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Notação CIDR Máscara N. IPs

/0 0.0.0.0 4.294.967.296 endereço de classe A --- /8 255.0.0.0 16.777.216 endereços de classe B --- /16 255.255.0.0 65.536 /20 255.255.240.0 4096 /21 255.255.248.0 2048 /22 255.255.252.0 1028 /23 255.255.254.0 512 endereços de classe C --- /24 255.255.255.0 256 /25 255.255.255.128 128 /26 255.255.255.192 64 /27 255.255.255.224 32 /28 255.255.255.240 16

/29 255.255.255.248 8

/30 255.255.255.252 4

/31 255.255.255.254 2

/32 255.255.255.255 1

A estrutura de endereçamento IP pode ser mudada localmente (a critério do administrador de rede), usando-se bits de endereçamento de máquina como um adicional para endereçamento de rede;

Para tanto, deve-se definir uma máscara de rede’não padrão”que permita extrair os endereços de rede e de máquina corretamente.

Por exemplo, o administrador da classe B 150.165 (que comporta aproximadamente 256 x 256 máquinas) pode’tirar”8 bits do endereço de máquina e’acrescentar”8 bits no endereço de rede, passando a dispor das redes:

150. 165. 1. 0 150. 165. 2. 0 ...

...

150. 165. 254. 0

■ Cada sub-rede dispõe de endereços de máquina variando de 1 a 254; ■ A máscara de sub-rede usada passaria a ser 255. 255. 255. 0;

■ Algo semelhando pode ser feito com a classe C 200.237.190.0,’tirando-se”3 bits do endereço de máquina,’colocando-os”no endereço de rede:

Endereço de rede Máquina inicial Máquina final Endereço de difusão

200 . 237 . 190 . 0 1 30 200 . 237 . 190 . 31 200 . 237 . 190 . 32 33 62 200 . 237 . 190 . 63 200 . 237 . 190 . 64 65 94 200 . 237 . 190 . 95 200 . 237 . 190 . 96 97 126 200 . 237 . 190 . 127 200 . 237 . 190 . 128 129 158 200 . 237 . 190 . 159 200 . 237 . 190 . 160 161 190 200 . 237 . 190 . 191 200 . 237 . 190 . 192 193 222 200 . 237 . 190 . 223 200 . 237 . 190 . 224 225 254 200 . 237 . 190 . 255

■ A máscara de sub-rede usada passaria a ser 255.255.255.224.

255. 255. 255. 1 1 1 0 0 0 0 0

128 + 64 + 32 = 224

Observa-se que um endereço IP deve ser atribuído a cada interface de comunicação de um equipamento ligado em rede. Na figura anterior, o roteador está conectado em ambas as redes R1 e R2, tendo em cada uma um endereço.

■ Número de subredes: 2³ = 8 sub-redes, acima estão representadas na figura 2 delas R1 e R2;

■ Número de hosts em cada sub-rede: 25 -2 = 30 hosts cada. MODELO TCP/IP

Aplicação Usada pela maioria dos programas para comunicação em rede. É nesta camada que operam protocolos como o HT T P, FT P, SSH,SMT P...

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Transporte Gera criação e manutenção de conexões, assim como o controle de erros e de fluxo. A transmissão pode ser via T C ou UDP. 3

Internet Responsável pelo serviço de entrega de pacotes, é aqui que são definidos os endereçamentos, routing, fragmentação e reconstrução dedatagramas. O protocolo mais conhecido desta camada é o IP. 2

Interface de rede

Faz a ligação das outras camadas com a rede. Algumas das funções executadas nesta camada são o encapsulamento, o mapeamento de endereços IP aos endereços físicos e routing.

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Quanto ao modelo TCP/IP, também existem problemas. Ele não consegue descrever outras pilhas de protocolos (só TCP/IP), e além disso coloca os níveis de enlace e físico na mesma camada (Inter-redes). Isso faz com que o modelo TCP/IP não seja o melhor para estruturar novas redes. Mais detalhes em Andrew S. Tanenbaum, Redes de Computadores [TAN 96], p. 49. Está sugerido em [TAN 96] um modelo híbrido, com 5 camadas, que retira o excesso do modelo OSI e melhora o modelo TCP/IP, como mostra a figura a seguir.

M ODELO híbrido 5 Aplicação 4 Transporte 3 Rede 2 Enlace 1 Físico 4 GLOSSÁRIO

Anycast – anycast é uma forma de encaminhamento em que os dados são distribuídos’ao destino mais próximo”ou’melhores”definido pelo roteamento da rede. Compare com unicast,

broadcast e multicast.

■ No unicast, há uma associação um-para-um entre o endereço de origem e o endereço de destino.

■ No multicast e no broadcast há uma associação de um para muitos, em que cada endereço de destino identifica vários endpoints do receptor, onde a informação é recebida e eventualmente retransmitida.

■ No anycast também há uma associação de um para muitos entre endereços de rede e

endpoints de rede: cada endereço de destino identifica um jogo de endpoints do

informação de qualquer remetente dado.

Bridge – ou ponte é o termo utilizado para designar um dispositivo que liga duas ou mais redes informáticas, que usam protocolos distintos ou iguais ou dois segmentos da mesma rede, os quais usam o mesmo protocolo; por exemplo, ethernet ou token ring. Bridges servem para interligar duas redes, como, por exemplo, ligação de uma rede de um edifício a outro.

Uma bridge ignora os protocolos utilizados nos dois segmentos em que faz a liga, já que opera em nível muito baixo do modelo OSI (nível 2); somente envia dados de acordo com o endereço do pacote. Este endereço não é o endereço IP (internet protocol), mas o MAC (media access control) que é único para cada placa de rede. Os únicos dados permitidos a atravessar uma bridge são dados destinados a endereços válidos no outro lado da ponte. Desta forma é possível utilizar uma bridge para manter um segmento da rede livre dos dados que pertencem a outro segmento.

Broadcast – broadcast (do inglês,’transmitir”) ou radiodifusão é o processo pelo qual se transmite ou difunde determinada informação, tendo como principal característica que a mesma informação está sendo enviada para muitos receptores ao mesmo tempo. Este termo é utilizado em rádio, telecomunicações e em informática.

Hub – ou Concentrador, é a parte central de conexão de uma rede. Muito usado no começo das redes de computadores, ele é o dispositivo ativo que concentra a ligação entre diversos computadores que estão em uma rede de área local ou LAN. Trabalha na camada física do modelo OSI, ou seja, só consegue encaminhar bits. Apesar de sua topologia física ser em estrela, a lógica é comparada a uma topologia em barramento por não conseguir identificar os computadores em rede pelos endereços IP, não conseguindo assim rotear a mensagem da origem para o destino.

Modem – a palavra Modem vem da junção das palavras modulador e demodulador. Ele é um dispositivo eletrônico que modula um sinal digital em uma onda analógica, pronta a ser transmitida pela linha telefônica, e que demodula o sinal analógico e o reconverte no formato digital original. Utilizado para conexão à Internet, BBS ou a outro computador.

O processo de conversão de sinais binários em analógicos é chamado de modulação/conversão digital-analógica. Quando o sinal é recebido, um outro modem reverte o processo (chamado demodulação). Ambos os modems devem estar trabalhando de acordo com os mesmos padrões, que especificam, entre outras coisas, a velocidade de transmissão (bps, baud, nível e algoritmo de compressão de dados, protocolo etc.).

Multicast – multicast (também referido como Multicast IP) é muitas vezes usado para se referir a um’broadcast multiplexado”.

Multicast é a entrega de informação para múltiplos destinatários simultaneamente, usando a

estratégia mais eficiente, em que as mensagens só passam por um link uma única vez e somente são duplicadas quando o link para os destinatários se divide em duas direções. Em comparação com o multicast, a entrega simples ponto a ponto é chamada de unicast, e a entrega para todos os pontos de uma rede chama-se broadcast.

Repetidor – em informática, repetidor é um equipamento utilizado para interligação de redes idênticas, pois ele amplifica e regenera eletricamente os sinais transmitidos no meio físico. Os repetidores atuam na camada física (Modelo OSI), recebem todos os pacotes de cada uma das redes que eles interligam e os repetem nas demais redes sem realizar qualquer tipo de tratamento sobre eles. Não se podem usar muitos destes dispositivos em uma rede local, pois degeneram o sinal no domínio digital e causam problemas de sincronismo entre as interfaces de rede. Repetidores são utilizados para estender a transmissão de ondas de rádio, por exemplo, redes wireless, wimax e telefonia celular.

Switch – um dispositivo utilizado em redes de computadores para reencaminhar frames entre os diversos nós. Possui diversas portas, assim como os concentradores (hubs) e a principal diferença entre o comutador e o concentrador é que o comutador segmenta a rede internamente, sendo que a cada porta corresponde um domínio de colisão diferente, o que significa que não haverá colisões entre pacotes de segmentos diferentes – ao contrário dos

concentradores, cujas portas partilham o mesmo domínio de colisão. Outra importante

diferença está relacionada ao gerenciamento da rede; com um Switch gerenciável podemos criar VLANS, deste modo a rede gerenciada será dividida em segmentos menores.

Unicast – unicast é um endereçamento para um pacote feito a um único destino, ou seja, em comparação com o multicast, a entrega no unicast é simples, ponto a ponto.

TESTES DE FIXAÇÃO

1. (ANALISTA DE SISTEMAS – 2008) A ilustração a seguir representa as camadas do modelo de referência OSI.

I II III IV V

VI

camada física