R. Ao Senhor eu peço apenas uma coisa: habitar no santuário do Se- nhor. Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia.
1O Senhor é minha luz e salvação; */ de quem eu terei medo?/ O Senhor é a proteção da minha vida; */ pe- rante quem eu tremerei? R.
4Ao Senhor eu peço apenas uma coisa,*/ e é só isto que eu desejo:/ habitar no santuário do Senhor */ por toda a minha vida;/ saborear a suavidade do Senhor */ e contem- plá-lo no seu templo. R.
13Sei que a bondade do Senhor eu hei de ver */ na terra dos viventes./ 14Espera no Senhor e tem cora- gem,*/ espera no Senhor! R.
Aclamação ao Evangelho – Mt 4,4b R. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
V. O homem não vive somente de pão, mas de toda palavra da boca de Deus. R.
EVANGELHO – Jo 6,1-15 Distribuiu-os aos que estavam sentados,
tanto quanto queriam.
? Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.
Naquele tempo, 1Jesus foi para o outro lado do mar da Galileia, tam- bém chamado de Tiberíades. 2Uma grande multidão o seguia, porque via os sinais que ele operava a favor dos doentes. 3Jesus subiu ao monte e sentou-se aí, com os seus discípulos.
4Estava próxima a Páscoa, a festa dos judeus. 5Levantando os olhos, e ven- do que uma grande multidão estava vindo ao seu encontro, Jesus disse a Filipe: “Onde vamos comprar pão para que eles possam comer?” 6Disse isso para pô-lo à prova, pois ele mes- mo sabia muito bem o que ia fazer. 7Filipe respondeu: “Nem duzentas moedas de prata bastariam para dar um pedaço de pão a cada um”. 8Um dos discípulos, André, o irmão de Simão Pedro, disse: 9“Está aqui um menino com cinco pães de cevada e dois peixes. Mas o que é isso para tanta gente?” 10Jesus disse: “Fazei sentar as pessoas”. Havia muita relva naquele lugar, e lá se sentaram, apro- ximadamente, cinco mil homens. 11Jesus tomou os pães, deu graças e distribuiu-os aos que estavam sen- tados, tanto quanto queriam. E fez o mesmo com os peixes. 12Quando todos fi caram satisfeitos, Jesus dis- se aos discípulos: “Recolhei os pe- daços que sobraram, para que nada se perca!” 13Recolheram os pedaços e encheram doze cestos com as so- bras dos cinco pães, deixadas pelos que haviam comido. 14Vendo o sinal que Jesus tinha realizado, aqueles homens exclamavam: “Este é ver- dadeiramente o Profeta, aquele que deve vir ao mundo”. 15Mas, quando notou que estavam querendo levá-lo para proclamá-lo rei, Jesus retirou- -se de novo, sozinho, para o monte.
Meditando a Palavra de Deus
A Igreja de Jesus Cristo sempre passou por situações que se assemelham à que ouvimos nos Atos dos Apóstolos. Os seguidores de Jesus sempre foram e são perseguidos e sempre houve o desejo de exterminá-los
(At 8,1). O fariseu, Mestre da Lei, Gama- liel afirmou: “Se este projeto ou esta ativi- dade é de origem humana será destruído. Mas, se vem de Deus, vós não conseguireis eliminá-los” (At 5,34.38.39). De fato, a Igreja é uma Instituição divina, nenhuma força humana ou do mal poderá vencê-la
(Mt 16,18). Durante toda a história da Igreja, quanto mais os cristãos eram perse- guidos, muito mais se fortaleciam e se mul- tiplicavam. No Evangelho, Jesus alimenta uma grande multidão (Jo 6,10) que o seguia, ávida de sua palavra e este alimento a sus- tentou e a encorajou a continuar seguindo-o
(v. 11-12). O pão corporal, que sustentou milhares de pessoas dando força e cora- gem para continuarem firmes com Jesus, é o símbolo do verdadeiro Pão da vida, a Eucaristia, que dá coragem e sustenta cada cristão em todas as circunstâncias, mesmo nas perseguições (At 5,40-42).
Preces da Comunidade
P. Confi ando na infi nita misericórdia de nosso Deus, apresentemos a ele nossas preces em nome de Jesus:
R. Senhor, atendei-nos!
1. Pelo nosso Papa Francisco, para que continue pastoreando o povo de Deus se- gundo o coração de Cristo, rezemos.
2. Confi rmai, Senhor, no ardor pastoral os Bispos de nossas igrejas particulares, em especial os Bispos eméritos, reunidos em Aparecida, a fi m de que sua presença e tes- temunho anime a fé de vosso povo, rezemos.
3. Por todos os idosos, para que sejam as- sistidos de maneira a se sentir confortados e animados em suas debilidades, rezemos.
(Outras intenções)
P. Deus e nosso Pai, acolhei e atendei por vossa infi nita bondade estas nossas súpli- cas e pedidos. Por Cristo, nosso Senhor.
SOBRE AS OFERENDAS
CP. Acolhei, ó Deus, com bonda- de, as oferendas da vossa família, e concedei-nos, com o auxílio da vos- sa proteção, sem perder o que nos destes, alcançarmos os bens eternos. Por Cristo, nosso Senhor.
Antífona da Comunhão – Rm 4,25
O Cristo Senhor foi entregue por nossos pecados, e ressuscitou para nossa justifi ca- ção, aleluia!
DEPOIS DA COMUNHÃO
CP. Guardai, ó Deus, no vosso cons- tante amor, aqueles que salvastes, para que, redimidos pela paixão do vosso Filho, nos alegremos por sua ressur- reição. Por Cristo, nosso Senhor.
S. FIDÉLIS SIGMARINGA – Ofício da Memória ORAÇÃO DO DIA
CP. Ó Deus, que destes a palma do
martírio a são Fidélis quando, abrasa- do de amor, propagava a fé verdadei- ra, concedei, por sua intercessão, que, MEMÓRIA FACULTATIVA
enraizados na caridade, confi emos tam- bém na força da ressurreição do Cristo. Que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo.
SOBRE AS OFERENDAS
CP. Aceitai, ó Deus, os dons para o sa- crifício de reconciliação e louvor que vos oferecemos na festa do mártir são Fidélis, para que obtenhamos o perdão e perma- neçamos em ação de graças. Por Cristo, nosso Senhor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
CP. Recebemos, ó Deus, os dons celestes, alegrando-nos pela festa de hoje. Assim como anunciamos nesta Eucaristia a mor- te do vosso Filho, possamos participar, com os santos mártires, de sua ressurreição e sua glória. Por Cristo, nosso Senhor.
Bispos Aniversariantes: Nascimento: Cardeal João Braz de Aviz (1947). Ordenação Presbiteral: Dom Eraldo Bis- po da Silva (1993); Dom Luiz Gonçalves Knupp (1999).
Ordenação Episcopal: Dom Luiz Gonçalves Knupp (2015).
Biografia – São Marcos
Marcos era fi lho de Maria de Jerusalém, em cuja casa se refugiou Pedro, libertado da cadeia (At 12,12). Colaborou com Barnabé na obra apostólica de Paulo (Cl 4,10), jun- to do qual esteve também no cativeiro de Roma (Fm 24). Discípulo fi el de Pedro
(“meu fi lho”, 1Pd 5,13), escreveu o segun- do Evangelho, cujo tema é a proclamação de Jesus, Filho de Deus (Mc 1,1), e cujo momento culminante é a profi ssão de fé do centurião ao pé da Cruz (15,39). Sua festa em 25 de abril é celebrada também pelos coptas e bizantinos. (Missal Romano)
Antífona da Entrada – Mc 16,15
Ide por todo o mundo e anunciai o Evan- gelho a todas as criaturas.
Introdução ao Mistério Celebrado L. (ou CP): Caríssimos irmãos e irmãs, ce- lebramos a festa do Evangelista S. Mar- cos, colaborador de S. Pedro e S. Paulo
e testemunha fiel do Evangelho. Agra- deçamos ao Senhor, nesta celebração, o dom da fé, que recebemos por meio dos Apóstolos e Evangelistas.
ORAÇÃO DO DIA
CP. Ó Deus, que concedestes a São Marcos, vosso evangelista, a glória de proclamar a Boa-Nova, dai-nos assimilar de tal modo seus ensina- mentos, que sigamos fi elmente os caminhos do Cristo. Que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo.
PRIMEIRA LEITURA – 1Pd 5,5b-14 Saúda-vos Marcos, meu filho.
Leitura da Primeira Carta de São Pedro. Caríssimos, 5brevesti-vos todos de humildade no relacionamento mú- tuo, porque Deus resiste aos sober- bos, mas dá a sua graça aos humildes. 6Rebaixai-vos, pois, humildemente,
DIA 25 DE ABRIL