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REQUERIMENTO Nº 139/2011 Senhor Presidente,

No documento Câmara Municipal de Cubatão (páginas 29-40)

Nobres Vereadores:

Na tarde da última quarta-feira, 17 de agosto, a Câmara Municipal de Cubatão teve a honra e o privilégio de receber a visita do Exmo. Sr. Juiz de Direito titular da 1ª Vara Judicial desta Comarca, Dr. Frederico dos Santos Messias, ocasião em que, conversando com os Vereadores, solicitou o apoio desta Casa para criarmos na cidade a Central de Penas e Medidas Alternativas, que será muito importante para o município.

Sabidamente, a criação de uma Central de Penas e Medidas Alternativas no Município ajudaria a promover a expansão quantitativa e qualitativa da aplicação das penas de prestação de serviços à comunidade local, oferecendo ao Poder Judiciário, programas de acompanhamento e fiscalização do cumprimento das medidas impostas.

Essa iniciativa proporcionaria ao indivíduo sentenciado ser reintegrado à sociedade por meio de uma pena saudável, diminuindo os riscos sociais e, consequentemente, a violência. A participação na comunidade resultaria em uma valorização da autoestima e também na humanização da pena atribuída às pessoas que cometeram pequenos delitos, revertendo em benefício à coletividade e, com certeza, valorizando o ser humano em sua dignidade, além de possibilitar seu crescimento pessoal inserido na sua família e na sociedade.

Enfim, atendendo plenamente os fundamentos constitucionais, seria uma nova oportunidade ao beneficiário do serviço, para que ele tivesse uma postura responsável e pró ativa na comunidade em que vive.

Por essas razões, entendendo que o pedido vem ao encontro do interesse público que deve permear a condução do atendimento à população,

REQUEIRO, observadas as formalidades regimentais, após ouvido o Douto

Plenário, seja oficiada a Senhora Prefeita Municipal, para que promova gestões perante os órgãos competentes, bem como a realização de estudos visando à instalação no Município, de uma Central de Penas e Medidas Alternativas, inclusive mediante a cessão de espaço físico, especialmente, destinado a esse fim.

REQUEIRO, também, dar ciência do deliberado ao Ilustre Diretor

do Fórum de Cubatão, ao Presidente da 121ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil, às Sociedades de Melhoramentos, aos Jornais da região que circulam no município, à Secretaria Municipal de Cidadania e Inclusão Social e às Rádios Comunitárias da cidade.

Sala Dona Helena Meletti Cunha, 23 de agosto de 2011.

(aa) Donizete Tavares do Nascimento

A SRª MARIA APARECIDA PIERUZI DE SOUZA - Peço a palavra, Sr. Presidente, já parabenizando ao autor do pedido,

para propor uma adenda, porque apresentei dois trabalhos importantes nesta Casa, no sentido de reeducar e ajudar os ex-presidiários. Um é o projeto “Começar de Novo” e o outro se trata da concessão de passagens às famílias dos presos. Portanto, se o Vereador assim o permitir, eu gostaria de propor uma adenda ao seu trabalho, que está muito bem feito e será bem encaminhado, para que esse dois trabalhos também sejam encaminhados, no sentido de ajudar às pessoas que são confinadas em cárceres.

O SR. PRESIDENTE - Esta Presidência consulta o

autor do requerimento, se aceita a adenda proposta pela Vereadora Maria Aparecida Pieruzi de Souza.

O SR. DONIZETE TAVARES DO NASCIMENTO

- Não só aceito, como agradeço, Sr. Presidente e nobre Vereadora.

O SR. PRESIDENTE - Está em discussão o

requerimento, já incorporado da adenda proposta pela Vereadora Maria Aparecida Pieruzi de Souza e aceita pelo autor.

O SR. GERALDO CARDOSO GUEDES - Peço a

palavra. Sr. Presidente, nobres Vereadores, quero parabenizar ao Presidente desta Casa e desta forma, cumprimentar ao Dr. Frederico. Na visita do Meritíssimo Juiz a esta Casa, eu disse que em vários momentos, antes de conceder uma liminar, ele procurou andar pela nossa cidade. Isso aconteceu no Bolsão 07 e foi motivo de parabenizá-lo pelo trabalho, até social, que esse Juiz vem fazendo no nosso Município. Esse pedido é muito importante. Lembro que em 2002 ou em 2003, apresentei um requerimento, para que houvesse as penas alternativas. Depois, houve pena alternativa, através da qual, as pessoas iam, aos finais de semana, para o Cotia Pará ou alguma coisa dessa natureza, mas que não surtiu o efeito esperado. Eu acho que da forma como querem implantar hoje, principalmente com um pedido do Juiz do nosso Município, vai-se atender muito mais. Eu costumo perguntar: que país é este? Nós pagamos, em algumas oportunidades, duas vezes pelo mesmo crime. Se formos multados no trânsito, perderemos pontos na Carteira de Habilitação e pagaremos a multa. Então, eu entendo que se paga duas vezes pelo mesmo crime. A pessoa comete um pequeno delito, vai presa, fica lá 03, 04, 05, 06 meses e quando retorna à sociedade – o que seria, dizendo a Constituição, que a cadeia é para a ressocialização – é difícil conhecer essa ressocialização. Não existe. Essa pessoa, quando vai procurar um emprego, não consegue, mesmo que tenha

cumprido a pena. “Bate lá” e vem o tal do atestado de antecedentes. A empresa não a contrata. A pessoa pode ter roubado uma bicicleta, cometido um pequeno furto ou alguma coisa dessa natureza. Então, ela não consegue mais trabalhar com “Carteira fichada”. Aquela pessoa fica jogada ao léu, porque não consegue emprego e às vezes, retorna ao crime. Depois, pode ser que vire um bandido muito mais perigoso do que da primeira vez em que foi preso, porque vai conviver com pessoas de alta periculosidade, que, aliás, também consomem o nosso dinheiro com muita facilidade. Um preso custa talvez três ou quatro vezes mais do que um pai de família. Há tempos se dizia que um preso custava 1.600 reais por mês, enquanto temos pais de famílias que sobrevivem com um salário mínimo. Então, eu acredito que poderia ser da mesma forma como uma cidade do Estado de Minas Gerais conseguiu fazer. Um Prefeito de uma determinada cidade, semianalfabeto, instituiu uma horta quase comunitária, que era “tocada” pelos presidiários, por aquele pessoal de pouca periculosidade. É assim que eu digo, porque não sou Advogado e não conheço o Código Penal. Ali, plantava-se cenoura, alface, repolho, que eram servidos na merenda escolar. Além do mais, as famílias dos presos recebiam um percentual daquelas verduras que eles mesmos plantavam. É lógico que é diferente da cidade de Cubatão, mas o nosso Município poderia implantar também um programa, através do qual, essas pessoas poderiam trabalhar para a Administração, como, por exemplo, na conservação das escolas, na conservação das carteiras escolares, na fabricação de manilhas, na fabricação de bloquetes para pequenos reparos. Aí, ao invés dessa pessoa passar 03, 04 ou 05 meses num presídio, ela poderia construir algo para a sociedade, suar sua camisa e saber que trabalhar em liberdade é melhor do que não fazer nada preso. Eu penso desta forma. Nós estamos vendo que no Estado do Pará não se prende mais, não têm cadeias, não cabem mais presos.

Então, dependendo do caso, até de morte, o Juiz não tem nem como condenar o réu, porque não tem presídio. Portanto, é melhor educar. A Vereadora “Nega”, num dos seus requerimentos, cujo encaminhamento apresentou como adenda ao pedido do Vereador Donizete, pede também para se recomeçar e se recomeça com trabalho. Então, essa é uma oportunidade e quem sabe apareça até uma lei federal, que possa incrementar essas ações, para que os detentos possam construir as estradas do DNIT e realizar outros trabalhos para os Governos Federal, Estadual e Municipal. Portanto, ao invés de talvez levar uma pessoa que roubou um aparelho eletrônico, uma bicicleta ou alguma coisa assim, para um presídio, que a leve para trabalhar e ela pague a sua pena trabalhando para a sociedade. Eu acho muito importante que seja dessa forma. Quero parabenizar ao Dr. Frederico e pela iniciativa, ao Presidente da Casa. Era só, Sr. Presidente.

A SRª MARIA APARECIDA PIERUZI DE SOUZA - Peço a palavra. Sr. Presidente, nobres Vereadores, há alguns anos,

nós tivemos a oportunidade de ter na “Casa da Esperança”, dois jovens da nossa cidade, que ficavam no presídio de Mongaguá. Eles vinham para a “Casa da Esperança” às 08h00 da manhã e às 17h00 retornavam para o presídio. Tudo isso, feito a partir de um acordo da instituição com o presídio de Mongaguá, ou seja, autorizado por eles e pela nossa entidade. Então, nós tínhamos os jovens, que como bem disse o Vereador Geraldo Guedes, eram prendados. Foi melhor para eles ficarem na nossa instituição, ajudando as nossas crianças, consertando cadeiras de rodas, consertando móveis, ajudando na limpeza e participando das nossas festas. Eles eram nossos parceiros. Eles não eram vistos e nem tratados como presidiários na nossa instituição. Eles ficaram por um longo tempo na nossa instituição. Hoje, eles já estão fora do presídio, mas tiveram a oportunidade de sair daquele confinamento, de sair do ócio, para prestar um

serviço comunitário. No passado, nós já até havíamos acertado com o Hospital, para que ele mandasse alguns daqueles que quisessem fazer esse trabalho, voltado para Faxineiros, voltado para aqueles que trabalham com energia elétrica, a fim de que fossem Eletricistas e também para outros que quisessem trabalhar como Pedreiros, que quisessem prestar até um serviço de carregar macas, de ajudar no transporte e até mesmo de conversar com os doentes. O fato de um jovem estar cumprindo uma pena, não tira dele a vontade de servir e a vontade de se tornar um novo cidadão. É melhor para ele a convivência com a sociedade do ficar no ócio e parado. Então, nós já fizemos esse trabalho e já ressocializamos na “Casa da Esperança”. Foi um bom período e uma boa experiência, tanto para a nossa instituição, quanto para os 02 jovens que ficaram ali. Eles saíam e iam diretamente, sem nenhum problema, dormir no presídio onde estavam abrigados. Eu parabenizo ao nosso Presidente da Casa pelo trabalho apresentado. Eu também o parabenizo pela oportunidade de dar ao nosso Juiz, os votos dos quais ele é merecedor. Era só, Sr. Presidente.

O SR. PAULO TITO FARDER - Peço a palavra. Sr.

Presidente, nobres Pares, nobre Vereadora, eu quero antecipar que o meu voto será favorável à aprovação da solicitação e também quero falar sobre a importância que o requerimento traz no seu conteúdo. Isso quando, infelizmente, nós assistimos pela televisão, crianças cometendo atos que não são pertinentes às crianças. Eu acho que se instalar um projeto como esse na nossa sociedade, é de suma importância, mesmo porque, acredito num acompanhamento psicológico, visando conhecer realmente se aqueles presidiários podem sair, podem executar serviços dignamente e assim se recuperarem. Isso porque é sabido por todos, que o ócio faz com que as pessoas não pensem. Aí, é lógico e óbvio, as pessoas acabam sempre se ocupando com algo que não é condizente

com atitudes que os cidadãos devem ter. Portanto, trata-se de um projeto importante. Eu acho que Cubatão tem condições de absorver a mão de obra desses presidiários que buscam uma recuperação, a fim de que eles sejam inseridos na sociedade. Nós sabemos que as grandes reclamações que recebemos dos próprios presidiários, são as de que, muitas vezes, eles não têm oportunidades de trabalho. Há uma discriminação muito grande com eles. Quando o nosso Meritíssimo Juiz aconselha esse tipo de projeto, é porque ele sabe do que está falando. Ele está falando sobre isso, diante da sua experiência. Então, eu acho que isso é importante. Nós devemos relevar. Eu também quero parabenizar ao nobre Vereador por dar essa honraria, ou seja, por apresentar uma moção de aplauso ao nobre Juiz. Ele, que é merecedor disso, pelos serviços que prestou e que presta à nossa cidade. Eu acho que isso realmente o dignifica e muito. O meu voto será favorável à aprovação do requerimento. Parabéns, Sr. Presidente. Era só, Sr. Presidente.

- Ninguém mais desejando fazer uso da palavra, é encerrada a discussão. Posto a votos, é aprovado o requerimento.

- Durante a votação, verificam-se as seguintes declarações de voto:

O SR. DONIZETE TAVARES DO NASCIMENTO

- Sr. Presidente, Srª. e Srs. Vereadores, como estou em declaração de voto, eu vou falar dos 02 trabalhos, da moção de aplauso e do requerimento ora apresentado. O Dr. “Thiago” foi Juiz aqui na Comarca. Eu, o Vereador “Doda” e o Vereador “Dinho” somos Advogados e eu também vejo vários Advogados aqui presentes. Nós tivemos o prazer de ter algumas audiências com ele. O Vereador “Doda” até mais constantemente. Inclusive, no período eleitoral, quando foi Juiz Eleitoral, ele conduziu o processo com todo trabalho e com toda

transparência possível. Portanto, nós estivemos várias vezes com o Dr. “Thiago”. Com certeza, apesar de ter “a caneta na mão”, ele sempre procurou aplicar e usar sempre o bom senso. Com certeza, ele fez um grande trabalho na cidade. A moção de aplauso foi subscrita por todos os Vereadores desta Casa e já está mencionado no próprio documento, que São Vicente ganhará muito com isso, pois ele irá para uma cidade vizinha à nossa, mas pelo menos deixou a sua marca na nossa cidade. Agora, quanto ao requerimento que trata das penas alternativas, nós tivemos aqui o Dr. “Frederico”, da 1ª Vara Cível da cidade e também tivemos uma conversa com todos os Vereadores desta Casa. Trata-se de um requerimento que eu estou apresentando, mas todos os Vereadores o subscreveram. As penas alternativas visam apenas reinserir na sociedade, aquele indivíduo que tem uma pequena sanção. Assim, nós teremos um local para que isso aconteça. Talvez, nessas penas alternativas, possam existir cursos, a fim de que o indivíduo realmente possa voltar à sociedade. O que nós vemos hoje? Caso o cidadão fique preso, ele poderá até sair pior de lá. O tipo da sanção que é feita hoje, pode não ser à altura. Portanto, essa entidade, que será uma central de penas alternativas, com certeza dará oportunidades aos indivíduos. Ela poderá oferecer cursos e poderá até ter um convênio com as empresas, a fim de que aquele cidadão que cometeu um pequeno delito, realmente reintegre-se à sociedade. Eu acho que é muito importante levantar a autoestima dessas pessoas. Então, como disse o Vereador Geraldo Guedes, o Dr. “Frederico”, independentemente de ser Juiz, preocupa-se muito com os problemas sociais da cidade, haja vista que houve o problema lá nos apartamentos do Bolsão 07, houve também lá na Vila Esperança e ele já esteve presente. Ele tem se preocupado não somente na hora de julgar. Isso também é importante. Hoje, eu vejo o Judiciário também participando. É como sempre falamos, nós temos a

nossa independência. Existe o Legislativo, o Executivo e o Judiciário e é importante que haja essa harmonia. Quem tem ganhado com isso é a cidade de Cubatão. Eu quero parabenizar ao Dr. “Thiago”. Voto favoravelmente à aprovação do requerimento. É só, Sr. Presidente.

A SRª. MARIA APARECIDA PIERUZI DE SOUZA - Sr. Presidente, nobres Vereadores, o programa “Começar de Novo”

prevê a reinserção social do preso e ele foi criado através de uma Resolução. Eu ouvi atentamente o Vereador Geraldo Guedes e é por isso que estou falando sobre isso. O programa foi criado através de uma Resolução do Conselho Nacional de Justiça, ou seja, Resolução nº 96, de 27 de outubro de 2009. Quando nós encaminhamos esse programa, esse requerimento à Prefeita Municipal, recebemos a resposta de que a nossa Secretaria de Ação Social, com o propósito de possibilitar a reinserção de egressos à sociedade, fá-lo através da Divisão de Capacitação e Educação Social, a DICES. Essa Divisão passou a integrar a rede de reinserção social. Então, o “Projeto Começar de Novo” pede no seu bojo, para: “Realizar campanha de mobilização para a criação de uma rede de cidadania em favor da ressocialização”. Não basta falar. Nós temos que ser cidadãos e estar do lado do egresso. “Estabelecer parcerias com Associações de classe patronais, organizações civis e gestores públicos para apoiar as ações de reinserção”, assim como fizemos através de dois jovens cubatenses na “Casa da Esperança”. “Implementar iniciativas para propiciar o fortalecimento dos Conselhos da comunidade, para cumprimento de sua principal atribuição legal”, “Reintegração social da pessoa encarcerada ou submetida a penas alternativas”, “Integrar os serviços sociais nos Estados, para a seleção dos beneficiados do projeto”, “Criar banco de oportunidade de trabalho e de educação e capacitação profissional”, “Acompanhar os indicadores é a meta de reinserção”. Acho que

com todas essas medidas colocadas em prática em todo o nosso país, com certeza, o espetáculo degradante que vimos ontem daquelas crianças, no Estado de São Paulo, não acontecerá mais. Voto favoravelmente. É só, Sr. Presidente.

O SR. SEVERINO TARCÍCIO DA SILVA - Sr.

Presidente, Srs. Vereadores, também não poderia deixar de fazer uso da palavra, após ouvir as brilhantes informações dos nobres Colegas, que foram passadas aqui a respeito desse Magistrado, com o qual convivo diariamente, tendo em vista que milito nessa Comarca como Advogado. Fico feliz quando vejo um Juiz de Direito exercer o seu papel. Fico feliz de ver como o Frederico dos Santos Messias, Juiz da 1ª Vara de Cubatão, vem se comportando, vem se portando e vem atuando nesta cidade. Fico feliz quando vejo um Juiz de Direito que se dá ao luxo, ou melhor, melhorando a frase, que se dá ao trabalho de ir até as Cotas e rodar os mangues, assim como ele o fez, para poder aplicar uma sentença. A pessoa que não tem condições de adquirir um imóvel num local urbanizado é obrigada a invadir determinadas áreas do mangue e o que acontece? No primeiro momento, ela recebe um auto de infração altíssimo, onde passa a responder por uma multa num valor exorbitante. Obrigado, Vereador Donizete, por me lembrar, que ele também foi até a Ponte Preta. Ele foi até aquele local. Isso é dar a sentença com a consciência tranquila de conhecedor do problema. Não é como aqueles que moram na Avenida Paulista e são obrigados a atuar numa Comarca e dar uma sentença ao seu bel entendimento. Não estou aqui fazendo juízo de valor, estou apenas dando uma declaração de um Magistrado que eu acompanho, que merece esta homenagem singela mais do que qualquer outro. Digo singela, porque foi o mínimo que este Poder pôde apresentar hoje. Quando o Vereador Donizete falou que iria apresentar esse trabalho, que os 11 Vereadores iriam apoiar, eu fui um dos Vereadores que falei: “Parabéns, Vereador. Isso é um

incentivo, para mostrar que esta Casa está atenta a dar os parabéns e sempre congratular-se com aquele que é merecedor”. Um Magistrado que se dá ao luxo de ir numa área como a da Ponte Preta! Todos nós conhecemos como estava a situação daqueles dois bairros: Água Fria e Pilões, que dependem do trânsito até os bairros Cotas, onde está aquela transição da remoção de alguns moradores. Todos nós conhecemos a situação do manguezal na Vila dos Pescadores e na Vila Esperança. Portanto, temos que parabenizá-lo, Vereador. Eu parabenizo V Exª e também parabenizo ao Juiz, pois ele vem desempenhando um excelente papel nesta cidade. É uma pena que o meu tempo regimental tenha acabado, mas voto favoravelmente. É só, Sr. Presidente.

O SR. PRESIDENTE - Está portanto, aprovado o

requerimento. Convoco o Presidente, Vereador Donizete Tavares do Nascimento, para reassumir os trabalhos da Casa.

- O Vereador Donizete Tavares do Nascimento reassume a Presidência.

O SR. PRESIDENTE - Agradeço ao Vereador José

Roberto Azzoline Soares, Vice-Presidente, por ter conduzido os trabalhos da Casa. Concedo a palavra ao Vereador Aguinaldo Alves de Araújo, que ainda dispõe de 03 segundos, para concluir a apresentação dos seus trabalhos.

O SR. AGUINALDO ALVES DE ARAÚJO - Sr.

Presidente, por se tratar de 03 segundos, agradeço e abro mão. Muito obrigado.

O SR. PRESIDENTE - Concedo a palavra ao

próximo orador inscrito, Vereador Paulo Tito Farder, para a apresentação dos seus trabalhos.

O SR. PAULO TITO FARDER - (Lê).

MOÇÃO Nº 06/2011

No documento Câmara Municipal de Cubatão (páginas 29-40)

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