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• Patrícios • Senado • Magistraturas • Revoltas da plebe • Lei das XII1
(UEL – MODELO ENEM)I – “...os comícios eram assembleias populares encar regadas de votar as leis e eleger os magistrados. Havia dois tipos de comícios: os centuriais e os tribais.”
II – “...os magistrados eram eleitos pelos comícios por um período de um ano e cada magistratura era exercida conco mitantemente pelos cônsules, pretores, questores e edis.” III – “...o senado, encarregado da elaboração das leis, era o poder de fato (...) e se encar -regava das finanças, religião e administração do território e política exterior.”
Em relação à Roma antiga, os itens I, II e III re -fe rem-se
a) à organização administrativa do Baixo Im pé -rio.
b) às principais instituições políticas da Re pú -blica.
c) às características políticas do Período Mo -nárquico.
d) às razões da concentração do poder no Principado.
e) à fase de instauração da “pax romana” du -rante o Alto Im pé rio.
Resolução
Os três itens descrevem características da política no início da República. O primeiro trata
do lado “democrático” do regime; o segundo, das magistraturas, o poder executivo, antes exer ci do pelo rei e agora fragmentado em várias funções, e, final mente, o poder legis la -tivo (mais importante), controlado pelos chefes das famílias patrícias.
Resposta: B
B
(PUCCAMP – MODELO ENEM) – Leia otexto sobre as insti tuições políticas da antiga República romana.
“Mesmo para um cidadão romano, seria impossível dizer, com certeza, se o sistema, em seu conjunto, era aristocrático, demo crá -tico ou monárquico. Com efeito, a quem fixar atenção no poder dos cônsules, a Constituição romana parecerá total mente monárquica; a quem a fixar no Senado, parecerá aristo crática, e a quem fixar no poder do povo, parecerá, cla -ra mente, democrática.”
(Políbio, historiador grego do século II a. C. ln: FUNARI, Pedro Paulo Abreu.
Roma: Vida pública e vida privada. São Paulo: Atual, 1993. p. 21.)
Com base no texto e no conhecimento his tó -rico, pode-se afir mar que
a) as instituições romanas não sofreram influências dos gregos, uma vez que os ro ma
-nos mantiveram uma política isolacionista durante todo o período republicano.
b) os romanos não inovaram na formação das instituições po lí ticas, já que imitaram o sistema político das civilizações gre gas e das civili za -ções orientais.
c) a instituição do equilíbrio de poderes, presente na cons ti tuição da antiga República romana, influenciou, posterior men te, as insti tui ções ocidentais, trazendo enorme contri bui -ção à ciência do Direito.
d) o equilíbrio de poderes, instituído após a queda da monar quia, evitou totalmente con -flitos entre as classes sociais du rante toda a República, já que permitiu a participação do povo na vida política.
e) os plebeus não tinham direito de participa -ção nas insti tui ções políticas romanas da República, já que eles eram es tran geiros e não possuíam, portanto, a cidadania romana.
Resolução
O regime republicano foi estruturado em opo si -ção à Monarquia absolutista. Se, no sistema anterior, o poder era concentrado nas mãos de uma só pessoa, agora estava dividido, bus -cando atender ao interesse geral dos cidadãos. Cabe, contudo, lem brar que a República era essencialmente aristocrática, como se observa nos motivos que geraram as Revoltas da Plebe.
Resposta: C
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(FMTM)– As principais instituições políticas da República Romana eram:a) Senado, magistraturas (cônsul, ditador, pretores, censores, edis, questores) e assembleia (centuriata e tribunícia).
b) Senado, conselho do imperador, prefeito da cidade, prefeito da pretória, ordem equestre e inferior.
c) Senado, magistraturas (cônsul, ditador, pretores, censores, edis, questores), prefeito da pretória, prefeito da cidade, ordem equestre e inferior.
d) Rei, conselho dos anciãos, Assembleia Curiata, auspicium. e) Senado, magistraturas (cônsul, ditador, pretores, cen sores, edis, questores), collegia, tetrarquia, patro nato.
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Cite as principais magistraturas romanas e dê as suas funções.RESOLUÇÃO:
Cônsules: principais magistrados, eram os verdadeiros chefes da República, com a função de comandar o Exército, convocar o Senado e presidir cultos públicos; questores: exerciam a administração do erário público e o recolhimento dos impostos; censores: antigos cônsules, escolhidos a cada cinco anos, sendo suas funções elaborar o álbum senatorial, fazer o recenseamento dos cidadãos e zelar pela moral pública.
RESOLUÇÃO:
Bases da política da fase republicana. Resposta: A
Texto para a questão
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.“O patriciado romano era uma ordem singularmente inelástica, somente aberta a recruta de fora pela ado ção de um indivíduo do sexo masculino por uma fa mí lia patrícia, um ato solene que requeria aprovação do Estado. Portanto, o corpo arcaico da plebis tinha se convertido também numa ordem, análoga ao Papa do medieval italiano.”
(M. I. Finley, A Política no Mundo Antigo)
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O texto acima faz referência à rígida composição social romana. Com base nele, responda:a) Que eventos abalaram o poder do patriciado e quais as suas consequências?
b) Qual a importância da Lei Licínia Sextia?
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Comente o caráter oligárquico da República roma na.5
(MODELO ENEM) – No início da República romana, ape nas os patrícios possuíam direitos políticos. Os plebeus, por meio de acirradas lutas, foram gradativamente conquistando igualdade de direitos. Uma de suas primeiras con quistas foi a criação dos Tribunos da Plebe, que lhes asseguravama) o acesso às terras conquistadas nas guerras, uma vez que o tamanho das posses foi delimitado, so bran do um pouco para a plebe.
b) o cumprimento em todo o território romano das leis apro va -das na Assembleia da Plebe.
c) a participação na Assembleia Centuriata, podendo vetar as leis que fossem contrárias aos interesses da plebe.
d) o casamento com pessoas da classe patrícia. e) a extinção da escravidão por dívida.
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A luta entre patrícios e plebeus, desencadeada no pe río -do de 494 a 287 a. C., envolveu os seguintes as pe c tos: a) Os plebeus reclamavam da existência de leis orais, da proi -bição de casamento entre classes e da es cra vi dão por dívidas. b) Os plebeus empreenderam o êxodo rural, revol tan do-se contra os baixos salários.c) O direito ao Tribuno da Plebe e à Lei das XII Tá buas foi a última vitória da plebe.
d) A Lei Licínia e a Lei Canuleia permitiam o casa men to entre classes e proibiam a escravidão, res pec tivamente.
e) A maior vitória da plebe foi o direito ao Comício Ple bis, que lhe assegurava o plebiscito, isto é, par ticipar do Senado Roma no.
G
(FGV – MODELO ENEM) – Leia aten ta mente os textos: I – “Como tudo entre nós depende não de uma minoria, mas de todo o povo, ... quando se trata de resolver as questões de cada um, todos são iguais perante a lei; quando se trata de escolher entre uma pessoa e outra, para posições de res -ponsabilidade pública, o que vale não é o fato de pertencer a determinada classe, mas o mérito real que o homem possui.” II – “Se alguém atentar contra os tribunos da plebe, ... ele terá a cabeça imolada a Júpiter, e todos os seus bens vendidos em benefício dos templos.”Estes textos se referem, respectivamente, a) à República espartana e à democracia ro mana. b) à democracia grega e à oligarquia de Esparta. c) à democracia ateniense e à República ro mana. d) à oligarquia ateniense e à democracia ro mana. e) à democracia ateniense e à tirania de Es parta.
RESOLUÇÃO:
Os dois sistemas de governo são consi de rados referências para a construção da democracia atual.
Resposta: C RESOLUÇÃO:
As revoltas tinham como origem o domínio dos patrícios e a mar -gi nalização social e política dos plebeus.
Resposta: A RESOLUÇÃO:
Os tribunos passaram a representar os interesses da plebe. Resposta: C
RESOLUÇÃO:
Apesar de a palavra “república” (do latim res publica) significar “coisa pública”, na realidade os patrícios detinham o controle do poder político no Senado, por meio das magistraturas, e na Assembleia Centuriata.
RESOLUÇÃO:
A Lei Licínia proibia a escravidão por dívidas; os Tribunos da Plebe defendiam os interesses dos plebeus no Senado, podendo vetar as leis que fossem contra os interesses da classe.
RESOLUÇÃO:
As lutas sociais, pelas quais a plebe reivindicou melhores condi -ções de vida e igualdade de direitos.
Para saber mais sobre o assunto, acesse o PORTAL OBJETIVO (www.portal.objetivo.br)e, em “localizar”, digite HIST1M112
1. As primeiras conquistas
O primeiro momento a ser considerado quando tratamos da expansão romana é a conquista da própria Península Itálica. Foi um processo lento que precisou de mais de 230 anos para se efetivar, mas que resultou na anexação de todos os povos vizinhos (inclusive os aliados, como os latinos). Roma logrou derrotar os sabi -nos e anexar seus territórios; também conquistou a Etrúria, a Gália, a Planície da Campânia e Tarento, con -quistas que lhe deram o controle sobre toda a Península. O principal instrumento para a conquista foi um exér -cito muito bem preparado para dominar os demais povos. Os romanos foram grandes engenheiros. Por volta de 200 a. C., centenas de quilômetros de estradas, algumas com até 12 metros de largura, cortavam seus domínios. Elas eram construídas pelos legionários do exército durante suas campanhas. Primeiro, eles colocavam fogo no local escolhido, a fim de destruir a vegetação e evitar emboscadas inimigas; em seguida, ajus tavam os blocos de pedra sobre uma camada de areia, para depois cobri-los com mistura de cascalho e cimento. As estradas eram levemente encurvadas de modo que drenavam a água das chuvas. Elas permitiam o trânsito dos viajantes a cavalo, de carroças puxadas por bois e mulas e das tropas de soldados, que viajavam a pé, em marcha.
As campanhas militares eram longas e, durante o avanço das tropas, era preciso montar e desmontar acam pa mentos com rapidez e eficiência. Para isso, cada sol dado era sempre encarregado de executar as mesmas tarefas, como ni ve lar o terreno e demarcá-lo, cavar o fosso, erguer a paliçada e as torres de obser va -ção e abrir ruas no interior do acampamento, dividindo-o em quarteirões. Roma preocu pou-se com a construção de estradas para, justamente, facilitar o desloca mento de suas tropas e a mobilização de recursos necessários às con quistas.
Quando Roma partiu para a expansão além da Península Itálica, internamente havia uma relativa estabi -lidade política, pois as questões sociais entre patrícios e plebeus tinham sido resolvidas, temporariamente, pelas conquistas plebeias — algumas ocorreram paralelamen -te à unificação da Península Itálica.
Com a conquista de Tarento, o grande alvo de Ro ma passou a ser a cidade de Cartago, pois essa antiga colônia fenícia dominava o comércio no Mediter râneo, chegando a atingir a costa ocidental da África, a Bretanha e a Noruega. Os cartagineses ofereciam tecidos, perfu mes, pedras preciosas, trigo, marfim e ouro, além de pos suírem uma poderosa frota naval e um exército de terra.
Na Primeira Guerra Púnica(264241 a. C.), os roma nos investiram contra Cartago na disputa pelo controle sobre a Sicília. A vitória romana forçou os car ta gineses a pagar-lhes uma pesada indenização de guerra e a entregar-lhes a Sicília, a Córsega e a Sardenha.
A Segunda Guerra Púnica, entre Roma e Cartago (218-202 a. C.), deu aos romanos o controle sobre o norte da África e o sul da Espanha, exceto o Reino da Numídia e Cartago.
Entre 150 e 146 a. C., Roma e Cartago enfrenta-
ram-se na Terceira Guerra Púnica, e Cartago sucumbiu
diante de Roma.
Ao mesmo tempo em que Roma e Cartago se de -fron tavam, os romanos desenvolviam guerras também no Mediterrâneo Oriental. Durante a Segunda Guerra Púnica, como Filipe V da Macedônia havia dado apoio aos cartagineses, Roma invadiu o seu território, tornando as cidades-Estado gregas independentes da Macedônia. O domínio sobre a Macedônia e a Grécia concluiu-se em 146 a. C. Também no século II a. C., Roma anexou a Síria, a Ásia Menor, a Gália, o Ponto, Israel, a Bitínia e o Egito.
2. As consequências
das conquistas
O comércio interligava Roma e suas províncias em
toda a orla do Mediter râneo, permitindo o desenvol vi
-men to das atividades agrícolas.
Na própria Itália, con tudo, a agricultura praticamente desapareceu. Os campos ficaram incultos ou subo cupa -dos, por causa da evasão dos camponeses plebeus, convo cados para a guer ra.
Como consequência do desenvolvimento mercantil, surgiu uma classe de comerciantes, banqueiros, ar ren da tários, cobradores de impostos (publicanos), denomi na dos homens novos ou cavaleiros. Os patrícios, depen
-den tes da exploração fundiária, em po bre ce ram-se,
passando a depender dos cargos públicos para manter seu nível social. A plebe, marginalizada pelo aumento do número de escravos, passou a ser sustentada pelos homens novos ou pelo Estado, que distribuía trigo e proporcionava espetáculos circenses gratuitamente: a política de pão e circo, que tinha como meta principal a alienação política da plebe romana.
Frequentemente, os plebeus serviam como agre ga
-dos aos mais ricos em troca de esmolas e alimentos,
passando a se incorporar aos clientes. Nessa fase, os es