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0 DIRECTOR-GERAL, OJO"

No documento Processos de correspondência (páginas 186-198)

Anexos: 4 documentos

MHC/J ék,

Exp. 11

UNIVERSIDADE DO PORTO

MINISTÉRIO DAS OBRAS PUBLICAS \ o ,<í

Entrada 6mi..4.dí..^AM!M?. (el962

DIRECÇSO-GERAL DOS EDIFÍCIOS E MONUMENTOS NACIONAIS 11 jV( VJ /> I , ( \ a i . T l ^ / ,<- j/

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Proc.

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\-..L.>.>.-

DIRECÇÃO DOS EDIFÍCIOS NACIONAIS DO NORTE

Exm° Senhor

R e i t o r da UNIVERSIDADE DO

PORTO

Sua referência Sua comunicação de Nossa referência R. Santa Catarina, 264 —Telef. 24855

147/96 - L2 15-PO 59 24-4-1968 , , ^ , . ,M O

Assunto: , N.O'S L \ t\ /EN Porto, 14 d e Junho de 1968

"UNIVERSIDADE DO PORTO - FACULDA- x * « Lf ' DE DE CIÊNCIAS - MUSEU E LABORA-

TÓRIO MINERALÓGICO E GEOLÓGICO".

Em referência ao ofício acima citado, que era acompanhado de uma fotocópia do ofício rfi 196/68 - L M - Procs 5 1 , de 18 do mês em curso, da Faculdade de Ciências dessa Universidade, relativos a um p r i n c í - pio de incêndio ocorrido numa dependência do Museu e Laboratório Mineraló- gico e Geológico, anexo a este estabelecimento de ensino superior, tenho a honra de informar V.Ex

6

:

Presentes à consideração superior os ofícios antes aludi- dos, foi determinado que se procedesse à reparação dos estragos ocasionados por aquele s i n i s t r o e relacionados no na "I - Principais danos causados no e d i f í c i o " , do ofício da Faculdade em epígrafe.

Quanto aos referidos no n= " I I - Prejuizos em material e mobiliário", apenas foram considerados de atender os respeitantes à a l í - nea 2 ) , 3 ) , 4) e 5) e que consistirão numa. simples limpeza e enceramento

ou envernizamento dos móveis em causa.

As despesas que tiverem por base os restantes danos não

poderão ser suportadas pelas dotaçSes atribuídas a esta Direcção. Neste

caso estão também incluídos os extintores de espuma utilizados no combate

T—m

MINISTÉRIO DAS OBRAS PUBLICAS

DIRECÇAO-GERAL DOS EDIFÍCIOS E M O N U M E N T O S NACIONAIS

DIRECÇÃO DOS EDIFÍCIOS NACIONAIS DO NORTE

Pág. &_..

Rd - : ±í3tr

N.o ±__± « . . .

Data. ...14-6-1968

f

ao i n c ê n d i o .

De acordo com o que e s t á e s t a b e l e c i d o , a r e v i s ã o e o f o r - necimento de novas cargas para aqueles a p a r e l h o s , competem às entidades que os usufruem.

Dentro d e s t a ordem de i d e i a s , foi autorizada por despa- cho do Exma Senhor D i r e e t o r - G e r a l de 30 do mês f i n d o , a adjudicação da cor- respondente empreitada à firma F e r r e i r a dos Santos & Rodrigues,Ld».

Para a r e a l i z a ç ã o dos r e s p e c t i v o s t r a b a l h o s rogo a V.Ex*

as n e c e s s á r i a s f a c i l i d a d e s .

Aproveito o ensejo para a p r e s e n t a r a V.Ex» os mais d i s - t i n t o s cumprimentos.

# ~A Bem da Mação j

0 ENGENHEIRO DIRECTOR /

(Mário Soares Lopes)

Of^f_

-MB.

Mod. 2 Formato A 4

.v.*

L.K.

ff y

jSxat* Canhar Director ce íacul­

caás «a Engenharia |.|

Rua doa Bragaa

FORÇO

Li.61?Pt% a­5­1968

I960

3 de Junho de

'4v *

Ba referência ao ofício 4a T. Is*, aoina indioado, tenho a honra 4a oonunlcar que a DireotBe­Geral do Eneino Superior a 4 M Belaa­Artee, am of£ ala n«. 4/1(14), L». DV$, de 30 da Saio findo, inf ornou one o podido formulado acerca da anpliaçtc daa inatalaçCea actualmente ooupaùaa paio Centro

_ • . ' ' ' ' ■ ' ■■ ' "

a Direoçlo­Oeral 444 Bdifíoio» a Monumentoa Haoionaia a fal perguntado 4 meena Direooto­Geral 4a já foi tonada alguma reaoluçlo eobre o aaaunto.

1 feam da Hagío

Ú leitor»

UNIVERSIDADE DO PORTO Eitraóa em.il.ds cMocuo Se 196$

N.'iLtfe. -L'J4...Fls.5»--

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO NACIONAL P r O C ' . J ^ - L . ' J J ' ^

D I R E C Ç Ã O . G E R A L DO ENSINO SUPERIOR E DAS B E L A S - A R T E S ^

Exm.0 Senhor Reitor da Universidade

P O R T 0

DV^/4/l(l4) Em referência ao ofício n» 3?9/96, L» 15, P° 59, de 27 do

y^U

corrente, tenho a honra de informar V. Ex» de que o pedido formulado pelo director da Faculdade de Engenharia acerca da ampliação das ins talações actualmente ocupadas pelo Centro de Estudos de Química Nuclear, foi oportunamente transmitido à Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais.

Nesta data é perguntado à mesma Direcção-Geral se já foi toma da alguma resolução sobre o assunto.

4

A bem da Nação

Direcção-Geral do Ensino Superior e das B e l a s - A r t e s , em 30 de Maio de 1968.

0 DIRECTOR-GERAL,

IJÇLQ^A

âLLxj^j-^^^-^R

MHCjraA.

UNIVERSIDADE DO PORTO

FACULDADE DE ENGENHARIA

UNIVERSIDADE DO P O R T O ]

SitrJR«m.íM .(is.JlcuJL? du 19^/

N.'&q-.LV.lS Fls.£ï./£

Proc.

,

....j-4- . L ' ^ j - .

Ex.mo Senhor

R e i t o r da Universidade do P O R T O

"1

L J

Sua referencia Sua comunicação de N o n a referencia P O R T O

L.O 61 N.. 3 73 P.. 25 21-Maio-1968 Assunto: Obras de ampliaçSo do Centro de Estudos de Química Nuclear

Tendo-se solicitado superiormente, através do ofício desta Facul- dade nfl.347-Lo.60-P°25, de 24 de Novembro de 1967» a ampliação das insta- lações actualmente ocupadas pelo Centro de Estudos de Química Nuclear e nSo se tendo obtido qualquer resposta, atl este momento, tenho a honra de solioitar a V. Ex*. se digne providenciar no sentido de que esse pedido possa ser tomado em consideração, o mais brevemente possível.

Aproveitando o ensejo, apresento a V.Ex». cumprimentos de muita consideração.

A bem da Nação 0 DIRECTOR DA FACULDADE

c ^r<U- cX_A_ J ^ l

(F. Correia de Araújo)

EV/.

Tip. I Ene. Dcmlnjoi 0'Ollieln - Porto - 4.000 a. 4-66 F O R M A T O A - «

. ! C;/.«j'iS,f;;'.'tf

I. M.

i /An

Bxmi. Senhor Direotor-Oeral do

I h' Bnoino Superior a dae Belae- -Artee

Mlnietérlo da Bduoeglo Nacional LISBOA X

II 17 4a Maio da

1968

Ba aditamento na aan ofício ai. 200/94, £•. 19. Pro- oeeao 59» de 22 4a Deaeahro Altino, tenho a honra 4a reenter a V. Bx». odpia 4a ofício n». J73, »•.*!» Proct. 29» da 41 4a corrente, 4* B4Mald.de 4a Bnaenharia anata Unirereidade

aoeroa 4a amplieçto daa inatalaçSea ooupaeae pelo Centre 4a*&&f' Batudaa 4a Quíaioa Ruelaar.

§

A hen 4a Raçt© -

O Vioe-Beitor,

t- MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO NACIONAL

DIRECÇÃO-GERAL DO ENSINO SUPERIOR E DAS BELAS-ARTES

UNIVERSIDADE DO PORTO

Eitoii M.H. itMfiÃQ ieBfí

N:.s^LMH.FIs..yíX Proc/..ll-L\ , ^

Exm° Senhor Reitca da Universidade

P O R T O

• '¥5/23(761 Para os devi os efeitos tenho a honra de transcrever a cir cular n2 2-1/68, Património 11« 4 203, de 19 de Abril findo, da bireç ção-Geral da Fazenda rública, agora recebida da °ecretaria-Geral deste Ministérios _

"1 Nos termor, do Artn 5n° da Constituição Política

"a administração dos bens que estão no domínio privado di Estado pertence no Oon+in^n+p e I^as '' d-îaeertrs ao "Tiriis + é rio das Finanças, sa"1 vo os rasos de prpr-ssa a+ribuiçao a qualquer outro.'

^a apicação dea+e principio, o Decreto-Lei ns 24 489, de 13 de °etembro de 1934. considera, no seu reiatórjo,como consequência lógica, que a distribuição dos imov-is do patri mónio do Estado, pelos diversos ministérios e serviços publi_

cos, se deve fazer por interme'dio do ministério das Finanças.

E o '-.rtQ 6. do mesmo <ipi orna estabelece o regime dessa distribuição, que depende sempre de despacho de Sua Excelên cia o Ministro das Î inanças.

2. Verifica-se, porém, que nem todos os Serviços têm tido em conta estas disposições legais o que os leva, por vezes a tomar resoluções relativamente ao destino de bens, de que são apenas cessionários, sem conhecimento e autoriza ção deste Liinisterio, que se vê frequentemente perante factos consulados e reduaido à simples função de executor de solu- çõe>. adoptadas sem a sua intervenção.

3. Nestes termos, e em cumprimento de determinação su

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO NACIONAL

DIRECÇAO-GERAL DO ENSINO SUPERIOR E DAS BELAS-ARTES

perior, tenho a honra de solicitar os bons ofícios de V. Exa para os Serviços desse Ministério, sempre que deixem de dar a um imóvel do ^stado a aplicação específica que determinou a jua cessão ou afectação, comuniquem o facto à Direcção-Geral da lasenda Pública para efeitos de estudo, em colaboração com o Ministério das Obras Públicas.

Do mesmo modo, os Serviços interessados na utilização de imóveis do ^stado cuja desocupação se preveja, deverão for mui ar o respectivo pedido a esta Pirecção-G-eral nos precisos termos do disposto no Artigo 7s do citado ^ecreto-Lei n^

24 489."

Tofios is assuntos desta natureza deverão ser tratados com o

Luiniste'rio das Finanças através desta Direcção-Geral.

A Item da Nação

Direcção-G-eral do Ensino Superior e das Belas-Artee, em 20 de "raio de 1968.

MHC/MC.

.axa». Senhor .Director doa E d i f í ­ cios Kacionaie do Sorte

Rua Santa Catarina, 264

NMI

20 da Abril de 1944

*•"«

M i

EogiinUo a V. Ext. ee digne promover qua. eon a urgência que o caso raquer» eejam mandadoa executar na obraa da reetau­

re Indiapensáveis, tenho a honra de incluso remater a V. Sn*.

uma fotocópia do ofício n». 196/68, I»4. 4» ?roo*. 51, da 18 do corrente, do Director da Faculdade de CiSnciaa de»ta Uni­

veraidade, acerca do principio de incêndio ocorrido em uma...

dependência do Museu e laboratório Mineralógico a teológlao, anexo 4 referida Faculdade.

Aproveito o ensejo para apreeentar a T. Ex*. ov acua melhora» cumprimentos.

I ■.'.;. ■■ •' ; ... ..­. M | ii .. ', . \

L.M.

w

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A bem da Veçflo

O Reitor,

t n g . 1 . 1 , ,

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AUTO

PS mvsmi s cssslo mtJiattoEA nos EMiteios

m* ww i ' — wmm f w TI

P A I A 0 CÍBOTLO MlïilBIANO B ïiIRA L E S T S DO OBSEHTA­

ÏÔKIO ASTHOK&IXCO DA FA JLÛADS DE CILÍCIAS M ONX­

VSBSIPA&S DO FOHTO ­ MOTTS M VIHOSM ­ VILA MOVA

DS GAZA ■■■­ ■■' ■' —» "■■■" ■ '" ' "

Ao» deaanova d i s e do mea de A b r i l de rail noveeontoe e s e e ­ s e n t e e e i t o , no e d i f í c i o da Direoçâ© clos i a l i f f e i o e Haaioaaie de Morte, oonparooerami ——i ■ I ' 1 ■ I ■■%■!.<

» UÂMù SCARES LOP88, engenheiro D i r e c t o r do© E d i f í c i o s He­

o l e n a i s do Morto, core r e p r e s e n t a n t e da PireeçSe­Oeral dos Kdifícioo o Moaumentee N a c i o n a i s , conforms Ordeia de Ssrvige ndVero t r e s e n t o e e c i n ­ quenta e m e t r o , de t r i n t a e ura de J a n e i r o do c o r r e n t e a a e , daquela B i ­ roeçBo—Q©rsl, —»—— ««.n . ­ 1 ­ —.1 ■ ■■■ ■ « ■■ « ■■ ­»■»■»! ■ *""

JCA' UIM C R 1 S T 0 V Î 0 DB OLXVKIRA RÁO JíABCOS, ©h©f© d a i i e p a r t i ­ çKo do Finanças do concelho de Vila Hora de ( l e i a , cerne r e p r é s e n t a n t s da Di rooçSe­CIoral da Faseada P ú b l i c a , ea eoní*­ rmided© com o o f í c i o níLaoro

t r e e m i l c e n t o © v i n t e © q u a t a ev ti© v i n t e úe Fevereiro tan.be» do e o r r e a ­ t e a n o , da Mrecçgo de Finanças do d i s t r i t o do F o r t e e »■■ ...,­­­..

WMm. CGfiáli M BAííites JtÍKlOE, E o i i o r da Universidade

P o r t e , conto p r e s i d e n t e do Consnelbo A d m i n i s t r a t i v o da mesma U n i v e r s i d a d e , on r e p r e s e n t e e ^ ue Mieoçne~0©ï»l de íàisino Superior e d a s B e l a a ­ A r t e e , deni^aade pelo e f í c i e nuWro PV 5/4/4(10)» de ©ate de F e v e r e i r o também do c o r r e n t e a a e , da u e l a fAreeçse­Oerel, — ­ ■■■'■' ■" ' ■ p a r a procederem I formalidade de e n t r e g a e ©east© «innilttnea doe M i f í ­ e i o s p a r a e CÍrouX® Meridiano e pêra a Mira Leste do O b s e r v s t e r i e A s t r e ­ nómlee da Faculdade de C i ê n c i a s da Vnivoroldade do P e r t e , s i t e e ne Men­

t e de Virgem, «n V i l a Neve de Q a i a . ­­— ——.... ■ " * ■■■'—"■­"■.—

Para t a l e f e i t o , o p r i m e i r o outorgaat© doclarou q u e , p e r p a r t e do M i n i s t é r i o doa Obres P u b l i é e s , e em ropreoontaçBe da D i r o e o l e ­

­Oeral doe Mifîoioo e Senumentos Maeienaia, fa&ia entrega ae Minlote­

r i e dee finanças» representade pele negando cutergant©, dos Sdlffeiee para © OÍreul© Meridiano e paro a Mira Leste do Observatório

oe da Faculdade de CiSnoias da Universidade de P e r t e

t

———

Pele segunde ©utorgant* fol d i t e que, por parte de Minis­

t é r i o das Finanças e ©m representação da Birecçao­Oeal da Fazenda Públi­

c a , tomava conta des inéVeis referidos e delee fa l a eedeaeia, a t í t u l o p r e c á r i o , nos termes de Beorete­Lei número vint© • quatre mil quetreoea­

tots e o i t e n t a e nove, de t r e e e de Setembro de mil novecentos e t r i n t a e quatre» â Mreeoae­Oerai de Besla© Superior e des BeXas­Artes, repreisea­

tada p«l© t e r e e i r o outorgante. —­■■» »■ <«■»-> *•- . ­ ­ . ­ ­ ­ — ■■ ' ■ Pelo t e r e e i r o outorgante foi dito nue, co:,© reprosentante

de Pireoege­Ooral do Inaimo Superior « ám B©lae­Artee, aceitava a oeo­

sfto ãutt aludidos edifícios» —■ ­ »■"■ ­ ­ ■ —

Ë nada taaie àaveado a t r a t a r ne lavrou o presente auto nue»

depois de lido © julgado ©enferme, vai Sai sarjlwiá© peles t r ê s funoicne­

r i o s que neste acto ofiolelmenfte ir.terviernm**

ESCALA 1 :4000 ESCALA GRÁFICA 0 50 tOO

+..-..4..+.,...4.... LIMITE DA ZONA NON EDIFICANDI LIMITE DA ZONA DE PROTECÇÃO LIMITE A CONSTRUÇÃO DE FABRICAS

,.-, LIMITE DE PROTECÇÃO A CAPTAÇÃO DE A'GUA ENFIAMENTO DOS INSTRUMENTOS MERIDIANOS Rs RESERVATÓRIOS DO SANATÓRIO

ZONAS DE PROTECÇÃO DO SANATÓRIO DE D.MANUEL II

E DO OBSERVATÓRIO ASTRONÓMICO DA FACULDADE

DE CIÊNCIAS DA UNIVERSIDADE DO PORTO

No documento Processos de correspondência (páginas 186-198)

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