ALTA DIREÇÃO
4: Como o atendimento à clientes em suas instalações podem influenciar neste modelo? No que se refere aos requisitos da OHSAS 18.001/1999, trata-se de um documento elaborado
6.3 SUGESTÕES DE TRABALHO FUTURO
No início deste trabalho foi destacado que não se tratava de um assunto inédito já que várias empresas no Brasil possuem um sistema de gestão certificado ou não, o importante é a forma de fazer. Há muito do que produzir sobre gestão de SSO e Mapa Estratégicos, principalmente porque à anos espera-se uma norma ISO sobre Segurança e Saúde Ocupacional, o que daria outra dimensão à esta área. Novidades estarão acontecendo sempre com outras alternativas para a abordagem. No entanto, unir a SSO como uma estratégia da empresa merece estudos específicos e de maior profundidade.
Baseadas nas pesquisas realizadas e nas conclusões estabelecidas, nota-se várias sugestões para que sejam realizadas experiências que poderão contribuir significativamente para melhorias do Sistema de Gestão de SSO, principalmente se forem conduzidas dentro de um senso crítico dos seus experimentadores: São sugeridas as seguintes abordagens:
- Rever o Modelo de Gestão de Segurança, Higiene e Saúde Ocupacional atual da CETREL, para o Modelo Estratégico proposto neste estudo;
- Alterar a formação de Auditores Internos do SGSSO das atuais 24 (vinte e quatro) e 40 (quarenta) horas para 350 (trezentos e cinqüenta) horas;
- Introduzir de forma direta e explícita no SGSSO critérios para Aquisição; Contratação e Gestão de Mudanças;
- Pesquisar novos modelos de Gestão de SSO reconhecidos internacionalmente e que possam agregar valor ao Sistema adotado.
Este trabalho foi elaborado com o objetivo de produzir um modelo estratégico para que outras organizações do porte da do nosso estudo de caso, tenham alternativas para os requisitos que escolheram para atender, sem que isto represente um horizonte fechado, e que pode-se construir um sistema de gestão de SSO para atender efetivamente suas necessidades, sem que isto implique em se desviar do escopo original.
Espera-se que este estudo contribua para que se amplie a discussão com relação à implantação e manutenção de sistemas de gestão de SSO, não só no impacto dos resultados, mas na forma dele ser construído, possibilitando que se tenha opção sobre as melhores estratégias e métodos mais eficazes para se atingir as metas propostas.
REFERÊNCIAS
AGUAYO, Rafael. Dr. Deming: o americano que ensinou a qualidade total aos japoneses. Rio de Janeiro: Record, 1993.
ANUÁRIO brasileiro de proteção – 2004. Revista Proteção. Novo Hamburgo, maio de 2004. ARAÚJO, Giovanni Moraes de. AS 4801 – 2000: occupational health and safety management systems specification with guidance for use. standards. Australia, 2000.
ARAÚJO, Giovanni Moraes de. Elementos do sistema de gestão de segurança, meio ambiente e saúde ocupacional – SMS .Rio de Janeiro: Gerenciamento Verde, 2004. v.1
ARAÚJO, Giovanni Moraes de. ILO- OSH – 2001: Diretrizes sobre sistemas de gestão de segurança e saúde no trabalho. [s.l], Organização Internacional do Trabalho, 2001.
ASOCIACIÓN ESPAÑOLA DE NORMALIZACIÓN Y CERTIFICACÍON. UNE 81.900
EX: regras gerais para a implantação de um sistema de gestão da prevenção de riscos laborais
(S.G.P.R.L.). Madrid – España,. junho de 1996a.
ASOCIACIÓN ESPAÑOLA DE NORMALIZACIÓN Y CERTIFICACÍON. UNE 81.901
EX: regras gerais para a avaliação dos sistemas de gestão da prevenção de riscos laborais
(S.G.P.R.L.): Processo de Auditoria. Asociación Española de Normalización y Certificacíon. Madrid - España, 1996b.
ASOCIACIÓN ESPAÑOLA DE NORMALIZACIÓN Y CERTIFICACÍON. UNE 81.902
EX: vocabulário. Madrid - España, 1996.
ASOCIACIÓN ESPAÑOLA DE NORMALIZACIÓN Y CERTIFICACÍON. UNE 81.903
EX: critérios para a qualificação dos auditores de prevenção. Madrid - España, 1997a.
ASOCIACIÓN ESPAÑOLA DE NORMALIZACIÓN Y CERTIFICACÍON. UNE 81.904
EX: gestão dos programas de auditoria. Madrid - España, 1997b.
ASOCIACIÓN ESPAÑOLA DE NORMALIZACIÓN Y CERTIFICACÍON. UNE 81.905 EX: guia para a implantação de um sistema de gestão da prevenção de riscos laborais (S.G.P.R.L.). Madrid - España, de 1997c.
ASOCIACIÓN ESPAÑOLA DE NORMALIZACIÓN Y CERTIFICACIÓN.Disponível
www.aenor.es . Acesso em 07/2004.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA QUÍMICA. Avaliação de progresso do Programa Atuação Responsável. São Paulo: ABIQUIM., 2000.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA QUÍMICA. Código de Saúde e Segurança
do Trabalhador. São Paulo: ABIQUIM, 1994.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA QUÍMICA. www.abiquim.org.br. Acesso em 07/2004.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA QUÍMICA.In: CONGRESSO DO ATUAÇÃO RESPONSÁVEL. São Paulo: ABIQUIM, 2002. CD-ROM.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS . Disponível:www.abnt.org.br . Acesso em 07/2004.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 14.001: Sistemas de gestão ambiental - especificação e diretrizes para uso. Rio de Janeiro, 1996;
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 9000: sistemas de gestão da qualidade: fundamentos e vocabulário. Rio de Janeiro, 2000a
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 9001: sistemas de gestão da qualidade: requisitos. Rio de Janeiro, 2000b.
BIRD JR., Frank E.; GERMAIN, George L.. Liderazgo practico en el control de perdidas. USA: Instituto de Seguridad del Trabajo., 1991.
CAMPOS, Armando Augusto Martins. CIPA: uma nova abordagem. 8. ed. São Paulo: SENAC , 2004.
CAMPOS, Marcelo Kós Silveira; CAMPOS, Armando Augusto Martins Campos. Introdução
aos Sistemas de Gestão Integrados. São Paulo: SENAC/SP, 2004. Curso à distância.
CARDELLA, Benedito. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes: uma abordagem holística. São Paulo: Atlas, 1999.
CARVALHO, Alexandre Bruno; DANTAS, Naldo Medeiros. Sistema de gestão da saúde e segurança: uma visão compreensiva. Revista Meio Ambiente Industrial, São Paulo, n. 19,p. 124, julho/agosto de 1999. Parte 1
CETREL S/A Empresa de Proteção Ambiental. Disponível em: www.cetrel.com.br. Acesso em 07/2004.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração estratégica em busca do desempenho superior: uma abordagem além do balanced socrecard. São Paulo: Editora Saraiva., 2003.
CRUZ, Sybele Maria Segala da. Programa de controle de perdas, com enfoque na gestão de
segurança e saúde ocupacional: uma proposta metodológica. Dissertação (Mestrado) -
DE CICCO, Francesco. BS 8.800: manual sobre sistemas de gestão de segurança e saúde no trabalho. São Paulo:Risk Tecnologia, 1996.
DE CICCO, Francesco. OHSAS 18.001: manual sobre sistemas de gestão de segurança e saúde no trabalho. Risk Tecnologia. São Paulo, 1999;
DE CICCO, Francesco. OHSAS 18.002: sistemas de gestão de segurança e saúde no trabalho: diretrizes para a implementação da OHSAS 18.001. São Paulo:,Risk Tecnologia, 2001.
FIALDINI JÚNIOR, Américo; MISHAWKA, Victor. Ciclo da imbatibilidade. São Paulo: Makron Books, 1996.
FUNDAÇÃO DO PRÊMIO NACIONAL DA QUALIDADE. Disponível em:
www.fpnq.org.br. Acesso em: 10/2004.
HARRINGTON, James. Aperfeiçoando processos empresariais. São Paulo:Makron Books, 1993.
INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARTIZATION. Disponível em:
www.iso.ch. Acesso em: 10/2004.
KAPLAN, Sarah; FOSTER, Richard. Destruição criativa: por que as empresas feitas para durar não são bem sucedidas. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
LAVADO, Áxel Ortiz. Integración de la seguridad, medio ambiente y calidad: la última tendência. Revista Mapfre Seguridad, Madrid, Espanha, n. 81, p. 03, 2001.
LLUNA, Germán Burriel. Sistemas de gestión de riesgos laborales e industriales. Madrid, España: Fundación Mapfre, 1997.
MELGAÇO, Marcelo. Desempenho - dez elementos de um sistema de medição e avaliação.
Revista Qualidade,São Paulo, n. 137, p. 30, outubro de 2003.
MENDONÇA, Ricardo Rodrigues Silveira de. A gestão integrada e as dimensões da
responsabilidade social: uma proposta de instrumento de avaliação. Dissertação (Mestrado
em Sistemas de Gestão) - Universidade Federal Fluminense. Niterói, 2002.
MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA SOCIAL DO BRASIL. Disponível
em: www.previdenciasocial.gov.br . Acesso em: 07/2004.
MINISTÉRIO DO TRABALHO DA AUSTRÁLIA. Disponível em: www.dewrsb.gov.au
.Acesso em: 07/2004.
MINISTÉRIO DO TRABALHO DA ESPANHA. Disponível em: www.mtas.es . Acesso em: 07/2004.
MINISTÉRIO DO TRABALHO DO CHILE. Disponível em: www.mintrab.gob.cl. Acesso em:
MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO DO BRASIL. Disponível em:
www.mte.gov.br . Acesso em: 07/2004.
MINISTÉRIO DO TRABALHO INGLATERRA. Disponível em: www.hse.gov.uk. Acesso em 10/2004.
MODELO de Gestão de SSO da CETREL. São Paulo: CETREL, 2001. CD-ROM
MONTEIRO, Luiz Roberto Garrido. Auditoria integrada de segurança saúde e meio ambiente. São Paulo: Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes, 1998.
MORALES, Ana Rita. Gestão empresarial: Uma estratégia termodinâmica. Revista Falando
de Qualidade, São Paulo, n. 148, p. 38, setembro de 2004.
NAT. OCCUPATIONAL SAFETY ASSOCIATION – NOSA. Disponível em:
www.nosa.co.za . Acesso em: 07/2004.
NATIONAL INSTITUTE FOR OCCUPATIONAL SAFETY AND HEALTH. Disponível
em: www.cdc.gov/niosh/homepage.html. Acesso em 07/2004.
NORTON, David; KAPLAN, Robert S. A estratégia em ação: balanced scorecard. 10. ed.São Paulo: Campus, 1998.
NORTON, David; KAPLAN, Robert S. Mapas estratégicos: balanced scorecard: convertendo ativos intangíveis em resultados tangíveis. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
NORTON, David; KAPLAN, Robert S. Organização orientada para a estratégia: como as empresas que adotam o Balanced Scorecard prosperam no novo ambiente de negócios. 4.ed.Rio de Janeiro: Campus, 2000.
OCCUPATIONAL SAFETY AND HEALTH ADMINISTRATION. Disponível em:
www.osha.gov . Acesso em: 07/2004.
OLIVEIRA, Flávio José de. Objetivos, metas e indicadores: da teoria à prática. Revista Meio
Ambiente Industrial, São Paulo, n. 39, p. 24, novembro/dezembro de 2002.
ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO. Disponível em: www.ilo.org . Acesso em 08/2004.
PACHECO JÚNIOR, Waldemar. Gestão da segurança e higiene do trabalho. São Paulo: Atlas, 2000.
PONTES, Carlos Alberto Castor. Formación e información de los trabajadores em la prevención de riesgos laborales: La experiencia brasileña. In: ENCUENTRO
EUROAMERICANO RIESGO Y TRABAJO, 4. Anais... Salamanca, Espana: Fundación Mapfre, 1997.
REGULAMENTO do Prêmio de Gestão da Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes – Anos 2001 e 2002.
RENTES, Antônio Freitas. Lean production em uma empresa do setor agroindustrial. Revista
Falando de Qualidade, São Paulo, n. 148, p. 68, setembro de 2004.
REVISTA ALMANAQUE BRASIL, São Paulo, n. 61, ano 6,. abril, 2004.
REVISTA MEIO AMBIENTE INDUSTRIAL, São Paulo, nº 42, maio/junho de 2003, p. 126- 129
SENGE, Peter M. A quinta disciplina. 13. ed. São Paulo: Best Seller, 2002.
SILVA, Gilberto Oscar Novaes Nepomuceno da. Sistema de gestão de segurança e saúde
ocupacional e a prevenção e o controle de perdas: proposta de integração, através de um
manual de referência. Dissertação (Mestrado em Sistemas de Gestão) - Universidade Federal Fluminense. Niterói, 2002.
SILVA, Luiz Antônio Viégas da. Programa de controle de perdas, com enfoque na gestão de
segurança e saúde ocupacional: uma proposta metodológica. Dissertação (Mestrado em
Sistema de Gestão) - Universidade Federal Fluminense. Niterói, 2002.
SILVA, Rogério Galvão da. Auditorias internas do sistema de gestão da segurança e saúde
no trabalho: estudo de caso em um terminal químico para líquidos a granel. Dissertação
(Mestrado em Saúde Pública) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Saúde Pública. São Paulo, 2002.
SIMÃO, Luiz Augusto. As dimensões do conhecimento. Revista Qualidade, São Paulo, n. 141, p. 34, fevereiro de 2004.
SIMÃO, Luiz Augusto. Gerenciando o conhecimento nas organizações. Revista Qualidade, São Paulo, n. 138, p. 28, novembro de 2003.
STANDARDS AUSTRÁLIA. Disponível em: www.standards.com.au . Acesso em: 07/2004. STANDARDS COUNCIL OF CANADA. Disponível em: www.scc.ca . Acesso em: 07/2004. STURION, Wagner. Compartilhando conhecimentos e integrando sistemas. Revista
Qualidade, São Paulo, n. 127, p. 38, dezembro de 2002.