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Recintos alfandegados

No documento Logistica-Importacao-e-Exportacao (páginas 68-83)

X PROCEDIMENTO DE ALFANDEGAMENTO

2 Recintos alfandegados

possa ocorrer, sob controle aduaneiro, movimentação, armazenagem e despacho aduaneiro de:

I. mercadorias procedentes do exterior, ou a ele destinadas, inclusive sob regime aduaneiro especial;

II. bagagem de viajantes procedentes do exterior, ou a ele destinados; e III. remessas postais internacionais.

Também poderão ser alfandegados, em zona primária, recintos destinados à instalação de lojas francas.

Nos casos de mercadorias e de bagagens de viajantes procedentes do exterior, os mesmos poderão permanecer armazenados em recinto alfandegado de zona secundária pelo prazo de setenta e cinco dias, contado da data de entrada no recinto, exceto se forem submetidos a regime aduaneiro especial, os quais ficarão sujeitos ao prazo de vigência do regime.

2.1 Terminais alfandegados de uso público

Os terminais alfandegados de uso público são instalações destinadas à prestação dos serviços públicos de movimentação e armazenagem de mercadorias que estejam sob controle aduaneiro.

São terminais alfandegados de uso público:

a) Estações Aduaneiras de Fronteira - EAF

São terminais situados em zona primária de ponto alfandegado de fronteira, ou em área contígua, ou seja, área localizada no município onde se situa o ponto de fronteira;

b) Terminais Retroportuários Alfandegados - TRA

Terminais situados em zona contígua à de porto organizado ou instalação portuária, alfandegados.

No caso dos terminais retroportuários alfandegados - TRA, zona contígua refere-se à área localizada no perímetro de cinco quilômetros

dos limites da zona primária demarcada pela autoridade aduaneira local;

c) Estações Aduaneiras Interiores (portos secos) – EADI

Terminais situados em zona secundária.

Observação:

Essas instalações não são localizadas em áreas de portos ou aeroportos.

A prestação de serviços desenvolvidos em terminal alfandegado de uso público sujeita-se ao regime de permissão, salvo quando o imóvel pertencer à União, caso em que será adotado o regime de concessão, precedida da execução de obra pública.

A concessionária ou a permissionária cobrará do usuário tarifa que englobe todos os custos, inclusive seguros, a remuneração dos serviços e a amortização do investimento.

Com a finalidade de favorecer a modicidade da tarifa citada no parágrafo anterior, a concessionária ou a permissionária poderá receber receitas acessórias em decorrência da prestação de serviços conexos com aqueles que são objeto da concessão ou permissão, de acordo com tabela, que espelhe os preços de mercado, prestados facultativamente aos usuários.

Os serviços conexos com aqueles que são objeto da concessão ou permissão, bem como outros complementares à movimentação e armazenagem de mercadorias, são os seguintes:

I serviços comuns aos terminais alfandegados de uso público:

a) estadia de veículos e unidades de carga; b) pesagem;

c) limpeza e desinfectação de veículos; d) fornecimento de energia;

f) lonamento e deslonamento; g) colocação de lacres;

h) expurgo e reexpurgo;

i) unitização e desunitização de cargas;

j) marcação, remarcação, numeração e renumeração de volumes, para efeito de identificação comercial;

k) etiquetagem, marcação e colocação de selos fiscais em produtos importados, com vistas ao atendimento de exigências da legislação nacional ou do adquirente;

l) consolidação e desconsolidação documental;

II serviços exclusivos em EADI:

a) etiquetagem e marcação de produtos destinados à exportação, visando sua adaptação a exigências do comprador;

b) demonstração e testes de funcionamento de veículos, máquinas e equipamentos;

c) acondicionamento e reacondicionamento; d) montagem.

A prestação dos serviços exclusivos em EADI depende de prévia autorização da Secretaria da Receita Federal - SRF.

Para a realização dos serviços de acondicionamento e reacondicionamento e de montagem será exigida demarcação de área específica dentro da área delimitada na EADI.

Nas Estações Aduaneiras Interiores (portos secos) – EADI poderão ser realizadas operações de despacho aduaneiro para os seguintes regimes:

I - comum;

II - suspensivos:

a) entreposto aduaneiro na importação e na exportação; b) admissão temporária;

d) drawback;

e) exportação temporária, inclusive para aperfeiçoamento passivo; f) depósito alfandegado certificado e depósito especial alfandegado;

g) entreposto internacional da Zona Franca de Manaus – EIZOF, (o qual, somente será concedido em EADI instalada na Zona Franca de Manaus – ZFM).

Nos terminais alfandegados de uso público é vedado o exercício de qualquer atividade de armazenagem de mercadorias que não estejam sob controle aduaneiro.

No entanto, caso o terminal esteja localizado em complexo de armazenagem, guarda ou transporte de mercadoria, a área a ele destinada deverá estar fisicamente separada daquela reservada à movimentação e armazenagem de mercadorias que não estejam sob controle aduaneiro.

No complexo de armazenagem será permitida a utilização compartilhada de equipamentos de pesagem, movimentação e armazenagem de mercadorias, assim como, a existência de um único ponto comum de controle de entrada e de saída de mercadorias, veículos, unidades de carga e pessoas.

O terminal alfandegado de uso público poderá ser especializado em operação com mercadoria cuja natureza implique riscos adicionais de explosão, corrosão, contaminação, intoxicação, combustão ou perigo de grave lesão a pessoas e ao meio ambiente, desde que seja dotado de infra- estrutura apropriada e devidamente autorizado pelo órgão competente.

2.2 Portos secos

Portos secos são recintos alfandegados de uso público, nos quais são executadas operações de movimentação, armazenagem e despacho aduaneiro de mercadorias e de bagagem, sob controle aduaneiro.

importação e de exportação, ou apenas de exportação, tendo em vista as necessidades e condições locais.

As operações de movimentação e armazenagem de mercadorias sob controle aduaneiro, bem assim a prestação de serviços conexos, em porto seco, sujeitam-se ao regime de concessão ou de permissão, sendo que, grande parte da execução das operações e a prestação dos serviços realizados nos portos secos são efetivadas mediante o regime de permissão, a não ser, quando os serviços têm de ser prestados em porto seco instalado em imóvel pertencente à União, caso em que será adotado o regime de concessão, precedida da execução de obra pública.

Um porto seco é instalado, preferencialmente, adjacente às regiões produtoras e consumidoras.

No porto seco também são executados todos os serviços aduaneiros a cargo da Secretaria da Receita Federal, inclusive os de processamento de despacho aduaneiro de importação e de exportação (conferência e desembaraço aduaneiros), permitindo, assim, a interiorização desses serviços no País.

A prestação dos serviços aduaneiros em porto seco próximo ao domicílio dos agentes econômicos envolvidos proporciona uma grande simplificação de procedimentos para o contribuinte.

2.2.1 Legislação

As normas legais e a regulamentação que dispõem sobre o funcionamento de portos secos são:

Leis nº 8.987, de 13 de fevereiro de 1995; e nº 9.074, de 7 de julho de 1995. Decretos nº 1.910, de 21 de maio de 1996; nº 2.168, de 28 de fevereiro de 1997;

nº 2.763, de 31 de agosto de 1998; e

nº 4.543, de 26 de dezembro de 2002, com as alterações do Decreto nº 4.765, de 24 de junho de 2003; Instruções Normativas SRF nº 55, de 23 de maio de 2000; nº 109, de 8 de dezembro de 2000; nº 70, de 24 de agosto de 2001; nº 212, de 7 de outubro de 2002; e nº 241, de 6 de novembro de 2002. 2.2.2 Situação atual I - Em funcionamento: a) Estado de Goiás

1 Porto seco/Anápolis (DRF/Anápolis) – carga geral – adm.: Porto Seco Centroeste S/A;

b) Estado do Mato Grosso

1 Porto seco/Cuiabá (DRF/Cuiabá) – carga geral – adm.: Transmino Transportes Ltda.;

c) Estado de Mato Grosso do Sul

1 Porto seco em Fronteira/Corumbá (IRF/Corumbá) – carga geral – adm.: AGESA S/A – Armazéns Gerais

Alfandegados do Mato Grosso do Sul;

d) Estado do Amazonas

1 Porto seco/Manaus (ALF/Porto de Manaus) – carga geral – adm.: Aurora da Amazônia Terminais e Serviços Ltda.;

e) Estado do Pará

1 Porto seco/Metrobel (ALF/Porto de Belém) – carga geral – adm.: Estaleiros Padre Julião Ltda.;

f) Estado de Pernambuco

1 Porto seco/Recife (ALF/Porto de Recife) – carga geral – adm.: Yolanda Logística, Armazém, Transportes e

g) Estado da Bahia

1 Porto seco/Salvador I (ALF/Porto de Salvador) – carga geral – adm.: Consórcio EADI-Salvador Logística e Distribuição;

2 Porto seco/Salvador II (ALF/Porto de Salvador) – carga geral – adm.: Cia. Empório de Armazéns Gerais

Alfandegados Ltda.;

h) Estado de Minas Gerais

1 Porto seco/Granbel (DRF/Contagem) – carga geral – adm.: Usifast Logística Industrial S/A;

2 Porto seco/Juiz de Fora (DRF/Juiz de Fora) – carga geral – adm.: Multiterminais Alfandegados do Brasil Ltda.;

3 Porto seco/Varginha (DRF/Varginha) – carga geral – adm.: Armazéns Gerais Agrícola Ltda.;

4 Porto seco/Uberlândia (DRF/Uberlândia) – carga geral – adm.: Mineração Andirá Ltda.;

5 Porto seco/Uberaba (DRF/Uberaba) – carga geral – adm.: Empresa de Transporte Líder Ltda.;

i) Estado do Espírito Santo

1 Porto seco/Vitória I (ALF/Porto de Vitória) – carga geral – adm.: Coimex Armazéns Gerais S/A;

2 Porto seco/ Vitória II (ALF/Porto de Vitória) – carga geral – adm.: Cotia Armazéns Gerais S/A;

3 Porto seco/Vitória III (ALF/Porto de Vitória) – carga geral – adm.: Silot - Cia. de Transportes e Armazéns Gerais S/A;

j) Estado do Rio de Janeiro

1 Porto seco/Rio de Janeiro (IRF/Rio de Janeiro) – carga geral – adm.: Multiterminais Alfandegados do Brasil S/A; 2 Porto seco/Nova Iguaçu (DRF/Nova Iguaçu) – carga geral

– adm.: Transportes Marítimos e Multimodais São Geraldo Ltda.;

3 Porto seco/Resende (DRF/Volta Redonda) – carga geral – adm.: Terminal Logístico do Vale do Paraíba Ltda.;

k) Estado de São Paulo

1 Porto seco/Bauru (DRF/Bauru) – carga geral – adm.: Cipagem – Cia. Paulista de Armazéns Gerais Aduaneiros Exportação e Importação S/A;

2 Porto seco/Campinas I (ALF/Aeroporto Internacional de Viracopos) – carga geral – adm.: Armazéns Gerais

Colúmbia S/A;

3 Porto seco/Campinas II (ALF/Aeroporto Internacional de Viracopos) – carga geral – adm.: Libraport Campinas S/A; 4 Porto seco/Franca (DRF/Franca) – carga geral – adm.:

Embrate – Empresa Brasileira de Armazéns, Terminais e Entrepostos Ltda.;

5 Porto seco/Ribeirão Preto (DRF/Ribeirão Preto) – carga geral – adm.: Rodrimar S/A – Transportes, Equip. Ind. e Armazéns Gerais;

6 Porto seco/Santos I (ALF/Porto de Santos) – carga geral – adm.: Armazéns Gerais Colúmbia S/A;

7 Porto seco/Santos II (ALF/Porto de Santos) – carga geral – adm.: Integral Transporte e Agenciamento Marítimo Ltda.; 8 Porto seco/Santos III (ALF/Porto de Santos) – carga geral

– adm.: Mesquita S/A Transportes e Serviços;

9 Porto seco /Santos IV (ALF/Porto de Santos) – carga geral – adm.: Deicmar S/A, Despachos Aduaneiros Assessoria e Transportes;

10 Porto seco/Guarujá (ALF/Porto de Santos) – carga geral – adm.: Mesquita S/A Transportes e Serviços;

11 Porto seco/Jacareí (DRF/São José dos Campos) – carga geral – adm.: Universal Armazéns Gerais e Alfandegados Ltda.;

12 Porto seco/São Paulo I (IRF/São Paulo) - carga geral – adm.: Armazéns Gerais Colúmbia S/A;

13 Porto seco/São Paulo II (IRF/São Paulo) – carga geral – adm.: Cnaga – Cia. Nacional de Armazéns Gerais

14 Porto seco/São Paulo III (IRF/São Paulo) – carga geral – adm.: Embragem – Empresa Brasileira de Armazéns Gerais e Entrepostos Ltda.;

15 Porto seco/Guarulhos I (IRF/São Paulo) – carga geral – adm.: Dry Port São Paulo S/A;

16 Porto seco/Guarulhos II (IRF/São Paulo) – carga geral – adm.: Transquadros Mudanças e Transportes Ltda.;

17 Porto seco/São Bernardo do Campo I (IRF/São Paulo) – carga geral – adm.: Integral Transporte e Agenciamento Marítimo Ltda.;

18 Porto seco/São Bernardo do Campo II (IRF/São Paulo) – carga geral – adm.: Agesbec – Armazéns Gerais e

Entrepostos São Bernardo do Campo S/A;

19 Porto seco/Suzano (IRF/São Paulo) – carga geral – adm.: Cragea – Cia. Regional de Armazéns Gerais e Entrepostos Aduaneiros;

20 Porto seco/Santo André (IRF/São Paulo) – carga geral – adm.: Consórcio Eadi/Santo André;

21 Porto seco/Barueri (IRF/São Paulo) – carga geral - adm.: Armazéns Gerais Colúmbia S/A;

22 Porto seco/Sorocaba (DRF/Sorocaba) – carga geral – adm.: Aurora Terminais e Serviços Ltda.;

23 Porto seco/São José do Rio Preto (DRF/São José do Rio Preto) – carga geral – adm.: Automotive Distribuição e Logística Ltda.;

24 Porto seco/Taubaté (DRF/Taubaté) – carga geral – adm.: Eadi Taubaté S/C Ltda.;

25 Porto seco/Jundiaí (DRF/Jundiaí) – adm.: Integral Transporte e Agenciamento Marítimo Ltda.;

26 Porto seco/Piracicaba (DRF/Piracicaba) – carga geral – adm.: Armazéns Gerais Colúmbia S/A;

27 Porto seco/São Sebastião (DRF/São Sebastião) – carga geral – adm.: Cnaga – Cia. Nacional de Armazéns Gerais Alfandegados.

l) Estado do Paraná

1 Porto seco/Curitiba I (IRF/Curitiba) – carga geral – adm.: Armazéns Gerais Colúmbia S/A;

2 Porto seco/Curitiba II (IRF/Curitiba) – carga geral – adm.: Eadi Sul Terminal de Cargas Ltda.;

3 Porto seco em fronteira (rodoviário)/Foz do Iguaçu (DRF/Foz do Iguaçu) – carga geral – adm.: Eadi Sul Terminal de Cargas Ltda.;

4 Porto seco/Maringá (DRF/Maringá) – carga geral – adm.: Maringá Armazéns Gerais Ltda.;

5 Porto seco/Paranaguá (ALF/Porto de Paranaguá) – carga frigorificada – adm.: Martini Meat S/A Armazéns Gerais; 6 Porto seco/Cascavel (DRF/Cascavel) – carga geral – adm.:

Consórcio Eadi Cascavel;

m) Estado de Santa Catarina

1 Porto seco/Itajaí I (DRF/Itajaí) – carga geral – adm.: Portobello Comércio, Transportes, Distribuição e Armazéns Gerais S/A;

2 Porto seco/Itajaí II (DRF/Itajaí) – carga frigorificada – adm.: Brasfrigo S/A;

n) Estado do Rio Grande do Sul

1 Porto seco/Caxias do Sul (DRF/Caxias do Sul) – carga geral – adm.: Transportadora Simas Ltda.;

2 Porto seco/Novo Hamburgo (DRF/Novo Hamburgo) – carga geral – adm.: Multi Armazéns Ltda.;

3 Porto seco/Canoas (IRF/Porto Alegre) – carga geral – adm.: Banrisul Armazéns Gerais S/A;

4 Porto seco em Fronteira (rodoviário)/Jaguarão

(IRF/Jaguarão) – carga geral – adm.: Eadi Sul Terminal de Cargas Ltda.;

5 Porto seco em Fronteira (rodoviário)/Sant’Ana do

Livramento ( DRF/Sant’Ana do Livramento) – carga geral – adm.: Eadi Sul Terminal de Cargas Ltda.;

6 Porto seco em fronteira (ferroviário)/Sant’Ana do

Livramento (DRF/Sant’Ana do Livramento) – carga geral – adm.: ALL – América Latina Logística do Brasil S/A;

7 Porto seco em Fronteira (rodoviário)/Uruguaiana (DRF/Uruguaiana) – carga geral – adm.: Eadi Sul Terminal de Cargas Ltda.;

8 Porto seco em fronteira (ferroviário)/Uruguaiana

(DRF/Uruguaiana) – carga geral – adm.: ALL – América Latina Logística do Brasil S/A;

Fonte: Secretaria da Receita Federal

II – Licitados

a) Distrito Federal

1 Porto seco/Brasília (ALF/Aeroporto Internacional de Brasília) – carga geral – adm.: Logserve – Logística, Serviços e Armazenamento Ltda.;

b) Estado de São Paulo

1 Porto seco/Limeira (DRF/Limeira) – carga geral – adm.: Rodrimar S/A Transportes - (suspenso)

c) Estado do Paraná

1 Porto seco/Paranaguá (3) (ALF/Porto de Paranaguá) – carga geral – (suspensos);

2 Porto seco/Londrina (DRF/Londrina) – carga geral – (suspenso);

d) Estado de Santa Catarina

1 Porto seco/São Francisco do Sul (DRF/Joinvile) – carga geral – (suspenso);

e) Estado do Rio Grande do Sul

1 Porto seco/Rio Grande (5) (DRF/Rio Grande) – carga geral - (suspensos);

Fonte: Secretaria da Receita Federal

III – A serem licitados:

a) Estado do Maranhão

1 Porto seco/São Luís (DRF/São Luís) – carga geral;

b) Estado do Ceará

1 Porto seco/Maracanaú (DRF/Fortaleza) – carga geral;

c) Estado do Rio Grande do Norte

d) Estado do Mato Grosso

1 Porto seco/Rondonópolis (DRF/Cuiabá) – carga geral e sólida a granel;

e) Estado do Mato Grosso do Sul

1 Porto seco/ Ponta Porã (IRF/Ponta Porã) – carga geral;

f) Estado do Rio de Janeiro

1 Porto seco/ Duque de Caxias (DRF/Nova Iguaçu) – carga geral;

2 Porto seco/Macaé (IRF/Macaé) – carga geral;

g) Estado do Paraná

1 Porto seco/Ponta Grossa (DRF/Ponta Grossa) – carga geral;

h) Estado de Santa Catarina

1 Porto seco em Fronteira/Dionísio Cerqueira (DRF/Joaçaba – IRF/Dionísio Cerqueira) – carga geral.

Fonte: Secretaria da Receita Federal

Bibliografia

BRASIL. http://www.receita.fazenda.gov.br

GOVERNO. Decreto 4.543, de 26/12/02 – D.O.U. 27/12/02

ROCHA, Paulo César Alves. Regulamento aduaneiro – anotado com textos legais transcritos. 9 ed. São Paulo : Aduaneiras, 2005.

Exercícios

Esses exercícios são relativos: a) à parte X da apostila;

b) aos textos estudados em sala de aula:

I Instrução Normativa SRF nº 055 de 23 de maio de 2000 (Estabelece termos e condições para a instalação e funcionamento de terminais alfandegados de uso público); e

II Portos secos

1 Quais os objetivos para o alfandegamento de portos, aeroportos e pontos de fronteira por ato declaratório da autoridade aduaneira competente?

2 Quando é que o alfandegamento de portos, aeroportos e pontos de fronteira pode ser efetivado?

3 Qual é a diferença entre o regime de permissão e o de concessão?

4 Quais os motivos para se cancelar o alfandegamento?

5 O que são terminais alfandegados de uso público?

6 Quais os tipos de terminais alfandegados de uso público existentes? Comente sobre cada um deles.

7 Quais os tipos de serviços conexos, bem como, outros complementares podem ser executados pelos terminais alfandegados de uso público, além da movimentação e armazenagem de mercadoria?

8 Os serviços exclusivos em EADI são executados livremente? Explique.

9 Quais as operações de despacho aduaneiro podem ser realizadas nos terminais alfandegados de uso público?

10 É correto dizer que todo e qualquer tipo de mercadoria pode ser armazenado nos terminais alfandegados de uso público? E se for um complexo de armazenagem? Explique as duas respostas.

11 Qual é o prazo máximo de permanência de mercadoria importada em um EADI? (Mencione o prazo e o evento a partir do qual esse prazo se inicia).

12 Quando que a mercadoria armazenada em terminal alfandegado é considerada abandonada?

13 O que são portos secos?

14 O que é uma zona secundária?

15 As operações de movimentação e armazenagem de mercadorias sob o controle aduaneiro, como também, os serviços conexos em um porto seco, sujeitam-se ao regime de concessão ou permissão?

16 A princípio, nos portos secos são executadas operações de movimentação, armazenagem e despacho aduaneiro de mercadorias e de bagagens, sob o controle aduaneiro. Existem outros serviços executados nos portos secos? Quais?

XI O CONTROLE ADUANEIRO SOBRE VEÍCULOS E

No documento Logistica-Importacao-e-Exportacao (páginas 68-83)

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