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REFERENDO E PLEBISCITO

No documento NUCE Concursos Públicos 1 (páginas 23-27)

exercício do mandato, considerada a vida pregressa do candidato, e a normalidade e a legitimidade das eleições contra a influência do poder econômico ou o abuso do exercício de função, cargo ou emprego na administração direta ou indireta (art. 14, § 9º); possuem um fundamento ético evidente, tornando-se ilegítimas quando estabelecidas com fundamento político ou para assegurarem o domínio do poder por um grupo que o venha detendo.

INELEGIBILIDADES RELATIVAS

São impedimentos a certos cargos eletivos, em razão de situações específicas. O indivíduo fica impedido em razão de motivos funcionais, de casamento, parentesco ou afinidade, candidato militar ou ainda por influencia do poder econômico ou abuso do poder político.

São elas:

Reeleição

Desincompatibilização

Reflexa ou por motivo de parentesco Militares

Casos previstos em lei complementar REELEIÇÃO

A partir da Emenda Constitucional 16, (emenda da reeleição), foi admitida a reeleição do Presidente da República, dos Governadores de Estado e do Distrito Federal e dos Prefeitos ou de quem os houver sucedido ou substituído no curso dos mandatos.

“§ 5º O Presidente da República, os Governa-dores de Estado e do Distrito Federal, os Prefeitos e quem os houver sucedido, ou substituído no curso dos mandatos poderão ser reeleitos para um único período subse-qüente.”

Poderão candidatar-se à reeleição, os chefes do executivo, para um único período subseqüente.

Veda-se, portanto, um terceiro mandato sucessivo.

Assim, incide sobre o candidato uma inelegibilidade relativa por motivos funcionais para o mesmo cargo.

DESINCOMPATIBILIZAÇÃO

“§ 6º - Para concorrerem a outros cargos, o Presidente da República, os Governadores de Estado e do Distrito Federal e os Prefeitos devem renunciar aos respectivos mandatos até seis meses antes do pleito.”.

(Desincompatibilização)

Para outros cargos. São inelegíveis para concorrerem a outros cargos, os chefes do executivo que não renunciarem até seis meses antes do pleito.

A CRFB não exige a desincompatibilização do Chefe do Executivo que pretenda candidatar-se à reeleição. Não exige ao titular de mandato eletivo a necessidade de renunciar, ou se afastar temporariamente do cargo, para concorrer a sua reeleição, demonstrando a escolha pela continuidade administrativa.

INELEGIBILIDADE REFLEXA [por motivos de casamento, parentesco ou afinidade]

São inelegíveis, no território de jurisdição do titular, o cônjuge e os parentes consangüíneos ou

afins, até o segundo grau ou por adoção, do Presidente da República, de Governador de Estado ou Território, do Distrito Federal, de Prefeito ou de quem os haja substituído dentro dos seis meses anteriores ao pleito, salvo se já titular de mandato eletivo e candidato à reeleição (§

7°).

02. (2011 - TRT - 1ª REGIÃO (RJ)) A capacidade eleitoral passiva consistente na possibilidade de o cidadão pleitear determinados mandatos políticos, mediante eleição popular, desde que preenchidos certos requisitos, conceitua- -se em

a) alistamento eleitoral.

b) direito de voto.

c) direito de sufrágio.

d) elegibilidade.

e) dever sociopolítico.

Gabarito D.

ELEGIBILIDADE:

É a capacidade eleitoral passiva é a possibilidade de ser eleito (aptidão de ser votado).

03. (2009 - TRE-PI - Analista Judiciário) Com relação aos Direitos Políticos, a soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante:

I. plebiscito.

II. referendo.

III. prévia aprovação do Ministério Público.

IV. prévia aprovação do Poder Judiciário.

Está correto o que se afirma APENAS em a) I e II. b) I, II e III.

c) I, II e IV. d) II e III.

e) III e IV.

Gabarito A.

Art. 14. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante:

I – plebiscito; (se a consulta da população é prévia)

II – referendo; (se a consulta à população sobre determinada matéria é posterior à edição de um ato governamental).

REFERENDO E PLEBISCITO

O referendo popular: é a forma de manifestação popular pela qual o eleitor aprova ou rejeita uma atitude governamental manifestada.

Normalmente, verifica-se quando uma emenda constitucional ou um projeto de lei aprovado pelo Poder Legislativo é submetido à aprovação ou rejeição dos cidadãos antes de entrar em vigor.

Nas questões de relevância nacional, de competência do Poder Legislativo ou do Poder Executivo (matéria constitucional, administrativa ou legislativa), bem como no caso do § 3.º do art. 18 da CF (incorporação, subdivisão ou desmem-bramento de um Estado), a autorização e a convocação do referendo popular e do

24 www.nuceconcursos.com.br NUCE | Concursos Públicos plebiscito são da competência exclusiva do

Congresso Nacional, nos termos do art. 49, XV, da CF, c. c. a Lei n. 9.709/98 (em especial os arts.

2.º e 3.º).

O referendo deve ser convocado no prazo de trinta dias, a contar da promulgação da lei ou da adoção de medida administrativa sobre a qual se mostra conveniente a manifestação popular direta.

O plebiscito: é a consulta popular prévia pela qual os cidadãos decidem ou demonstram sua posição sobre determinadas questões. A convocação de plebiscitos é de competência exclusiva do Congresso Nacional quando a questão for de interesse nacional.

Relembramos que a CF permite a criação de Territórios Federais (hoje inexistentes) e até prevê, no art. 12 do ADCT (Ato das Disposições Constitucionais Transitórias), a formação de uma comissão para analisar a questão, sobretudo em relação à Amazônia Legal. Para a criação de um território, entre os primeiros passos está a aprovação da proposta pela população diretamente interessada, mediante plebiscito (art.

18, § 3.º, da CF).

Nas demais questões, de competência dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios, o plebiscito e o referendo são convocados em conformidade, respectivamente, com a CE e com a Lei Orgânica.

A iniciativa da proposta do referendo ou do plebiscito deve partir de 1/3 dos Deputados Federais ou de 1/3 dos Senadores. A aprovação da proposta é manifestada (exteriorizada) por decreto legislativo que exige o voto favorável da maioria simples dos Deputados Federais e dos Senadores (voto favorável de mais da metade dos presentes à sessão, observando-se que para a votação ser iniciada exige-se a presença de mais da metade de todos os parlamentares da casa).

04. (2009 - TRE-PI - Analista Judiciário) No tocante aos Direitos Políticos, NÃO se inclui dentre as condições de elegibilidade, na forma da lei, a idade mínima de

a) dezoito anos para Vereador.

b) vinte e um anos para Deputado Federal.

c) trinta anos para Vice-Governador do Distrito Federal.

d) trinta e cinco anos para Senador.

e) trinta e cinco anos para Governador de Estado.

Gabarito E.

ELEGIBILIDADE:

É a capacidade eleitoral passiva é a possibilidade de ser eleito (aptidão de ser votado).

Nos termos do artigo 14, parágrafo 3° da Constituição, são condições de elegibilidade, na forma da lei:

I – a nacionalidade brasileira (*portugueses) II – o pleno exercício dos direitos políticos;

III – o alistamento eleitoral (só pode ser votado quem pode votar, embora nem todos que votam possam ser votados – como o analfabeto e o menor de 18 e maior de 16 anos);

IV – o domicílio eleitoral na circunscrição (pelo

prazo que a lei ordinária federal fixar e que hoje é de um ano antes do pleito, nos termos do art. 9.º da Lei n. 9.504/97);

V – a filiação partidária (pelo menos um ano antes das eleições, nos termos do art. 18 da Lei Federal n. 9.096/95);

VI – a idade mínima de:

35 anos para Presidente e Vice-Presidente da República e Senador;

30 anos para Governador e Vice-Governador de Estado e do DF;

21 anos para Deputado Federal, Estadual ou Distrital, Prefeito, Vice-Prefeito e juiz de paz;

18 anos para vereador.

A aquisição da elegibilidade, portanto, ocorre gradativamente. De acordo com o § 2.º do art. 11 da Lei n. 9.504/97, a idade mínima deve estar preenchida até a data da posse. Há, contudo, entendimento jurisprudencial no sentido de que o requisito da idade mínima deve estar satisfeito na data do pleito.

05. (2011 - TRE-AP - Analista Judiciário) Plínio, filiado a partido político e brasileiro, de reputação ilibada que acabara de completar vinte anos de idade no mês de junho de 2008, efetuou o seu alistamento eleitoral na circunscrição eleitoral do Município de Caju, onde mantinha seu domicílio. A sua intenção era a de concorrer ao cargo de Prefeito no Município de Margarida, nas eleições daquele mesmo ano, posto que frequentava faculdade na referida cidade, e era presidente do dire-tório acadêmico, sendo conhecido e amado pelos colegas de faculdade e pela maioria dos habitantes da região, com grandes chances de vencer as eleições. Porém, sua candidatura ao referido cargo foi barrada, porque não preenchia os requisitos de

a) idade mínima de vinte e cinco anos de idade e domicílio eleitoral referente a um período de dois anos.

b) idade mínima de vinte e um anos de idade e de domicílio eleitoral na circunscrição do Município de Margarida.

c) domicílio eleitoral na circunscrição do Município de Margarida e de idade mínima de trinta anos de idade.

d) pleno exercício dos direitos políticos e de idade mínima de trinta anos de idade.

e) pleno exercício dos direitos políticos e de idade mínima de vinte e cinco anos de idade.

Gabarito B.

ELEGIBILIDADE:

É a capacidade eleitoral passiva é a possibili-dade de ser eleito (aptidão de ser votado). Nos termos do artigo 14, parágrafo 3° da Constituição, são condições de elegibilidade, na forma da lei:

I – a nacionalidade brasileira)

II – o pleno exercício dos direitos políticos;

III – o alistamento eleitoral (só pode ser votado quem pode votar, embora nem todos que votam possam ser votados – como o analfabeto e o menor de 18 e maior de 16 anos);

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IV –o domicílio eleitoral na circunscrição (pelo prazo que a lei ordinária federal fixar e que hoje é de um ano antes do pleito, nos termos do art. 9.º da Lei n. 9.504/97);

V – a filiação partidária (pelo menos um ano antes das eleições, nos termos do art. 18 da Lei Federal n. 9.096/95);

VI – a idade mínima de:

35 anos para Presidente e Vice-Presidente da República e Senador;

30 anos para Governador e Vice-Governador de Estado e do DF;

21 anos para Deputado Federal, Estadual ou Distrital, Prefeito, Vice-Prefeito e juiz de paz;

18 anos para vereador.

06. (2011 - TRT - 23ª REGIÃO (MT)) Benedito, militar alistável, com menos de dez anos de serviço, deseja concorrer ao cargo de vereador nas eleições Municipais, porém, para ser considerado elegível,

a) será colocado à disposição, com remuneração até as eleições, e, se eleito, assim permanecerá até o término do seu mandato, mas, se não for eleito, retornará à atividade.

b) será agregado pela autoridade superior e, se eleito, passará automaticamente, no ato da diplomação, para a inatividade.

c) deverá continuar em atividade e, se eleito, será agregado pela autoridade superior, sendo colocado à disposição, até o término do seu mandato.

d) deverá afastar-se da atividade.

e) será colocado à disposição, sem remuneração até as eleições, e, se eleito, assim permanecerá até o término do seu mandato, mas, se não for eleito, retornará imediatamente à atividade.

Gabarito D.

MILITAR: A CF dispõe que o militar alistável é elegível.

“§ 8º - O militar alistável é elegível, atendidas as seguintes condições:

I - se contar menos de dez anos de serviço, deverá afastar-se da atividade;

II - se contar mais de dez anos de serviço, será agregado pela autoridade superior e, se eleito, passará automaticamente, no ato da diplomação, para a inatividade.”

O TSE entende que do registro da candidatura até a diplomação do candidato ou seu regresso às Armadas, o candidato é mantido na condição de agregado, ou seja, será afastado tempora-riamente, caso conte mais de 10 anos de serviço e, se eleito, passará automaticamente, no ato da diplomação, para a inatividade.

Será afastado definitivamente se contar menos de 10 anos.

07. (2011 - TRT - 14ª Região (RO e AC)) Sobre os Direitos Políticos, é correto afirmar:

a) a ação de impugnação de mandato não tramitará em segredo de justiça, respondendo o autor, na forma da lei, se temerária ou de manifesta má-fé.

b) são inelegíveis, no território de jurisdição do titular,

o cônjuge e os parentes consanguíneos ou afins, até o segundo grau ou por adoção, do Presidente da República, de Governador de Estado ou Território, do Distrito Federal, de Prefeito ou de quem os haja substituído dentro de um ano anterior ao pleito, salvo se já titular de mandato eletivo e candidato à reeleição.

c) o militar alistável é elegível, sendo que, se contar menos de dez anos de serviço, será agregado pela autoridade superior e, se eleito, passará automaticamente, no ato da diplomação, para a inatividade, e, se contar mais de dez anos de serviço, deverá afastar-se da atividade.

d) a emenda à Constituição estabelecerá outros casos de inelegibilidade e os prazos de sua cessação, a fim de proteger a probidade admi-nistrativa, a moralidade para exercício de man-dato, considerada a vida pregressa do candiman-dato, e a normalidade e legitimidade das eleições contra a influência do poder econômico ou o abuso do exercício de função, cargo ou emprego na administração direta ou indireta.

e) o mandato eletivo poderá ser impugnado ante a Justiça Eleitoral no prazo de quinze dias contados da diplomação, instruída a ação com provas de abuso do poder econômico, corrupção ou fraude.

Gabarito E.

§ 9º Lei complementar estabelecerá outros casos de inelegibilidade e os prazos de sua cessação, a fim de proteger a probidade administrativa, a moralidade para exercício de mandato, considerada a vida pregressa do candidato, e a normalidade e legitimidade das eleições contra a influência do poder econômico ou o abuso do exercício de função, cargo ou emprego na administração direta ou indireta.

Outros casos de inelegibilidade são estabelecidos em Lei Complementar (Lei Complementar n° 64/90 e n° 135/2010)

Para que sejam estabelecidas novas hipóteses de inelegibilidade relativa, portanto, é exigida a edição, pelo Congresso Nacional, de lei complementar (emenda à Constituição Federal também poderia fazê-lo);

caso se pretenda estabelecer outras hipóteses de inelegibilidade relativa por qualquer outro meio (lei ordinária federal, leis estaduais, distritais ou municipais, Constituições estaduais, ou leis orgânicas de municípios ou do Distrito Federal), haverá flagrante inconstitucionalidade.

§ 10. O mandato eletivo poderá ser impugnado ante a Justiça Eleitoral no prazo de quinze dias contados da diplomação, instruída a ação com provas de abuso do poder econômico, corrupção ou fraude.

§ 11. A ação de impugnação de mandato tramitará em segredo de justiça, respondendo o autor, na forma da lei, se temerária ou de manifesta má-fé.

26 www.nuceconcursos.com.br NUCE | Concursos Públicos 08. (2011 - TRE-RN - Analista Judiciário) Pedro,

governador em exercício do Estado X, pretende concorrer ao cargo de Presidente da República.

Neste caso, Pedro

a) deverá renunciar ao respectivo mandato até três meses antes do pleito.

b) deverá renunciar ao respectivo mandato até seis meses antes do pleito.

c) deverá renunciar ao respectivo mandato até dois meses antes do pleito.

d) deverá aguardar o final de seu mandato, sendo vedada a renúncia com este objetivo.

e) poderá renunciar ao mandato a qualquer tempo, não havendo limite constitucional pré- -estabelecido.

Gabarito B.

DESINCOMPATIBILIZAÇÃO

“§ 6º - Para concorrerem a outros cargos, o Presidente da República, os Governadores de Estado e do Distrito Federal e os Prefeitos devem renunciar aos respectivos mandatos até seis meses antes do pleito.”.

(Desincompatibilização)

Para outros cargos. São inelegíveis para concorrerem a outros cargos, os chefes do executivo que não renunciarem até seis meses antes do pleito.

A CRFB não exige a desincompatibilização do Chefe do Executivo que pretenda candidatar-se à reeleição. Não exige ao titular de mandato eletivo a necessidade de renunciar, ou se afastar temporariamente do cargo, para concorrer a sua reeleição, demonstrando a escolha pela continuidade administrativa.

O TSE entendeu que os vices poderão candidatar-se a outros cargos preservando os seus mandatos respectivos, desde que, nos seis meses anteriores ao pleito não tenham sucedido ou substituído o titular.

09. (2011 - TRE-RN - Analista Judiciário) Maurício, Alice, Roberto e Ronaldo são irmãos e almejam cargos públicos eletivos. Maurício tem vinte e um anos de idade; Alice tem trinta anos de idade; Roberto tem trinta e três anos de idade e Ronaldo tem trinta e cinco anos de idade.

Nestes casos, com relação à condição de elegibilidade relacionada à idade, pode(m) concorrer ao cargo de Governador do Estado do Rio Grande do Norte

a) Alice e Roberto, apenas.

b) Ronaldo, apenas.

c) Maurício, Alice, Roberto e Ronaldo.

d) Roberto e Ronaldo, apenas.

e) Alice, Roberto e Ronaldo, apenas.

Gabarito E.

ELEGIBILIDADE:

É a capacidade eleitoral passiva é a possibilidade de ser eleito (aptidão de ser votado).

Nos termos do artigo 14, parágrafo 3° da Constituição, são condições de elegibilidade, na forma da lei:

I – a nacionalidade brasileira)

II – o pleno exercício dos direitos políticos;

III – o alistamento eleitoral (só pode ser votado quem pode votar, embora nem todos que votam possam ser votados – como o analfabeto e o menor de 18 e maior de 16 anos);

IV – o domicílio eleitoral na circunscrição (pelo prazo que a lei ordinária federal fixar e que hoje é de um ano antes do pleito, nos termos do art. 9.º da Lei n. 9.504/97);

V –a filiação partidária (pelo menos um ano antes das eleições, nos termos do art. 18 da Lei Federal n. 9.096/95);

VI – a idade mínima de:

35 anos para Presidente e Vice-Presidente da República e Senador;

30 anos para Governador e Vice-Governador de Estado e do DF;

21 anos para Deputado Federal, Estadual ou Distrital, Prefeito, Vice-Prefeito e juiz de paz;

18 anos para vereador.

10. (2011 - TRF - Técnico Judiciário) É vedada a cassação de direitos políticos, cuja perda ou suspensão se dará nas hipóteses abaixo, salvo no caso de

a) incapacidade civil relativa.

b) cancelamento da naturalização por sentença transitada em julgado.

c) condenação criminal transitada em julgado, enquanto durarem seus efeitos.

d) recusa de cumprir obrigação a todos imposta ou prestação alternativa, nos termos do art. 5 o, VIII, da Constituição Federal.

e) improbidade administrativa, nos termos do art. 37,

§ 4 o, da Constituição Federal.

Gabarito A.

Privação dos Direitos Políticos O cidadão pode, em situações excepcionais, ser privado, definitiva ou temporariamente, dos direitos políticos o que importará, como efeito imediato, na perda da cidadania política.

A privação definitiva denomina-se PERDA dos direitos políticos.

A privação temporária denomina-se SUSPENSÃO dos direitos políticos.

A constituição não permite, EM NENHUMA HIPÓTESE, a CASSAÇÃO dos direitos políticos – a supressão arbitrária, motivada por perseguições ideológicas.

Privação dos Direitos Políticos “É vedada a cassação de direitos políticos cuja perda ou suspensão só se dará nos casos de”: (CF 15).

I - cancelamento da naturalização por sentença transitada em julgado;(P)

II - incapacidade civil absoluta; (S)

III - condenação criminal transitada em julgado, enquanto durarem seus efeitos; (S)

IV - recusa de cumprir obrigação a todos imposta ou prestação alternativa, nos termos do art. 5º, VIII; (P)*

V - improbidade administrativa, nos termos do art.

37, § 4º. (S)

Os casos de perda ocorre nos casos 1. de cancelamento da naturalização, por sentença

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transitada em julgado, (por atividade nociva ao interesse nacional – 12, §4 ou quando a naturali-zação for anulada); 2. recusa de cumprir obrigação a todos imposta ou prestação alternativa.

A suspensão dos direitos políticos ocorre nos casos de 1. incapacidade civil absoluta, 2.

condenação criminal com trânsito em julgado, enquanto durarem seus efeitos e 3. improbidade administrativa.

* A lei 8239/91, ao regulamentar a prestação alternativa ao serviço militar obrigatório, determina que a recusa do serviço alternativo implica em SUSPENSÃO dos direitos políticos!

11. (FUNCAB - 2013 - ANS) Das alternativas abaixo, qual faz uma afirmação correta sobre os direitos políticos?

a) A capacidade eleitoral ativa consiste na possibilidade de o cidadão pleitear determinados mandatos políticos, mediante eleição popular, desde que preenchidos certos requisitos.

b) A aquisição dos direitos políticos é feita mediante alistamento, que é condição de elegibilidade.

Assim, a qualificação de uma pessoa, perante o órgão da justiça eleitoral, inscrevendo-se como eleitora, garante-lhe o direito de votar.

c) O Presidente da República pode autorizar referendo e convocar plebiscitos.

d) O referendo consiste em uma consulta prévia, que se faz aos cidadãos no gozo de seus direitos políticos, sobre determinada matéria a ser, poste-riormente, discutida pelo Congresso Nacional.

e) Os analfabetos são inalistáveis e não possuem a capacidade eleitoral passiva.

Gabarito B.

ELEGIBILIDADE:

É a capacidade eleitoral passiva é a possibili-dade de ser eleito (aptidão de ser votado).

CASOS DE OBRIGATORIEDADE DO

No documento NUCE Concursos Públicos 1 (páginas 23-27)

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