1811.

36 36

Sor,

Sor, Fernando.Fernando. Op.Op. Cit.Cit. Pág.Pág. 79,79, notanota dede rodapé:rodapé: ““CertainsCertains duosduos dede Carulli Carulli  sont sont  dudu nombrenombre”.”. SorSor recomenda

recomenda osos duosduos dede CarulliCarulli apesarapesar dede rivalizarrivalizar comcom ele,ele, taltal comocomo destacadestaca PaulPaul Sparks:Sparks: “The“The wholewhole op.

op. 4848 isis seenseen toto bebe anan ironicironic comment comment  onon thethe “easy” “easy”  guitar guitar  musicmusic that that  waswas beingbeing  produced  produced  by by  rival rival  Parisian

Parisian teacher teacher ‐‐composerscomposers suchsuch asas Carulli”.Carulli”. Op.Op. citcit.. Sparks,Sparks, PaulPaul , , enen Gásser,Gásser, Luis.Luis. ““TheThe guitar guitar variationsvariations of 

of FernandoFernando Sor”.Sor”. PágPág 441441..

37 37

Se

Se taltal teoriateoria sese aplicasseaplicasse aoao violino,violino, oo resultadoresultado seriaseria umauma posiçãoposição talveztalvez similarsimilar dodo kemanchákemanchá,, oo kemenche

kemenche dada ÁsiaÁsia Menor,Menor, instrumentoinstrumento dede cordacorda friccionadafriccionada dodo tamanhotamanho dede umum pequenopequeno violino,violino, queque sese toca

toca apoiadoapoiado sobresobre aa pernaperna esquerda,esquerda, posturapostura queque sese adaptaadapta aoao estiloestilo ee àsàs necessidadesnecessidades técnicastécnicas dada música

explicitado

explicitado aa suasua experimentaçãoexperimentação comcom umauma mesamesa parapara conseguirconseguir oo apoioapoio parapara aa guitarraguitarra ee aa postura

postura corporalcorporal adequadosadequados (“não(“não encontrei encontrei nadanada melhor melhor queque pôr  pôr umauma mesamesa aa minhaminha frente frente3838 ) ).. Em

Em relaçãorelação aa esteeste ponto,ponto, OpheeOphee sustémsustém queque SorSor nuncanunca usouusou esteeste sistemasistema dede apoioapoio numanuma mesa,

mesa, comocomo sese podepode verver nasnas ilustraçõesilustrações dodo seuseu método,método, porqueporque oo musicólogomusicólogo belgabelga FrançoisFrançois‐‐ Joseph

Joseph Fétis,Fétis, ouvinteouvinte ee observadorobservador atentoatento dosdos concertosconcertos dede Sor,Sor, nuncanunca fezfez nenhumnenhum comentáriocomentário sobre

sobre esteeste aspecto.aspecto. SeSe tivessetivesse usadousado umauma posiçãoposição forafora dodo normal,normal, taltal factofacto haveriahaveria causadocausado alguma

alguma surpresasurpresa e,e, seguramente,seguramente, FétisFétis têtê‐‐lolo‐‐iaia registado.registado. ParaPara corroborarcorroborar estaesta ideia,ideia, podemospodemos referir

referir‐‐nosnos àà frasefrase dede Aguado:Aguado: “Os

“Os queque tenhamtenham ouvidoouvido oo Sr.Sr. FernandoFernando Sor,Sor, recordarãorecordarão queque habitualmentehabitualmente apoiavaapoiava aa  parte

 parte côncavacôncava E.F.E.F. dada guitarraguitarra (lâmina(lâmina 1)1) sobresobre aa perna perna esquerda,esquerda, e,e, sobresobre aa direitadireita oo ponto ponto H,H, união

união dasdas ilhargas.” ilhargas.” 3939 Na

Na nossanossa opinião,opinião, SorSor queriaqueria dardar outrasoutras saídas,saídas, estimularestimular aa imaginaçãoimaginação dosdos guitarristasguitarristas apresentando

apresentando novasnovas possibilidades.possibilidades. NãoNão consideramos

consideramos queque aa suasua ideiaideia eraera enganarenganar aa alguém,

alguém, emboraembora talveztalvez quisesse,quisesse, issoisso sim,sim, provocar  provocar  os

os instrumentistas,instrumentistas, incentivandoincentivando‐‐osos aa buscarbuscar novasnovas soluções,

soluções, aa pensar,pensar, aa raciocinarraciocinar livremente,livremente, fomentando

fomentando aa suasua maioridademaioridade nono sentidosentido kantiano.

kantiano. AA técnicatécnica clássicoclássico‐‐românticaromântica aindaainda nãonão estava

estava suficientementesuficientemente estandardizadaestandardizada ee nãonão havia

havia umauma vastavasta experiênciaexperiência nemnem estudosestudos profundos

profundos sobresobre ela,ela, pelopelo queque nãonão podemospodemos verver com

com olhosolhos dodo séculoséculo XXIXXI asas vivênciasvivências dede Sor.Sor. FoiFoi eleele um

um dosdos pioneiros,pioneiros, taltal comocomo Aguado,Aguado, umum dosdos precursores

precursores dede todostodos osos nossosnossos mestresmestres actuais.actuais. 2.3.4.

2.3.4. PosturasPosturas corporais.corporais. Faz

Faz umauma observaçãoobservação críticacrítica sobresobre asas posturasposturas maismais habituaishabituais dosdos guitarristasguitarristas italianositalianos ee franceses,

franceses, queque consideraconsidera poucopouco ergonómicasergonómicas ee funcionais,funcionais, apoiandoapoiando‐‐sese emem explicaçõesexplicações gráficasgráficas ee geométricas.geométricas. SobreSobre esteeste ponto,ponto, nosnos vemosvemos aa problemáticaproblemática destadesta forma:forma:

[Diferentes

[Diferentes  posturas] posturas] “São“São  funcionais funcionais sese  permitem permitem aa realizaçãorealização dasdas manobrasmanobras técnicastécnicas necessárias

necessárias ligadasligadas aa umum certocerto estilo,estilo, pelo pelo queque nãonão deixamdeixam dede ser ser válidasválidas nesteneste campo,campo, desdedesde

38 38

Sor,

Sor, Fernando.Fernando. Op.Op. cit.cit. Págs.Págs. 1111 ee 12.12.

39

39Aguado,Aguado, Dionisio.Dionisio. ““EscuelaEscuela dede Guitarra” Guitarra” .. Pág.Pág. 4.4. Paris,Paris, 1820.1820.

Aguado e o Tripodison Aguado e o Tripodison

que

que satisfaçamsatisfaçam osos objectivosobjectivos  previstos. previstos. UmUm observador observador  imparcial imparcial   pode pode notar notar  aa  falta falta dede naturalidade

naturalidade [ou[ou não]não] nana posição posição geral geral dodo instrumentista,instrumentista, queque pode pode ser ser evidenciadaevidenciada retirandoretirando aa guitarra

guitarra nono actoacto dada suasua execução.execução. OO instrumentoinstrumento  pode pode ocultar ocultar  ouou servir servir  dede  justificação justificação  para para uma

uma atitudeatitude corporal corporal incorrecta,incorrecta, comocomo oo observouobservou DominiqueDominique Hoppenot.” Hoppenot.” 4040 2.3.5.

2.3.5. FuncionamentoFuncionamento dede ambasambas asas mãos.mãos. Utiliza

Utiliza umauma argumentaçãoargumentação queque temtem origemorigem nono seuseu conhecimentoconhecimento empírico,empírico, emboraembora baseiabaseia aa sua

sua demonstraçãodemonstração emem estudosestudos geométricos.geométricos. QuandoQuando tratatrata dada problemáticaproblemática dada mãomão esquerda,esquerda, introduz,

introduz, entreentre explicaçõesexplicações puramentepuramente técnicas,técnicas, algunsalguns relatosrelatos anedóticosanedóticos sobresobre asas suassuas experiências,

experiências, durantedurante diálogosdiálogos comcom outrosoutros guitarristas,guitarristas, maismais própriospróprios dede umum ensaioensaio biográficobiográfico que

que dede umum métodométodo ouou tratado.tratado. 2.3.6.

2.3.6. ColocaçãoColocação dodo polegarpolegar esquerdo.esquerdo. Uma

Uma dasdas questõesquestões queque produziaproduzia maiormaior atritoatrito nasnas discussõesdiscussões comcom outrosoutros guitarristasguitarristas eraera aa colocação

colocação destedeste dedodedo que,que, parapara Sor,Sor, nuncanunca deveriadeveria actuaractuar sobresobre asas cordas,cordas, nono diapasão,diapasão, recurso

recurso queque eraera bembem vistovisto porpor muitosmuitos guitarristasguitarristas dada suasua geraçãogeração (em(em especialespecial nasnas cordascordas graves),

graves), entreentre eleseles osos famososfamosos CarulliCarulli ee Giuliani.Giuliani. EstaEsta ideiaideia nãonão eraera originaloriginal dede Sor,Sor, porqueporque Francesco

Francesco Molino,Molino, já já anteriormente,anteriormente, nãonão aprovavaaprovava oo usouso dodo polegarpolegar calcandocalcando asas cordascordas sobresobre aa escala,

escala, ee éé famosafamosa aa guerraguerra virtual virtual  destedeste últimoúltimo comcom CarulliCarulli porpor esteeste motivo.motivo. Sor,Sor, curiosamente,

curiosamente, nãonão falafala emem nenhumnenhum momentomomento dede Molino,Molino, masmas recomendarecomenda aa colocaçãocolocação dodo polegar

polegar nana parteparte posteriorposterior dodo mastro,mastro, formandoformando umum anelanel comcom oo dedodedo 2.2. 2.3.7.

2.3.7. FormaForma dede atacaratacar asas cordascordas ee qualidadequalidade dodo som.som. Continua

Continua comcom asas demonstraçõesdemonstrações matemáticas,matemáticas, masmas tornatorna‐‐sese maismais simplessimples perceberperceber aa suasua intenção

intenção atravésatravés dodo textotexto dodo queque atravésatravés dasdas ilustrações,ilustrações, porpor vezesvezes confusas.confusas. 2.3.8.

2.3.8. EfeitosEfeitos tímbricostímbricos ee composição.composição. Apresenta

Apresenta umum recurso,recurso, emem vogavoga nana época,época, dada imitaçãoimitação dede diferentesdiferentes instrumentos,instrumentos, mudandomudando oo timbre

timbre mediantemediante oo tipotipo dede ataqueataque‐‐ ondeonde achaacha útil,útil, excepcionalmente,excepcionalmente, oo usouso dede poucapouca unhaunha ‐‐,, concebendo

concebendo aa guitarraguitarra comocomo umum instrumentoinstrumento nono qualqual sese podiapodia realizarrealizar umauma espécieespécie dede orquestração.

orquestração. ComoComo eraera tradicionaltradicional desdedesde aa antiguidade,antiguidade, entreentre osos músicosmúsicos profissionaisprofissionais nãonão estavam

estavam aindaainda muitomuito diferenciadasdiferenciadas asas categoriascategorias dede instrumentistainstrumentista ee compositor;compositor; pelopelo contrário,

contrário, ambasambas estavamestavam ligadas.ligadas. PorPor esteeste motivo,motivo, SorSor dádá conselhosconselhos ee exemplosexemplos parapara conseguir

conseguir osos melhoresmelhores resultados,resultados, indicandoindicando queque nãonão éé suficientesuficiente aa meramera mudançamudança tímbricatímbrica para

para conseguirconseguir umum bombom efeito.efeito. ParaPara esteeste fim,fim, asas passagenspassagens devemdevem estarestar escritasescritas dede acordoacordo comcom os

os recursosrecursos idiomáticosidiomáticos dede cadacada umum dosdos instrumentosinstrumentos imitados.imitados. NaNa suasua músicamúsica nãonão aparecemaparecem indicações

indicações relativasrelativas àsàs partespartes destinadasdestinadas àà imitaçãoimitação instrumental,instrumental, ee aindaainda menosmenos qualqual oo 40

instrumento

instrumento imitado.imitado. IstoIsto podepode‐‐sese entenderentender comocomo umauma práticaprática deixadadeixada livrementelivremente àà vontadevontade do

do intérprete,intérprete, nãonão obrigatória,obrigatória, ouou comocomo confiança,confiança, talveztalvez porpor vezesvezes excessiva,excessiva, nana capacidadecapacidade de

de discernimentodiscernimento dosdos seusseus intérpretes.intérpretes. 2.3.9.

2.3.9. UsoUso dasdas unhas.unhas. Também

Também aquiaqui sese encontraencontra umauma dasdas ideiasideias dede SorSor maismais difundidasdifundidas ee piorpior compreendidas,compreendidas, sobresobre aa execuçãoexecução comcom unhasunhas queque agoraagora transcrevemos,transcrevemos, pelapela suasua importância:importância:

“Nunca

“Nunca ouvi ouvi umum guitarristaguitarrista queque tocassetocasse dede umauma maneiramaneira suportável suportável sese oo fazia fazia comcom unhas;unhas; […]

[…] nosnos fortes fortes ouviaouvia‐‐sese maismais oo ruídoruído dasdas unhasunhas contracontra aa cordacorda dodo queque oo próprio próprio somsom dada corda” corda” 4141 Destas

Destas manifestações,manifestações, podepode deduzirdeduzir‐‐sese queque oo queque SorSor nãonão aprova,aprova, nana realidade,realidade, nãonão éé oo usouso das

das unhas,unhas, masmas oo usouso incorrectoincorrecto delas,delas, porquantoporquanto muitosmuitos guitarristas,guitarristas, aparentemente,aparentemente, aindaainda não

não tinhamtinham encontradoencontrado aa maneiramaneira adequadaadequada dede produzirproduzir umum somsom limpolimpo ee dede boaboa qualidadequalidade usando

usando asas unhas.unhas. PorPor estaesta razão,razão, tinhatinha algunsalguns preconceitospreconceitos relativosrelativos aa estaesta prática.prática. Contudo,Contudo, quando

quando AguadoAguado tocoutocou umauma composiçãocomposição dede SorSor nana suasua presença,presença, dissedisse aa esseesse respeito:respeito: “Com

“Com algumalgum esforçoesforço conseguiuconseguiu tocar tocar muitomuito nitidamentenitidamente todastodas asas notas.notas. E E sese asas unhasunhas nãonão lhe

lhe  permitiam permitiam expressar expressar dada mesmamesma maneiramaneira dodo queque eu,eu, tocavatocava comcom umauma expressãoexpressão queque nãonão aa desvirtuava

desvirtuava emem absoluto” absoluto” 4242 Portanto,

Portanto, ee apesarapesar dede mantermanter asas suassuas ideias,ideias, nãonão sese colocacoloca numanuma posiçãoposição fechada:fechada: nãonão aprovaaprova normalmente

normalmente oo usouso dasdas unhas,unhas, masmas louvalouva AguadoAguado pelopelo bombom usouso queque fazfaz delas,delas, deixandodeixando implicitamente

implicitamente oo caminhocaminho abertoaberto parapara osos seguidoresseguidores destedeste mestre.mestre. 2.3.10.

2.3.10. ConhecimentoConhecimento dodo diapasãodiapasão ee digitaçãodigitação dede ambasambas asas mãos.mãos. Considera

Considera fundamentalfundamental oo conhecimentoconhecimento perfeitoperfeito dasdas escalasescalas maioresmaiores ee menores,menores, parapara orientarorientar aa digitação,digitação, sendosendo asas referenciasreferencias musicaismusicais maismais importantesimportantes queque asas mecânicas.mecânicas. AA digitaçãodigitação deveria

deveria serser guiadaguiada aa partirpartir dosdos padrõespadrões intervalaresintervalares dasdas escalasescalas nasnas diferentesdiferentes tonalidades,tonalidades, dando

dando especialespecial importânciaimportância àsàs terceirasterceiras ee asas sextas.sextas. ParaPara taltal efeito,efeito, destinadestina umauma importanteimportante parte

parte dodo livro,livro, sendosendo aa teoriateoria ilustradailustrada comcom numerososnumerosos exemplosexemplos práticos.práticos. Chama

Chama aa atençãoatenção aa ausênciaausência totaltotal dede referênciasreferências relativasrelativas aoao SistemaSistema PosicionalPosicional aplicávelaplicável àà mão

mão esquerdaesquerda denominadodenominado Posição,Posição, taltal comocomo eraera habitualhabitual nosnos métodosmétodos destadesta época,época, tendotendo em

em contaconta aa grandegrande quantidadequantidade dede elementoselementos técnicostécnicos referidos.referidos. Mas,Mas, porpor outrooutro lado,lado, desenvolve

desenvolve umauma teoriateoria dede digitação,digitação, querquer parapara asas melodiasmelodias querquer parapara osos acordes,acordes, baseadabaseada

41 41

Sor,

Sor, Fernando.Fernando. Op.Op. cit.cit. Pág.Pág. 2222

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fundamentalmente

fundamentalmente nana distribuiçãodistribuição dasdas terceirasterceiras ee asas sextas,sextas, queque éé dependentedependente dada afinaçãoafinação convencional

convencional dada guitarraguitarra ee queque poderiapoderia funcionarfuncionar comocomo alternativaalternativa aoao usouso dada Posição.Posição.

2.3.11.

2.3.11. MovimentosMovimentos dodo cotovelo.cotovelo. Destaca

Destaca aa importânciaimportância dada colaboraçãocolaboração dosdos movimentosmovimentos dodo cotovelocotovelo parapara aa adequadaadequada colocação

colocação dosdos dedosdedos dada mãomão esquerda.esquerda. NoNo séc.séc. XX,XX, estaesta importanteimportante ideiaideia éé retomadaretomada porpor AbelAbel Carlevaro,

Carlevaro, parapara desenvolverdesenvolver ‐‐ basicamentebasicamente ‐‐ osos conceitosconceitos dede apresentaçãoapresentação longitudinallongitudinal ee transversal

transversal dada mãomão esquerdaesquerda emem relaçãorelação àà escalaescala dada guitarra.guitarra.

2.3.12.

2.3.12. Harmónicos.Harmónicos. Neste

Neste capítulocapítulo ficafica emem evidênciaevidência queque naquelenaquele momentomomento aa produçãoprodução dede sonssons harmónicosharmónicos aindaainda não

não estavaestava suficientementesuficientemente difundidadifundida nemnem explorada.explorada. DescreveDescreve minuciosamenteminuciosamente aa formaforma dede produzir

produzir osos harmónicosharmónicos naturaisnaturais ee oitavados.oitavados. Sor,Sor, nono seuseu método,método, admiteadmite queque podepode falharfalhar nasnas suas

suas observaçõesobservações ‐‐ comocomo bombom IlustradoIlustrado ‐‐,, ee dede facto,facto, chegachega aa conclusõesconclusões erradaserradas sobresobre aa

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