R. A pedra que os pedreiros rejeita- ram, tornou-se agora a pedra angu- lar. Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia.
1Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! */ “Eterna é a sua misericór- dia!”/ 2A casa de Israel agora o diga: */ “Eterna é a sua misericórdia!”/ 4Os que temem o Senhor agora o digam: */ “Eterna é a sua misericórdia!” R. 22“A pedra que os pedreiros rejeita- ram,*/ tornou-se agora a pedra an- gular./ 23Pelo Senhor é que foi feito tudo isso: */ Que maravilhas ele fez a nossos olhos!/ 24Este é o dia que o Senhor fez para nós,*/ alegremo- -nos e nele exultemos! R.
25Ó Senhor, dai-nos a vossa salvação,*/ ó Senhor, dai-nos também prosperi- dade!”/ 26Bendito seja, em nome do Senhor,*/ aquele que em seus átrios vai entrando!/ Desta casa do Senhor vos bendizemos.*/ 27aQue o Senhor e nosso Deus nos ilumine! R.
Aclamação ao Evangelho – Sl 117(118),24 R. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
V. Este é o dia que o Senhor fez para nós, alegremo-nos e nele exultemos! R.
EVANGELHO – Jo 21,1-14
Jesus aproximou-se, tomou o pão e distribuiu-o por eles. E fez a mesma coisa com o peixe.
? Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.
Naquele tempo, 1Jesus apareceu de novo aos discípulos, à beira do mar de Tiberíades. A aparição foi assim: 2Estavam juntos Simão Pedro, Tomé, chamado Dídimo, Natanael de Caná da Galileia, os fi lhos de Zebedeu e outros dois discípulos de Jesus. 3Simão Pedro disse a eles: “Eu vou pescar”. Eles disseram: “Também vamos contigo”. Saíram e entraram na barca, mas não pescaram nada na- quela noite. 4Já tinha amanhecido, e Jesus estava de pé na margem. Mas os discípulos não sabiam que era Je- sus. 5Então Jesus disse: “Moços, ten- des alguma coisa para comer?” Res- ponderam: “Não”. 6Jesus disse-lhes: “Lançai a rede à direita da barca, e achareis”. Lançaram pois a rede e não conseguiam puxá-la para fora, por causa da quantidade de peixes. 7Então, o discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: “É o Senhor!” Simão Pedro, ouvindo dizer que era o Senhor, vestiu sua roupa, pois es- tava nu, e atirou-se ao mar. 8Os ou- tros discípulos vieram com a barca, arrastando a rede com os peixes. Na verdade, não estavam longe da terra, mas somente a cerca de cem metros. 9Logo que pisaram a terra, viram brasas acesas, com peixe em cima, e pão. 10Jesus disse-lhes: “Trazei alguns
dos peixes que apanhastes”. 11 Então Simão Pedro subiu ao barco e arras- tou a rede para a terra. Estava cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes; e, apesar de tantos peixes, a rede não se rompeu. 12Jesus disse- -lhes: “Vinde comer”. Nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar quem era ele, pois sabiam que era o Senhor. 13Jesus aproximou-se, tomou o pão e distribuiu-o por eles. E fez a mesma coisa com o peixe. 14Esta foi a terceira vez que Jesus, ressuscitado dos mortos, apareceu aos discípulos.
Palavra da Salvação.
Meditando a Palavra de Deus
“É o Senhor!” (Jo 21,7). A semana da Oita- va da Páscoa é marcada pelas diversas apa- rições de Jesus ressuscitado. Cada aparição é diferente uma da outra. Jesus ora aparece como jardineiro (Jo 20,11ss), como pere- grino (Lc 24,13ss), ou como desconhecido no Evangelho de hoje. Jesus ressuscitado sempre se manifesta diferentemente do que esperaríamos. Mas a mensagem que ele transmite é sempre a mesma: uma mensa- gem de amor, perdão, de zelo pelos outros. A presença de Jesus em nosso meio ainda hoje é reconhecível através destes frutos: um conhecimento das coisas que provém da santidade (Jo 21,6) e um amor zeloso pelos demais (Jo 21,9). Que nossas famílias e comunidades possam ser também mani- festações do Ressuscitado para os demais.
Preces da Comunidade
P. Apresentemos agora, confi antes, as nos- sas intenções a Deus Pai:
1. Por nosso santo Padre, o Papa Francisco, e por todos os seus esforços pela reforma da Igreja, para que produzam os frutos es- perados, rezemos ao Senhor.
2. Pelas vocações religiosas, sacerdotais, matrimoniais e leigas, para que respondam com generosidade ao chamado de Cristo para segui-lo, rezemos ao Senhor.
3. Pelas regiões que mais padecem privações em decorrência da fome ou da guerra, para que recebam toda a ajuda material e espiri- tual de que necessitam, rezemos ao Senhor.
(Outras intenções)
P. Recebei com amor, ó Pai, estas preces que vos dirigimos e dai-nos sempre viver de acordo com vossa vontade. Por Cristo, Senhor nosso.
SOBRE AS OFERENDAS
CP. Ó Deus de bondade, aperfeiçoai em nós o sublime diálogo simbo- lizado em nossas oferendas pas- cais, para que passemos dos afetos
terrenos aos desejos do céu. Por Cristo, nosso Senhor.
Prefácio da Páscoa I, neste dia.
Quando se usa a Oração Eucarística I, diz-se o Em comunhão e Recebei, ó Pai próprios.
Antífona da Comunhão – Jo 21,12-13
Disse Jesus aos seus discípulos: Vinde, co- mei! E tomou o pão e lhes deu, aleluia!
DEPOIS DA COMUNHÃO
CP. Pai celeste, guardai no vosso cons- tante amor aqueles que salvastes, para que, redimidos pela paixão do vosso Filho, gozemos também de sua res- surreição. Por Cristo, nosso Senhor. Bispos Aniversariantes: Nascimento: Dom Edival- ter Andrade (1962); Dom Edson de Castro Ho- mem (1949); Dom Francisco de Sales Alencar Ba- tista (1968); Dom Jacyr Francisco Braido (1940); Dom Paulo Jackson Nóbrega de Sousa (1969). Or- denação Presbiteral: Dom Antônio Celso de Quei- rós (1960). Ordenação Episcopal: Dom Armando Bucciol (2004).
Antífona da Entrada – Sl 104,43
O Senhor fez o seu povo sair com grande júbilo; com gritos de alegria, os seus elei- tos, aleluia!
Introdução ao Mistério Celebrado L. (ou CP): Hoje em nossa celebração, o Senhor vitorioso vem a nós na força e graça de sua palavra. Vivamos esta litur- gia como um encontro com o Cristo vivo e glorioso.
ORAÇÃO DO DIA
CP. Ó Deus, que pela riqueza da vossa graça multiplicais os povos que creem em vós, contemplai so- lícito aqueles que escolhestes e dai aos que renasceram pelo Batismo a veste da imortalidade. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
DIA 18 DE ABRIL
BRANCO – SÁBADONA OITAVA DA PÁSCOA. 1ª SEMANADO SALTÉRIO.
PRIMEIRA LEITURA – At 4,13-21 Quanto a nós, não nos podemos calar
sobre o que vimos e ouvimos.
Leitura dos Atos dos Apóstolos.
Naqueles dias, os chefes dos sacerdo- tes, os anciãos e os escribas, 13fi caram admirados ao ver a segurança com que Pedro e João falavam, pois eram pes- soas simples e sem instrução. Reco- nheciam que eles tinham estado com Jesus. 14No entanto viam, de pé, junto a eles, o homem que tinha sido curado. E não podiam dizer nada em contrário. 15Mandaram que saíssem para fora do Sinédrio, e começaram a discutir entre si: 16“O que vamos fazer com esses ho- mens? Eles realizaram um milagre cla- ríssimo, e o fato tornou-se de tal modo conhecido por todos os habitantes de Jerusalém, que não podemos negá-lo. 17Contudo, a fi m de que a coisa não se espalhe ainda mais entre o povo, vamos ameaçá-los, para que não falem mais a ninguém a respeito do nome de Jesus”. 18Chamaram de novo Pedro e João e ordenaram-lhes que, de modo algum, falassem ou ensinassem em nome de Jesus. 19Pedro e João responderam: “Julgai vós mesmos, se é justo diante de Deus que obedeçamos a vós e não a Deus! 20Quanto a nós, não nos po- demos calar sobre o que vimos e ou- vimos”. 21Então, insistindo em suas ameaças, deixaram Pedro e João em liberdade, já que não tinham meio de castigá-los, por causa do povo. Pois to- dos glorifi cavam a Deus pelo que havia acontecido. Palavra do Senhor.
SALMO RESPONSORIAL