Reconhecimento do A
V
V M M ––
Golpe de malhete Golpe de malhete ..De p
auxílio sempre que necessário. Estejam certos de que, pelo seu lado, ele auxílio sempre que necessário. Estejam certos de que, pelo seu lado, ele nunca esquecerá as obrigações maçónicas contraídas.
nunca esquecerá as obrigações maçónicas contraídas. II
IIr r 1º ∴ ∴ 1º e 2e 2º Vº VVV , co∴ ∴ , convnvididem oem os IIs IIr r da∴∴ das cs cololununasas, co, como emo eu fau faço aço aos os quque ee eststãoão no O
no Orr , a cel∴ ∴ , a celebrebrar poar por umr uma trípa tríplilice bce bateateria a ria a felfeliz aqiz aquisuisiçição qão que a Mue a Maçaç , e es∴∴, e estata R
R L ∴ ∴ ∴ L em ∴ em papartrticiculularar, a, acacababam dm de fe fazazer er na na pepessssoa oa do do nonosssso Io Ir r ... (∴∴ . (nonomeme).).
11º º V V ––
IIr r 22º V ∴∴ º V e I∴ ∴ e IIIr r qquue d∴∴ e deeccoorraam a cm a coolluunna da do So Suull, o V , o V M ∴∴ M ccoonnvviiddaa––vvoos a∴∴ s a cecelelebrbrar poar por uma trr uma trípíplilice bace bateteriria a fela a feliz aqiz aquiuisisiçãção quo que a Maçe a Maç , e ∴ ∴ , e esesta R ta R LL∴ ∴ ∴∴
em par
em particulticular, acaar, acabam de bam de fazer nfazer na pessa pessoa do noa do nosso Ir osso Ir ... (nom∴∴... (nome).e).
22º º V V ––
IIIIr r qu∴ ∴ que de dececororam am a ca cololununa da do No Norortete, o V , o V M ∴ ∴ M co∴∴convnvidida–a–vovos a s a cecelelebrbrar ar popor ur umama trtrípíplilice bce baateterria a feia a felliiz aqz aquiuisisiçãção quo que a e a MaMaçç , ∴ ∴ , e ese esta R ta R L ∴ ∴ L eem pa∴∴ m partrticiculularar,, acab
acabam dam de faze fazer na er na pesspessoa do oa do nossnosso Ir o Ir ... (n∴∴... (nome).ome).
11º º V V ––
O aO annúúnncciio o eessttá á ffeeiitoto, , V V M∴ ∴ M ..∴∴V
V M M ––
A miA mim, mm, meueus IIs IIr r ! Pe∴∴! Pelo slo sininalal!!Todos executam o sinal. Todos executam o sinal.
Pela tríplice bateria! Pela tríplice bateria!
Todos –
Todos –
O O – – O O – – O O O O – – O O – – OO O O – – O O – – OO Pela aclamação escocesa!Pela aclamação escocesa!
Todos –
Todos –
HUZZÉ! HUZZÉ! HUZZÉ!HUZZÉ! HUZZÉ! HUZZÉ!V
V M M ––
SSeenntetemmoo––nnooss, m, meeuus Is IIIrr . I∴∴. Ir r M ∴∴M C∴∴C , c∴∴, coonndduuz o z o nnoosssso no noovvo Io Ir r ... (∴∴ . (nnoommee) a) attéé junto do Orjunto do Or , e Ir ∴∴, e Ir E ∴∴E manda–o executa∴∴manda–o executar o seu primeiro trabalho de Ar o seu primeiro trabalho de A ..∴∴
O M
O M C C ccuummpprree. O E . O E ffaaz o nz o noovvo Io Ir r aapprrooxxiimmaarr––se se ddo Po Peeddrra Ba Brruutata, d, dáá––llhhe o e o MMaallhheette e e o Cinzel e, mandando–o pôr no chão o joelho direito, diz–lhe para dar três pancadas na e o Cinzel e, mandando–o pôr no chão o joelho direito, diz–lhe para dar três pancadas na Pedra Bruta com os referidos instrumentos. As pancadas devem ser dadas com o Cinzel Pedra Bruta com os referidos instrumentos. As pancadas devem ser dadas com o Cinzel inclinad
inclinado e a o e a ponta voltada para fora (não de ponta voltada para fora (não de cima para baixo).cima para baixo).
E
E ––
V V M∴∴ M , ∴∴, o po prriimmeeiirro tro traabbaallhho de A o de A ddo no∴∴ o nosssso noo novvo Ir o Ir ... ∴∴ . ((nnoommee) ) eessttáá terminado.terminado.
V
V M M ––
IIr r M ∴∴M C∴∴C , m∴∴, maanndda o a o nnoosssso no noovvo Io Ir r ... (∴∴ . (nnoommee) s) suubbiir or os ds deeggrraauus ds do Oo Orr ..∴∴O
O M M C C mmaanndda a ssuubbiir ar ao o OOr r o o nnoovvo o IIrr , , qquue e sse e mmaannttéém m à à oorrddeemm..
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V M M ––
MeMeu u IrIr , , se∴∴ segugundndo o umuma a anantitiga tradga tradiçiçãoão, , enentrtregego–o–te te agagorora a um par um par de luvde luvasas brancas que deverás usar nas nossas sessões. As luvas brancas simbolizam brancas que deverás usar nas nossas sessões. As luvas brancas simbolizamque as mãos dum Maçon, assim como a sua consciência, devem manter–se que as mãos dum Maçon, assim como a sua consciência, devem manter–se puras de quaisquer actos censuráveis. Segundo a mesma
puras de quaisquer actos censuráveis. Segundo a mesma tradição, entregava–tradição, entregava– se tam
se também ao nobém ao novo Ir vo Ir um seg∴∴ um segunundo par de luvdo par de luvas braas brancancas, que ele des, que ele deververiaia oferecer à mulher que mais amava e respeitava. Em memória dessa tradição, oferecer à mulher que mais amava e respeitava. Em memória dessa tradição, eu entrego–te em nome de
eu entrego–te em nome de toda a Loja uma rosa toda a Loja uma rosa destinaddestinada a a a essa mulher.essa mulher. Ir
Ir M ∴∴ M C∴∴ C , co∴∴, conndduuz az aggoorra o Ir a o Ir ..∴∴ ... (n. (noommee) à fr) à freenntte de da pa prriimmeeiirra fia filla da do No Noorrttee,, lugar que hoje lhe é atribuído. Futuramente, ele sentar–se–á na fila de trás, lugar que hoje lhe é atribuído. Futuramente, ele sentar–se–á na fila de trás, co
com om os os oututroros As AAA ..∴∴
O M
O M C C coconnduduz o z o nonovvo Io Ir r aao so seeu lu lugugaarr. E. Esste te fifica ca dde pe pé e é e à oà ordrdeem.m.
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Meu muMeu muito queito querido Irrido Ir , a benefi∴∴, a beneficênccência é uma daia é uma das virtuds virtudes cuja pes cuja práticrática é muitoa é muito exexigigidida a aoaos s MaMaçoçonsns. . TeTemomos s obobraras s de de sosolilidadaririededadade e quque e rereclclamamamam constantemente a nossa assistência e para as quais temos que fazer apelo aos constantemente a nossa assistência e para as quais temos que fazer apelo aos bons se
bons sentimentimentos dontos dos nosss nossos IIros IIr . Pedimo∴ ∴ . Pedimos, portas, portanto, a tua conto, a tua contribntribuiçãuição. Iro. Ir∴∴
H
H le∴ ∴ leva o Trva o Trononco da Bco da Benenefeficicênêncicia juna junto do nto do nososso Ir so Ir pa∴∴para qra que eue ele dele depoposisitete nele a sua esmola.
nele a sua esmola.
IIr r M ∴ ∴ M C∴ ∴ C , ∴∴, ccuummpprre e o o tteeu u ddeevveerr.. O H
O H pápára dira diantante do e do novnovo Ir o Ir e ese estentendede–lh–lhe o sae o saco. co. ConContudtudo, eso, este nãte não poo pode cde contontribribuiuir por r por não ter metais. Feito isto
não ter metais. Feito isto H
H –– V V M∴ ∴ M , e∴ ∴ , estste Ie Ir r re∴∴ recucusasa–s–se a e a cucumpmpririr or os ss seueus ds devevereres es de de bebenenefificêcêncnciaia..
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O O nonosssso o Ir Ir nã∴∴ não o popode fazde fazê–ê–lolo, , poporqrque ainue ainda não lhe forada não lhe foram m rereststitituíuídodos s osos metais. Os metais simbolizam tudo o que brilha de forma enganadora. São a metais. Os metais simbolizam tudo o que brilha de forma enganadora. São a moeda corrente dos preconceitos vulgares, constituem uma riqueza ilusória moeda corrente dos preconceitos vulgares, constituem uma riqueza ilusória que o homem experiente deve saber desprezar. Quem aspira a ser livre tem que o homem experiente deve saber desprezar. Quem aspira a ser livre tem que recusar o que é fútil e lembrar-se de que a cupidez é a fonte de muitos que recusar o que é fútil e lembrar-se de que a cupidez é a fonte de muitos vícios. Mas estes metais, convenientemente manejados, podem servir para vícios. Mas estes metais, convenientemente manejados, podem servir para praticar o bem. Com efeito, a caridade deixa de ser uma virtude quando é praticar o bem. Com efeito, a caridade deixa de ser uma virtude quando é praticada em prejuízo dos deveres mais sagrados e mais prementes: uma praticada em prejuízo dos deveres mais sagrados e mais prementes: uma família a sustentar, filhos para educar, pais velhos a manter, compromissos família a sustentar, filhos para educar, pais velhos a manter, compromissos cicivivis s a a prpreeeencncheher. r. EsEstetes s sãsão o os os prprimimeieiroros s dedevevereres s quque e a a nanatuturereza za e e aa consciência nos impõem. Quando tiveres meios para fazer as tuas oferendas consciência nos impõem. Quando tiveres meios para fazer as tuas oferendas para as nossas obras
para as nossas obras de solidariedadde solidariedade serão bem e serão bem recebidas, de acordo com asrecebidas, de acordo com as tuas possibilidades e feitas discretamente.
tuas possibilidades e feitas discretamente.
Os actos de beneficência dum Maçon nunca devem ser de ostentação. Para Os actos de beneficência dum Maçon nunca devem ser de ostentação. Para nós, a beneficência é apenas o cumprimento de
nós, a beneficência é apenas o cumprimento de um dever.um dever.
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O M M C C ddeevvoollvve e oos s mmeettaaiis as ao o nnoovvo o llrr .. Me
Meu muu muitito qo queuerirido Ido Ir r ..∴ ∴ ... (n. (nomome)e), no f, no fininal al dedeststa sea sessssãoão, qu, quanando do o Ir o Ir H ∴ ∴ H te∴∴te apresentar de novo, como a todos
apresentar de novo, como a todos nós, o que também chamamos o nós, o que também chamamos o "Tronco da"Tronco da Viúva", poderás ali deitar a tua esmola. A tua oferta será o testemunho do Viúva", poderás ali deitar a tua esmola. A tua oferta será o testemunho do espírito de caridade que deve animar todos os Maçons. Colocarás o teu espírito de caridade que deve animar todos os Maçons. Colocarás o teu donativo com a mão sem
donativo com a mão sem luva.luva. PAUSA
PAUSA
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Só me reSó me resta, meu Ir sta, meu Ir ... (nome∴∴... (nome) destru) destruir o testair o testamento emento em que com que consignsignaste onaste oss teus últimos pensamentos de profano. Agora vais começar uma vida nova. teus últimos pensamentos de profano. Agora vais começar uma vida nova. VaiVais s evoevoluluir ir e e apeaperferfeiçoiçoar–ar–te te camcamininhanhando do prprogrogressessivaivamenmente te pelpela a via via dodo co
conhenhecimcimentento. o. ConConvévém, m, porportantanto, to, quque e as as tuatuas s antantigaigas s recrecordordaçõações es sejsejamam esquecidas. Ao destruir este testemunho do teu passado, nós manifestamos a esquecidas. Ao destruir este testemunho do teu passado, nós manifestamos a confiança que depositamos no teu futuro! Rasgo, assim, o teu testamento bem confiança que depositamos no teu futuro! Rasgo, assim, o teu testamento bem como os relatórios do teu
como os relatórios do teu inquérito, que vão ser queimados.inquérito, que vão ser queimados. O E
O E , , tendtendo prepo preparadarado um recio um recipienpiente com álcte com álcool, qool, queima o tueima o testemestemunho e ounho e os relas relatóriotórios na s na chaminé recolhendo as cinzas e mantendo–as num envelope, que fecha e entrega ao novo chaminé recolhendo as cinzas e mantendo–as num envelope, que fecha e entrega ao novo A
A ..
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SeSentntememo–o–nonos ms meueus Is IIrIr ..∴∴PAUSA PAUSA
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AgAgorora é dada é dada a pala a palavavra ao Ir ra ao Ir 0 ∴ ∴ 0 pa∴∴ para mara maninifefestastar os calr os calororososos seos sentntimimenentotoss frfrataterernonos ds de te tododa ea eststa R a R L ∴ ∴ ∴ L pa∴ para ra cocom o m o nonosssso Io Ir r ... (∴∴ . (nonomeme) e) e, su, sucicintntamamenente,te, explicar–l
explicar–lhe o sentido e he o sentido e a finalidade da Arte Real.a finalidade da Arte Real. Breve alocução do Orador.
Breve alocução do Orador. An
Antetes ds de pe prerececededer ar ao eo encncererraramementnto do da La L , , o V o V M M prprononununcicia a ia a invnvococaçação são segeguiuintnte: e:
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MMeeuus s IIIIrr ::∴∴LLeevveemmoos as ao G o G A ∴ ∴ ∴ ∴∴ ∴ ∴ ∴A d d U U ttuuddo o qo o quue fe fiizzeemmoos ds de be boomm, ú, útitil e gl e glloorriioosso no neessttee di
dia a sosolelene em ne em quque e vivimomos s aaumumenentatar r o o núnúmemero ro dodos s nonossssos os llllrr . ∴∴. QuQue e ElElee continue a proteger os nossos trabalhos e a dirigir–nos constantemente para a continue a proteger os nossos trabalhos e a dirigir–nos constantemente para a perfeição. Que a harmonia, a união e a concórdia sejam para sempre o triplo perfeição. Que a harmonia, a união e a concórdia sejam para sempre o triplo cimento das nossas obras. Que, regressados ao mundo, os verdadeiros Filhos cimento das nossas obras. Que, regressados ao mundo, os verdadeiros Filhos da Luz sejam
da Luz sejam sempre reconhecidos pela sua sabedoria.sempre reconhecidos pela sua sabedoria. Os trabalhos da
Os trabalhos da Loja serão depois encerrados devidamente.Loja serão depois encerrados devidamente. Voltar para a página nº 28