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B) O Computador como “Meio” do Processo

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Página conn a ss u n to s ed u ca cion a is.

Figura 5: Página de A ssuntos Educacionais, D estinada aos Professores

A Internet, com o meio de com unicação, funciona também com o um excelente meio de transm issão de conhecim ento e ensino. Ela é utilizada com o uma das formas de distribuição e acom panham ento do ensino ou educação à distância.

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Ed ucação a D istância

1 lJã a in a s A m a re la s da fcducacào à D istâ n cia

Idealizada pelo Professor Dr. Gilberto José Weinberger Teixeira (qjw teixe^ usp.br), docente da área de Marketing do Departamento de Administração da FEA.

2. etafeanjte^itegâftAafaBttoda

Implantado pela UFMG. em convênio com a Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais, Destina-se à capacitação, em serviço, de professores de ciências e Matemática, de 5ô a ü8 séries do Ensino

Fundamental da rede pública e sta d ja l, em nível de aperfeiçoamento.

A través do em prego dessa ferram enta, o ensino pode ser efetivado em diversos níveis e de várias maneiras, desde um curso com pleto de mestrado, o em prego de tutoriais, até ensinar uma m atéria com pleta ou parte dela.

Portanto, poderá haver profundas transform ações na escola, exigindo mais do professor, criando dilemas em relação aos conteúdos que deverão ser trabalhados para se atingir objetivos que, na maior parte perm anecerão os mesmos, ou seja, form ar o indivíduo para se inserir de m odo responsável no seu mundo, conhecendo a produção passada da humanidade e do seu grupo, agindo segundo valores universais e locais, levando adiante a identidade cultural do seu grupo social nas várias instâncias, tornando-se mais humano, lutando por utopias etc.

Um dos locais mais interessantes para guiar os nossos jovens alunos é através da “home-

p a g e ” do projeto “Escola N et” . Depois de acessada a página principal, escolha a opção

“ A LU N O S” . Será apresentada a seguinte página:

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Figura 7: Página de A ssuntos de Interesse dos Alunos

São apresentadas as várias disciplinas que possuem inform ações disponíveis, como tutoriais e cursos relacionados. Para se ter acesso, basta “clicar” em uma delas, e esta levará até uma página específica de inform ações e links sobre aquela determinada matéria.

Vam os escolher “M atem ática” . Ela nos levará a um a página com muitos links para tutoriais e cursos relativos a esta disciplina.

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1 . tM P A I n s t i t u t o N a c i o n a l d e M a t e m á t i c a P u r a e A p U c o d a

Site do instituto com informações, bibliotecas, novidades, publicações, etc..

2. íVtotqmÃtico Atu a t

infonnaçfíes sobre Matemática, Educação Matemática, e ainda Cultura e História da Matemática.

Grande Site, para 3lunos e professores. Muitas irft»rmacoes sobre matematica.

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^ F r r n i w p ^ a Interne»

Figura 8: Página Sobre M atem ática, D estinada aos Alunos

Em relatório elaborado para o Ministério da Educação e Ciência da Holanda, Ladislav Cerych analisou as experiências de informática na educação em vários países, entre os quais Alemanha, Dinamarca, Escócia, País de Gales, Inglaterra, França e Estados Unidos. A primeira questão por ele levantada é a seguinte: “Deve existir uma política nacional de informática na educação? Quem deve ser o seu agente?” Observa-se ele que, “dentre os países analisados, apenas a França apresenta uma política central de informática e educação, devido, é claro, à centralização do seu sistema educacional e à descentralização dos sistemas dos demais países”. Cerych não incluiu em sua análise o Japão, que talvez pudesse, de certa maneira, fazer companhia à França.

Em seu relatório, Cerych observa algo importante, que nos leva a uma das questões centrais da discussão acerca da informática aplicada à educação. Diz ele:

“Talvez o impacto da informática na educação formal não seja tão grande quanto o desejado por uns e temido por outros, pois as escolas e a educação em geral são particularmente resistentes à introdução de novas tecnologias educacionais. Porém, assim como ocorre com a televisão, a informática influenciará a educação mais pelo modo como os computadores serão utilizados fora da sala de aula (como, por exemplo, nas residências) do que pela maneira como serão utilizados na escola. A questão, portanto, é saber se o sistema educacional irá, do mesmo modo como fez com os televisores, desprezar a difusão dos computadores e todas as suas conseqüências, isto é, se o sistema educacional irá permitir que o conhecimento e as atitudes das crianças sejam mais influenciados pelo que aprendem fora da escola (hoje pelos televisores, amanhã pelos computadores residenciais) do que pelo que aprendem na escola propriamente dita”.

Ou seja, mesmo nos países que optaram por uma política nacional de informática na educação, voltada para as escolas, os efeitos dessa política poderão não ser benéficos como pretendem seus defensores, pois as crianças tenderão a ser mais influenciadas pelo que aprendem fora da escola, em decorrência especialmente do fato de que, são resistentes à introdução de novas tecnologias no processo educacional.

Diante desse fato, é necessário observar que, mesmo em países com tradição centralizadora e estatista, como o Brasil, projetos ou políticas nacionais de informática na educação não surtirão os efeitos desejados se não contarem com o apoio dos vários agentes da área

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