O Programa de Voluntariado do ONS conta com um time de primeira. São profissionais de diversas áreas que se dedicam, desinteressadamente, a ajudar ao próximo. Como recompensa, têm a satisfação de levar um pouco de dignidade e alegria aos menos favorecidos
pela vida. O valor de seu trabalho se traduz em cada sorriso provocado por suas ações. A seguir, eles dão verdadeiras lições de solidariedade e amor.
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“Assim como cada voluntário busca oferecer o seu melhor àqueles que não fazem parte de seu núcleo familiar ou de amizade, a participação de empresas como o ONS demonstra a sensibilidade social que extrapola seu ambiente mais próximo de relacionamento. Estimula os colaboradores que já desenvolvem trabalhos voluntários e motiva outros, que não participam, a realizar essas atividades também. Na minha opinião, à medida que nós auxiliamos quem mais necessita, despertamos também outras qualidades, que a gente
possui, mas, às vezes, ficam esquecidas.”Ailton Andrade realiza, desde 2001, trabalho
voluntário na Fraternidade Lucas Evangelista, abrigo voltado para portadores do vírus da Aids de todas as idades, contando ainda com uma casa coletiva exclusiva para as crianças e adolescentes cujos pais tenham falecido na instituição. Localiza-se no Recanto das Emas em Brasília.
“O apoio do ONS tem sido fundamental para impulsionar nossas ações e incentivar o grupo a buscar parcerias e apoio junto a outras instituições. Nesse trabalho, tenho a chance de contribuir para o desenvolvimento socioambiental da comunidade onde moro e disseminar conhecimentos necessários para o aumento da empregabilidade e geração
de renda das pessoas.” Ana Paula de Souza Bricio é voluntária da ONG Arrozalense
de Recursos Renováveis Semeadores da Paz, desde 2004. A instituição, localizada no Rio de Janeiro, promove projetos e ações de preservação e recuperação de áreas degradadas no meio ambiente urbano e rural, campanhas para arrecadação de doações de alimentos e promoção de programas esportivos, culturais e educacionais.
“Este trabalho possibilita a realização de ações que o governo não consegue atingir com o grau de esmero e dedicação do voluntariado. Podemos doar um pouco daquilo que recebemos de Deus, com pessoas ou entidades quase sempre carentes de tudo: atenção,
carinho, alimentação, oportunidade. Para mim é gratificante e muito reconfortante.”Dário
de Andrade Coelho Gueiros é voluntário do Instituto Filadélfia que há mais de dez anos atende a comunidades carentes do Bongí, Vietnã, Torrões e San Martin, no Recife. Suas ações são voltadas para o atendimento de crianças e adolescentes e incluem serviços assistenciais na área de saúde, nutrição, cursos profissionalizantes, atendimento psicossocial e atividades desportivas e de lazer.
“O trabalho voluntário amplia a capacidade de ação social da entidade. Os voluntários também podem contribuir com a sua experiência profissional nessas instituições, auxiliando, por exemplo, na gestão e administração de seus recursos materiais e humanos. Para mim, é uma forma de devolver para a sociedade uma parcela do esforço e trabalho que ela
investiu na minha formação.”Dilo Pereira Vallim participa como voluntário da Associação
Espírita Obreiros do Bem há mais de 20 anos. A Associação atende, no Rio de Janeiro, a adultos e idosos de ambos os sexos e é mantenedora do Hospital Psiquiátrico Pedro de Alcântara. O Hospital é especializado no tratamento de mulheres com distúrbios mentais e comportamentais, promovendo atendimento médico, condições materiais e alimentares e assistência social. Busca também a reintegração social das pacientes.
“O voluntariado fortalece laços de amor ao próximo por meio de simples gestos de carinho com pessoas desconhecidas, que ficam muito felizes com a contribuição que recebem. É gratificante contribuir para o bem-estar de crianças e idosos amparados por uma instituição que realiza um sério e bonito trabalho. Considero também ser muito importante para uma empresa como o ONS se vincular a campanhas com enfoque social, uma vez que, o seu ‘cliente’ final é a própria
sociedade.” Evelin Machado Barbosa trabalha há dois anos no Educandário Social Lar de
Frei Luiz, no Rio de Janeiro. A entidade atua na área de assistência educacional, psicológica, médica e social para crianças, adolescentes, idosos, gestantes e portadores de necessidades especiais. Oferece creche-escola, abrigos, cursos profissionalizantes, doação de cestas-básicas e vestuário, atendimento de saúde, entre outros.
“Oferecer uma oportunidade aos que precisam de apoio para alcançarem uma vida melhor. É assim que eu vejo o trabalho voluntário. Sinto-me útil por poder facilitar a vida das pessoas com ações muito simples, gerando cidadania e minimizando problemas
futuros.” Fábio Ornellas de Araújo, desde 2006, é voluntário da Creche Mont Moriat.
A instituição atende, em período integral, aos filhos das trabalhadoras do loteamento Los Angeles, em Santa Catarina, que recebem alimentação e educação adequada durante o horário de trabalho das mães.
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“A importância do trabalho voluntário é não esperar acontecer, é você fazer acontecer. Sinto-me realizado, de alma lavada, ao ver uma criança sorrindo. Isso não tem preço. Ter uma empresa do tamanho do ONS como parceiro foi uma grande iniciativa. Nossas
crianças agradecem.” Gilson Caitano do Couto há cinco anos é voluntário da Associação
de Meninas e Mulheres do Morro, instituição que estimula a prática de leitura para crianças e jovens de 7 a 16 anos, no Rio de Janeiro.
“Realizar um trabalho voluntário é algo que todos deveriam experimentar, pois nos afasta um pouco do horizonte de nossos problemas mais imediatos e amplia a nossa visão sobre o sentido da vida, sobre as necessidades fundamentais das pessoas e sobre a nossa responsabilidade no contexto social em que vivemos. É uma experiência única, que traz uma satisfação toda especial — pois sabemos que, acima de tudo, os beneficiários do
nosso trabalho voluntário se sentem valorizados como seres humanos.” Hermes Chipp,
é voluntário da instituição Caminho Certo, que presta atendimento à comunidade de Gardênia Azul, no Rio de Janeiro.
“O trabalho voluntário é uma oportunidade de desenvolvermos princípios de
fraternidade, solidariedade e de compaixão. Sinto-me muito recompensado por poder apoiar pessoas necessitadas que não têm a quem recorrer. Na verdade, não sei quem
é mais beneficiado; aqueles a quem ajudo ou eu mesmo.”João Batista dos Santos
Silva atua como voluntário há 14 anos no Lar de Tereza, instituição que realiza doações de cestas de mantimentos, atendimento médico e psicológico, apoio educacional, construção de casas populares, eventos culturais e desportivos, para famílias carentes do Rio de Janeiro.
“A principal importância do trabalho voluntário é servir ao próximo. Como voluntário sinto-me útil. O apoio do ONS a esta iniciativa dá maior visibilidade à ação da associação
e amplia a oportunidade de participação das pessoas.” José Carlos Lopes da Silva
atua como voluntário da Associação dos Portadores de Sequelas por Queimaduras, desde 2003, em Brasília. A associação dedica sua atenção a vítimas de acidente por queimaduras, prestando auxílio como: retorno para os curativos, custeamento das passagens de ônibus para esse fim, aquisição de malhas compressivas, atendimento psicológico e cestas básicas.
“O voluntariado nasce exclusivamente da sensibilidade de cada pessoa em praticar a caridade, o que exige muita dedicação e tempo. É muito gratificante quando vejo um sorriso de uma criança ao receber um brinquedo, seja ele novo ou usado. Essa é a nossa maior recompensa. Temos a certeza de que podemos mudar o mundo
para melhor.” Maximino Pimenta Cardoso realiza, há mais de seis anos, trabalho
voluntário no Núcleo Espiritualista Cristão Ismael, entidade que assiste famílias do Rio de Janeiro, com distribuição de cestas básicas, roupas, remédios, calçados e oferece assistência médica pediátrica.
“O trabalho voluntário ajuda as pessoas do Instituto de Cegos a conquistar seu espaço na sociedade e a exigir melhores condições de acessibilidade. Fazer parte desse projeto é muito gratificante para mim. O apoio de instituições como o ONS é fundamental para o êxito
dessa empreitada.” Nivaldo Sales do Nascimento é voluntário desde 2005 do Instituto
de Cegos. Localizada em Pernambuco, a entidade oferece atividades educacionais para deficientes visuais, desenvolvendo seus potenciais nas áreas cognitiva, psicomotora e sócio-afetiva, possibilitando sua participação como cidadão ativo na sociedade. O Instituto também proporciona aos seus familiares o acesso a técnicas e sistemas específicos, direcionados à deficiência visual, para que a prática reabilitadora continue também nos lares de seus assistidos.
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“Ao apoiar um trabalho voluntário, o ONS fortalece sua responsabilidade social. E ajuda seus colaboradores a despertarem para a vida social, buscando alternativas para mudar a realidade, na construção de uma sociedade mais justa, com distribuição mais homogênea
de direitos e valores.” Osiane Kraieski de Assunção é voluntária do Centro Educacional
Dom Orione, de 2006 a 2007. A entidade assiste crianças de rua, do bairro de Capoeiras, em Florianópolis, preparando-as para uma vida melhor, com dignidade e condições de competir no mercado de trabalho.
“Com o trabalho voluntário me sinto mais útil e solidária ao próximo. A gente só se dá conta de que precisa de pequenas coisas para viver bem quando está perto de pessoas que pouco têm, mas são muito felizes. A iniciativa do ONS em apoiar este trabalho vem ao encontro da sua própria crença e valores: acreditar e investir no seu maior patrimônio,
os seus colaboradores, e contribuir por uma sociedade mais justa.”Patricia Andrea
Pereira Hollanda é voluntária, há dois anos, do Projeto Alimento é Saúde. A iniciativa oferece alimentos, vestuário e outros bens aos pacientes das enfermarias de oncologia, HIV e cardiopatia do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), no Rio de Janeiro. Tem por objetivo proporcionar as condições mínimas para a recuperação dos enfermos.
“É muito importante fazer parte de um grupo que está preocupado com o cidadão, na busca pela inclusão social e que nos convida a pôr em prática a nossa responsabilidade social. Sinto-me feliz por ver os resultados acontecendo, as pessoas conseguindo alcançar os seus objetivos, tudo graças à união e à participação de todos.”
Verônica Maria Araújo Costa participa do Grupo Luz do Sol há oito anos. A instituição oferece atendimento educacional e social a crianças e adolescentes em risco social, no Rio de Janeiro, como forma de aumentar a auto-estima e melhorar o rendimento escolar do seu público-alvo.
Créditos