Tatiana Lucio de Souza, Daniele Albano Pinheiro
4. Resultados e discussão Resultados e discussão
4. Resultados e discussão
4. Resultados e discussão
4. Resultados e discussão
4. Resultados e discussão
Os resultados desse estudo serão apresentados separa- dos por cada variável estudada.
RRRRResposta de Carga Máxima do Tesposta de Carga Máxima do Tesposta de Carga Máxima do Tesposta de Carga Máxima do Tesposta de Carga Máxima do Teste de Esforçoeste de Esforçoeste de Esforçoeste de Esforçoeste de Esforço antes e após Fisioterapia Cardiovascular – Fase III antes e após Fisioterapia Cardiovascular – Fase III antes e após Fisioterapia Cardiovascular – Fase III antes e após Fisioterapia Cardiovascular – Fase III antes e após Fisioterapia Cardiovascular – Fase III O valor médio ± desvio padrão (SD) da carga máxima, em steps, no primeiro teste, aquele realizado pelos voluntá- rios antes do treinamento foi de 4,12 ± 1,80 steps, variando de um mínimo de 2 a um máximo de 7 steps. Já o valor médio dessa variável no segundo teste de avaliação funcional, após o período de treinamento de Reabilitação Cardíaca Fase III, foi de 5,00 ± 1,85 steps, variando de 2 a 7 steps. Quando esses valores foram comparados com o teste t de Student, não se encontraram diferenças estatisticamente significati- vas, com p>0,05. Esses resultados podem ser melhor visualizados no gráfico 1.
Analisando-se o gráfico 1, mesmo sem diferenças esta- tísticas, nota-se que o treinamento físico da Fisioterapia Cardiovascular Fase III melhorou o desempenho dos volun- tários, já que houve aumento da carga máxima. Esse resulta-
4 5 4 5 4 5 4 5 4 5
Avaliação funcional de cardiopatas após fisioterapia cardiovascular fase III
45 Pensamento Plural: Revista Científica do , São João da Boa Vista, v.1, n.1, 2007
do ocorre pelas adaptações fisiológicas do treinamento que resultam em maior funcionalidade dos sistemas fisiológicos e permitem, portanto, maior performance aos cardiopatas (FORJAZ e col., 1998; GHORAYEB e col., 1999; MENDES, 2006).
RRRRResposta da Pesposta da Pesposta da Pesposta da Pesposta da Pressão Arterial Sistólica (Pressão Arterial Sistólica (Pressão Arterial Sistólica (Pressão Arterial Sistólica (Pressão Arterial Sistólica (PAS) na cargaAS) na cargaAS) na cargaAS) na cargaAS) na carga máxima do T
máxima do Tmáxima do T
máxima do Tmáxima do Teste de Esforçoeste de Esforçoeste de Esforçoeste de Esforçoeste de Esforço
O valor médio ± desvio padrão (SD) da PAS no primeiro teste, aquele realizado pelos voluntários antes do treina- mento foi de 165,00 ± 25,07 mmHg, variando de um míni- mo de 120 a um máximo de 190 mmHg. Já o valor médio dessa variável no segundo teste de avaliação funcional, após o período de treinamento de Reabilitação Cardíaca Fase III, foi de 150,00 ± 10,69 mmHg, variando de 140 a 170 mmHg. Quando esses valores foram comparados com o teste t de Student, diferenças estatisticamente significativas foram no- tadas, com p<0,05. Esses resultados podem ser melhor visualizados no gráfico 2.
Observando-se o gráfico da PAS na carga máxima do teste de esforço, nota-se que houve grande diminuição dos valores quando comparados o primeiro e o segundo teste de esforço, após as sessões de Fisioterapia Cardiovascular. Esses resultados já eram esperados, em função da atividade física promover, após treinamento aeróbio, exercícios pre- conizados nessas sessões, grande vasodilatação periférica, com queda na Resistência Vascular Periférica e, conseqüente- mente, queda nos valores de PAS (FOX, 1991). Pode-se rela- cionar essa queda da PAS na carga máxima do teste ergométrico, também, com a grande atuação parassimpática que há após treinamento físico. O sistema parassimpático é a divisão do sistema nervoso autônomo que promove dimi- nuição das variáveis fisiológicas, dentre elas a PAS (DOUGLAS, 2002).
Vale ressaltar aqui que esses valores menores de PAS
refletem menor trabalho cardíaco, o que é interessante para um cardiopata, principalmente se considerar, também, que a carga máxima dos voluntários foi maior com esse valor de PAS menor. Esses resultados estão de acordo com Forjaz e col. (1998) e Ghorayeb e col. (1999).
RRRRResposta da Pesposta da Pesposta da Pesposta da Pesposta da Pressão Arterial Diastólica (Pressão Arterial Diastólica (Pressão Arterial Diastólica (Pressão Arterial Diastólica (PAD) naressão Arterial Diastólica (PAD) naAD) naAD) naAD) na carga máxima do T
carga máxima do Tcarga máxima do T carga máxima do T
carga máxima do Teste Crescenteeste Crescenteeste Crescenteeste Crescenteeste Crescente
O valor médio ± desvio padrão (SD) da PAD no primeiro teste, aquele realizado pelos voluntários antes do treina- mento, foi de 100,00 ± 19,27 mmHg, variando de um míni- mo de 80 a um máximo de 140 mmHg. Já o valor médio dessa variável no segundo teste de avaliação funcional, após o período de treinamento de Reabilitação Cardíaca Fase III, foi de 87,50 ± 12,81 mmHg, variando de 70 a 110 mmHg. Quando esses valores foram comparados com o teste t de Student, diferenças estatisticamente significativas foram nota- das, com p<0,05. Esses resultados podem ser melhor visualizados no gráfico 3.
Ao analisar o gráfico da PAD, visualiza-se grande dimi- nuição dos valores de PAD dos voluntários após o término das 16 sessões de Fisioterapia Cardiovascular. Segundo Fox (1991), após um treinamento físico que tenha intensidade de trabalho sendo uma sobrecarga fisiológica e não patológica, há queda da PAD, de responsabilidade também, da queda da RVP e da maior ativação parassimpática, significando, tam- bém, menor sobrecarga cardiovascular.
RRRRReeeeesposta da Fsposta da Fsposta da Fsposta da Fsposta da Freqüência Cardíaca (FC) na cargareqüência Cardíaca (FC) na cargareqüência Cardíaca (FC) na cargareqüência Cardíaca (FC) na cargareqüência Cardíaca (FC) na carga máxima do T
máxima do Tmáxima do T máxima do T
máxima do Teste Crescenteeste Crescenteeste Crescenteeste Crescenteeste Crescente
O valor médio ± desvio padrão (SD) da FC no primeiro teste, aquele realizado pelos voluntários antes do treinamento, foi de 127,37 ± 11,87 mmHg, variando de um mínimo de 114 a um máximo de 149 mmHg. Já o valor médio dessa variável no segundo teste de avaliação funcional, após o período de treina-
Gráfico1: Média da carga máxima do 1º e 2º Teste de Esforço p>0,05
Pensamento Plural: Revista Científica do , São João da Boa Vista, v.1, n.1, 2007
SOUZA, T. L. de, PINHEIRO, D. A.
46
mento de Reabilitação Cardíaca Fase III, foi de 130,12 ± 8,07 mmHg, variando de 129 a 139 mmHg. Quando esses valores foram comparados com o teste t de Student, não se encontra- ram diferenças estatisticamente significativas, com p>0,05. Es- ses resultados podem ser melhor visualizados no gráfico 4.
Observando-se o gráfico 4, nota-se que não houve diferen- ças entre os valores de FC comparando-se o primeiro com o segundo teste de esforço, que foram realizados separados pelo treinamento físico da Fisioterapia Cardiovascular-Fase III. Es-
ses dados corroboram com Fardy e col. (1998); Forjaz e col. (1998) e Ciolac e Guimarães (2006), que dizem que indivíduos que recebem treinamento físico, dentro de uma sobrecarga fisi- ológica (mantendo-se, portanto, sua FC alvo ou treino), supor- tam uma carga de trabalho máxima maior, com um valor menor de FC, mostrando, novamente, menor sobrecarga no sistema cardíaco. Considerando o indivíduo com cardiopatia, essa me- nor sobrecarga no próprio sistema cardiovascular, resulta, para ele, melhor performance no teste de esforço (MENDES, 2006).
5. Considerações finais
5. Considerações finais
5. Considerações finais
5. Considerações finais
5. Considerações finais
As conclusões desse trabalho seguem abaixo, divididas em específicas e geral. Conclusões Específicas Conclusões Específicas Conclusões Específicas Conclusões Específicas Conclusões Específicas
São conclusões específicas desse estudo:
•
A carga máxima do segundo teste foi maior que o primeiro; assim, após treinamento físico da Fisioterapia Cardiovascular os cardiopatas apresentaram melhor con- dição de manter e suportar cargas maiores nos testes de avaliação funcional.•
Em relação aos valores de Pressão Arterial na carga máxi- ma dos testes, tanto a Sistólica como a Diastólica apre-sentaram valor menor após treinamento físico, mostran- do menor sobrecarga cardiovascular.
•
A Freqüência Cardíaca na carga máxima dos testes foi menor após a Reabilitação Cardíaca, portanto, no segun- do teste comparado com o primeiro, também asseguran- do aos cardiopatas melhor funcionalidade do sistema car- díaco, já que eles apresentaram esse valor menor, mesmo com uma carga máxima maior.Como conclusão geral, esse trabalho traz que os pacien- tes atendidos na Clínica Escola de Fisioterapia do UNIFAE, setor de Cardiologia Clínica, apresentam melhoras funcio- nais que resultam em melhor performance em testes de ava- liação física, atingindo valor de carga máxima maior, com valores de pressão arterial e freqüência cardíaca menores.
Gráfico 3: Média da PAD aferida na carga máxima do 1º e 2º Teste de Esforço
4 7 4 7 4 7 4 7 4 7
Avaliação funcional de cardiopatas após fisioterapia cardiovascular fase III
47 Pensamento Plural: Revista Científica do , São João da Boa Vista, v.1, n.1, 2007
Notas
(1) O estudo integra o Programa de Apoio à Iniciação Científica (PAIC), patrocinado pelo UNIFAE.
Notes
(1) The study is part of the Program in Support of Undergraduate research (PAIC), sponsored by UNIFAE
Referências
ACSM. Manual de P. Manual de P. Manual de P. Manual de P. Manual de Pesquisa das Diretrizes do Aesquisa das Diretrizes do Aesquisa das Diretrizes do Aesquisa das Diretrizes do Aesquisa das Diretrizes do ACSM para os TCSM para os Testes de Esforços e sua PCSM para os TCSM para os TCSM para os Testes de Esforços e sua Pestes de Esforços e sua Pestes de Esforços e sua Pestes de Esforços e sua Prescrição,rescrição,rescrição,rescrição,rescrição, Exercício e Hipertensão
Exercício e Hipertensão Exercício e Hipertensão Exercício e Hipertensão
Exercício e Hipertensão. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
BIBLIOTECA DA SAÚDE. Exercícios, boa forma e saúdeExercícios, boa forma e saúdeExercícios, boa forma e saúdeExercícios, boa forma e saúdeExercícios, boa forma e saúde. São Paulo: Círculo do Livro, Vol. 1. 1996.
CIOLAC E. G.; GUIMARÃES G. V. Exercício Físico e Síndrome MetabólicaExercício Físico e Síndrome MetabólicaExercício Físico e Síndrome MetabólicaExercício Físico e Síndrome MetabólicaExercício Físico e Síndrome Metabólica. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, vol.10 no. 4. Niterói: Julho/Agosto. 2004. Disponível em: http://www.scielo.br/ scielo.php?pid=S151786922004000400009&script=sci_arttext&tlng=pt. Acesso em: 12 out. 2006.
DOUGLAS, C.R.TTTTTratado de Fratado de Fratado de Fratado de Fratado de Fisiologia Aplicadoisiologia Aplicadoisiologia Aplicadoisiologia Aplicado.5.ed.São Paulo: Rob, 2002.isiologia Aplicado
FARDY, P. S.; YANOVITZ, P. K.; WILSON, P.K.. RRRRReabilitação Cardiovascular: Aptidão Física doeabilitação Cardiovascular: Aptidão Física doeabilitação Cardiovascular: Aptidão Física doeabilitação Cardiovascular: Aptidão Física doeabilitação Cardiovascular: Aptidão Física do Adulto e TAdulto e TAdulto e TAdulto e TAdulto e Testeesteesteesteeste de Esforço
de Esforço de Esforço de Esforço
de Esforço. Rio de Janeiro: Revinter, 1998.
FORJAZ CLM, SANTAELLA DF, REZENDE LO, BARRETTO ACP, NEGRÃO CE. AAAAA duração do exercício determinaduração do exercício determinaduração do exercício determinaduração do exercício determinaduração do exercício determina a magnitude e a duração da hipotensão pós-exercício
a magnitude e a duração da hipotensão pós-exercício a magnitude e a duração da hipotensão pós-exercício a magnitude e a duração da hipotensão pós-exercício
a magnitude e a duração da hipotensão pós-exercício. Arq. Bras. Cardiol, 1998. p.70:99-104.
FOSS, E. Bases fisiológicas da Educação física e dos DesportosBases fisiológicas da Educação física e dos DesportosBases fisiológicas da Educação física e dos DesportosBases fisiológicas da Educação física e dos Desportos. 4.ed. Rio de Janeiro:GuanabaraBases fisiológicas da Educação física e dos Desportos Koogan,1991.
GHORAYEB N., CARVALHO T. LAZZOLI J. K. O exercício: O exercício: O exercício: O exercício: O exercício: Preparação fisiológica, avaliação médica aspectos especiais e preventivos. Atividade Física Não-competitiva para população. São Paulo: Editora Atheneu, 1999. GRIMA, J. R. S. PPPPPrescripción de Ejercicio Físico para la Saludrescripción de Ejercicio Físico para la Saludrescripción de Ejercicio Físico para la Saludrescripción de Ejercicio Físico para la Salud. Editorial Pai do tribo, 309 - 323, 1996.rescripción de Ejercicio Físico para la Salud GUYTON, A.C.; HALL,J.E. FFFFFisiologia Médicaisiologia Médicaisiologia Médicaisiologia Médicaisiologia Médica. 10.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
LEITE, P. F. FFFFFisiologia do Exercícioisiologia do Exercícioisiologia do Exercícioisiologia do Exercícioisiologia do Exercício. 3. ed. São Paulo: Robe, 2000.
McARDLE, W. D. FFFFFisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho humanoisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho humanoisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho humanoisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho humanoisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho humano, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996.
MENDES, R. B.; Hipertensão Arterial Hipertensão Arterial Hipertensão Arterial Hipertensão Arterial Hipertensão Arterial [artigo]. Disponível em: http://www.abcdasaude.com.br/artigo. Acesso em 18 nov. 2006.
NEDER, J.A; NERY, L.E. FFFFFisiologia Clínica do Exercício. isiologia Clínica do Exercício. isiologia Clínica do Exercício. isiologia Clínica do Exercício. isiologia Clínica do Exercício. Teoria e Prática. 1. ed. São Paulo: Ed Artes Médicas, 2003.
NEGRÃO, C. E.: BARRETO, A. C. P. Cardiologia do ExercícioCardiologia do ExercícioCardiologia do ExercícioCardiologia do Exercício: do Atleta ao Cardiopata. São Paulo: Manole,Cardiologia do Exercício 2005.
O’CONNOR, P. J. State Anxiety and Ambulatory Blood PState Anxiety and Ambulatory Blood PState Anxiety and Ambulatory Blood PState Anxiety and Ambulatory Blood PState Anxiety and Ambulatory Blood Pressure Fressure Fressure Fressure Following Rressure Following Resistenceollowing Rollowing Rollowing Resistenceesistenceesistenceesistence Exercise inExercise inExercise inExercise inExercise in FFFFFemalesemalesemalesemales. Med Sci Sports Exer, 25: 516-21, 1993.emales
POLLOCK, M.L. e SCHMIDT, D.H. Doença Cardíaca e R Doença Cardíaca e R Doença Cardíaca e R Doença Cardíaca e R Doença Cardíaca e Reabilitaçãoeabilitaçãoeabilitaçãoeabilitação 3. ed Rio de Janeiro: Revinter, 2003.eabilitação POLLOCK M. L., WILMORE J. H. Exercício na Saúde e na Doença: Exercício na Saúde e na Doença: Exercício na Saúde e na Doença: Exercício na Saúde e na Doença: Exercício na Saúde e na Doença: Avaliação e Prescrição para Prevenção e Reabilitação. Rio de Janeiro: Editora Medsi, 1993.
RAMOS, A T. TTTTTreinamento de força na atualidadereinamento de força na atualidadereinamento de força na atualidadereinamento de força na atualidade. 1 ed. Rio de Janeiro: Editora Sprint, 2000.reinamento de força na atualidade REGENGA, M. M.; FFFFFisioterapia em Cardiologia da UTI a Risioterapia em Cardiologia da UTI a Risioterapia em Cardiologia da UTI a Risioterapia em Cardiologia da UTI a Risioterapia em Cardiologia da UTI a Reabilitaçãoeabilitaçãoeabilitaçãoeabilitaçãoeabilitação. São Paulo: Roca, 2000.
RONDON, M. U. P. B.: BRUM, P. C. Exercício Físico como TExercício Físico como TExercício Físico como TExercício Físico como Tratamento não FExercício Físico como Tratamento não Fratamento não Farmacológicoratamento não Fratamento não Farmacológicoarmacológicoarmacológico da Hipertensãoarmacológicoda Hipertensãoda Hipertensãoda Hipertensãoda Hipertensão Arterial
Arterial Arterial Arterial
Arterial. Revista Brasileira de Hipertensão, 10: 134-139, 2003.
SILVA. M. D, et al. O Exercício: O Exercício: O Exercício: O Exercício: Exercício e Qualidade de Vida. São Paulo: Atheneu, 1999.O Exercício:
Pensamento Plural: Revista Científica do , São João da Boa Vista, v.1, n.1, 2007
SOUZA, T. L. de, PINHEIRO, D. A.
48
The objectiveof this study1 was to evaluate the performance of cardiopaths, assisted by Cardiovascular Physiotherapy
phase III, at the School Clinic of UNIFAE, comparing tests done before and after the training. Fifteen cardiopaths, women and men, participated on the functional evaluation tests before and after they did sixteen sessions of Cardiovascular Physiotherapy (8 weeks). The cardiovascular illness, nowadays, has a great morbid-mortality, presenting several risk factors for its installation and worsening. However, this dysfunction is benefited by a regular physical activity, called physical training or Cardiovascular Physiotherapy phase III, an ambulatory phase. The best form to observe the beneficial changes of the training is through performing functional evaluation tests. From the results, it was detected an improvement on the values for the arterial pressure, both systolic and diastolic measures, with lower values after the physical training and with a larger maximum load of the after-training test. A conclusion of the study is that the physical training applied by the sutends of UNIFAE on the Cardiac Reabilitation, improved the performance of the volunteers who had participated on the study, with better results on the tests of functional evaluation.
Abstract
Key words
49 Pensamento Plural: Revista Científica do , São João da Boa Vista, v.1, n.1, 2007