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N UNO M IGUEL DE P INTO L EITE S OEIRO E C ARDOSO , nasceu a 8.1974 no

CADERNOS BARÃO DE ARÊDE

AMARAES &

10. N UNO M IGUEL DE P INTO L EITE S OEIRO E C ARDOSO , nasceu a 8.1974 no

Porto. É Cavaleiro de Graça e Devoção da ordem de Malta, Cavaleiro da ordem Constantiniana de São Jorge (Duas Sicílias), Grã-Cruz de Justiça da ordem Militar e Hospitalar de São Lázaro de Jerusalém, etc. Conde de Santa Maria por autorização de S.A.R. o Senhor Dom Duarte Pio, Duque de Bragança e Chefe da Nobreza Portuguesa, por carta de 10.6.1998 renovando a autorização passada pelo seu Augusto pai S.A.R. o Senhor Dom Duarte Nuno a seu avô José Leite Soeiro, onde expressa que: Reconhecendo que nos foi apresentada prova genealógica e documentação cabal que comprova que

o meu Pai, Dom Duarte Nuno, Duque de Bragança, Chefe da Casa Real Portuguesa, a 19 de Janeiro de 1970, reconheceu a José Leite Soeiro o registo e uso do titulo de Conde de Stª. Maria”…”por este meio reconheço e autorizo que Nuno Miguel de Pinto Leite Soeiro e Cardoso possa intitular-se de Conde de Sta. Maria, podendo assim brasonar as suas Armas com os respectivos Coronéis de Nobreza, sem qualquer impedimento.”

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Carta do punho de S.A.R o Senhor Dom Duarte Nuno datada de 19.1.1970 e carta de S.A.R. o Senhor Dom Duarte Pio datada de 10.6.1998, reconhecendo e autorizando o título de Conde de Santa Maria respectivamente a favor de José Soeiro Leite e a seu neto Nuno Miguel de Pinto Leite Soeiro e Cardoso, biografado no 10.

Armas de Nuno Miguel de Pinto Leite Soeiro e Cardoso: escudo partido de Pinto e Fonseca; por diferença uma flor-de-liz em alusão à linha Leite de que descende com três quebras de varonia; coroa de Conde, conforme carta de S.A.R. o Senhor Dom Duarte Pio acima referida; e timbre dos Pinto.

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PINTO, DA TORRE DE CHÃ

E MOUTA PINTO MACHADO, DE CINFÃES

1. JERÓNIMO DA MOUTA PINTO, morreu com testamento a 1.3.1598 na Torre de

Chã, em Cinfães, Tendais, onde testemunha pelo menos um casamento a 2.7.1595. Manuel da Costa Felgueiras Gayo em Nobiliário de Famílias de Portugal, refere-o, bem como ao seu casamento no título de Moutas, § 4.º, N4, e diz ter sido herdeiro do morgadio de seu pai, Sr. do Lugar de Vila Boa de Baixo, e de Cima, que Viveu como seus

passados na quinta de Cham no concelho de Ferreiros com grande casa, ou seja, a Torre de Chã.

Jerónimo da Mouta Pinto faz justificação de nobreza provando a sua ascendência aos senhores da Torre de Chã a 2.1.1561 juntamente com seu irmão António, na qual se documenta que era filho de Álvaro da Mouta Pinto que fora has partes dallem servir ellrey

com Guonçalo Vaz Pinto fidalguo Sñor q foi do dito concelho com armas e cavalo…10. Filho de

Nuno da Mouta Pinto, (ver PINTO, de Riba-Bestança, Uma Linhagem com Nove Séculos),

nascido cerca de 1480, cavaleiro-fidalgo, senhor da Torre de Chã. Dele se diz ter sido

Fidalgo da Caza del Rey D. João II; que Viveo como seus passados na q.ta de Cham no Com.lo de Ferreiros com grande Caza; acrescentando Amado de Azambuja que viveu 120 annos na Torre de Cham com grande casa por ser muito rico; e de sua mulher Isabel de Leão falecida a

12.3.1592, natural do lugar de Vila Nova, que segundo as genealogias era filha de João Pinto, senhor da Casa da Torre da Lagariça, fidalgo de Cota de Armas e de mulher não nomeada (que devia ter o apelido de Leão); neta paterna de Gonçalo Martins Cochofel e de Briolanja Pinto. Do biografado diz Óscar Caeiro Pinto: referido como

“cavaleiro”, sucedeu a seu pai na Quinta da Torre de Chã e no morgado de Nossa Senhora das Neves, instituiu a capela de invocação da Senhora dos Rosário. Foi escrivão da Câmara, almotaçaria, avaliador, inquiridor e distribuidor do concelho de Ferreiros e Tendais, até 9/5/1598

10 Segundo um Instrumento de Justificação de Nobreza de seus filhos António e Jerónimo da Mouta referido, apresentado e

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data em que é substituído por Pedro Leitão. É claro que esta data é a da substituição nesses

ofícios dado que morreu antes, a 1.3 desse ano.

PT/AMDL/PRQ/CNF/Ferreiros de Tendais, M.1, f.105v – assento de óbito de Jerónimo da Mouta Pinto biografado no 1

Em seguida: extracto da petição e Instrumento de Justificação de Nobreza de António da Mouta e de seu irmão Jerónimo da Mouta, o biografado, feiro pelo escrivão Duarte Lopes, do concelho de Ferreiros de Tendais, existente em arquivo particular e propriedade do dr. Carlos da Silva Lopes, e respectiva transcrição, cedidos por Óscar Caeiro Pinto, o qual, apesar de incompleto é suficientemente claro quando à ascendência do biografado e de irmão António da Mouta, citados por esta ordem na parte final que se transcreve.

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… na ditta pittição contheudo e do costume, al não disse nem sabia. Perguntado selle testemunha pello contheudo na ditta pittição atrás escripta que lhe toda foi lida e bem declarada disse elle testemunha que bem sabia de certa sabedoria por ser home de settenta annos e sempre morador no ditto concelho que o ditto António da Mouta na ditta pittição contheudo eral filho legitimo de Álvaro da Mouta de Chãa do ditto concelho e o qual Álvaro da Mouta pai do ditto António da Mouta contheudo na ditta pittição foi filho de Nuno da Mouta avôo do ditto António da Mouta o qual Nuno da Mouta e seus antheseçôres e seus irmãos foram todos cavalleiros fidalguos e que bem sabia que serviram hos Reis passados nas guerras de Castela e em Afriqua com armas e cavallos e que bem sabia q por cavalleiros fidalguos foram sempre tidos e avydos e nomeados e conhecidos de qualquer pessoa q resam tem de os conhecer e que bem sabia que ho ditto Álvaro da Mouta viveo sempre limpamente de continuo tendo sempre cavallo athe ho presente que he de idade de outenta hou noventa annos vivendo e tratandose sempre como pessoa muito honrada e de boa geraçam // e sempre foi thido por bom escudrº e que elle testemunha houvia em pubrique e gerallmente dizer que Vasco Roiz seu bisavô do ditto António da Mouta fora vassalo delrey nosso Snor, e sempre tivera cavallos e armas e que viveo em posse e liberdade de fidalguo e da ditta pittição al não disse nem sabia – E eu Duarte Lopes Tabelião que ho escrevi – Luiz Afonso cleriguo de misa morador no ditto lugar de Ferreiros que he do mesmo concelho testemunha nomeada na ditta pittição do ditto António da Mouta ajuramentado aos santos Evangelhos em que elle testemunha pos sua mão direita por si mesmo e tomou por ser coussa civil e pormeteo a dizer a verdade – e perguntado

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elle testemunha pollos costumes e cousas delles disse elle testemunha nihil – perguntado elle testemunha pollo contheudo da ditta pittição atrás escripta q lhe toda foi lida e vem declarada – disse elle testemunha q bem sabia de certa sabedoria por ser de idade de centto annos que o ditto António da Moutana ditta pittição contheudo era e foi sempre tido havido he nomeado e conhecido por filho legitimo do ditto Álvaro // da Mouta na ditta pittição contheudo morador na sua quintaa de Chãa do ditto concelho – E que bem sabia que o ditto Nuno da Mouta avoo do ditto António da Mouta pai do ditto Álvaro da Mouta e seus anteseçores he irmãos foram todos cavalleiros fidalguos e que serviram os Reis pasados nas guerras de Castela he em Afriqua com armas he cavallos e por cavalleiros fidalguos foram sempre ttidos e avidos e nomeados e que sabia q o ditto Álvaro da Mouta fora hás partes dallem servir ellrey com Guonçallo Vaz Pinto fidalguo Snôr q foi do ditto concelho com armas e cavallo he sempre houvio viver honradamente e ter cavallo como home de boe geraçam – e que athe a ditta idade de outenta para noventa anos ho ditto Álvaro da Mouta pai do ditto António da Mouta biveo sempre llimpamente como bom escudrº - E que bem sabia q o ditto Vasco Roiz bisavoo do ditto António da Mouta foi vassalo dellrey nosso Snôr e que sempre lhe vira ter cavallo he armas perfeitas e o ditto Álvaro da Mouta as ouvera e que sempre elle viveo em em posse e lliberdade de fidalguo – e da ditta pittição al não disse nem sabia e eu Duarte Lopes Tabelião ho escrevi - // Graviel Fernandes de Covellas do ditto concelho testemunha nomeada na ditta pittição a que o ditto enqueredor deu juramento aos santos Evengelhos em que elle testemunha pos sua mão direita e pormeteo a dizer a verdade e perguntado helle testemunha pellos costumes e cousas delles dise elle testemunha nihil – perguntado elle testemunha pollos contheudo da ditta pittição atrás escripta que lhe toda foi lida e bem declarada disse hell testemunha q bem sabia de certa sabedoria por ser de idade de oittenta annos pouco mais hou menos que o ditto António da Mouta na ditta pittiçlão contheudo era filho legitimo de Álvaro da Mouta de Chãa morador na sua quintam de Chãa do ditto concelho – e bem sabya que o ditto Nuno da Mouta pai do ditto Álvaro da Mouta avoo do dito António da Mouta foi de geração de escudeiros e teve armas e cavallos e que servira Ellrey nas guerras de Castela he em Afriqua com armas e cavallo e que bem sabia q o ditto Álvaro da Mouta tevera sempre cavallo he armas e que o tinha por escudeiro e viveo sempre honradamente e que elle testemunha achara hu purguaminho maneyra de alvará // …a e nelle achara como Vasquo … visavo do ditto António da Mouta fora vassalo dellrey e da ditta pittição al não disse nem sabia – he eu Duarte Lopes tabelião que ho escrevi e tiradas e perguntadas as dittas testemunhas como ditto he o ditto António da Mouta disse que não queria perguntar mais testemunhas e que com as pergunttadas se contentava e pedio seu instromento com ho trellado da ditta pittição e fe e dittod de testemunhas o qual lhe o Juiz mandou daar he deu he intterpos há elle todo o seu dereytto he authoridade hordinaria he mandou q vallesse e fizesse fee em juízo e fora delle e por verdade asinou aqui – testemunhas q presentes estavão Diogo Annes portº he António Roiz Tabelião he eu Duarte Lopes Tabelião q ho escrevi - …andião de Medeiros ho treslladei por meu pai Duarte Lopes Tabelião por provisão Real q de sua Alteza

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pêra elle tem – Eu Duarte Lopes tabelião pubriquo e judicial no ditto concelho de Ferreiros e Tendais por ho Snôr ho Snôr ho Snôr dom Theodosio duque de bragança e barcellos es noso snôr q este pubriquo instromento escrevi e nottei e do próprio original ho mandei tirar fielmente sem duvidas por o ditto meu filho meu fiel escrivão pea licença e autoridade Real que tenho de sua Alteza ho cosi // he próprio e concertey e sob esc… ho tabelião assinado em seis folhas … tivesse sem duvida – e declaro que o ditto Álvaro da Mouta he pai do ditto Jerónimo da Mouta he António da Mouta no ditto instromento contheudos e de leggitimo matrimónio nacidos he posto não há duvida nenhua he em elle meu pubrico sinal fiz q tal lhe com o próprio com…quito çem As. com verdade com o próprio original comiguo Duarte Lopes Tabelliam abaixo assinado – Duarte Lopes - António Roiz - Certifiquo eu bastião Ramos tabelião do pubriquo e judicial em hos concelhos de Ferreiros de Tendaes por ho Snôr ho Snôr don Theodosio duque de bragança e barcellos es nosso Snôr que he rdade que … tabelião que este estromento atrás fez e sobescreve he Tabelião … pubriquo e judiciall em os concelhos de Ferreiros e TTendaes hoje em dias se … seus oficiais e as suas escreturas da a inteira fee como as minhas … ditto Jerónimo da Mouta he filho llegitimo do ditto allvaro da mouta contheudo em o ditto requerimento e hasi o certifiquo oje dous dias do mês de janeyro do ano de mil he quinhentos e sesenta e hu annos – E por verdade aqui meu pubrico sinal fis q tal he – pagou nada - Risquei na primeyra folha e dis…na cotta da marjem – e as duas folhas risquei e dis na marjem p cotta …

Casou com Madalena Carreiro, falecida com testamento a 4.6.1605 na Torre de Chã, filha de Belchior Carreiro, capitão-mor de Tendais, referidos no manuscrito genealógico do séc. XVII (168...), da autoria de José Gomes Anes Amado de Azinheira: Família dos Pintos de Riba de Bestança, senhores da Torre de Chã.

PT/AMDL/PRQ/CNF/Ferreiros de Tendais, M.1, f.109v – assento de óbito de Madalena Carreiro biografada no 1

Foram seus filhos de entre outros:

1.1. Paulo Pinto. Segundo Felgueiras Gayo foi padre e abade de Ferreiros. 1.2. Maria Carreiro, com quem se continua.

1.3. Isabel, foi madrinha num baptismo a 4.5.1586 e morreu a 13.5.1635 em Ferreiros.

1.4. Manuel, foi baptizado a 8.4.1585 em Cinfães, Ferreiros de Tendais, sendo padrinhos Gaspar da Mouta, clérigo de missa, e Francisca Coelho.

1.5. Madalena, foi baptizada a 28.7.1587 em Cinfães, Ferreiros de Tendais. 1.6. Afonso de Leão Pinto, foi baptizado a 28.1.1590 em Cinfães, Ferreiros de Tendais. De acordo com Felgueiras Gayo herdou a Casa do pai e foi capitão-mor do conselho de Ferreiros e cavaleiro da ordem de Cristo.

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1.7. Manuel, foi baptizado a 22.3.1592 em Cinfães, Ferreiros de Tendais, sendo padrinhos Simão Delgado, de Paredes, e Isabel de Sá, de Fundões.

1.8. Manuel Pinto da Costa, foi baptizado a 5.5.1596 em Ferreiros de Tendais, sendo padrinhos Gaspar Alvarenga e Inês da Rosa filha de Belchior da Mouta.

2. MARIA CARREIRO, nasceu cerca de 1580 ou anteriormente a 1578 em Ferreiros de

Tendais, no termo de Cinfães, ano em que se iniciam os registos de baptismo dessa freguesia sem que o seu baptismo ou de seu irmão Paulo aí estejam registados, onde serviu de madrinha num baptismo a 7.5.1595, e onde morreu a 15.2.1654. Casou com

António João [de São Miguel], que aí morreu a 2.6.1639. Nos registos paroquiais dessa

freguesia encontra-se o assento de um casamento datado de 7.4.1597, não sendo registado o nome da noiva mas apenas o do marido por lapso evidente do padre, sendo testemunhas Domingos Francisco, Francisco de Sá, António Rodrigues de Oliveira, António Rodrigues tendeiro, e toda a mais fregª, o qual noivo era filho de António de Santiago e de Maria Luís, moradores em Valverde nesse termo. A menos que tenha casado antes de 1607 em Tendais, é possível que se trate do casamento da biografada dado que não consta outro dos registos dessa freguesia.

PT/AMDL/PRQ/CNF/Ferreiros de Tendais, M.2, f.61v – assento de óbito de Maria Carreiro biografada no 2

PT/AMDL/PRQ/CNF/Ferreiros de Tendais, M.2, f.56 – suposto assento de casamento de Maria Carreiro e António João [de São Miguel] biografados no 2 identificando apenas o nome do biografado e a sua filiação

Foram seus filhos de entre outros:

2.1. Madalena Pinto Carreiro, com quem se continua.

2.2. Paulo Pinto Carreiro, que o manuscrito genealógico acima referido diz ter sido familiar do santo ofício. Foi abade de Tendais onde surge a celebrar vários baptismos e casamentos nomeadamente o casamento de sua irmã Madalena a 1.1.1639, e regista o óbito de sua mãe a 15.2.1654.

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3. MADALENA PINTO CARREIRO, nasceu em Vila de Muros no termo de Cinfães,

Tendais, onde foi baptizada a 4.12.1607 sendo padrinhos Isabel de Leão, de Vila de Muros, e Afonso de Leão de Chã, e onde morreu com testamento a 17.5.1647 deixando por testamenteiro seu marido António Pinto [Machado]. Diz o manuscrito genealógico acima referido que dela procedem os senhores da Quinta de Vila Nova, ou seja, os Pinto da Fonseca.

PT/AMDL/PRQ/CNF/Tendais, M., f.14 – assento de baptismo da biografada no 3 documentando a sua filiação nos biografados no 2

PT/AMDL/PRQ/CNF/Tendais, M., f.122 – assento de óbito da biografada no 3

Casou a 30.1.1639 em Cinfães, Tendais, sendo testemunhas o padre Manuel Pinto e Afonso de Leão [Pinto], tio da noiva e acima referido, com António Pinto Machado, que ficou como seu testamenteiro, aí foi testemunha pelo menos num casamento no dia de São Vicente [22].1.1657, e já tinha morrido à data do casamento de seus filhos Manuel e Bartolomeu a 4.7.1666.

PT/AMDL/PRQ/CNF/Tendais, L.M. – assento de casamento de António Pinto Machado e Madalena Carreiro biografados no 3

Foram seus filhos pelo menos:

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3.2. Bartolomeu Pinto. Casou a 4.7.1666 na ermida de Nossa Senhora do Rosário em Vila de Muros, no termo de Cinfães, Tendais, com D. Maria de Noronha, baptizada a 29.9.1647 em Cinfães, irmã de sua cunhada D. Isabel de Noronha, e

referida no 1.2.1. na LINHA NORONHA, DE CINFÃES.

3.3. António, foi baptizado a 29.4.1646 em Cinfães, Tendais, sendo padrinhos António Pinto da Costa, do Castelo de Covelas, freguesia de Ferreiros, e Beatriz dos Santos filha de Gaspar de Andrade, de Passagem, freguesia de Cinfães.

4. MANUEL PINTO [DA COSTA], foi baptizado a 12.5.1644 em Vila de Muros, termo

de Cinfães, Tendais, sendo padrinhos Manuel Teixeira, de Enxudro, e Isabel Pinto da Costa erradamente dada como irmã da mãe do baptizado, quando o era certamente de seu pai, e morreu a 29.11.1699. Casou a 4.7.1666 na ermida de Nossa Senhora do Rosário em Vila de Muros, no termo de Cinfães, Tendais, sendo testemunhas Luís da Cunha Sottomayor, de Cinfães, Manuel Vaz de Rezende, de Covela, seu irmão o capitão João Vaz, e o reverendo padre António Teixeira de Melo, com D. ISABEL

[CORREIA] DE NORONHA, filha de Manuel Rodrigues e mulher D. Maria [de

Mesquita], e referida no 1.2.2 na LINHA NORONHA, DE CINFÃES.

PT/AMDL/PRQ/CNF/Tendais, B.1, f.26v – assento de baptismo do biografado no 4 documentando a sua filiação

PT/AMDL/PRQ/CNF/Tendais, L.M. – assento de casamento dos biografados no 4 documentando as respectivas filiações, nomeadamente a filiação do biografado nos biografados no 3 e da biografada nos biografados no 1.2 na LINHA NORONHA, DE CINFÃES

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Foram suas filhas pelo menos:

4.1. D. Maria da Costa, com quem se continua.

4.2. D. Leonarda, foi baptizada a 11.2.1693 em Vila de Muros sendo padrinhos Bartolomeu Pinto filho de D. Maria, de Vila de Muros, e Leonor filha de Baltazar Pinto e mulher Maria Pinto, de Valverde.