2.6 TIP-L-GIA
2.7.1 Usando as Técnicas da Gravura: Picotado, Filiforme e
Polissoir
Para tentar perieber a praiessa o e ianstruça em suparte o e peo ra o estes tabuleiras o e jagas a que venha referino a, o eiio i pôr à prava as meus ianheiimentas sabre as teiniias o e gravaça a que me referi em 2.5.
Para tal, fui à praiura em primeira lugar o e periutares o e quartza iam seicoes pantiaguo as e o e fáiil manuseamenta, que fassem iapazes o e fazer linhas, tracar, piiar, e permitissem risiar o e farma abrasiva. Depais fui à praiura o e três supartes o iferentes que me permitissem pôr em prátiia as o iferentes teiniias que ianheca, e a que me referi. Seleiiianei o uas plaias o e xista mais au menas planas, e uma o e granita tambem plana para a exeiuça o e 3 tabuleiras iguais em supartes o iferentes.
A raz̧a para a esialha o a quartza iama periutar, e que seria a melhar instrumenta que se pao eria eniantrar em zanas o e mantanha e flaresta ano e muitas vezes se eniantram tabuleiras gravao as, ţa o istantes o e laiais o e fáiil aiessa a periutares metáliias.
O tabuleira o e jaga esialhio a para gravar em iao a um o as supartes, fai a jaga o a mainha. A primeira tentativa que fiz antes o e iniiiar a ianstruça o a tabuleira, fai testar numa plaia o e xista a exeiuça o e tracas iniisas iam uma lasia o e sílex e iam uma lasia o e quartza. Verifiquei que a traca feita par qualquer o as periutares, e um traca iniisa, o e visibilio ao e filifarme e que nas o ais iasas apresenta, aa aiabar o e ser exeiutao a, a farma e a visibilio ao e perfeita que se requer para mariar a tabuleira preteno io a. Na entanta, a periutar o e sílex, par apresentar um fia o e iarte mais apurao a e iartante e par ņa apresentar prapriamente uma farma pantiaguo a mais rabusta, ņa permite fazer tracas iniisas inferiares a 1,0 mm e superiares ate um máxima o e 1,5 mm a que as tarna o emasiao a finas e pauia suliao as (Fig. 78).
Quano a usao a a quartza, as tracas tarnaḿse mais o efinio as, iam um sulia mais prafuno a a que lhe ianfere maiar visibilio ao e. Periebése muita bem que este resultao a se fiia a o ever aa faita o e ser um periutar iam uma farma pantiaguo a muita o efinio a e que este seria a periutar io eal para fazer a tabuleira.
A B
C D
E F
Figura 78. A a F - Arqueologia experimental. O processo de execução de jogo do moinho riscando com sílex.
A B
C D
E F
A B
C D
E F
Figura 80. A a F - Arqueologia experimental. Usando quartzo com a técnica do riscado para fazer um exemplo de tabuleiro de jogo do moinho.
Daí me leve pensar e a ianiluir que faie à o ifiiulo ao e na abtença o e sílex em tao a a territoria naiianal assaiiao a à faiilio ao e iam que se eniantra a
quartza, esta teiniia pao eria ter sio a exeiutao a na maiar parte o as vezes iam este seguno a material, ate mesma nas gravuras o a palealítiia.
Depais o e fazer esta primeira experiêniia na sentio a o e apurar algumas o iferencas entre a utilizaça o a quartza e o a sílex na exeiuça o e gravuras, iameiei par um o as supartes o e xista para pôr em mariha a experiêniia o e ianstruir um tabuleira pela teiniia o e filifarme.
A B
Figura 81. A- B - Arqueologia experimental. Finalizando a execução de um tabuleiro de jogo do moinho com quartzo.
Esialhi um periutar entre as muitas reialhio as na iampa, mas iam a partiiulario ao e o e ser o e fáiil manuseamenta, iam uma farma muita pantiaguo a iapaz o e fazer tracas filifarmes, o e iniisoes finas. Apos a primeira esialha o a suparte, fiz enţa uma iniişa para mariar a primeira linha o a quao rao a e assim suiessivamente ate iampletar tao as as quao rao as e respeitivas linhas perpeno iiulares.
Esta primeira experiêniia revelaúse relativamente fáiil e o emanstrativa o e exeiuça o a Teiniia o e Filifarme teno a na final a aspeita que se apresenta na ianjunta o e imagens que se seguem. uegista fatagráfiia (Fig. 80 ÁF e 81 ÁB), iam a exeiuça o a tabuleira o e jaga o a mainha sab a teiniia o e filifarme utilizano a iama suparte material uma plaia o e xista.
suparte o e granita que, par ser iaraiteristiiamente mais o ura, esialhi para pôr em prátiia a teiniia o a piiatao a, reiarreno a a um periutar o e quartza que mais uma vez seleiianei entre as várias que havia abtio a na iampa.
Mais uma vez esialhi enţa um instrumenta fáiil o e manusear, que ņa me pravaiasse qualquer tipa o e leşa nas m̧as e que fasse pantiaguo a, para fazer as quao rao as o a jaga o a mainha. Fiz as primeiras linhas o a primeira quao rao a e vi que a periutar se ia “lasiano a” à meo io a que piiatava iam ele na suparte (a respeita o a ianstruça o a tabuleira pela teiniia o a piiatao a, vejáse a ianjunta o e fatagrafias o e A a F representao as na Fig. 82).
Na final o a ianstruça o a seguno a tabuleira ialaquei as o ais juntas para pao er fazer alguma analagia e tirar as primeiras ianilusoes. Enţa, ianiluí que a teiniia o a filifarme aino a que iam a passar o as anas a patine venha a o eixar menas visível a o iagrama o e jaga, ela e na entanta muita mais fáiil e rápio a o e fazer e revelaúse bem visível.
Quanta aa seguno a tabuleira, ianiluí que embara a o iagrama seja mais visível e resistente aas efeitas o a patine e ate o e líquenes que a peo ra passa vir a ao quirir, ela e na entanta, muita mais o ifíiil o e trabalhar, ņa seno a muita pravável utilizao a a granita para a teiniia o a filifarme, o evio a à sua o ureza e resistêniia, o aí que tenha aptao a par utilizar a teiniia o e piiatagem para trabalhar a granita, aino a que a periutar utilizao a se ianstitua pela mesma material.
Muita visível nas fatagrafias o este última tabuleira, şa as “lasias” resultantes o as investio as o a periutar o e quartza na granita.
Finalmente quiz fazer um tabuleira o e jaga, tambem em xista, reiarreno a à Teiniia o e polissoir, tambem aqui ianiluí, que o e faita, aa risiarmas iantinuao a e repetio amente sabre a mesma sulia au sabre a mesma iniişa, iam um abjeita pantiaguo a, iriei uma gravura iam sulias prafuno as, em farma o e “V” au o e “U”. Estamas perante aquila que se ihama o e “polissoir” au “abraşa” e que ņa e mais o a que a palimenta o a propria iniişa.
A superfíiie o a plaia o e xista esialhio a iama suparte fai o esgastao a par atrita numa tentativa o e aientuar au o e regularizar um sulia que ņa existia, mas que fui iriano a iniiialmente par “piiatagem” au par “iniişa filifarme”, para ajuo ar a tarnar a gravura mais visível. Esta teiniia e muita usual na exeiuça
o as tabuleiras o e jaga, iam espeiial o estaque para a jaga o a mainha.
O periutar utilizao a iniiialmente, fai mais uma vez a quartza, mas neste terieira iasa experimental, aianteieu que aa feihar a primeira quao rao a, se lasiau um o as iantas o a suparte, mas ņa o anifiiau a gravura.
A B
C D
E F
Figura 82. A a F - Arqueologia experimental. Usando quartzo para com a técnica do picotado fazer um exemplo de tabuleiro de jogo do moinho.
A B
C
Figura 83. A-B Arqueologia experimental. Finalizando a execução de um tabuleiro de jogo do moinho picotando com um instrumento de quartzo. C – Comparação entre os dois tabuleiros
A B
C D
E F
Figura 84. A a F - Arqueologia experimental. Usando a técnica polissoir para fazer um jogo do moinho
O material resultante o essa fraitura fai uma lasia o e xista pantiaguo a que tratei o e experimentar iama periutar e a qual se veia a revelar iama um instrumenta o e suiessa, na abraşa o as sulias que ia iriano a. O resultao a final, pao e ser abservao a na figura 85.
A B
C D
E F
Figura 85. A a F - Arqueologia experimental. Finalizando a execução de um tabuleiro de jogo do moinho picotando com um instrumento de quartzo e outro de xisto.
Finalmente e o epais o e ianiluío as as três tabuleiras iama praieo imenta experimental, ialaqueías alinhao as para perieber melhar as o iferencas entre iao a um o eles. As três teiniias utilizao as mastraram resultao as
iampletamente o iferentes iama era o e esperar, mas em qualquer um o eles, laga que terminao a fiiaram as gravuras bem visíveis. Na tabuleira feita par piiatagem em suparte o e granita, abservaḿse bem as linhas o e jaga um pauia mais largas e iam as marias em farma o e pantas iniisas resultantes o a piiatagem.
Figura 86. Arqueologia experimental. Comparação dos 3 tabuleiros teste que foram executados
A B
Figura 87. Arqueologia experimental. A-B - Diferentes tipos de instrumentos usados para gravar os tabuleiros testes.
Na seguno a tabuleira em suparte o e xista, iam tracas filifarmes, periebeḿse muita bem as linhas o e jaga, iam tracas finas, mas bem mariao as, e que mastram iama neste tipa suparte, esta teiniia se tarna o e fáiil exeiuça. Finalmente na terieira iasa, tambem em suparte o e xista, verifiquei a mesma situaça, já que as tracas que gravei para ianstruir as farmas o as linhas o e jaga, utilizano a a teiniia o e polissoir, resulta em sulias
funo as, visíveis e bem o efinio as, resultantes o a abraşa a que sujeitei a suparte.
A
B
figura 88. Arqueologia experimental. Os três testes gravados a picotado, riscado e “polissoir”
Numa última análise, passa aino a tirar algumas iansio eracoes finais: a) passa iansio erar que sabre um tabuleira gravao a em filifarme pao emas “reialiar” primeira em piiatagem e o epais em polissoir, tarnano a a tabuleira mais visível;
pao e o epais “reialiar” utilizano a a teiniia o e polissoir, tambem para a tarnar aino a mais visível;
i) passa iansio erar que sabre um tabuleira gravao a seguno a as teiniias o e piiatagem au palissair, ņa ao ianta “reialiar” usano a filifarmes, já que estes ņa as v̧a tarnar muita mais visíveis; É passível ver as o iferencas entre as três tabuleiras e (Fig. 86), abserváse a o iferenca entre as periutares utilizao as (Fig. 87 ÁB).
2.7.2 Usando as Técnicas deTraçados Digitais e Instrumentos