SECÇÃO III Pessoal Administrativo
REGIME GERAL DE FUNCIONAMENTO DO AGRUPAMENTO
SECÇÃO I
Horários e Constituição de Grupos / Turmas e do Pessoal Artigo 219º
Horário e Constituição dos Grupos nos Jardins-de-Infância
1. O horário das atividades letivas nos Jardins-de-Infância do agrupamento resulta dos critérios de organização dos
horários aprovados pelo Conselho Pedagógico e de posterior pronúncia do Conselho Geral sobre esses critérios.
2.Nos Jardins-de-Infância que funcionam com o 1º ciclo, o intervalo deve realizar-se, sempre que as condições de espaço o permitam, ao mesmo tempo que o das restantes crianças/alunos – das dez e horas e trinta minutos às onze horas.
3. O horário das Atividades de Animação e de Apoio à Família é ajustado em função das necessidades das famílias,
resultando dos critérios de organização dos horários aprovados pelo Conselho Pedagógico e de posterior pronúncia do Conselho Geral sobre esses critérios.
4. As educadoras cumprem o seu tempo de estabelecimento em preparação de trabalho pedagógico, no atendimento aos
pais e encarregados de educação e em supervisão e acompanhamento da componente de animação e apoio à família.
5. A constituição dos grupos nos Jardim-de-infância obedece ao disposto na legislação vigente, sempre que possível, a
continuidade pedagógica e outros critérios de natureza pedagógica, considerados relevantes pelo Conselho Pedagógico, que devem ficar consignados no Projeto Educativo.
Artigo 220º
Horário e Constituição das Turmas nas Escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico
1. Os horários das atividades letivas e das atividades de enriquecimento curricular nas escolas do 1º ciclo do agrupamento
resultam dos critérios de organização dos horários aprovados pelo Conselho Pedagógico e de posterior pronúncia do Conselho Geral sobre esses critérios.
2. As atividades letivas devem cumprir cinco horas diárias e as atividades de enriquecimento curricular cumprem 5
tempos de 60 minutos semanais.
3. Os horários serão afixados na primeira quinzena de setembro, em cada estabelecimento de ensino.
4. Nas escolas do 1º ciclo, a distribuição de alunos por turma tem em atenção a legislação em vigor e quaisquer outros
critérios de natureza pedagógica, considerados relevantes pelo Conselho Pedagógico, que devem ficar consignados no Projeto Educativo. Assim, as turmas do 1.º ciclo do ensino básico são constituídas por:
a) 26 alunos, regra geral;
b) 18 alunos, nas escolas de lugar único que incluam alunos de mais de dois anos de escolaridade; c) 22 alunos, nas escolas com mais de um lugar que incluam alunos de mais de dois anos de escolaridade.
5. Um aluno retido no 2º ou 3º ano de escolaridade deverá integrar até ao final do ciclo a turma a que já pertencia, salvo
se houver decisão em contrário do competente Conselho de Docentes ou do Conselho Pedagógico do agrupamento, sob proposta fundamentada do professor titular de turma e ouvido, sempre que possível o professor da eventual nova turma.
Artigo 221º
Horário e Constituição das Turmas nas Escolas dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico
1. O horário das atividades letivas nas escolas dos 2º e 3º ciclos do agrupamento resulta dos critérios de organização dos
horários aprovados pelo Conselho Pedagógico e de posterior pronúncia do Conselho Geral sobre esses critérios.
2. Nos horários dos alunos dos 2º e 3º ciclos a distribuição das disciplinas deverá efetuar-se o mais equilibradamente
possível pelos cinco dias da semana.
3. No 2º ciclo, as turmas terão um dos turnos (manhã ou tarde) ao longo dos 5 dias da semana e os outros tempos em
4. No 3º ciclo, as turmas terão um dos turnos (manhã ou tarde) ao longo dos 5 dias da semana e os outros tempos em
mais três turnos contrários.
5. Na mudança de turnos de manhã para a tarde será respeitado obrigatoriamente um intervalo de 100 minutos, exceto
nas situações que surjam de reposição de aulas de 50 minutos ou de aulas de recuperação de 50 minutos.
6. Os critérios de distribuição dos anos por turno são da competência do diretor e devem constar no Projeto Educativo
do agrupamento. Sendo assim, por uma questão de igualdade de tratamento, as turmas que no ano letivo 2011/2012 tiveram a concentração máxima das atividades escolares da parte da manhã, no ano letivo de 2012/2013 terão a concentração máxima das atividades escolares da parte da tarde. Esta rotatividade será mantida nos anos seguintes, com exceção das turmas com percurso curricular alternativo e com alunos com necessidades educativas especiais.
7. A constituição das turmas do 2º e 3º ciclo obedece sempre à necessidade do número mínimo de 26 alunos até um
máximo de 30 alunos;
8. Podem ser constituídas turmas com um número máximo de 20 alunos, quando tenham 1 ou 2 alunos com necessidades
educativas especiais de carácter permanente cujo programa educativo individual explicitamente o determine.
9. No 3º ciclo, as turmas de Língua Estrangeira são dedicadas exclusivamente a uma única língua e a sua constituição
depende do número mínimo de 26 alunos.
10. É autorizado o desdobramento de turmas nas disciplinas de Ciências Naturais e Físico-Química do 3.º ciclo do ensino
básico, exclusivamente para a realização de trabalho prático ou experimental: a) Quando o número de alunos da turma for igual ou superior a 20;
b) No tempo correspondente a um máximo de 100 minutos.
11. O desdobramento a que se refere o número anterior deverá funcionar para cada turno semanalmente numa das
disciplinas, alternando na semana seguinte na outra disciplina.
Artigo 222º
Horário do Pessoal Docente
1. Deve-se cumprir a legislação em vigor. Sempre que possível, deverá ser criado um período coincidente nos horários
de todos os professores com o objetivo de se poderem realizar reuniões de trabalho mais abrangentes.
2. A definição dos critérios dos horários é da responsabilidade do diretor e devem constar no Projeto Educativo do
agrupamento.
Artigo 223º
Horário do Pessoal Não Docente
1. Deve-se cumprir a legislação em vigor. Os critérios para a definição, organização e distribuição do serviço do pessoal
não docente são da responsabilidade da Direção Executiva do agrupamento, por delegação da Câmara Municipal de Vila do Conde.
SECÇÃO II
Normas de Funcionamento das Atividades Letivas Artigo 224º
Normas de Funcionamento das Atividades Letivas
1. As atividades letivas devem funcionar, respeitando o seguinte:
a) No início de cada tempo/bloco letivo ou após o toque de entrada, quando este exista, os professores e alunos devem dirigir-se para as aulas sem atropelos e correrias;
b) O professor será o primeiro a entrar na sala de aula e o último a sair, deixando a porta trancada;
c) Antes de iniciar as atividades letivas, o professor deverá verificar o estado do material necessário ao desenvolvimento da aula, a sua arrumação e a limpeza das instalações e deve comunicar por escrito, em formulário adequado, ao pessoal assistente operacional responsável, qualquer anomalia que verifique;
d) Para permitir aos professores e alunos deslocarem-se dos locais de convívio para as salas de aula há uma tolerância de cinco minutos após a hora determinada no horário ou após o toque de entrada, quando este exista;
e) O referido no ponto anterior não se aplica aos primeiros tempos de cada turno, que terão uma tolerância de dez minutos;
f) As mudanças definitivas na organização da sala de aula deverão ser previamente solicitadas, por escrito, ao diretor que, se autorizadas, as comunicará ao assistente operacional responsável;
g) No caso de falta de material necessário para o desenvolvimento da atividade letiva, deverá o professor solicitar a presença do assistente operacional encarregado da sala e proceder em conformidade para que tudo se normalize; h) O professor não pode abandonar a sala durante o decorrer da aula, salvo por motivo especial que dará a conhecer à
turma e comunicará ao assistente operacional responsável pelo sector/sala. Na ausência forçada do professor, o assistente operacional responsável do setor/sala é responsável pela ordem na sala de aula;
i) Os alunos não podem sair da sala de aula, no decurso das aulas, salvo em casos especiais e sem caráter sistemático; j) No fim da aula, professores e alunos deixarão a sala em ordem, com as mesas e cadeiras alinhadas, ausência de
papéis no chão e nas carteiras, o quadro limpo e o equipamento multimédia desligado;
SECÇÃO III
Normas de Funcionamento do Agrupamento Respeitante aos Alunos Artigo 225º
Entrada nos Espaços de Aula
1. A entrada na sala de aula ou noutros espaços onde a mesma decorrerá, faz-se após a entrada do professor, ou à ordem
deste, sem gritaria e sem atropelos.
2. Se o aluno encontrar a mesa de trabalho e/ou cadeira riscada ou danificada por qualquer outra forma deve, de
imediato, comunicar o facto ao professor. Igual procedimento deverá ter quando encontrar sujo o local e o espaço do chão que lhe corresponde.
3. A não observância do procedimento do número anterior torna-o responsável por aqueles danos e pela falta de
limpeza, acarretando-lhe a obrigação de suportar os prejuízos daí recorrentes.
Artigo 226º
Procedimentos a Adotar Durante a Aula
1. A entrada na sala de aula ou noutros espaços onde a mesma decorra, faz-se após a entrada do professor, em silêncio,
sem atropelos, empurrões e correrias, dirigindo-se o aluno para o seu local de trabalho. Nas salas de aula, dirigir-se-á para o seu local de trabalho, sentando-se sem arrastar a cadeira ou provocar outro qualquer tipo de barulhos;
2. Se, ao sentar-se à sua mesa de trabalho, o aluno a encontrar riscada (ou a respetiva cadeira) ou danificada deve, de
imediato, comunicar o facto ao professor. Igual procedimento deverá ter quando encontrar sujo o local de trabalho e o espaço do chão que lhe corresponde. A não observância deste procedimento torna-o responsável por aqueles danos e pela falta de limpeza, acarretando-lhe a obrigação de suportar os prejuízos daí decorrentes.
3. Nas aulas de Educação Física os alunos devem, no seu início, entregar os seus valores ao delegado de turma que os
recolherá em saco próprio entregando-o, depois, ao assistente operacional de serviço.
4. A entrada nos balneários é feita à hora estabelecida no horário, desde que o professor esteja presente devendo os
alunos, à hora de saída, já tê-los abandonado.
5. Durante uma aula, o aluno deve;
a) Comportar-se com correção, não a perturbando, nem aos seus colegas;
b) Estar atento, de forma a poder participar nela e a tirar alguma dúvida quando a tiver;
c) Tratar com respeito o professor e os seus colegas, não os interrompendo nas suas intervenções;
d) Escrever o sumário no seu caderno diário e tudo aquilo que o professor, ou ele próprio, considerar que deve ficar registado.
e) Nos espaços e recintos destinados às aulas de Educação Física, apenas devem permanecer os alunos pertencentes às turmas que as tiverem.
Artigo 227º Saída dos Espaços de Aula
1. No final de cada tempo/bloco letivo, o aluno só pode abandonar o espaço onde decorre a aula depois de autorizado.
Antes, porém, deve cuidar de arrumar a mesa e a cadeira que ocupou sem, contudo, as arrastar. Igualmente, deverá apanhar qualquer papel ou outro tipo de lixo que tenha deixado sobre a mesa ou sobre a cadeira ou tenha deixado cair no chão, colocando-os no cesto de papéis e verificar se deixa o seu lugar perfeitamente limpo e arrumado.
2. A saída da sala de aula e o percurso do pavilhão para o recreio deve fazer-se sem gritaria e sem correrias nem
atropelos.
3. Idêntica conduta à prescrita no ponto anterior deve tê-la durante o percurso do pavilhão para o recreio.
4. No recreio, durante o intervalo, deve ter um comportamento correto, de forma a não lesar direitos e liberdades dos
outros, nem danificar o equipamento que é de todos. Pelos danos provocados neste terá, naturalmente, de responder e, de igual modo, pela conduta ilícita que possa estar na sua origem.
5. O aluno deve aproveitar os intervalos para ir ao bufete e casa de banho, respeitando a regras básicas de conduta e de
higiene.
Artigo 228º
Utilização dos Pavilhões Gimnodesportivos
1. Torna-se imperioso, pela especificidade das condições e instalações materiais, salvaguardar a sua manutenção e
funcionamento. Assim:
a) Todos os utilizadores dos Pavilhões Gimnodesportivos são co-responsáveis pela sua conservação e na correta utilização do material e equipamento desportivo;
b) Só será permitida a entrada nas instalações gimnodesportivas aos alunos que vão ter aula e após confirmação da presença do professor;
c) O acesso aos balneários deverá ser feito pela porta com comunicação com o exterior;
d) Só poderão ter acesso ao recinto da aula os alunos devidamente equipados para a prática da disciplina de Educação Física ou do Desporto Escolar. No caso de alunos dispensados da aula prática, devem restringir-se ao espaço delimitado pelo tapete preto;
e) Os alunos só poderão sair do balneário após autorização do assistente operacional de apoio;
f) É expressamente proibida a entrada e permanência de alunos, nos Pavilhões Gimnodesportivos quando não estão na aula de Educação Física ou do Desporto Escolar;
g) Os alunos não poderão utilizar dentro do recinto as mesmas sapatilhas que usam diariamente;
h) Não é permitida a entrada dos alunos nas arrecadações, exceto se para tal for autorizado pelo professor; i) Não é permitida a entrada dos alunos no gabinete dos professores, exceto se para tal for autorizado;
j) Todos os pertences dos alunos ficam no respetivo balneário que é fechado pelo assistente operacional de apoio; k) Todos os objetos de valor dos alunos são colocados dentro de um saco (saco dos valores), por turma e género, que
ficará à guarda do assistente operacional de apoio;
l) Os balneários só são abertos após terminar cada aula, exceto em casos que se justifiquem;
m) O acesso aos balneários é vedado aos elementos do sexo oposto, exceto em casos cuja gravidade se justifique; n) Depois de equipados, os alunos deverão aguardar a autorização do professor para entrarem no espaço da aula e no
campo polidesportivo;
o) Sempre que funcione mais de uma turma no pavilhão gimnodesportivo ou no campo polidesportivo, os alunos de cada uma delas não deverão interferir ou perturbar a atividade dos outros;
p) O professor é responsável pelo material que utiliza na aula e deverá orientar a sua utilização, montagem e arrumação com a ajuda dos alunos e/ ou quando necessário do assistente operacional de apoio;
q) Sempre que o campo polidesportivo esteja a ser utilizado para aulas, o mesmo fica interdito a outros utilizadores; r) Faz parte da aula o banho nos últimos 10 minutos das atividades letivas de Educação Física, salvo para aqueles
alunos que apresentem documento médico comprovativo que explicite tal impedimento;
s) Os professores de Educação Física permanecem junto dos alunos até ao toque de saída para vigiarem de perto o que se passa nos balneários, com a ajuda do assistente operacional de serviço;
t) Não poderá ser concedida dispensa às aulas de Educação Física, a não ser em casos excecionais ou quando devidamente justificado pelo pai ou encarregado de educação;
u) Os alunos dispensados por atestado médico têm de assistir à aula e serão também sujeitos a avaliação;
v) Nas aulas não é permitido o uso de objetos pessoais de adorno que possam colocar em risco a integridade física do aluno e dos colegas;
x) O espaço gimnodesportivo, os balneários dos alunos e o gabinete dos professores, devem ser mantidos limpos ao longo do dia, pelo assistente operacional de apoio;
y) O assistente operacional de apoio deverá informar o professor sempre que se ausente;
z) O equipamento e material desportivo é para uso exclusivo da disciplina de Educação Física, para além das atividades do Desporto Escolar;
aa)Em casos devidamente justificados, o equipamento e material desportivo poderá ser utilizado por outros elementos da comunidade escolar, através de requisição escrita dirigida ao diretor que dará o seu parecer, ouvido o Grupo Disciplinar de Educação Física.
Artigo 229º
Procedimentos a Adotar na Ausência do Docente
1. Em caso de ausência do educador em Jardim-de-Infância com mais de um lugar, as crianças ficam com a assistente
operacional, realizando atividades supervisionadas por um outro educador e com conhecimento dos pais e encarregados de educação.
2. Nos Jardim-de-infância de lugar único e no caso da falta ocasional da educadora, as crianças ficam com a assistente
operacional, com o conhecimento dos pais e encarregados de educação.
3. Em caso de ausência mais prolongada do educador e não sendo possível a sua substituição, as crianças não poderão
frequentar o estabelecimento.
4. No 1º ciclo, não sendo possível a permuta nos termos definidos no ponto 6º do artº 12º do Despacho 17 869/2007 de
17 de julho, os alunos são distribuídos pelas outras salas. O professor deve, no entanto, deixar o plano de aula, ao coordenador de estabelecimento, caso haja a possibilidade de ser substituído por outro professor. Em todas as turmas deve ser organizada uma bolsa de recursos pedagógicos para serem utilizados, no caso de ausência imprevista do professor titular.
5. Nos 2º e 3º ciclos:
a) Nas ausências imprevistas dos professores, os alunos serão encaminhados para os Clubes Educativos, Sala de Estudo, Centro de Recursos / Biblioteca Escolar ou sala onde decorram atividades no âmbito dos Projetos de Desenvolvimento Educativo, devendo permanecer aí o(s) tempo(s) correspondentes(s) a essa ausência, com exceção do último bloco da tarde em que os alunos serão encaminhados para os transportes;
b) Sempre que possível, deverá ser utilizada a permuta como forma de colmatar a ausência de um professor, entre docentes do mesmo Conselho de Turma ou da mesma área curricular;
c) Sempre que a situação de permuta se verifique, deve ser dado conhecimento, por escrito, em modelo próprio, à Direção Executiva.
6. No recreio, no polivalente, na Sala de Estudo, na Biblioteca Escolar ou noutro qualquer espaço, os alunos cuidarão de
não perturbar o funcionamento das aulas. Caso esteja no recreio, deve afastar-se da proximidade dos espaços onde decorrem os trabalhos escolares, não os perturbando. Em qualquer ciclo, um aluno só poderá abandonar o recinto escolar se, não tendo mais aulas nesse turno ou nesse dia, para tal estiver autorizado ou pela Direção Executiva ou pelo pai ou encarregado de educação, neste caso mediante declaração expressa no ato de matrícula ou, pontualmente, na caderneta escolar.
7. Afora a situação prevista no número anterior e outras que resultem do facto das atividades escolares decorrerem no
exterior da escola, o aluno não pode, durante o período de aulas ou nos seus intervalos, abandonar o recinto escolar, a não ser que possua autorização expressamente concedida para o efeito pelo seu pai ou encarregado de educação.
SECÇÃO IV
Normas de Funcionamento do Agrupamento Respeitantes aos Docentes Artigo 230º
Registo de Presença dos Docentes
1. A presença do professor no seu local de trabalho é confirmada pelas seguintes formas:
a) À entrada das escolas dos 2º e 3º ciclos do agrupamento, pelo registo com uso do cartão magnético; b) Nas aulas, por registo eletrónico;
c) No desempenho de cargos ou em atividades de apoio, mediante o registo eletrónico; d) Em reuniões, pela assinatura em folha de presença e, se for caso disso, na respetiva ata.
2. A não comparência do professor ao serviço que lhe estava destinado ou para o qual fora convocado é sancionada com
a marcação de falta.
3. As faltas às reuniões do Conselho Pedagógico, de Departamento, de Conselho de Turma e do Conselho de Diretores
de Turma correspondem a dois tempos letivos.
4. As faltas dadas a serviços de exame ou a reuniões de Conselho de Turma que versem a avaliação dos alunos são
consideradas faltas de presença a um dia e só podem ser justificadas pelos motivos indicados na legislação em vigor, relativo ao Estatuto da Carreira Docente dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
5. As faltas deverão ser justificadas nos prazos e pelas formas prescritas na lei. 6. As faltas dadas por conta do período de férias devem respeitar o estabelecido na lei.
7. Quando o docente pretende faltar por conta do período de férias, entre feriados ou feriado e fim-de-semana ou antes
ou depois de feriados coincidentes com sexta-feira ou segunda-feira ou que ocorram em dias seguidos, deve solicitar, com antecedência mínima de três dias, autorização escrita ao Diretor e apresentar os planos de aula correspondentes.
8. A comunicação de falta, em impresso próprio, à venda na papelaria, devidamente preenchido, deverá ser entregue nos
Serviços Administrativos.
9. As faltas por doença devem ser comunicadas ao serviço respeitando os prazos estabelecidos pela lei em vigor,
indicando o docente o local onde se encontra e apresentando documento comprovativo, no prazo de cinco dias úteis, não contando o primeiro dia em que se verifica a doença.