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Proc/ ^ L V4
Exmo. Senhor H e i t o r da U n i v e r s i d a d e do P o r t o
F A C U L D A D E DE C I Ê N C I A S
UNIVERSIDADE DO PORTO
Proa* ....26.
Of..105/70
Para os devidos efeitos transcrevo o ofício que re
cebi do Sr. Director do Laboratório de Química desta Faculdade:
"Como V Esteia.muito bem sabe, lutamos com grandes dificuldades de espaço devido à exiguidade das instala
ções disponíveis.
No sentido de aproveitar, ao máximo,esse espaço, foi oportunamente apresentado um plano de obras de re
modelação e conservação lo Laboratório de Química.Em Ju
nho do ano passado, começaram as obras na sobreloja da ala leste do Laboratório.
Essas obras têrase processado com uma lentidão in
compreensível e altamente prejudicial para ensino e in*
vestigação. A situação ainda mais se agravou pelo facto de, há cerca de 15 dias, os trabalhos estarem suspensos, ficando as obras com aspecto de abandonadas.
Ê particularmente chocante a situação do Eaborató
rio de investigarão que, para entear em funcionamento, só necessita que sejam postas em condições de utiliza
ção as bancas que foram danificadas no decurso das obras.
Venho,pois, rogar a V. Excia. se digne efectuar as diligências necessárias para se remediar este estado de coisas, altamente desprestigiante para as entidades tute
lares, particularmente a das obras."
fixa*. Senho* Direotcw do Instituto de Botânica "Dr. Gonçalo Sampaio"
Hua do Campo Alegro POSfO
*», 6 2011970 d# 1970
••■■'"•■■•.. • ■
Em referência ao oficio desse Instituto acima indicado, tenho a honra de informar 7, **•♦' ds que, por despacho da 17 do corrente, oomu
nioado por ofício d* DirecçãoGeral do Ensino Superior • das BelasArtes, n*. C72/442 (2f>), de 18, foi autorizada a construção da estufa n». 16, estufa fria.
Cumpreme informar ?» Ejc». de qua, nesta data, foi pedida a transiertnoia do verba.
A bem da Nação 0 Haitor,
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO NACIONAL,., , h \ / ^
Proc'-it-L'Ji^/
D I R E C Ç A O - C E R A L DO ENSINO SUPERIOR E DAS BELAS-,
CT2 A/4-2 (25)
Exm2 Senhor Reitor da Universidade
P O R T O
Em referência ao ofício n2 234AO8, L2 16, PQ 76, de 26 de Janeiro último, tenho a honra de comunicar a V. Exâ que, por despa cho ministerial de ontem, foi concedida a autorização nele solicita da.
M!I/kA.
A bem da NaçSo
Direcgao-Geral do Ensino Superior e das Belas-Artes, em 18 de Fevereiro de 1970.
\ t C DIRECTOR-GERAL,
O^AA; r (ucu^Jta-^
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KJOa*
fSenhor Direetor-Geral do Enaino Superior e das Belaa-Artea WiniRtirio à"a Sducnçtô !fa clonal
Campo Kirtiraa da Pátria LISBOA I
26 de Janeiro de 1970
4Qt Para afeito a do diapoato na alínea e) do art*. 5
fl. do Decreto-Lei n». 48 ?34» de 31 de Janeiro de 1966, a a fia de seguidamente aer aolicitada a necessária tranafertncia de verba para o Ministério das Obras Publicas, tenbo a honra de remeter a V. Sx*., em triplicado, cópia do ofício n». 20/70, Proc». 6, de 20 do corrente, em que o Director do Inetituto de Botânica
"Er* Gonçalo Sampaio", anexo a Faculdade de Ciircias, solícita autoria a 9 to para a conatruçSo da Bstufa n*. 16 (conclueto), ee>*
tufa fria.
I A ''"be*"fca Nftç*o
0 Beitor,
UNIVERSIDADE DO PORTO
FACULDADE DE CIÊNCIAS
Instituto de Botânica «Dr. Gonçalo Sampaio»
(Museu, Laboratório e Jardim Botânico)
01"
Ex.™ r
0Senhor
UNIVERSIDADE DO PORTO
Proc. , 3.-»-.i. , .ii-
"1
Reitor da Universidade do Porto
L P O R T O
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Sua referência
A S S U N T O :
Sua comunicação de Rua do Campo Alegre. 1191-PORTO-Portugal
2o de Janeiro de 1970 Autorização para obras
M/A
Para os devidos efeitos e de acordo com o disposto na alínea a) do Art2. 50 do Decreto-Lei n2 41 375, de 19 de No- vembro de 1957, tenho a honra de eorrtmicar a V.Exâ. que este Instituto tenciona, durante o ano corrente, maàdar executar a obra abaixo mencionada, que será paga pela verba especial consignada no nosso orçamento aob o Art2. 370/1 1) - DESPESAS DE CONSERVAÇÃO E APROVEITAMENTO DO MATERIAL - Prédios místi-
cos.
- Obras de construção da Estufa n°- 16
(conclusão), estufa fria 120 000|00 Venho, portanto, rogar a V.Exâ. se digne solicitar su~
i'Cîriormente a devida autorização para se proceder à referida obra.
Aproveito a oportunidade para enviar a V.Exâ. os meus cumprimentos.
A bem da Nação 0 Director,
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UNIVERSIDADE DO PORTO
ismita sê por eó 4 5 9 * ' '■■ h\ ^&U/UÃM> JílSéJ
Director J ^ J w J M
M I NIST Ê R I ODA EDUCAÇÃO NACIONAL ^ K / urST-JlS,^
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para qusr 89 d i t j n e " ^ ^ ^ . ,
X.©*JLtuCA^£*Jt» — Univ. do Porto J L . / J U J l U l
fa'Q REITOR,
ExmQ Senhor Reitor da Universidade
P O R T O
DV6/20Al(K) P a r a o s devidos efeitos tenho a honra de comunicar a V. ExS o se guinte ofício da DirecçãoGeral dos Edifícios e Monumentos Nacionais:
"Em cumprimento do determinado por Sua Excelência o Sub %
secretário de Estado das Obras Públicas no despacho a seguir transcrito, tenho a honra de informar V. ExS,, para conhecimen to de Sua Excelência o Subsecretário de Estado da Administração Escolar, de que em 8 do corrente foi adjudicada a obra de "Fa
culdade de Engenharia da Universidade do Porto remodulação da instalação elé*ctrica.":
"Autorizo. Transmitase ao Gabinete de S. Ex§ o Subsecretário da Administração Escolar.
81069. a) Joaquim D. Silva Pinto."
A bem da Nação
DirecçãoGeral do Ensino Superior e das BelasArtes, em 29 de Outubro de 1969.
0 DIRECTOR_GERAL,
^
MHC/toA.
V
Exm.« Bireoter de Flnannaa
4
•
, 1 5 de 8ete*bro
Oft 1 3 W , 2.»eeoolo 19969 it U ^ » V
la referâncla aa ofíoio acima indicado, tenho • d« tranecrever a lnforaaolo dada pelo Direotor de Inatituto de Botânica "Dr. Gonçalo Sampaio" qua ae foi traneaitlda pelo Di
rão tor da Faculdade da Giânoiaa aa sau «dale n.« 492/69» da 9 do corrente, juntandoee a planta a »*aaieeaa *«aoriUra a * Tplano
• da aproveitamento do tarrano aa queatfoi
• 0 requerente, António da Silva 8earaa, pre
tende, baseado ae piano director da oidada do Porto, qua e Be
tado oada a fábrica da Tecidoe do Gampo Alegre, Ltd.», una par
oala da tarrano que oonfina eon a referida fábrica, aituado a Oaata da autoeatrada, baaeandose no facto da nlo ter aide aproveitado ate agora.
l.s m o Plano Diractor da oidada do Porto, na parto referente ao Campo Álacre aio á definitivo aegundo infor
ma o Io da Exm.* Oinara Munioipal de Porto, trananitida pelo ofí
oio 312/6 J, da 27 de Julho de 1963•
f 2.» A Direcçfo doa Edifíoioa Baeioaala da farte tea aa aeu podar a plaata do aproveitenante da parte do
■
:' ■ • . ■ ■ Í: J ar dia Botânica situada a Oaata da autoaatrada.
3.° A utlliaaclo doa tarranoa de Jardin BotSn niée eatlo depandantaa daa verbas qua o Iaatituto da Botânico diapde. Até agora nlo tea aido poeaível, con aa verbaa^e peaaoal diaponível, faaer oa armamentoa a canalisaolee naoeaaáriaa para utiliaaçfo efectiva deaae terreno, o que da aedo nenhum aignifi
oa que o Jardim Botânico, da tio pequena auparfíele, peaaa alie
nar qualquer parcela.
4«* Junto envio e plana da aproveitamento de terreno aa queetfo."
Bevolvo a 7. Bx.« a fotocópia de requerimento da
Pábrioa do Campo Alegre e a planta de terreno que ae foram envia
1
doe, a título devolutivo, com o ofíoio atráe referido.
!
^ ¾ ¾ ^
FACULDADE DE CIÊNCIAS Exm
a. Senhor R e i t o r da Universidade do Porto
UNIVERSIDADE DO PORTO
JL.0....^ _.. Proc.0 !..
0(.4.82/69
Em referência ao ofício da Direcção de Finanças do Porto n
e. 15787 - P° 7 - 8 que V. Ex». me mandou a informar, cumpre-me transcrever a informação que me foi dada pelo Director do Instituto de Botânica "Dr.Gonçalo Sampaio", assim como o pla- no de aproveitamento do terreno em questão.
" O requerente, António da Silva Soares, pretende, baseado no plano director da cidade do Porto, que o estado ce- da à Fábrica de Tecidos do Campo Alegre, Ld»., uma parcela do terreno que confina com a referida fábrica, situado a Oeste da auto-estrada, baseando-se no facto de não ter sido aproveitado até agora.
I
e. - O Plano Director da cidade do Porto, na parte refe- rente ao Campo Alegre não é definitivo segundo informação da Exm». Câmara Municipal do Porto, transmitida pelo ofício 512/63, de 27 de Julho de I963.
20. - A Direcção dos Edifícios Nacionais do Norte tem em seu poder a planta do aproveitamento da parte do Jardim Botânico situada a Oeste da auto-estrada.
3". - A utilização dos terrenos do Jardim Botânico estão dependentes das verbas que o Instituto de Botânica dispõe. Até agora não tem sido possível, com as verbas e pessoal disponível, fazer os arruamentos e canalizações necessárias para utilização efectiva desse terreno, o que de modo nenhum significa que o Jar- dim Botânico, de tão pequena superfície, possa alienar qualquer parcela.
4
a. - Junto envio o plano de aproveitamento do terreno em questão".
A Bem da Nação
Faculdade de Ciências do Porto, 9 de Setembro de 1969, O DIRECTOR,
**Hs. t
R.
F A C U L D A D E DE C I Ê N C I A S
UNIVERSIDADE DO PORTO
1.°.. Proc.0..
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