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ANÁLISE VERTICAL E HORIZONTAL DA FERRODURA LTDA

No documento UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ – UNIVALI (páginas 57-66)

6. ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS NA EMPRESA DE

6.3 ANÁLISE VERTICAL E HORIZONTAL DA FERRODURA LTDA

Aplicou-se a análise vertical e horizontal do Balanço Patrimonial e na Demonstração do Resultado do Exercício da empresa Ferrodura Ltda, com a perspectiva de analisar a evolução da empresa em cada conta que compõem e a proporcionalidade que representa seu conjunto. No entanto seus valores serão representados em milhares de real.

No Quadro 11, será apresentada a análise vertical e horizontal do balanço patrimonial da Ferrodura Ltda dos períodos de 2004 à 2006

Ca ix a 44 .7 62 ,41 2 ,06 10 0 4 2.2 19 ,9 9 1 ,8 0 9 4,3 2 76 .7 24 ,08 3 ,10 17 1 ,4 Ba n c o s 53 .8 25 ,25 2 ,48 10 0 1 1 1.0 35 ,7 0 4 ,7 4 2 0 6,2 9 13 .4 69 ,24 0 ,54 25 ,02 A plic a ç õ e s d e L iqu ide z Ime d ia ta 1 30 .2 53 ,60 5 ,99 10 0 8 0.5 16 ,7 2 3 ,4 3 6 1,8 2 37 .8 37 ,69 1 ,53 29 ,05 DIREIT OS REA L IZ Á V EIS 1.2 37 .6 81 ,51 5 6 ,96 10 0 1.2 7 5.3 38 ,7 3 5 4 ,3 9 1 0 3,0 4 1.5 33 .3 15 ,8 1 6 1 ,89 12 3 ,9 Clien tes a Re c eb e r 4 14 .8 40 ,71 1 9 ,09 10 0 2 2 4.1 16 ,7 8 9 ,5 6 5 4,0 2 4 61 .2 68 ,2 0 1 8 ,62 11 1 ,2 Imp o s to s a Rec u pe r a r 65 .4 98 ,05 3 ,01 10 0 6 2.2 41 ,0 7 2 ,6 5 9 5,0 3 1 .6 49 ,03 0 ,07 2,5 18 A dia nta me nto s 5 .1 60 ,13 0 ,24 10 0 7.0 10 ,5 8 0 ,3 0 1 3 5,8 6 7 .4 77 ,20 0 ,30 14 4 ,9

Es toq u es 7 52 .1 82 ,62 3 4 ,62 10 0 9 8 1.9 70 ,3 0 4 1 ,8 8 1 3 0,5 5 1.0 62 .9 21 ,3 8 4 2 ,90 14 1 ,3

DESPESA S A NT EC IPA DA S 1 .3 39 ,37 0 ,06 10 0 1.3 57 ,3 0 0 ,0 6 1 0 1,3 4 4 .1 70 ,44 0 ,17 31 1 ,4 Se g ur os a A p r o p r ia r 1 .3 39 ,37 0 ,06 10 0 1.3 57 ,3 0 0 ,0 6 1 0 1,3 4 4 .1 70 ,44 0 ,17 31 1 ,4 REA L IZ Á V EL A L ONGO PRA Z O 6 .8 78 ,81 0 ,32 10 0 - 0 ,0 0 0 ,0 0 62 .2 41 ,07 2 ,51 90 4 ,8 Imp o s to s a r e c u p er a r 6 .8 78 ,81 0 ,32 10 0 - 0 ,0 0 0 ,0 0 62 .2 41 ,07 2 ,51 90 4 ,8 PERM A NENT E 6 98 .1 02 ,89 3 2 ,13 10 0 8 3 4.2 57 ,4 0 3 5 ,5 8 1 1 9,5 0 7 49 .8 46 ,2 0 3 0 ,26 10 7 ,4 INV EST IM ENT OS 49 .8 68 ,00 2 ,30 10 0 4 9.8 28 ,0 0 2 ,1 3 9 9,9 2 49 .8 28 ,00 2 ,01 99 ,92 In v e s time n to s 49 .8 68 ,00 2 ,30 10 0 4 9.8 28 ,0 0 2 ,1 3 9 9,9 2 49 .8 28 ,00 2 ,01 99 ,92 IM OBIL IZ A DO 6 48 .2 34 ,89 2 9 ,83 10 0 7 8 4.4 29 ,4 0 3 3 ,4 6 1 2 1,0 1 7 00 .0 18 ,2 0 2 8 ,25 1 0 8 Te r r e no s 1 75 .0 86 ,39 8 ,06 10 0 1 8 7.0 86 ,3 9 7 ,9 8 1 0 6,8 5 2 12 .0 86 ,3 9 8 ,56 12 1 ,1 Ed if íc io s e Co ns tr u ç õ e s 3 19 .5 13 ,95 1 4 ,70 10 0 3 1 9.5 13 ,9 5 1 3 ,6 3 1 0 0,0 0 3 19 .5 13 ,9 5 1 2 ,90 1 0 0 V eíc ulos , Mó v e is e Má qu in a s 4 75 .1 75 ,51 2 1 ,87 10 0 6 7 8.8 58 ,1 3 2 8 ,9 5 1 4 2,8 6 6 97 .6 07 ,7 0 2 8 ,16 14 6 ,8 ( - ) De p r ec iaç ã o A c u mu la da ( 3 21 .5 40 ,96 ) 10 0( 1 4 ,80 ) ( 4 0 1.0 29 ,0 7) - 1 7 ,1 0 1 2 4,7 2 ( 5 29 .1 89 ,84 ) - 2 1,3 59 16 4 ,6

T OT A L DO A T IV O 2.1 72 .8 43 ,84 1 00 10 0 2.3 4 4.7 25 ,8 4 1 0 0 1 0 7,9 1 2.4 77 .6 04 ,5 3 1 00 1 1 4

PA SSIV O

C IRC UL A NT E 6 16 .9 21 ,67 2 8 ,39 10 0 6 1 2.9 32 ,0 2 2 6,1 4 9 9,3 53 3 8 52 .9 94 ,8 1 3 4 ,43 13 8 ,3 O br ig aç õ es Tr ab a lh is ta s 78 .1 45 ,37 3 ,60 10 0 8 3.4 34 ,7 9 3 ,5 6 1 06 ,76 9 1 00 .0 63 ,9 6 4 ,04 1 2 8 O br ig aç õ es Soc iais 14 .4 00 ,39 0 ,66 10 0 1 4.7 14 ,0 9 0 ,6 3 1 02 ,17 8 17 .3 92 ,09 0 ,70 12 0 ,8 O br ig aç õ es Tr ib u tá r ias 56 .3 83 ,64 2 ,59 10 0 6 9.7 20 ,4 9 2 ,9 7 1 23 ,65 4 98 .1 64 ,45 3 ,96 17 4 ,1 Fo r n ec e do r e s 4 24 .9 92 ,31 1 9 ,56 10 0 3 8 2.6 62 ,5 4 1 6,3 2 9 0,0 39 9 5 92 .0 92 ,2 9 2 3 ,90 13 9 ,3 Fina n c ia men to s 42 .9 99 ,96 1 ,98 10 0 6 1.6 77 ,6 7 2 ,6 3 1 43 ,43 7 41 .2 28 ,11 1 ,66 95 ,88 O utr a s Co n tas a Pa ga r 42 .9 99 ,96 1 ,98 10 0 7 22 ,4 4 0 ,0 3 1 ,6 8 00 9 4 .0 53 ,91 0 ,16 9,4 28 PA T RIM ÔNIO L ÍQ UIDO 1.5 32 .5 88 ,78 7 0 ,53 10 0 1.7 3 1.7 93 ,8 2 7 3,8 6 1 12 ,99 8 1.6 24 .6 09 ,7 2 6 5 ,57 1 0 6 C A PIT A L SO C IA L 1 00 .0 00 ,00 4 ,60 10 0 1 0 0.0 00 ,0 0 4 ,2 6 10 0 1 00 .0 00 ,0 0 4 ,04 1 0 0 Ca p ita l So c ia l Do mic ilia do s n o Pa ís 1 00 .0 00 ,00 4 ,60 10 0 1 0 0.0 00 ,0 0 4 ,2 6 10 0 1 00 .0 00 ,0 0 4 ,04 1 0 0 L UC RO S/PREJ UÍZ O S A C UM UL A DOS 1.4 32 .5 88 ,78 6 5 ,93 10 0 1.6 3 1.7 93 ,8 2 6 9,5 9 1 13 ,90 5 1.5 24 .6 09 ,7 2 6 1 ,54 10 6 ,4 L u c r os A c umulad o s 1.4 32 .5 88 ,78 6 5 ,93 10 0 1.4 3 2.5 88 ,7 8 6 1,1 0 10 0 1.6 21 .5 93 ,8 2 6 5 ,45 11 3 ,2 L u c r os /Pr ejuíz os d o Ex e r c íc io - 10 0 1 9 9.2 05 ,0 4 8 ,5 0 # DIV /0 ! ( 9 6.9 84 ,1 0) ( 3 ,91 ) #DIV /0 !

T OT A L DO PA SSIV O 2.1 72 .8 43 ,84 1 00 10 0 2.3 4 4.7 25 ,8 4 10 0 1 0 7,9 1 2.4 77 .6 04 ,5 3 1 00 1 1 4

QUADRO 11 - ANÁLISE VERTICAL E HORIZONTAL DO BALANÇO PATRIMONIAL NOS ANOS DE 2004, 2005 E 2006.

Fonte: Autor

Observando-se os percentuais encontrados da análise vertical e horizontal do balanço patrimonial da empresa Ferrodura Ltda apresentado no quadro n ° 11, verificou-se um crescimento do ativo total de 2004 para 2006 de 14,03% em função do aumento do Ativo Circulante em 13,47%, do Ativo Realizável a Longo Prazo em 804,82% e do Ativo Permanente em 7,41%. Dentro do ativo circulante observa-se os estoques com aumento de 41,31%, dentro do realizável à longo prazo a conta impostos a recuperar em 1997 tinha participação relativa de 0,32% e passa para 2,51% em 2006. Já o ativo permanente como grupo vem sofrendo uma pequena queda, mas individualmente observa-se o crescimento da conta veículos, móveis e máquinas em 46,81%.

Esse acréscimo de 14,03% que ocorreu no ativo, foi financiado por capitais de terceiros, principalmente pelo aumento dos 39,32%, do passivo circulante. Observa-se ainda que o passivo circulante teve crescimento superior ao ativo permanente, ou seja, 13,47%

contra 38,27%. O passivo circulante também obteve crescimento superior ao ativo total, ou seja, 38,27% contra 14,03%, porque o patrimônio líquido perdeu participação relativa. Em 2004 o patrimônio líquido representava 70,53 % dos recursos totais e em 2006 passou a representar 65,45%.

Observa-se também que o aumento dos estoques não foi totalmente financiado pelos fornecedores, haja vista que a participação relativa dos estoques em 2006 é de 42,96% e dos fornecedores é de 23,90%.

No Quadro 12, será apresentada a análise vertical das demonstrações dos resultados dos exercícios da Ferrodura Ltda dos períodos de 2004 à 2006.

04 - CUSTOS OPERACIONAIS (3.627.892,51) 100(73,32) (2.769.686,12) (67,22) 76,34 (3.451.292,14) 95,13(73,47) Custo das Mercadorias Vendidas (3.560.568,33) 100(71,96) (2.649.944,73) (64,32) 74,42 (3.283.093,50) 92,21(69,89) Custo dos Serviços Prestados (67.324,18) (1,36) 100 (119.741,39) (2,91) 177,86 (168.198,64) (3,58) 249,83 05 - RESULTADO OPERACIONAL BRUTO 1.319.921,38 26,68 100 1.350.353,20 32,78 102,31 1.246.026,08 26,53 94,40 06 - DESPESAS OPERACIONAIS (886.808,23) 100(17,92) (996.352,52) (24,18) 112,35 (1.147.130,88) 129,36(24,42) Despesas Administrativas (886.808,23) 100(17,92) (996.352,52) (24,18) 112,35 (1.147.130,88) 129,36(24,42) 07 - RESULTADO FINANCEIRO (859.501,77) 100(17,37) 638,86 0,02 (0,07) (12.104,00) (0,26) 1,41 Resultado Financeiro (886.808,23) 100(17,92) 638,86 0,02 (0,07) (12.104,00) (0,26) 1,36 08 - RESULTADO NÃO OPERACIONAL 13.653,23 0,28 100 87.983,99 2,14 644,42 - - 0,00 Resultado c/ Alienação de Bens Móveis 13.653,23 0,28 100 87.983,99 2,14 644,42 - - 0,00 09 - RESULTADO A. PROV. P/ CSLL E IR 446.766,38 9,03 100 442.623,53 10,74 99,07 86.791,20 1,85 19,43 10 - PROVISÃO P/ CSLL E I. RENDA (194.139,63) (3,92) 100 (193.418,49) (4,69) 99,63 (183.775,30) (3,91) 94,66 Provisão p/ Imposto de Renda (121.364,56) (2,45) 100 (123.588,02) (3,00) 101,83 (119.051,30) (2,53) 98,09 Provisão p/ Contribuição Social (72.775,07) (1,47) 100 (69.830,47) (1,69) 95,95 (64.724,00) (1,38) 88,94 11 - RESULTADO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 252.626,75 5,11 100 249.205,04 6,05 98,65 (96.984,10) (2,06) -38,39

QUADRO 12 - ANÁLISE VERTICAL E HORIZONTAL DA DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO NOS ANOS DE 2004, 2005 E 2006.

Fonte: Autor.

Verificando-se o quadro n° 12, percebe-se que as vendas líquidas tiveram uma queda de 5,06% de 2004 para 2006, e que os custos de mercadorias diminuíram em 4,87%, considerando-se proporcional a queda das vendas.

O resultado operacional bruto que em 2004 representava 26,68% das vendas, passou em 2006 a representar 26,53%, e conseqüentemente apresentou quedas de 5,52%. No entanto as despesas operacionais, principalmente as administrativas, aumentaram sucessivamente em 29,36%, ocasionando uma má atuação que afetou diretamente a queda do lucro líquido em 138,39%.

No quadro n° 13, efetuou-se a comparação dos Índices Padrão com os da Empresa Ferrodura Ltda, utilizando-se a metodologia proposta nesta pesquisa.

A medida dos índices utilizados para comparação com o padrão foram retirados do site www.infoinvest.com.br, cujo ramo de atividade é Industria e comércio de ferro. O período utilizado para essa comparação foi o ano de 2004, por não se encontrar os índices dos exercícios de 2005 e 2006.

I N D I C E S P A D R Ã O F E R R O D U R A C O N C E I T O L i q u i d e z

G e ra l - 2 , 3 9

C o rre n t e 0 , 2 4 2 , 3 8 B o m S e c a 0 , 1 9 1 , 1 6 B o m Im e d ia t a 7 , 0 4 0 , 3 7 P e ssi m o E n d i v i d a m e n to

P a rt ic ip a ç ã o C a p it a l Te rc e iro s 1 1 , 4 5 2 8 , 3 9 S a ti sfa tó r i o G a ra n t ia C a p it a l P ró p rio - 2 , 4 8

A ti v i d a d e

P M R E 4 2 , 6 4 7 4 , 6 4 R a z o á v e l P M R V - 3 0 , 1 8

P M P C 1 4 , 6 3 3 9 , 9 5 B o m R e n ta b i l i d a d e

TR I 6 5 , 9 1 1 0 , 9 1 F r a c o TR P L - 1 5 , 4 7

M a rg e m L íq u id a 5 , 4 5 3 , 9 3 R a z o á v e l

QUADRO 13 – ANÁLISE COMPARATIVA DOS ÍNDICES PADRÃO E DOS ÍNDICES DA EMPRESA FERRODURA LTDA NO ANO DE 2004.

Fonte: Autor.

Com a comparação dos índices padrões por meio da aplicação da técnica de análise sugerida por Marion (2002), observou-se que a empresa em análise conforme demonstrado no quadro n° 13 obteve na maioria dos índices o conceito bom, certificando-se que no mercado em que atua, é uma empresa estável e competitiva com relação as outras empresas com mesmo ramo de atividade.

Percebeu-se ainda que alguns índices deixaram a desejar, como o prazo médio de reposição de estoques e a margem líquida, passando a ser um dos principais pontos para novas

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tomadas de decisões, pois estes alcançaram conceitos razoável dentro dos padrões estabelecidos, é aconselhável a empresa obter melhorias essencialmente no que se diz respeito a dependência de estoques para liquidar suas dívidas.

Observa-se também que o índice considerado mais preocupante pela empresa é o de liquidez imediata, pois se apresenta num conceito péssimo, porém, explicação já foi mencionada nesta pesquisa.

Tendo em vista o propósito inicial apontado no trabalho realizado, verificou-se a importância da análise das demonstrações contábeis enquanto instrumento para avaliar a situação econômica-financeira do patrimônio da entidade, objetivando aos gestores novos informações para sua tomada de decisão.

8.1 GENERALIDADES

Em relação das informações extraídas nas técnicas utilizadas como: cálculo dos índices de liquidez, endividamento, atividade e rentabilidade, sistema de Dupont, análise vertical e horizontal e análise dos índices padrões, os gestores poderão tomar decisão seguras nas projeções futuras. Pois se verifica como tais peças, como a empresa vem procedendo de que essas informações são verdadeiras e confiáveis para sua tomada de decisão, podendo assim melhorar os pontos negativos e aprimorar os pontos positivos.

Das informações que podem ser obtidas através das demonstrações contábeis, pode-se perceber qual a rentabilidade e os aspectos que possam inferir no andamento da empresa, pois além destas informações de cunho administrativo podem ser extraídas informações de desempenho financeiro, econômico e político em relação aos pontos positivos e negativos da empresa.

Dessa forma, comparando os índices encontrados das demonstrações contábeis, com índices padrões de empresas que atuam no mesmo ramo, pode avaliar sua competitividade no mercado. De acordo com a suposição relacionada e em comparação aos índices, confirmou-se a real situação da empresa e verificou-se que a rotatividade do ciclo operacional está sendo bem administrada, pois a suposição de confiabilidade e seguranças das informações do resultado do relatório que apresentou a situação econômica-financeira de seu patrimônio.

Entretanto não foram obtidos padrões para comparar se empresa enquadra no seu ramo de atividade.

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Como relatado anteriormente, a suposição de competitividade da empresa em relação ao mercado, também foi confirmada, através da comparação das estatísticas dos percentuais retiradas de outras empresas em relação aos índices das demonstrações contábeis da empresa analisada.

8.2 LIMITAÇÔES

Vale ressaltar que tais itens devem ser objetos de estudos orientados dessa forma quais as medidas a serem tomadas. No entanto por falta de tempo não teve como aplicar essas medidas, ou melhor, outros índices que envolvem a demonstração contábil, que seria no caso demonstração do fluxo de caixa, demonstração das origens e aplicações de recurso entre outras existentes.

8.3 RECOMENDAÇÔES

Considerando de que os objetivos foram alcançados, recomenda-se a continuação dos estudos acerca das demonstrações contábeis tais como: caso a empresa utilize o capital de giro líquido como origem, em quais fontes estes recursos poderão ser captados? O analista pode considerar possíveis desvios da realidade, que possam influenciar a empresa negativamente, como a inflação ou qualquer outro aspecto sócio-econômico? E como poderíamos classificar as causas da variação da necessidade de capital de giro da empresa em análise?

Assim, analisando o trabalho de maneira geral, da fundamentação teórica à aplicação do estudo de caso os objetivos propostos foram alcançados de maneira que suprime os relativos questionamentos.

No documento UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ – UNIVALI (páginas 57-66)

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