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Nessa fase era solicitado aos participantes a construção das palavras com sentido na presença da palavra ditada (ditado) e impressa (cópia). Os participantes construiam as palavras selecionando as sílabas que as compunham. Foram programados 2 blocos, um de cópia e outro de ditado, contendo 16 tentativas cada. Em cada bloco, cada uma das oito palavras era apresentada duas vezes, totalizando 16 tentativas. A seqüência de palavras era a mesma nos dois blocos. Esse teste verificou a emergência da construção da palavra escrita tanto diante da palavra ditada (ditado) quanto da palavra impressa (cópia).

33 Resultados

Na Etapa 1 Franklin concluiu as fases de ensino e teste nas condições Braille e Relevo em tempo similar com diferença de poucos minutos. Aretha teve tempo similar ao de Franklin nas fases de ensino e teste na condição Braille, entretanto levou maior tempo para concluir a condição em Relevo (Ver tabela 3).

Tabela 3. Tempo gasto em minuto por cada participante nas fases de ensino e teste da Etapa 1 nas condições Braille e Relevo.

Participante Braille Relevo

Ensino Teste Total Ensino Teste Total

Franklin 96´ 32´ 128´ 105´ 33´ 138´

Aretha 104´ 29´ 133´ 145´ 96´ 241´

Na Etapa 2 o tempo gasto em cada teste e o tempo total foram similares nas condições Braille e Relevo para Franklin. No entanto, para a participante Aretha o tempo gasto em cada teste e no total foi superior na condição relevo em comparação ao Braille exceto o teste CB.

Tabela 4. Tempo gasto em minuto por cada participante em cada fase de teste da Etapa 2 nas condições Braille e Relevo.

Braille Relevo Participante AB AC BC CB C D LT Total AB AC BC CB C D LT Total Franklin 19´ 29´ 58´ 45´ 33´ 32´ 62´ 278´ 10´ 27´ 36´ 35´ 31´ 36´ 46´ 221´ Aretha 12´ 38´ 44´ 43´ 16´ 16´ 45´ 214´ 17´ 51´ 40´ 43´ 48´ 25´ 70´ 294´

No Pré teste, mais especificamente no Teste de Nomeação Oral na condição Braille a participante Aretha não fez a nomeação de nenhuma sílaba e o participante

34 Franklin fez com hesitação somente a nomeação da sílaba TE. Na condição Alfabeto Romano em relevo Aretha nomeou isoladamente a letra “d” e a letra “o” sem fazer a leitura das sílabas e o participante Franklin não nomeou nenhuma letra ou sílaba. Importante ressaltar que no Teste de Discriminação Condicional os participantes não reconheceram nenhuma sílaba.

A Figura 5 apresenta o desempenho dos participantes no teste de Nomeação Oral do Pré teste.

Figura 5. Desempenho dos participantes Aretha e Franklin no Pré teste de Nomeação Oral e no Pré teste de Discriminação Condicional.

Os participantes Aretha e Franklin necessitaram de apenas uma exposição aos testes de Nomeação Oral das sílabas de Ensino e Recombinadas na Etapa I para atingir o critério de 100% de acertos, conforme exposto na Tabela 5.

35 Tabela 5. Número de exposições aos testes de nomeação de sílabas de ensino e recombinadas.

Fases Sílabas Participantes

Ensino Recombinadas Aretha Franklin

5 no, bo e na 1 1

6 no, bo e na +BA 1 1

14 no, bo, na, do, ne e to 1 1

15 no, bo, na, do, ne e to +ba, be, da, de, ta e te 1 1

A porcentagem de acertos dos participantes Aretha e Franklin nas fases de ensino e teste da Etapa I é apresentado nas Figuras 6 e 7. É importante ressaltar que ambos os participantes atingiram o critério de 100% de acertos na primeira exposição nas Fases de 1 a 15.

Figura 6. Percentual de Acertos nas Fases da Etapa I da Participante Aretha.

36 Figura 7. Percentual de Acertos nas Fases da Etapa I da Participante Franklin

Na Etapa 2 os dois participantes demonstraram prontamente todos os desempenhos emergentes, atingindo 100% de acerto na primeira exposição aos testes.

Figura 8. Porcentagem de acertos nos testes de Leitura textual, testes das relações AB, AC, BC, CB, cópia e ditado.

37 Figura 9. Porcentagem de acertos nos testes de Leitura textual, testes das relações AB,

38 Discussão

Diversos estudos na Análise experimental do comportamento investigaram variáveis que afetam a aprendizagem da leitura. Kato e Perez-Gonzales (2004) com seis participantes viso normais na Espanha, Maués e Kato (2008) e Barros e Kato (2008) cada um com cinco participantes no Brasil mostraram que o ensino de discriminações condicionais entre sílabas gera a emergência da nomeação oral de sílabas de ensino e recombinadas além da emergência imediata da leitura textual e com compreensão das palavras formadas pelas sílabas de ensino e recombinadas. O presente estudo replicou esses estudos com participantes cegos na leitura de sílabas e palavras em Braille e do alfabeto romano em relevo.

Leitão (2009), Feitosa (2009) e Aguillar (2011) cada um com três participantes adultos cegos fluentes em Braille após o ensino de Discriminação condicional de palavras monosilábicas com recombinação onset rime em Braille e relevo em inglês obtiveram resultados que indicaram a emergência imediata da leitura recombinativa em braille e alfabeto romano em relevo em inglês na língua inglesa.

Os resultados da presente pesquisa confirmaram os estudos anteriores de Kato e Perez Gonzalez (2004), Maués (2007) e Barros (2007), evidenciando ainda um menor número de exposições as fases de ensino das discriminações condicionais das sílabas de ensino para atingirem o critério de acertos e passar a fase seguinte. Nesses estudos foi realizada a análise dos erros e a reprogramação do procedimento de ensino visando a aprendizagem sem erros. No estudo de Barros (2007) o procedimento reprogramado já havia promovido a aprendizagem sem erros na maioria das fases de ensino e com poucos erros nas poucas fases restantes para todas as crianças. No presente estudo a porcentagem de acertos foi de 100% na 1º exposição a todas as fases de ensino e de testes verificada nos dois participantes.

39 Supõe-se que os critérios estabelecidos para realizar as sessões de ensino e testes pode ter contribuído diretamente nos resultados de ambos participantes. As sessões nunca eram realizadas quando o participante apresentasse indicadores comportamentais (expressões faciais, posturas ou relatos verbais) de tristeza ou indisposição. Aretha, cega a apenas um ano, iniciou a pesquisa na possibilidade de usar óculos para melhorar sua visão, como o óculos não trouxe resultado, um intervalo foi dado em respeito a participante, em sua volta, as sessões ocorreram na ASCEPA, onde a participante conheceu outros cegos e a vivenciar um ambiente motivador que favoreceu sua nova realidade e inclusão, até este momento a estudante ia apenas ao Alvarez e não estava estudando no ensino regular. Ao concluir a pesquisa a aluna estava matriculada em uma escola do ensino regular objetivando a conclusão do nível fundamental.

Importante ressaltar que na Fase 12 da Etapa 1, na condição alfabeto romano em relevo, a leitura dos participantes era feita supostamente com muita atenção e com mais cautela devido a semelhança entre as letras “a” e “e” o que gerava uma maior dificuldade para a discriminação tátil. Os resultados de Loomis (1974) indicaram melhor desempenho dos participantes quando se utilizava letras com diferença significativas entre si. A mesma dificuldade de discriminação supostamente ocorreu também na fase 9 da condição Braille com as letras “t” e “n” devido a semelhança dos pontos. Apesar dessa possível dificuldade supõe-se que o espaçamento entre as letras contribuiu para a ótima discriminação condicional nas duas condições confirmando o estudo de Feio (2003). Supõe-se ainda que no Teste de Nomeação Oral a participante tenha reconhecido a letra “d” e “o” por ter conhecido o alfabeto romano em tinta e por saber assinar o seu próprio nome. O participante Franklin pode ter discriminado o “t” e o “e” por estar aprendendo a escrever o Braille na Instituição em que estuda.

40 Os participantes apresentaram a emergência imediata da leitura textual de 06 sílabas de ensino, de seis novas sílabas recombinadas e oito novas palavras. O participante Franklin acrescentou ainda em uma das sessões a possibilidade de leitura da palavra “banana” e “dotô”. Este comportamento aponta a necessidade de estudos com mais sílabas, palavras mais completas e sentenças complexas confirmando a facilidade de criança e adultos cegos na aprendizagem do alfabeto romano em relevo e amplia a pesquisa de Nascimento (2007) que investigou a aprendizagem das letras A, E e O.

Os resultados do presente estudo indicam que não existem diferenças perceptíveis no tempo gasto pelo participante Franklin nas fases de ensino e teste nas condições Braille e Relevo. Esses resultados confirmam os de Bliss et al. (2004) que afirmavam que indivíduos cegos que possuem treinamento em sua acuidade tátil teriam sua percepção tátil aumentada.

O maior tempo gasto pela participante Aretha nas fases de ensino e teste na condição em relevo em comparação Braille pode ser atribuída à sequencia de condições a que ela foi exposta. Aretha iniciou com a condição relevo o que pode ter contribuído para o melhor desempenho na condição Braille. Nesta, a participante apresentou desempenho similar ao de Franklin. Aretha além de ter alguns meses de cegueira apresentava curto tempo de exposição ao ensino de discriminação tátil.

Os participantes desta pesquisa tiveram suas habilidades treinadas na Instituição de Ensino Jose Alvarez de Azevedo o que provavelmente favoreceu seu efetivo desempenho. Nesse sentido, a aprendizagem do Alfabeto Romano em relevo pode ser uma ferramenta de inclusão para os cegos nos setores acadêmicos e profissionais dos viso normais. O Braille é de uso exclusivo dos cegos e de um número muito pequeno de profissionais e educadores viso normais. Nesse sentido favorece o professor e o aluno

41 cego nas instituições, na relação com os pais, professores e outros alunos do ensino regular.

Acrescenta-se ainda a durabilidade do material utilizado, já que os estímulos em Braille tinham que ser refeitos constantemente por serem amassados com a pressão do dedo do aluno, enquanto que a substituição dos estímulos em relevo foi realizada apenas uma vez na letra “d” e uma vez na letra “o” por conta da quebra de uma pontinha. Inclusive neste momento, pode-se confirmar a efetividade da discriminação dos estímulos táteis já que disseram não reconhecer a letra que estavam tocando. Millar (1997) afirma que a discriminação das letras do Alfabeto Romano em Relevo pode ser favorecida pelas suas características de linhas retas e curvas, traçado este diferente do sistema de pontos em Braille. É importante investigar os diferentes parâmetros de variáveis tais como tipo e tamanho da fonte, espaçamento entre letras visando a maior eficiência e economia no ensino. A presente pesquisa demonstra um ensino econômico e com emergência imediata de novos comportamentos de leitura textual e com compreensão usando fonte Arial, tamanho 26.

Portanto a utilização do Alfabeto romano em relevo em tinta no ensino regular pode promover a inclusão dos cegos favorecendo a interação com alunos viso normais e com seus professores, ampliando sua acessibilidade. O participante Franklin inclusive escreve no caderno com alfabeto romano em relevo (cola), em tinta, com letras e números no ensino regular. Com o avanço da tecnologia sua impressão em gráficas e impressoras comuns com impressão em relevo com tinta especial poderia facilitar a leitura e a escrita por cegos.

42 Referências

Barros, S. N. (2007). Ensino de discriminação entre sílabas e a emergência da leitura de novas sílabas com recombinação de letras em crianças pré-escolares. Dissertação

de Mestrado, UFPA.

Barlow – Brown, F. & Connelly, V. (2002). The role of letter knowledge and phonological awareness in young Braille readers. Journal of research in reading, 25 (3), 259-270.

Bliss, I.; Kujala, T. & Hamalainen, H. (2004). Comparison of blind and sighted participant´s performance in a letter recognition working memory task. Cognitive

Brain Research, 18, 273 – 277.

Brasil (2001). Programa de Capacitação de recursos do ensino fundamental.

Deficiência Visual. Série atualidades pedagógicas, 6, vol.2. Brasília: MEC/SEESP

Cardoso, D. G.; Kato, O.M.; Assis, J. G. A. & Alves, K. R. S. (2001). Controle por unidades silábicas e leitura generalizada: efeitos de procedimentos de ensino e de cópia com oralização em crianças com história de fracasso escolar. Resumos de comunicações cientificas. XXXI Reunião Anual de Psicologia.

de Rose, J. C.; de Souza, D. G.; Rossito, A. L. & de Rose, T. M. S. (1989). Aquisição de leitura após história de fracasso escolar: equivalência de estímulos e generalização.

43 de Rose, J. C.; de Souza, D. G. & Hanna, E. S. (1996). Teaching reading and spelling: Exclusion and stimulus equivalence. Journal of Applied Behavior Analysis, 29, 451- 469.

de Souza, D.G.; de Rose, J.C.; Faleiros, T.C.; Bortoloti, R.; Hanna, E. S. & McIlvane, W.J. (2009). Teaching generative reading via recombination of minimal textual units: A legacy of verbal behavior to children in Brazil. International Journal of

Psychology and Psychological Therapy, 9, 1, 19-44.

Dodd, B. & Conn, L. (2000). The effect of Braille orthography on blind children´s phonological awareness. Journal of Research in Reading, 23(1), 1-11.

Feio, L. S. R (2003). A equivalência de estímulos e leitura recombinativa da simbologia Braille em deficientes visuais: efeito do espaçamento entre sílabas. Dissertação de

Mestrado. UFPA.

Feitosa, M. de B.R.V.B. (2009). Leitura recombinativa de palavras de inglês com onset e rime em braille e alfabeto romano em relevo por cegos. Dissertação de Mestrado. UFPA.

Fundação Dorina Nowill para cegos. [On-line]. Disponível em: <http://www.fundacaodorina.org.br. Acesso em: 12 out.2010.

Hubner-D’Oliveira, M. M. & Matos, M. A. (1993). Controle discriminativo na aquisição da leitura: efeito da repetição e variação na posição das sílabas e letras.

Temas em Psicologia, 2, 99-108.

Kato, O. M. & Pérez-Gonzáles, L.A. (2004). Leitura de sílabas com letras recombinativas em espanhol. Resumos de comunicações científicas, XIII Encontro

44 da Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental e II Congresso Internacional da Association Behavior Analysis. Campinas – SP: ABPMC/ABA.Em<http://www.abainternational.org/brazil/program/events/186.htm

Leitão, G. M. E. (2009). Ensino de discriminações de Palavras com Onset/Rime e a Emergencia da Leitura Recombinativa em Inglês as Simbologia Braille e do alfabeto romano em relevo com cegos. Dissertação de Mestrado. UFPA.

Loomis, J. M. (1974). Tactile letter recognition under different modes of stimulus presentation. Perception & Psychophysics, 16, 401 – 408.

Maués, A. S. (2007). A recombinação de Letras no Ensino e Emergência da Leitura Recombinativa Generalizada em Crianças da Pré-escola. Dissertação de Mestrado. UFPA.

Melchiori, L.; de Souza, D. & de Rose, J. C. (1992). Aprendizagem de leitura por meio de um procedimento de discriminação sem erros (exclusão): uma replicação com pré-escolares. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 8, 101-111.

Melchiori, L., Souza, D. & de Rose, J.C. (2000). Reading, equivalence, and recombination of units: A replication with steudents with different learning histories. Journal of Applied Behavior Analysis, 33, 97-100.

Nascimento, R. M. M. (2007). Equivalência de estímulos auditivos e táteis em crianças com deficiência visual: Ensino de letras do alfabeto braile e romano. Dissertação

45 Sidman, M. & Tailby, W. (1982). Conditional discrimination VS. matching to sample. An expansion of the testing paradigm. Journal of the Experimental Analysis of

behavior, 37, 5-22.

46 ANEXOS

47 Anexo 1 - Termo de Consentimento Livre e Esclarecido

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ

NÚCLEO DE TEORIA E PESQUISA DO COMPORTAMENTO

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM TEORIA E PESQUISA DO COMPORTAMENTO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

PROJETO: ENSINO DE DISCRIMINAÇÕES DE SÍLABAS E A EMERGÊNCIA DE LEITURA DE PALAVRAS EM BRAILLE E DO ALFABETO ROMANO EM RELEVO EM CEGOS.

Ilustríssimos Senhores/ Senhoras,

Pesquisas sobre aprendizagem e o ensino da leitura têm sido desenvolvidas na Universidade Federal do Pará, sob coordenação da professora Olivia Misae Kato. Essas pesquisas têm estudado como as pessoas aprendem a ler o que dificulta e facilita a aprendizagem e as maneiras eficientes de ensinar. Visa fornecer aos educadores métodos alternativos e eficazes de ensinar a ler.

O presente estudo propõe uma nova metodologia de ensino da leitura para deficientes visuais e pode contribuir para o aperfeiçoamento de maneiras mais eficientes de ensinar a ler, em menor tempo e gerando pouco ou nenhum erro. Além disso, os resultados da presente pesquisa podem auxiliar os professores em sala de aula no ensino da língua portuguesa favorecendo a inclusão e permanência do aluno cego na educação básica e superior.

A situação de ensino da presente pesquisa pode beneficiar o participante, favorecendo a iniciação à leitura e enriquecendo seu vocabulário.

Inicialmente serão ensinadas as relações entre sílabas ditadas e escritas em Braille e do alfabeto romano em relevo. Após esse ensino será verificada a leitura das sílabas de ensino e recombinadas e a emergência da leitura textual e com compreensão de novas palavras, formadas pelas sílabas de ensino e recombinadas. Cada sessão de ensino ou teste terá a duração de 20 a 45 minutos, podendo ser realizada mais de uma sessão por dia, conforme sua disponibilidade de tempo do participante. Durante a sessão, o participante será confortavelmente acomodado em uma cadeira em frente a uma mesa, onde serão colocados o computador e uma base de metal. A sala de coleta de dados será cuidadosamente preparada para as sessões. Em todas as sessões estarão presentes a pesquisadora e uma observadora. O risco aos participantes nessa situação de ensino é mínimo.

Estamos, então, convidando seu (sua) filho (a) para participar da presente pesquisa. Nesse sentido, solicitamos sua colaboração, assinando o presente termo de consentimento de participação. Você tem todo o direito de não assinar e, em qualquer momento da pesquisa, você poderá interromper sua participação sem qualquer problema ou complicação. Esclarecemos ainda, que os dados e resultados da pesquisa serão confidenciais e sua identidade não será revelada na divulgação do trabalho em reuniões científicas, publicações e nas aulas de disciplinas.

________________________________________________________________________

Pesquisador Responsável: (Aluna do Mestrado em Teoria e Pesquisa do Comportamento)

Nome: Andréa Sales Melo

End.: Av. Almirante Barroso 5610, Ed. JK, AP 303, Bairro: Souza, Cidade: Belém – PA. CEP: 66613-080 Fone: (0xx91) 8281-5533 (0xx91) 88013542

Registro CRP/10- 2277

Orientadora: Profa. Dra. Olívia Misae Kato

CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

Declaro que li as informações acima sobre a pesquisa e que me sinto perfeitamente esclarecido sobre o conteúdo da mesma, assim como os seus riscos e benefícios. Declaro ainda que, por minha livre vontade, consinto em participar na presente pesquisa.

__________________________ Belém, __ de ___________ de 2011.

48 Anexo 2 - Parecer do Comitê de Ética

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