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3. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

4.13 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPIRITO SANTO/UFES

4.13.1 Universidade Federal do Espírito Santo – M - (2007)

Na Proposta do Programa – SOLIDARIEDADE –, a primeira ação de inserção social apresentada foi de contribuição para a formação de docentes, inclusive para cursos de graduação e especialização – participação em Programas de melhoria do ensino, realizada por meio da participação do Programa em editais para melhoria das instalações físicas junto ao Programa de Política Social do CCJE-UFES; e, como segunda ação de inserção social foi apresentada a formação de recursos humanos qualificados para a administração pública ou

para a sociedade civil, realizada por ser o único Programa de pós-graduação em administração pública no Estado do Espírito Santo e pela oferta de cursos gratuitos à comunidade para melhorar a formação de profissionais nessa área do conhecimento.

O resultado das ações é a contribuição para a melhoria da formação profissional, tanto dos alunos egressos de IES privadas, quanto daqueles que já atuam em empresas públicas e privadas. Na primeira ação o agente do processo é o gestor público, nesse caso representado pela coordenação e por docentes do Programa de Pós-Graduação da Universidade Pública, e na segunda ação apresentada, os agentes dos processos são o gestor público, representado pelo Programa de pós-graduação e seus docentes, com a participação do grupo, representado pelos alunos do Programa.

Quanto aos modelos de coprodução, a primeira ação de participação em editais de melhoria das instalações físicas configura-se como coprodução simbólica, por tratar-se de estratégia para envolver o cidadão na produção dos serviços públicos, para demonstrar a presença e eficácia do Estado, enquanto a segunda ação apresentada de formação de recursos humanos configura-se como coprodução funcional, por tratar-se de estratégia utilizada pelo aparato público do Estado, para produzir os serviços públicos de maneira eficiente e eficaz. A participação do cidadão nesse processo de coprodução ocorre por um ajuste do cidadão (aluno) com o Estado (Programa/Universidade).

Na Proposta do Programa – NUCLEAÇÃO –, o Programa não respondeu. Não há o que configurar.

Na Proposta do Programa – VISIBILIDADE –, são apresentadas como ações de inserção social a manutenção de página da web para divulgação atualizada dos dados do Programa, que é realizada por meio da disponibilização de página na web, onde são divulgadas as informações relativas aos procedimentos para seleção dos alunos, os resultados das etapas de avaliação e a estrutura curricular do curso. O Programa disponibiliza as dissertações defendidas e as cópias na íntegra no cadastro discente do banco de dados da CAPES, na página do Programa e na biblioteca da UFES; e outras ações consideradas de visibilidade ao Programa, realizadas por meio da promoção de eventos que contam com a participação de alunos e professores de diversos setores da universidade, de IES privadas e organizações públicas e privadas.

O resultado dessas ações é que elas ampliam a visibilidade do Programa, pois atualmente existem mais de 1.050 endereços eletrônicos cadastrados na base de dados do NETES, com envio de convites para participação em eventos. Na ação de manutenção de página da web, o agente do processo é o gestor público, nesse caso representado pela coordenação e por docentes do Programa de Pós-Graduação da Universidade Pública; na ação de promoção de eventos, os agentes dos processos são o gestor público, aqui representado pelo Programa de pós-graduação e seus docentes, com a participação do grupo, aqui representado pelos alunos do Programa.

No que se refere aos modelos de coprodução, a primeira ação citada configura-se como coprodução simbólica, por tratar-se de estratégia para envolver o cidadão na produção dos serviços públicos, demonstrando a presença e eficácia do Estado, enquanto a segunda ação configura-se como coprodução funcional, por tratar-se de estratégia utilizada pelo aparato público do Estado, para produzir os serviços públicos de maneira eficiente e eficaz. A participação do cidadão nesse processo de coprodução ocorre por um ajuste do cidadão (aluno) com o Estado (Programa/Universidade).

4.13.2 Universidade Federal do Espírito Santo – M - (2008)

Na Proposta do Programa – SOLIDARIEDADE –, a ação de inserção social apresentada foi de contribuição para a formação de docentes, inclusive para cursos de graduação e pós-graduação – participação em Programas de melhoria do ensino, realizada por meio da articulação com o Programa de Pós-Graduação em Política Social da UFES para definição de proposta para o edital da FINEP e pela tentativa de articulação com o CEPAD- UFMG para o fortalecimento do PPGA via PROCAD-CAPES.

A realização da ação de articulação com o CEPAD/UFMG resultou na impossibilidade de parceria, considerando que o Edital da CAPES exigia que só Programas de Administração com conceito 6 poderiam ser tutores. Nas duas ações apresentadas, os agentes do processo são o gestor público, representado pela coordenação do Programa.

No que se refere aos modelos de coprodução, as ações citadas configuram-se como coprodução simbólica, por tratar-se de estratégias para envolver o cidadão na produção dos serviços públicos, demonstrando a presença e eficácia do Estado.

Na Proposta do Programa – NUCLEAÇÃO –, foi apresentada como ação de inserção social a participação em Programas sistemáticos de cooperação e intercâmbio, realizada por meio da atuação de professores os seguintes Programas: Programa de Pós-graduação em Psicologia Institucional, da Universidade Federal do espírito Santo; Programa de Pós- Graduação em Sociologia, da Universidade Federal do Espírito Santo; Programa de Pós- Graduação em Ciências Sociais – Laboratório de Estudos Políticos – LEP-PPGSO-UFES; Núcleo de Estudos Sociais Simbolismo – NEOS-UFMG, e Pesquisador no NEOS-CEPAD- UFMG.

O resultado dessa ação é a qualificação docente e o desenvolvimento de pesquisas; e os agentes desse processo são o gestor público, aqui representado pelo Programa de pós- graduação e seus docentes, com a participação do grupo, aqui representado pelos alunos do Programa.

Quanto aos modelos de coprodução, essa ação configura-se como coprodução funcional, por tratar-se de uma estratégia utilizada pelo aparato público do Estado, para produzir os serviços públicos de maneira eficiente e eficaz. A participação do cidadão nesse processo de coprodução ocorre por um ajuste do cidadão (aluno) com o Estado (Programa/Universidade).

Na Proposta do Programa – VISIBILIDADE –, o Programa apresentou as mesmas ações de 2007; logo, se repete também a configuração de coprodução dessas ações.

4.13.2 Universidade Federal do Espírito Santo – M - (2009)

No ano de 2009, o Programa apresentou as mesmas ações citadas no ano de 2007 e 2008; logo, se repete também a configuração de coprodução dessas ações.