• Nenhum resultado encontrado

5 DELINEANDO O AMBIENTE DA PESQUISA: o município, o sistema

5.2 O sistema de ensino

A educação básica é um dos pré-requisitos para a formação do cidadão, uma vez que é ela que fornece conhecimentos e habilidades indispensáveis à participação cultural e política da população.

O atendimento ao Ensino Fundamental no Estado de São Paulo esteve historicamente concentrado na rede estadual de ensino.

Um projeto político de democratização da sociedade passa necessariamente pela democratização da escola básica e, conseqüentemente, pelos níveis de responsabilidade da União, dos Estados e dos Municípios, neste processo.

Democracia, neste contexto, é vista como uma forma de governo que, dentre todas, talvez possibilite o maior grau de flexibilidade e raio de ação

para uma gestão compartilhada e a Municipalização possivelmente represente a expressão mais democrática para o desenvolvimento de um país a partir de suas bases (BOTH, 1997).

Discutir a democratização da Educação Básica implica em se tratar de aspectos relacionados à descentralização, à destinação de verbas para o ensino público fundamental e à participação das diferentes esferas de poder na definição das políticas públicas.

Quando se pretende demo cratizar, pensa-se na conquista, dentre outras, da escola pública pela população e não somente o direito de aí permanecer, mas o sucesso da aprendizagem. Mais que isto, exige reflexão sobre como a nova demanda chega à escola pública: os alunos, os trabalhadores da Educação, bem como a população em geral, precisam conquistar a forma de melhor concebê-la, organizá-la, desenvolvê-la, garantir os meios e supervisioná-la, para que esta cumpra papéis educacionais, culturais e políticos na construção de uma sociedade ma is democrática e justa.

5.2.1 Descentralização e Municipalização do ensino

Para Freire (1997), a descentralização e a democratização dos espaços públicos implicam em conscientização e cidadania a partir da escola. É a capacidade de processo decisório exercido nas escolas. Sem isto, há apenas descentralização das tarefas e tradicionalmente ineficácia. Considera-se necessário a politicidade do processo pedagógico. Segundo esse autor, problemas educacionais não são apenas técnicos, nem apenas pedagógicos, são também políticos e econômicos.

Uma simples administração local do ensino não representa por si só garantia alguma de sua efetiva democratização, podendo esta administração conter formas mais duras de coerção sobre o processo educativo e sobre o magistério. Azanha (1995, p. 58-59) alerta também que

a mu n i c i p al i z a ç ã o d o e n s i n o s e t r a n s f o r mo u mu i t o ma i s n u ma b a n d e i r a d o p a r t i c i p ac i o n i s mo d o q u e u m p r o j e t o e d u c a c i o n al ,

e é p r e c i s o u m e s f o r ço n o s e n t i d o d e i mp e d i r q u e a e x p l o r a ç ão p ol ít i c a do t e ma nos c on du z a a u m d es ma n t e l a m e n to n ã o s e l e t i v o , p o r i s so me s mo n ã o r ac i o n a l d o si s t e ma e d u c a c i o n a l d o en s i n o d o 1 º g r a u [. . . ]. M u n i c i p a l i z a ç ã o d o e n s i n o é a p e n a s u ma e x p r es s ã o a b s t r at a e , n e s s as c o n d i çõ es , n ad a i n d i c a q u e d e v e s s e p r o v o c a r r e aç õ e s d e apo io o u d e sa p r o v a ç ão . É p r e c i so, c o mo f e z A n í s i o T ei x e i r a, q u e i n d i q u e m o s c l a r a me n t e q u ai s s ã o o s p r o b l e ma s q u e s e p r et en d e r e s o l v e r c o m u m a p o l í t i c a mu n i c i p a l i s t a e m e d u c a ç ã o .

Como explica Huet (1992), a questão do ensino municipal foi bastante discutida na década de 50 e ficou limitada a poucos estudos nas décadas seguintes, voltando a ocupar, principalmente a partir da segunda metade dos anos 80, um espaço considerável na literatura educacional.

Embora a Lei 5.692/71, em seu artigo 56, propusesse a progressiva passagem de encargos e serviços de educação para a responsabilidade municipal, especialmente o 1º Grau (BRASIL, 1971), no Estado de São Paulo, este grau de ensino permaneceu predominantemente na esfera estadual.

No lento processo de abertura política dos anos 80, propostas de democratização do Estado Brasileiro se expressam também como propostas de descentralização e de municipalização. No final dos anos 80 e no início dos anos 90, a questão da reforma do Estado se tornou central no Brasil e, com ela, o tema da descentralização foi retomado.

O artigo 211 da Constituição Federal estabeleceu que a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios devem organizar seus sistemas de ensino em regime de colaboração. Este mesmo artigo, parágrafo 1º, estabelece que a União deverá ainda financiar o sistema federal de ensino e dos territórios, e prestar assistência técnica e pecuniária aos Estados, Distrito Federal e Municípios para o desenvolvimento de seus sistemas de ensino e o atendimento prioritário à escolaridade obrigatória. O parágrafo 2º estabelece que os Municípios devem atuar prioritariamente no Ensino Fundamental e na Educação Infantil (CURY, 2000).

Evidentemente, o processo deve contar com a ação conjunta de todos os setores governamentais. Não se pretende a independência do Município em face do Estado e da União, mas “o cumprimento do papel que lhe cabe como terreno propício onde as aspirações, as necessidades e as soluções se encontrem” (BOTH, 1997, p. 9).

Tendo em vista o quadro da Educação no Brasil no início da década de 90 e os compromissos assumidos internacionalmente, na Conferência Mundial de Educação para Todos, em Jomtien (1990), na Tailândia, o Ministério da Educação coordenou a elaboração do Plano Decenal de Educação Para Todos. Este Plano constituía-se de um conjunto de diretrizes políticas em contínuo processo de negociação, voltado para a recuperação da escola fundamental, estruturado na eqüidade e no incremento da qualidade, como também com a constante avaliação dos sistemas escolares, visando ao seu permanente aprimoramento.

Segundo Cury (2000), entre os anos 1994-1995, o Plano Decenal de

Educação Para Todos estimulou um processo nacional de discussão sobre os

rumos do ensino escolar brasileiro. Dentro do processo interativo que o caracterizou, o Plano buscou, ao lado da materialização do princípio da gestão democrática, estratégias de ação que garantissem o êxito escolar também sob o ponto de vista administrativo e financeiro.

A leitura atenta do texto constitucional vigente mostra a ampliação das responsabilidades do poder público para com a Educação Para Todos, ao mesmo tempo em que a Emenda Constitucional nº 14, promulgada em 12 de setembro de 1996, e regulamentada pela Lei 9.424/96, incentiva e viabiliza a municipalização em todo o País. Após sua promulgação, as competências das três esferas de governo em relação aos diferentes níveis de ensino foram assim definidas: os Municípios devem atuar prioritariamente na Educação Infantil e no Ensino Fundamental, enquanto os Estados e o Distrito Federal devem se responsabilizar pelo Ensino Fundamental e Médio. A União deverá organizar o sistema federal de ensino e dos Territórios, financiar as instituições de ensino públicas e federais e exercer, em matéria educacional, função redestributiva e supletiva, de forma a garantir equalização de oportunidades educacionais e padrão mínimo de qualidade de ensino, mediante assistência técnica e financeira aos Estados, Distrito Federal e Municípios (CURY, 2000).

O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e Valorização do Magistério (FUNDEF), aprovado em 24 de dezembro de 1996, entrou em vigor no ano de 1998 como um meio de concretização de um esforço conjugado para fazer frente aos princípios estabelecidos na

Conferência de Jomtien e no Plano Decenal. Propõe um prazo para que as prefeituras se organizem quanto à distribuição dos recursos, sendo a distribuição desses recursos proporcion al ao número de alunos matriculados no Ensino Fundamental. O Município tem duas alternativas: ou tem alunos e mantém seus recursos ou não tem alunos e seus recursos vão para o Estado e este faz a educação no Município.

O Fundo é constituído por recursos Estaduais e Municipais, além de, em alguns Estados, necessitar de complementação da União. Vincula parte dos recursos destinados à educação e à manutenção e desenvolvimento do Ensino Fundamental, obrigando Estados e Municípios a aplicarem 15% (ou 60% dos 25% determinados pela Constituição Federal de 1988) de sua receita de impostos e transferências neste nível de ensino (BORGHI, 2000).

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei Federal nº 9.394), aprovada em 20 de dezembro de 1996, consolida e determina o dever do poder público para com a educação em geral e em particular para com o Ensino Fundamental. Assim, vê-se no art. 22 dessa Lei, que a Educação Básica deve assegurar a todos “a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhes meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores” (BRASIL, 1996).

Apesar de todas iniciativas de municipalização em São Paulo, somente a partir de 1996, é que se inicia de fato, o processo de expansão das redes municipais. Todo esse processo que vem ocorrendo ao longo dos anos, conta com defensores e críticos pelo país afora. Percebemos vários movimentos tanto a favor quanto contra a municipalização de ensino, “principalmente constituídos por entidades classistas docentes, com grande apoio do pessoal administrativo e discente” (BOTH, 1997, p. 115). Esse fato é considerado normal e até imprescindível por se tratar de mudanças básicas na estrutura educacional. Estamos frente a um movimento constitucional antigo que aos poucos foi se instaurando entre os municípios, ganhando forma e força e, atualmente, o percebemos mais fortalecido e dinâmico. O movimento foi ganhando adeptos das mais variadas áreas de conhecimento e dos diferentes segmentos da sociedade.

5.2.2 Municipalização do ensino na cidade de Descalvado

Para contextualizar a EMEF Coronel Tobias, considerei válido discorrer um pouco sobre a municipalização do ensino, quando esta unidade escolar, bem como outras três escolas do Município, passou a fazer parte da rede pública municipal. Presenciei gradativamente, e com confiança, todo o processo enquanto estudante, professora e coordenadora, participando de vários debates e discussões entre educadores e políticos, locais ou não, e comunidade em geral. Pude constatar dentre as mudanças ocorridas: gestão escolar participativa, maior autonomia das unidades escolares, acompanhamento eficaz e constante da Secretaria de Educação, valorização da criança no que se refere ao seu desenvolvimento, aprendizagem e dificuldades e a formação de professores, que passou a ser intensa e sistemática.

O processo de municipalização da educação em Descalvado teve início em 1996 por meio de grande empenho do poder executivo, legislativo e da

então Secretária Municipal de Educação, professora Casati9

.

Pelo trabalho realizado anteriormente na Coordenadoria de Ensino e Normas Pedagógicas (CENP), a professora Casati possuía conhecimento das várias propostas de mudanças que vinham sendo elaboradas para a educação desde o governo Montoro (1983-1986) e que não haviam ainda se instaurado, tais como: reorganização da rede, extinção das diretorias regionais de ensino, escolha de delegados por provas. Consciente também da proposta de municipalização prevista na Lei nº 9.424/96 – que não implicaria em recursos financeiros novos, mas tiraria 15% dos recursos do próprio Município – já pressentia que a educação deveria passar por transformações significativas em busca de melhorias no setor educacional. Ao assumir a Secretaria de Educação do Município e ao perceber a precária estrutura administrativa ali instalada e o quanto isto influenciava negativamente a área pedagógica,

9

A professora Rute Maria Pozzi Casati foi Secretária de Educação em Descalvado entre 1989 e 2002, passando por várias gestões. Trabalhou na Coordenadoria de Ensino e Normas Pedagógicas (CENP) durante oito anos. Foi presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação de São Paulo (UNDIME) por duas gestões. Foi também Secretária de articulação da UNDIME. Durante os anos de 1989 a 1992, foi membro do Conselho Estadual de Educação.

passou, com o apoio do poder Executivo e do Legislativo, a efetuar mudanças que se faziam necessárias, viabilizando melhores condições de ensino- aprendizagem no Município. Em entrevista concedida para realização deste estudo, a professora deixou claro que seu objetivo maior era a busca de caminhos que levassem à melhoria da qualidade do ensino – direito assegurado pela Constituição Federal.

Durante seus três mandatos contínuos, ficou evidente sua preocupação com a educação e com a sua garantia a todas as crianças que se encontram na faixa etária obrigatória para o Ensino Fundamental. A educação para ela é, segundo declarou na entrevista, “[...] um compromisso onde recursos humanos são envolvidos, tendo por objetivo a formação de um sujeito crítico e atuante”.

Diante desse quadro, busquei verificar os pontos positivos palpáveis que a municipalização proporcionava: proximidade da escola com o poder local, facilitando a solução de alguns problemas; maiores condições da comunidade para cobrar a administração política-pedagógica das escolas, acompanhar os encargos dos Municípios, agora com mais recursos (MÁXIMO, 1987 apud BOTH, 1997); preocupação com a “autonomia e aceitação” do compromisso das instituições educacionais para com a qualidade de vida da grande maioria do povo brasileiro (CRUB, 1987 apud BOTH, 1997).

Em relação a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (UNDIME), evidenciamos a orientação para iniciar-se conjuntamente à municipalização, o Programa de Alimentação Escolar e Saúde do Estudante, além de buscar soluções a problemas relacionados à insuficiência de vagas, evasão escolar, qualidade do ensino e compromissos com a educação básica.

No decorrer do processo, constatamos que o MEC, por intermédio da Secretaria de Ensino Básico (SEB), também participando do processo de municipalização de ensino, aponta-lhe caminhos com o propósito de conduzi- lo a um porto seguro e, segundo Carvalho (1988 apud BOTH, 1997), aponta as seguintes vantagens que podem resultar de todo o processo: garantia de maior racionalização de recursos; evidenciação de mecanismos de ação e soluções mais rápidas; possibilidade de desburocratização do sistema; maior conhecimento por parte da administração municipal da realidade física, social, econômica e cultural em que o município se situa; facilidade de

acompanhamento e avaliação de todas as atividades, permitindo ao Município assumir gradual e progressivamente a responsabilidade com o ensino.

Nesse contexto, passei a acreditar em mudanças que já se evidenciavam como necessárias, mas ainda distantes de serem concretizadas.

O Quadro 1, mostra, como se encontrava a rede de ensino do Município em 1996, com a municipalização.

ESCOLAS MUNICIPALIZADAS ESCOLAS ESTADUAIS

Ensino Fundamental – Ciclo I

EMEF Coronel Tobias EMEF Profº. Francisco F. F. da Cunha

EMEF Profª. Thereza dos Anjos Puoli EMEF Caic Dr. Cid Muniz Barreto

Ensino Fundamental – Ciclo I

EE Profª. Dirce Sartori Serpentino

Ensino Fundamental – Ciclo II

EE Padre Orestes Ladeira EE Profª. Edna Maria do Amaral Marini

__________________________

Ensino Fundamental – Ciclo II e Médio

EEPSG. José Ferreira da Silva

Quadro 1 – Rede escolar de Descalvado em 1996 (municipalização das primeiras escolas). Fonte: Secretaria Municipal de Educação.

Como descrito anteriormente, em 1997 a última escola rural do Município (Usina Ipiranga) foi desativada. Essas escolas vinham sendo fechadas gradativamente a partir do processo de municipalização, quando passou-se a atender todos os alunos da zona rural na rede urbana.

O processo de municipalização teve continuidade em Descalvado, sendo que em 2002, ano desta pesquisa, a rede escolar contava com seis EMEFs municipais e uma escola estadual no atendimento da educação fundamental, como mostra o Quadro 2. No Anexo G pode, ainda, ser observado como estava a rede educacional do Município, nesse mesmo ano, em relação ao número de alunos matriculados.

ESCOLAS MUNICIPALIZADAS ESCOLAS ESTADUAIS

Ensino Fundamental – Ciclo I EMEF Coronel Tobias

EMEF Profº. Francisco F. F. da Cunha EMEF Profª. Thereza dos Anjos Puoli EMEF Caic Dr. Cid Muniz Barreto

Ensino Fundamental – Ciclo I e Ciclo II

EMEF Profª. Dirce Sartori Serpentino

Ensino Fundamental – Ciclo II

EMEF Profª. Edna Maria do Amaral Marini EMEF Padre Orestes Ladeira

Ensino Fundamental – Ciclo II e Médio

EE. José Ferreira da Silva

Quadro 2 – Rede escolar municipalizada de Descalvado em 2002. Fonte: Secretaria Municipal de Educação.

Na seqüência do processo, a Secretária de Educação do Município providenciou a regulamentação para efetivar o Sistema de Ensino do Município, tomando as providências necessárias para sua concretização. Houve a elaboração de Plano de Carreira, a criação do Conselho Municipal de Educação e do Conselho Gestor. Enfim, plena capacitação administrativa em conformidade com a Legislação vigente.

Em 1998, com a instalação do Conselho de Educação, o Município passou a ter um sistema de ensino. Neste mesmo ano, a Secretaria apresentou diretrizes para as escolas (que estavam municipalizadas) formularem seus Regimentos Escolares, Plano Gestor e Proposta Pedagógica. A rede municipal passou a trabalhar com o sistema de Ciclos, determinando que o Ciclo I abrangeria de 1ª a 4ª séries e o Ciclo II abrangeria de 5ª a 8ª séries do Ensino Fundamental, de modo semelhante à rede estadual. Nossas escolas adotaram o regime de Progressão Continuada e houve ampliação de pessoal administrativo-pedagógico junto à Secretaria. Nota-se, na Tabela 4, que conforme houve crescimento das escolas Municipalizadas, o número de diretores e coordenadores aumentou para atender a rede. Somente na Secretaria e na coordenação de escolas infantis a quantidade se manteve.

Tabela 4 – Pessoal técnico-administrativo (1996-2002).

Ano Escolas municipalizadas Secret.da Educação Superv. de Ensino Diretor de Ensino Diretor de Escola Coord.de EMEF Coord. de EMEI 1996 4 1 1 - 4 1 2 2002 7 1 1 1 7 7 2

Fonte: Documentos de arquivo da Secretaria Municipal de Educação.

A preocupação da Secretaria Municipal de Educação em relação ao setor técnico-administrativo e ao desempenho didático-pedagógico dos professores e sua atuação em sala de aula tem sido constante. Esta preocupação faz-se presente desde o início da municipalização na cidade, fazendo com que a Secretaria promovesse cursos de Formação Educacional

Continuada aos Professores, caracterizada por capacitações constantes, a fim

de auxiliá-los nessa fase de transição pela qual a educação vem passando, tentando superar um modelo educacional há muito utilizado pelos professores

e buscando capacitá-los nas novas tendências construtivistas de ensino. Não apenas teoricamente, mas na efetiva prática diária.