para os os equívocos equívocos.
2.3. P P RECEITOS RECEITOS EE TEMAS TEMAS PRINCIPAIS PRINCIPAIS Com
Com oo passarpassar dodo tempo,tempo, algunsalguns dosdos preceitospreceitos dede SorSor chegaramchegaram aa serser dede domíniodomínio popular,popular, parapara alguns
alguns dede origemorigem anónima,anónima, ee assumidosassumidos porpor umauma infinidadeinfinidade dede professoresprofessores queque lhelhe sucederam.sucederam. Mas,
Mas, emem parteparte graçasgraças aosaos seusseus esforços,esforços, oo estudoestudo dada guitarraguitarra actualactual abrangeabrange umauma grandegrande bagagem
bagagem dede conhecimentosconhecimentos teóricoteórico‐‐práticos,práticos, pelopelo queque merecemerece oo maismais altoalto respeitorespeito ee reconhecimento.
reconhecimento. Entre
Entre oo amploamplo lequeleque dede temastemas tocadostocados porpor SorSor nono seuseu MétodoMétodo encontramencontram‐‐se:se: 2.3.1.
2.3.1. ConstruçãoConstrução dede guitarras.guitarras. Oferece
Oferece soluçõessoluções alternativasalternativas ee nomeianomeia algunsalguns luthiersluthiers destacadosdestacados dada época,época, dandodando informação
informação dede grandegrande interesseinteresse práticoprático nana suasua épocaépoca ee históricohistórico hojehoje emem dia.dia. 2.3.2.
2.3.2. ColocaçãoColocação dodo instrumento.instrumento. Realiza
Realiza umauma propostaproposta dede comocomo deveriadeveria situarsituar‐‐sese aa guitarraguitarra emem relaçãorelação aoao executanteexecutante parapara optimizar
optimizar osos mecanismos,mecanismos, criandocriando umauma comparaçãocomparação artificiosaartificiosa comcom aa posturapostura habitualhabitual dosdos teclistas:
teclistas: umum pianistapianista sentasenta‐‐sese frentefrente aoao dódó centralcentral dodo pianopiano parapara dardar asas mesmasmesmas possibilidadespossibilidades de
de execuçãoexecução aa ambosambos osos braços;braços; aa partirpartir daí,daí, deduzdeduz queque aa metademetade dada cordacorda vibrantevibrante dada guitarraguitarra deveria
deveria ficarficar aoao meiomeio dodo corpo,corpo, semsem terter emem contaconta queque aa guitarraguitarra nãonão éé umum instrumentoinstrumento simétrico
simétrico comocomo oo pianopiano3737.. 2.3.3.
2.3.3. UsoUso dodo TripodisonTripodison.. Na
Na introduçãointrodução dada suasua FantasiaFantasia ElegíacaElegíaca Op.Op. 5959 (1836),(1836), declaradeclara queque oo TripéTripé dede AguadoAguado ouou Tripodisón
Tripodisón eraera aa melhormelhor soluçãosolução parapara aa colocaçãocolocação dada guitarraguitarra quando,quando, nono seuseu método,método, já já tinhatinha
35
35Carulli,Carulli, Ferdinando.Ferdinando.“Méthode“Méthode Complette” Complette” Op.Op. 27.27. Paris,Paris, ca.ca. 1811.1811.
36 36
Sor,
Sor, Fernando.Fernando. Op.Op. Cit.Cit. Pág.Pág. 79,79, notanota dede rodapé:rodapé: ““CertainsCertains duosduos dede Carulli Carulli sont sont dudu nombrenombre”.”. SorSor recomenda
recomenda osos duosduos dede CarulliCarulli apesarapesar dede rivalizarrivalizar comcom ele,ele, taltal comocomo destacadestaca PaulPaul Sparks:Sparks: “The“The wholewhole op.
op. 4848 isis seenseen toto bebe anan ironicironic comment comment onon thethe “easy” “easy” guitar guitar musicmusic that that waswas beingbeing produced produced by by rival rival Parisian
Parisian teacher teacher ‐‐composerscomposers suchsuch asas Carulli”.Carulli”. Op.Op. citcit.. Sparks,Sparks, PaulPaul , , enen Gásser,Gásser, Luis.Luis. ““TheThe guitar guitar variationsvariations of
of FernandoFernando Sor”.Sor”. PágPág 441441..
37 37
Se
Se taltal teoriateoria sese aplicasseaplicasse aoao violino,violino, oo resultadoresultado seriaseria umauma posiçãoposição talveztalvez similarsimilar dodo kemanchákemanchá,, oo kemenche
kemenche dada ÁsiaÁsia Menor,Menor, instrumentoinstrumento dede cordacorda friccionadafriccionada dodo tamanhotamanho dede umum pequenopequeno violino,violino, queque sese toca
toca apoiadoapoiado sobresobre aa pernaperna esquerda,esquerda, posturapostura queque sese adaptaadapta aoao estiloestilo ee àsàs necessidadesnecessidades técnicastécnicas dada música
explicitado
explicitado aa suasua experimentaçãoexperimentação comcom umauma mesamesa parapara conseguirconseguir oo apoioapoio parapara aa guitarraguitarra ee aa postura
postura corporalcorporal adequadosadequados (“não(“não encontrei encontrei nadanada melhor melhor queque pôr pôr umauma mesamesa aa minhaminha frente frente3838 ) ).. Em
Em relaçãorelação aa esteeste ponto,ponto, OpheeOphee sustémsustém queque SorSor nuncanunca usouusou esteeste sistemasistema dede apoioapoio numanuma mesa,
mesa, comocomo sese podepode verver nasnas ilustraçõesilustrações dodo seuseu método,método, porqueporque oo musicólogomusicólogo belgabelga FrançoisFrançois‐‐ Joseph
Joseph Fétis,Fétis, ouvinteouvinte ee observadorobservador atentoatento dosdos concertosconcertos dede Sor,Sor, nuncanunca fezfez nenhumnenhum comentáriocomentário sobre
sobre esteeste aspecto.aspecto. SeSe tivessetivesse usadousado umauma posiçãoposição forafora dodo normal,normal, taltal factofacto haveriahaveria causadocausado alguma
alguma surpresasurpresa e,e, seguramente,seguramente, FétisFétis têtê‐‐lolo‐‐iaia registado.registado. ParaPara corroborarcorroborar estaesta ideia,ideia, podemospodemos referir
referir‐‐nosnos àà frasefrase dede Aguado:Aguado: “Os
“Os queque tenhamtenham ouvidoouvido oo Sr.Sr. FernandoFernando Sor,Sor, recordarãorecordarão queque habitualmentehabitualmente apoiavaapoiava aa parte
parte côncavacôncava E.F.E.F. dada guitarraguitarra (lâmina(lâmina 1)1) sobresobre aa perna perna esquerda,esquerda, e,e, sobresobre aa direitadireita oo ponto ponto H,H, união
união dasdas ilhargas.” ilhargas.” 3939 Na
Na nossanossa opinião,opinião, SorSor queriaqueria dardar outrasoutras saídas,saídas, estimularestimular aa imaginaçãoimaginação dosdos guitarristasguitarristas apresentando
apresentando novasnovas possibilidades.possibilidades. NãoNão consideramos
consideramos queque aa suasua ideiaideia eraera enganarenganar aa alguém,
alguém, emboraembora talveztalvez quisesse,quisesse, issoisso sim,sim, provocar provocar os
os instrumentistas,instrumentistas, incentivandoincentivando‐‐osos aa buscarbuscar novasnovas soluções,
soluções, aa pensar,pensar, aa raciocinarraciocinar livremente,livremente, fomentando
fomentando aa suasua maioridademaioridade nono sentidosentido kantiano.
kantiano. AA técnicatécnica clássicoclássico‐‐românticaromântica aindaainda nãonão estava
estava suficientementesuficientemente estandardizadaestandardizada ee nãonão havia
havia umauma vastavasta experiênciaexperiência nemnem estudosestudos profundos
profundos sobresobre ela,ela, pelopelo queque nãonão podemospodemos verver com
com olhosolhos dodo séculoséculo XXIXXI asas vivênciasvivências dede Sor.Sor. FoiFoi eleele um
um dosdos pioneiros,pioneiros, taltal comocomo Aguado,Aguado, umum dosdos precursores
precursores dede todostodos osos nossosnossos mestresmestres actuais.actuais. 2.3.4.
2.3.4. PosturasPosturas corporais.corporais. Faz
Faz umauma observaçãoobservação críticacrítica sobresobre asas posturasposturas maismais habituaishabituais dosdos guitarristasguitarristas italianositalianos ee franceses,
franceses, queque consideraconsidera poucopouco ergonómicasergonómicas ee funcionais,funcionais, apoiandoapoiando‐‐sese emem explicaçõesexplicações gráficasgráficas ee geométricas.geométricas. SobreSobre esteeste ponto,ponto, nosnos vemosvemos aa problemáticaproblemática destadesta forma:forma:
[Diferentes
[Diferentes posturas] posturas] “São“São funcionais funcionais sese permitem permitem aa realizaçãorealização dasdas manobrasmanobras técnicastécnicas necessárias
necessárias ligadasligadas aa umum certocerto estilo,estilo, pelo pelo queque nãonão deixamdeixam dede ser ser válidasválidas nesteneste campo,campo, desdedesde
38 38
Sor,
Sor, Fernando.Fernando. Op.Op. cit.cit. Págs.Págs. 1111 ee 12.12.
39
39Aguado,Aguado, Dionisio.Dionisio. ““EscuelaEscuela dede Guitarra” Guitarra” .. Pág.Pág. 4.4. Paris,Paris, 1820.1820.
Aguado e o Tripodison Aguado e o Tripodison
que
que satisfaçamsatisfaçam osos objectivosobjectivos previstos. previstos. UmUm observador observador imparcial imparcial pode pode notar notar aa falta falta dede naturalidade
naturalidade [ou[ou não]não] nana posição posição geral geral dodo instrumentista,instrumentista, queque pode pode ser ser evidenciadaevidenciada retirandoretirando aa guitarra
guitarra nono actoacto dada suasua execução.execução. OO instrumentoinstrumento pode pode ocultar ocultar ouou servir servir dede justificação justificação para para uma
uma atitudeatitude corporal corporal incorrecta,incorrecta, comocomo oo observouobservou DominiqueDominique Hoppenot.” Hoppenot.” 4040 2.3.5.
2.3.5. FuncionamentoFuncionamento dede ambasambas asas mãos.mãos. Utiliza
Utiliza umauma argumentaçãoargumentação queque temtem origemorigem nono seuseu conhecimentoconhecimento empírico,empírico, emboraembora baseiabaseia aa sua
sua demonstraçãodemonstração emem estudosestudos geométricos.geométricos. QuandoQuando tratatrata dada problemáticaproblemática dada mãomão esquerda,esquerda, introduz,
introduz, entreentre explicaçõesexplicações puramentepuramente técnicas,técnicas, algunsalguns relatosrelatos anedóticosanedóticos sobresobre asas suassuas experiências,
experiências, durantedurante diálogosdiálogos comcom outrosoutros guitarristas,guitarristas, maismais própriospróprios dede umum ensaioensaio biográficobiográfico que
que dede umum métodométodo ouou tratado.tratado. 2.3.6.
2.3.6. ColocaçãoColocação dodo polegarpolegar esquerdo.esquerdo. Uma
Uma dasdas questõesquestões queque produziaproduzia maiormaior atritoatrito nasnas discussõesdiscussões comcom outrosoutros guitarristasguitarristas eraera aa colocação
colocação destedeste dedodedo que,que, parapara Sor,Sor, nuncanunca deveriadeveria actuaractuar sobresobre asas cordas,cordas, nono diapasão,diapasão, recurso
recurso queque eraera bembem vistovisto porpor muitosmuitos guitarristasguitarristas dada suasua geraçãogeração (em(em especialespecial nasnas cordascordas graves),
graves), entreentre eleseles osos famososfamosos CarulliCarulli ee Giuliani.Giuliani. EstaEsta ideiaideia nãonão eraera originaloriginal dede Sor,Sor, porqueporque Francesco
Francesco Molino,Molino, já já anteriormente,anteriormente, nãonão aprovavaaprovava oo usouso dodo polegarpolegar calcandocalcando asas cordascordas sobresobre aa escala,
escala, ee éé famosafamosa aa guerraguerra virtual virtual destedeste últimoúltimo comcom CarulliCarulli porpor esteeste motivo.motivo. Sor,Sor, curiosamente,
curiosamente, nãonão falafala emem nenhumnenhum momentomomento dede Molino,Molino, masmas recomendarecomenda aa colocaçãocolocação dodo polegar
polegar nana parteparte posteriorposterior dodo mastro,mastro, formandoformando umum anelanel comcom oo dedodedo 2.2. 2.3.7.
2.3.7. FormaForma dede atacaratacar asas cordascordas ee qualidadequalidade dodo som.som. Continua
Continua comcom asas demonstraçõesdemonstrações matemáticas,matemáticas, masmas tornatorna‐‐sese maismais simplessimples perceberperceber aa suasua intenção
intenção atravésatravés dodo textotexto dodo queque atravésatravés dasdas ilustrações,ilustrações, porpor vezesvezes confusas.confusas. 2.3.8.
2.3.8. EfeitosEfeitos tímbricostímbricos ee composição.composição. Apresenta
Apresenta umum recurso,recurso, emem vogavoga nana época,época, dada imitaçãoimitação dede diferentesdiferentes instrumentos,instrumentos, mudandomudando oo timbre
timbre mediantemediante oo tipotipo dede ataqueataque‐‐ ondeonde achaacha útil,útil, excepcionalmente,excepcionalmente, oo usouso dede poucapouca unhaunha ‐‐,, concebendo
concebendo aa guitarraguitarra comocomo umum instrumentoinstrumento nono qualqual sese podiapodia realizarrealizar umauma espécieespécie dede orquestração.
orquestração. ComoComo eraera tradicionaltradicional desdedesde aa antiguidade,antiguidade, entreentre osos músicosmúsicos profissionaisprofissionais nãonão estavam
estavam aindaainda muitomuito diferenciadasdiferenciadas asas categoriascategorias dede instrumentistainstrumentista ee compositor;compositor; pelopelo contrário,
contrário, ambasambas estavamestavam ligadas.ligadas. PorPor esteeste motivo,motivo, SorSor dádá conselhosconselhos ee exemplosexemplos parapara conseguir
conseguir osos melhoresmelhores resultados,resultados, indicandoindicando queque nãonão éé suficientesuficiente aa meramera mudançamudança tímbricatímbrica para
para conseguirconseguir umum bombom efeito.efeito. ParaPara esteeste fim,fim, asas passagenspassagens devemdevem estarestar escritasescritas dede acordoacordo comcom os
os recursosrecursos idiomáticosidiomáticos dede cadacada umum dosdos instrumentosinstrumentos imitados.imitados. NaNa suasua músicamúsica nãonão aparecemaparecem indicações
indicações relativasrelativas àsàs partespartes destinadasdestinadas àà imitaçãoimitação instrumental,instrumental, ee aindaainda menosmenos qualqual oo 40
instrumento
instrumento imitado.imitado. IstoIsto podepode‐‐sese entenderentender comocomo umauma práticaprática deixadadeixada livrementelivremente àà vontadevontade do
do intérprete,intérprete, nãonão obrigatória,obrigatória, ouou comocomo confiança,confiança, talveztalvez porpor vezesvezes excessiva,excessiva, nana capacidadecapacidade de
de discernimentodiscernimento dosdos seusseus intérpretes.intérpretes. 2.3.9.
2.3.9. UsoUso dasdas unhas.unhas. Também
Também aquiaqui sese encontraencontra umauma dasdas ideiasideias dede SorSor maismais difundidasdifundidas ee piorpior compreendidas,compreendidas, sobresobre aa execuçãoexecução comcom unhasunhas queque agoraagora transcrevemos,transcrevemos, pelapela suasua importância:importância:
“Nunca
“Nunca ouvi ouvi umum guitarristaguitarrista queque tocassetocasse dede umauma maneiramaneira suportável suportável sese oo fazia fazia comcom unhas;unhas; […]
[…] nosnos fortes fortes ouviaouvia‐‐sese maismais oo ruídoruído dasdas unhasunhas contracontra aa cordacorda dodo queque oo próprio próprio somsom dada corda” corda” 4141 Destas
Destas manifestações,manifestações, podepode deduzirdeduzir‐‐sese queque oo queque SorSor nãonão aprova,aprova, nana realidade,realidade, nãonão éé oo usouso das
das unhas,unhas, masmas oo usouso incorrectoincorrecto delas,delas, porquantoporquanto muitosmuitos guitarristas,guitarristas, aparentemente,aparentemente, aindaainda não
não tinhamtinham encontradoencontrado aa maneiramaneira adequadaadequada dede produzirproduzir umum somsom limpolimpo ee dede boaboa qualidadequalidade usando
usando asas unhas.unhas. PorPor estaesta razão,razão, tinhatinha algunsalguns preconceitospreconceitos relativosrelativos aa estaesta prática.prática. Contudo,Contudo, quando
quando AguadoAguado tocoutocou umauma composiçãocomposição dede SorSor nana suasua presença,presença, dissedisse aa esseesse respeito:respeito: “Com
“Com algumalgum esforçoesforço conseguiuconseguiu tocar tocar muitomuito nitidamentenitidamente todastodas asas notas.notas. E E sese asas unhasunhas nãonão lhe
lhe permitiam permitiam expressar expressar dada mesmamesma maneiramaneira dodo queque eu,eu, tocavatocava comcom umauma expressãoexpressão queque nãonão aa desvirtuava
desvirtuava emem absoluto” absoluto” 4242 Portanto,
Portanto, ee apesarapesar dede mantermanter asas suassuas ideias,ideias, nãonão sese colocacoloca numanuma posiçãoposição fechada:fechada: nãonão aprovaaprova normalmente
normalmente oo usouso dasdas unhas,unhas, masmas louvalouva AguadoAguado pelopelo bombom usouso queque fazfaz delas,delas, deixandodeixando implicitamente
implicitamente oo caminhocaminho abertoaberto parapara osos seguidoresseguidores destedeste mestre.mestre. 2.3.10.
2.3.10. ConhecimentoConhecimento dodo diapasãodiapasão ee digitaçãodigitação dede ambasambas asas mãos.mãos. Considera
Considera fundamentalfundamental oo conhecimentoconhecimento perfeitoperfeito dasdas escalasescalas maioresmaiores ee menores,menores, parapara orientarorientar aa digitação,digitação, sendosendo asas referenciasreferencias musicaismusicais maismais importantesimportantes queque asas mecânicas.mecânicas. AA digitaçãodigitação deveria
deveria serser guiadaguiada aa partirpartir dosdos padrõespadrões intervalaresintervalares dasdas escalasescalas nasnas diferentesdiferentes tonalidades,tonalidades, dando
dando especialespecial importânciaimportância àsàs terceirasterceiras ee asas sextas.sextas. ParaPara taltal efeito,efeito, destinadestina umauma importanteimportante parte
parte dodo livro,livro, sendosendo aa teoriateoria ilustradailustrada comcom numerososnumerosos exemplosexemplos práticos.práticos. Chama
Chama aa atençãoatenção aa ausênciaausência totaltotal dede referênciasreferências relativasrelativas aoao SistemaSistema PosicionalPosicional aplicávelaplicável àà mão
mão esquerdaesquerda denominadodenominado Posição,Posição, taltal comocomo eraera habitualhabitual nosnos métodosmétodos destadesta época,época, tendotendo em
em contaconta aa grandegrande quantidadequantidade dede elementoselementos técnicostécnicos referidos.referidos. Mas,Mas, porpor outrooutro lado,lado, desenvolve
desenvolve umauma teoriateoria dede digitação,digitação, querquer parapara asas melodiasmelodias querquer parapara osos acordes,acordes, baseadabaseada
41 41
Sor,
Sor, Fernando.Fernando. Op.Op. cit.cit. Pág.Pág. 2222
42
fundamentalmente
fundamentalmente nana distribuiçãodistribuição dasdas terceirasterceiras ee asas sextas,sextas, queque éé dependentedependente dada afinaçãoafinação convencional
convencional dada guitarraguitarra ee queque poderiapoderia funcionarfuncionar comocomo alternativaalternativa aoao usouso dada Posição.Posição.
2.3.11.
2.3.11. MovimentosMovimentos dodo cotovelo.cotovelo. Destaca
Destaca aa importânciaimportância dada colaboraçãocolaboração dosdos movimentosmovimentos dodo cotovelocotovelo parapara aa adequadaadequada colocação
colocação dosdos dedosdedos dada mãomão esquerda.esquerda. NoNo séc.séc. XX,XX, estaesta importanteimportante ideiaideia éé retomadaretomada porpor AbelAbel Carlevaro,
Carlevaro, parapara desenvolverdesenvolver ‐‐ basicamentebasicamente ‐‐ osos conceitosconceitos dede apresentaçãoapresentação longitudinallongitudinal ee transversal
transversal dada mãomão esquerdaesquerda emem relaçãorelação àà escalaescala dada guitarra.guitarra.
2.3.12.
2.3.12. Harmónicos.Harmónicos. Neste
Neste capítulocapítulo ficafica emem evidênciaevidência queque naquelenaquele momentomomento aa produçãoprodução dede sonssons harmónicosharmónicos aindaainda não
não estavaestava suficientementesuficientemente difundidadifundida nemnem explorada.explorada. DescreveDescreve minuciosamenteminuciosamente aa formaforma dede produzir
produzir osos harmónicosharmónicos naturaisnaturais ee oitavados.oitavados. Sor,Sor, nono seuseu método,método, admiteadmite queque podepode falharfalhar nasnas suas
suas observaçõesobservações ‐‐ comocomo bombom IlustradoIlustrado ‐‐,, ee dede facto,facto, chegachega aa conclusõesconclusões erradaserradas sobresobre aa