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IV - PROCESSOS DE ORDEM E

SÃO BERNARDO DO CAMPO

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CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA ELÉTRICA

REUNIÃO N.º 552 REUNIÃO ORDINÁRIA DE 20/05/2016

Julgamento de Processos

1)Manter frota azul em serviço; 2)Supervisionar e coordenar AOGs;

3)Manter CCO atualizado das restrições operacionais; 4)Solicitar materiais ao time peças;

5)Manter CCO atualizado sobre os tempos de reparos as aeronaves fora de serviço ou em atrasos; 6)Monitorar os GSES das bases de operação;

7)Coordenar as aeronaves para bases especificas de pernoite; 8)Prover suporte técnico para Azul Tec.;

9)Entrada de FC/FH no TRAX;

10) Suporte Azul Tec. com deferimento de itens;

11) Revisão da programação de pos 18hs por solicitação da CCO ou pane de aeronave.

À fl. 26 Despacho da U.G.I. de São Bernardo do Campo encaminhando o processo para a Câmara Especializada de Engenharia Elétrica – CEEE para análise e parecer, uma vez que a modalidade do profissional pertence a CEEE.

PARECER E VOTO

Considerando a Lei Federal 5.194, de 24 de dezembro de 1966, em seu Art. 24, Art. 45, Art. 46 em seu item d e Art. 55;

Considerando Resolução nº 1.007/03 do CONFEA, que dispõe sobre o registro de profissionais, aprova os modelos e os critérios para expedição de Carteira de Identidade Profissional e da outras providencias, da que destacamos:

DA INTERRUPÇÃO DO REGISTRO

Art. 30. A interrupção do registro é facultado ao profissional registrado que não pretende exercer sua profissão e que atenda às seguintes confições:

I – esteja em dia com as obrigações perante ao sistema Confea/Crea, inclusive aquelas referentes ao ano do requerimento;

II – não ocupe cargo ou emprego para o qual seja exigida formação profissional ou para cujo concurso ou processo seletivo tenha sido exigido título profissional de área abrangida pelo Sistema Confea/Crea; III – não conste como autuado em processo por infração aos dispostos do Código de Ética Profissional ou das Leis nºs 5.194 de 1966 e 6.496 de 7 de dezembro de 1977, em tramitação no Sistema Confea/Crea. Considerando que o profissional atende aos requisitos da resolução 1007/03;

Considerando que todos os documentos e procedimentos constante na resolução 1.007/03 sobre interrupção de registro estão presentes neste processo;

Considerando que o profissional não tem Responsabilidade Técnica registrada no sistema Confea/Crea; Considerando não constar nenhum processo de ordem “SF” ou “E” em nome do profissional;

Considerando a conformidade com a instrução 2560/2013, que dispõe sobre os procedimentos para interrupção de registro profissional;

Considerando a descrição do cargo fornecido pela empresa. VOTO:

- pelo deferimento da interrupção do registro ao profissional GELSON FAUSTINO DA LUZ, CREA SP 0641882873

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REUNIÃO N.º 552 REUNIÃO ORDINÁRIA DE 20/05/2016

Julgamento de Processos

PR-479/2015 EDSON BEZERRA DA SILVA

Histórico:

O presente processo trata-se de solicitação de Baixa do Registro Profissional por parte do interessado Técnico em Eletrônica EDSON BEZERRA DA SILVA, conforme consta nos autos (requerido as fls. 02) O profissional trabalha na empresa GL ELETRO-ELETRÔNICOS LTDA, conforme consta em sua carteira de trabalho como ASSISTENTE DE VENDAS (fls 06);

Consta informação de consultas feitas ao sistema de dados do conselho nas quais constam que não há nenhum processo de ordem “F” e “SF” em nome do interessado e as anotações de responsabilidade técnica (ART) estão baixadas.

Consta resumo de profissional na qual constam dados de registro do interessado, da qual destacamos que o profissional possui o título de Técnico em Eletrônica.

A unidade remete o processo para a Câmara Especializada de Engenharia Elétrica uma vez constata dúvida de natureza técnica (fls. 10);

Parecer:

Considerando a Lei 5.194/66, que regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro Agrônomo, e dá outras providências, da qual destacamos:

Art. 7º- As atividades e atribuições profissionais do engenheiro, do arquiteto e do engenheiro-agrônomo consistem em:

a) desempenho de cargos, funções e comissões em entidades estatais, paraestatais, autárquicas e de economia mista e privada;

b) planejamento ou projeto, em geral, de regiões, zonas, cidades, obras, estruturas, transportes, explorações de recursos naturais e desenvolvimento da produção industrial e agropecuária; c) estudos, projetos, análises, avaliações, vistorias, perícias, pareceres e divulgação técnica; d) ensino, pesquisa, experimentação e ensaios;

e) fiscalização de obras e serviços técnicos; Confea – Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia LDR - Leis Decretos, Resoluções;

f) direção de obras e serviços técnicos; g) execução de obras e serviços técnicos;

h) produção técnica especializada, industrial ou agropecuária.

Parágrafo único - Os engenheiros, arquitetos e engenheiros-agrônomos poderão exercer qualquer outra atividade que, por sua natureza, se inclua no âmbito de suas profissões.

Art. 46 - São atribuições das Câmaras Especializadas: (...)

d) apreciar e julgar os pedidos de registro de profissionais, das firmas, das entidades de direito público, das entidades de classe e das escolas ou faculdades na Região;

(...)

Art. 84 - O graduado por estabelecimento de ensino agrícola ou industrial de grau médio, oficial ou

reconhecido, cujo diploma ou certificado esteja registrado nas repartições competentes, só poderá exercer suas funções ou atividades após registro nos Conselhos Regionais. Parágrafo único - As atribuições do graduado referido neste Artigo serão regulamentadas pelo Conselho Federal, tendo em vista seus currículos e graus de escolaridade.

Considerando a Lei 5.524/68, que dispõe sobre o exercício da profissão de Técnico Industrial de Nível Médio, e dá outras providências, da qual destacamos:

Art. 2º- A atividade profissional do Técnico Industrial de nível médio efetiva-se no seguinte campo de MIGUEL APARECIDO DE ASSIS

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Proposta Relator Processo/Interessado Nº de Ordem

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Julgamento de Processos

realizações:

I - conduzir a execução técnica dos trabalhos de sua especialidade;

II - prestar assistência técnica no estudo e desenvolvimento de projetos e pesquisas tecnológicas; III - orientar e coordenar a execução dos serviços de manutenção de equipamentos e instalações;

IV - dar assistência técnica na compra, venda e utilização de produtos e equipamentos especializados; V - responsabilizar-se pela elaboração e execução de projetos compatíveis com a respectiva formação profissional.

Art. 3º- O exercício da profissão de Técnico Industrial de nível médio é privativo de quem:

I - haja concluído um dos cursos do segundo ciclo de ensino técnico industrial, tenha sido diplomado por escola oficial autorizada ou reconhecida, de nível médio, regularmente constituída nos termos da Lei nº4.024, de 20 DEZ 1961;

II - após curso regular e válido para o exercício da profissão, tenha sido diplomado por escola ou instituto técnico industrial estrangeiro e revalidado seu diploma no Brasil, de acordo com a legislação vigente; III - sem os cursos e a formação atrás referidos, conte, na data da promulgação desta Lei, 5 (cinco) anos de atividade integrada no campo da técnica industrial de nível médio e tenha habilitação reconhecida por órgão competente.

Considerando a Resolução 1.007/03, que dispõe sobre o registro de profissionais, aprova os modelos e os critérios para expedição de Carteira de Identidade Profissional e dá outras providências, da qual

destacamos: