ANEXO 08:
Música: A Linha e O Linho Gilberto Gil
É a sua vida que eu quero bordar na minha Como se eu fosse o pano e você fosse a linha E a agulha do real nas mãos da fantasia Fosse bordando ponto a ponto nosso dia-a-dia E fosse aparecendo aos poucos nosso amor Os nossos sentimentos loucos, nosso amor O zig-zag do tormento, as cores da alegria A curva generosa da compreensão
Formando a pétala da rosa, da paixão A sua vida o meu caminho, nosso amor Você a linha e eu o linho, nosso amor
Nossa colcha de cama, nossa toalha de mesa Reproduzidos no bordado
A casa, a estrada, a correnteza
O sol, a ave, a árvore, o ninho da beleza
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Como resultado desta pesquisa, esperamos ter oferecido uma resposta metodologicamente consistente e epistemologicamente válida para a questão em análise: de que forma a leitura poderia contribuir para a ampliação, promoção ou construção do estado de bem-estar físico, mental e social de alunos-pacientes de Classes Hospitalares?
Trata-se de um estudo de natureza qualitativa do ponto de vista da abordagem do problema, e de caráter bibliográfico e documental, do ponto de vista de seus objetivos, no qual apresentamos uma revisão de literatura sobre o panorama histórico das classes hospitalares e da biblioterapia, uma análise de documentos sobre o direito ao atendimento pedagógico hospitalar e domiciliar de alunos em tratamento de saúde bem como uma reflexão sobre a relação que se estabelece entre a atividade de leitura de textos literários e o desenvolvimento de emoções positivas.
Durante o período da pesquisa, 2019-2021, encontramos muitas dificuldades, principalmente em decorrência da pandemia do Covid-19. A crise sanitária iniciada no final do ano de 2019, impôs uma série de mudanças severas que impactaram o modo de ser e de viver das pessoas no mundo inteiro, como o distanciamento e/ou isolamento social, fechamento de espaços públicos, incluindo escolas, para evitar a concentração de pessoas, restrição da entrada de pessoas em hospitais, permitido apenas à equipe de saúde, bem como proibições de visitas aos doentes e até de enterros com funerais.
Assim, o propósito inicial de realizar um estudo experimental a partir de uma pesquisa-ação com o público da Classe Hospitalar da Hemodiálise do Hospital Calixto Midlej Filho, em Itabuna, foi substituído por uma pesquisa bibliográfica e documental por esta permitir, ainda que teoricamente, realizar o estudo sobre a função terapêutica da leitura e sua atuação nas atividades de leitura para alunos de classes hospitalares.
Dessa forma, nossa metodologia de pesquisa teve que ser adaptada, pois o trabalho pedagógico presencial nas escolas públicas estaduais ficou suspenso por dois anos, sendo que a modalidade de atendimento educacional hospitalar foi ainda mais afetada, uma vez que nossos alunos tiveram uma dificuldade maior de acesso
à internet dentro do hospital, ou nem disponibilizavam de dispositivos móveis, como smartsphones, notebooks ou tablets, para as aulas durante o período de diálise, o que inviabilizou até as tentativas de aulas remotas.
No contexto da pesquisa bibliográfica e documental, a dificuldade residiu na escassez de pesquisas e artigos experimentais que abordam a relação entre leitura e emoção e as classes hospitalares, ou ainda sobre a utilização da biblioterapia no processo de ensino-aprendizagem. Utilizamos como fontes de pesquisa as contribuições de estudiosos de diferentes áreas do conhecimento, desde a área de Educação, Linguagens, Filosofia, Saúde, Neurociência, e, principalmente, da Biblioteconomia, bem como documentos oficiais que respaldam o amparo legal do Atendimento Pedagógico Hospitalar e Domiciliar no Brasil.
Baseados nos aportes teóricos e metodológicos da biblioterapia, bem como nos estudos sobre as emoções no processo de ensino-aprendizagem, evidenciamos que a leitura, por ser uma atividade complexa e envolver o leitor de modo integral, tanto em aspectos cognitivos quanto afetivos, pode, inequivocamente, atuar na produção de emoções positivas que venham a favorecer o processo de ensino- aprendizagem do estudante, mesmo quando este se encontra em condições tão adversas quanto às encontradas no ambiente hospitalar.
Quando trabalhada a partir de uma perspectiva terapêutica e mediada por um profissional que possua os atributos e subsídios teóricos e metodológicos necessários, a leitura torna-se ainda mais eficiente, resultando em benefícios que vão além de aspectos cognitivos que envolvem o enriquecimento cultural e linguístico ou o desenvolvimento crítico do sujeito.
Esses efeitos ocorrem graças ao processo narrativo-interpretativo da leitura e seus componentes biblioterapêuticos, como a catarse, o humor, a identificação do leitor ou ouvinte, por meio dos processos de introjeção, projeção e introspecção, de modo que o leitor, educando-paciente, identifique-se com a narrativa e histórias de superação, projetando, assim, determinadas emoções de alívio do desconforto afetivo, reverberando em suas ações, atos e relações sociais.
Comprovamos empiricamente que a leitura de determinados textos literários, com potencial de despertar prazer, alegria, confiança, entusiasmo, entre outras emoções positivas, pode também contribuir para a formação leitora desses sujeitos, de modo a despertar o gosto pela leitura, potencializar a atividade crítica e criativa,
bem como desenvolver atitudes de empatia, tolerância, respeito, resiliência e generosidade.
A Classe Hospitalar é uma modalidade específica de atendimento pedagógico, prevista por lei, voltada a atender a necessidade dos estudantes que, por motivos de doença, encontram-se impossibilitados de frequentar a escola.
Pessoas que podem passar por situações desconfortáveis, que convivem cotidianamente em ambientes hostis, submetidas a procedimentos desagradáveis em hospitais, marcados por momentos de tristeza, solidão e de profundo desarranjo emocional, seja pela dor física, isolamento ou estado de vulnerabilidade que a doença impõe, gerando, por sua vez, uma série de sentimentos e emoções desfavoráveis à aprendizagem.
Entendemos ter alcançado nosso objetivo de analisar, teoricamente, como a leitura pode contribuir para a ampliação, promoção ou construção do estado de bem-estar físico, mental e social de alunos-pacientes de Classes Hospitalares, quando trabalhada na perspectiva da biblioterapia, com textos apropriados e congruentes com o estado emocional que se pretende desenvolver nestes educandos.
Por fim, e como materialização do resultado da pesquisa, apresentamos uma proposta de mediação pedagógica efetiva, com sequências didáticas que envolvem a leitura, tendo como público-alvo inicial os alunos-pacientes da Classe Hospitalar do Hospital Calixto Midlej Filho, mas que pode ser adaptada para outras classes, sejam hospitalares ou regulares ou ainda para qualquer outro público leitor.
O Caderno Pedagógico - Biblioterapia como mediadora das emoções de alunos em tratamento hospitalar tem como base as experiências de atividades biblioterapêuticas desenvolvidas pela professora Clarice Caldin (2001; 2009) - seja como professora de Biblioterapia, do curso de Biblioteconomia, e como pesquisadora em seus estudos de Doutorado – e as propostas de sequências didáticas para o letramento literário apresentadas por Cosson (2021). Assim sendo, a produção desse caderno pedagógico teve como finalidade proporcionar ao professor de Língua Portuguesa, da classe hospitalar, alternativas para explorar o potencial terapêutico de determinados textos literários, de forma a contribuir com o estado emocional dos alunos, oportunizando a reflexão sobre questões que
interferem na sua forma de estar no mundo, tornando-o mais conscientes sobre seus sentimentos e emoções e desenvolvendo a empatia e a tolerância em suas relações.
Para tanto, buscamos envolver a leitura e interpretação de textos literários, criteriosamente selecionados, a fim de desencadear emoções congruentes com a história ou tema abordado e explorar seu potencial de interferir na produção de afetos positivos, de modo que os alunos-pacientes possam sentir-se mais alegres e interessados, ressignificando o interesse e a disposição de apreender mesmo em condições tão adversas como as vivenciadas no ambiente hospitalar.
Restam ainda algumas questões para o desdobramento desta pesquisa, como, por exemplo, aplicar e testar as sequências didáticas elaboradas e propostas no Caderno Pedagógico, adaptando-as às diferentes realidades retratadas, bem como aprofundar e realizar pesquisas experimentais a partir dos estudos apresentados.
Acreditamos que a temática abordada seja de relevante valor epistemológico e social, configurando-se como um campo de pesquisa profícuo na área da educação, sendo necessária ainda muita pesquisa, seja no aprofundamento sobre o valor terapêutico da leitura e na prática biblioterapeutica como na importância das emoções no processo de leitura e interpretação de textos literários ou no aprofundamento dos aspectos empíricos da educação hospitalar, que oferece um campo fértil a ser explorado.
Faz-se necessário provocar o poder público a repensar e investir na formação acadêmica, inicial e continuada, dos profissionais da educação, de modo a capacitá- los para atender a grande demanda de alunos-pacientes existente em nossa sociedade e que depende da oferta de atendimento educacional hospitalar enquanto política pública e como garantia de direitos. Isso só será possível através da pesquisa e divulgação científica.
REFERÊNCIAS
AGUIAR, Ivonete de Souza Susmickat; ANDRADE NETA, Nair Floresta. A atuação do educador nos percursos de formação de leitores jovens e adultos. Revista Língua&Literatura, v. 17, n. 30, p. 175-189, 2015.
ALVES, Maria Helena Hees. A aplicação da Biblioterapia no processo de reintegração social. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, v.
15, n. 1/2, p. 54-61, jan./jun. 1982.65
ANDRADE, NETA. A atuação do educador nos percursos de formação de leitores jovens e adultos. Revista Língua&Literatura, v 17, n. 30, p. 175-189, 2015.
ANDRADE NETA, Nair Floresta. Gustatividade na formação de professores: um fenômeno afetivo emergente. Revista Eletrônica de Pesquisa Educacional, 18(2), 92-104, 2016.
ANDRADE NETA, Nair Floresta; GARCÍA GARCÍA, Emílio. A Influência entre leitura e emocionalidade: Um estudo da dimensão afetiva. ECOS DE LINGUAGEM, v.2, p.
154, 2013.
ARAGÃO, Rodrigo Camargo; DIAS, Iky Anne Fonseca. Tecnologias digitais, biologia do conhecer e pesquisa-ação no ensino de línguas. Texto Livre: Linguagem e Tecnologia, v. 11, n. 2, p. 135-159, 2018.
AROSA, Armando C. Quando a escola é no hospital. Niterói: Intertexto, 2008.
BAHIA, DIÁRIO OFICIAL DA. República Federativa do Brasil - Estado da Bahia.
PORTARIA N° 7569, de 06 de setembro de 2018. Salvador, 2018
BAHIA. Secretaria da educação do Estado da Bahia. Diretrizes da Educação Inclusiva no Estado da Bahia. Salvador, 2017
BRASIL, Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente. Resolução nº 41 de 13 de Outubro de 1995. Publicado no Diário Oficial da União de 17/19/95.
BRASIL, Constituição da República Federativa do. Brasília, DF: Imprensa Oficial, 1988.
BRASIL, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996. 5. ed. Brasília: Coordenação Edições Câmara, 2010.
BRASIL, Ministério de Educação e do Desporto. Classe Hospitalar e atendimento Pedagógico domiciliar: estratégias e Orientações. Secretaria de Educação Especial. - Brasília: MEC/SEESP, 2002.
BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria da Educação Especial.
Política Nacional de Educação Especial. Brasília, MEC/SEESP. Brasília, MEC/SEESP, 1994.
BRASIL, Ministério da Educação. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Secretaria da Educação Especial. Brasília, MEC/SEESP, 2001.
BRASIL, Ministério da Educação. Lei nº 13.716, de 24 de setembro 2018. Disponível em:<http://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2018/lei-1371624-setembro-2018-78719- publicacaooriginal-15 6470-pl.html> Acesso em: 12 out. 2018.
BRASIL. Resolução CNE/CEB nº. 2 de 11 de setembro de 2001. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Brasília: MEC, 2001.
CALDIN, Clarice Fortkamp. A leitura como função terapêutica: biblioterapia.
Encontros Bibli: revista eletrônica de biblioteconomia e ciência da informação.
Florianópolis, v. 6, n. 12, p. 32-44, jan. 2001. ISSN 1518-2924. Disponível em:
https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2001v6n12p32/5200 . Acesso em: 18abr. 2020. doi:https://doi.org/10.5007/1518-2924.2001 v6n12p32.
CALDIN, Clarice Fortkamp. Leitura e terapia.2009. Tese (doutorado), Universidade Federal de Santa Catarina, Santa Catarina, 2009.
CANDIDO, Antonio. Vários escritos. 4 ed. São Paulo: Duas Cidades, 2004.
CONSENZA, Ramon M; GUERRA, Leonor B. Neurociência e educação: como o cérebro aprende. Porto Alegre: Artmed, 2011.
COSSON, R. Letramento literário: teoria e prática. São Paulo: Editora Contexto, 2009.
DAMÁSIO, A. R. Em busca e Espinoza: prazer e dar na ciência dos sentimentos.
Campinas: Pontes, 2004.
DAMÁSIO, A. R. O erro de Descartes: emoção, razão e o cérebro humano. 3 ed.
São Paulo: Companhia das Letras, 2012.
DUARTE, Evandro. J; VIANA, William Barbosa; CALDIN, Clarice F. Biblioterapia e teoria do efeito estético: diálogos interdisciplinares. Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação, v. 13, n. 1, p. 15-43, 2018.
ECO, Umberto. O nome da rosa. Público Comunicação Social, 2002.
ESTES, C. P. O dom da história: Uma fábula sobre o que é suficiente. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
ESTES, C. P. Mulheres que correm com lobos: mitos e histórias do arquétipo da mulher selvagem. Rio de Janeiro: Rocco, 2018.
FERREIRA, D. T. Biblioterapia: uma prática para o desenvolvimento pessoal. ETD - Educação Temática Digital, Campinas, SP, v. 4, n. 2, p. 35–47, 2008. DOI:
10.20396/etd.v4i2.620. Disponível em:
https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/620. Acesso em: 1 dez. 2020.
FONSECA, Eneida Simões da. Atendimento escolar no ambiente hospitalar. 2.
Ed. – São Paulo :Memnon, 2008.
FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa.
São Paulo: Paz e Terra, 1996.
FREIRE, P. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 23 ed.
São Paulo: Cortez, 1989.
GARCÍA, Orlando Sergio Alonso. Biblioterapia y desarrollo personal. Editorial Ciencias Médicas, 2008.
GOMES, Emiliane Santana; ANDRADE NETA, Nair Floresta. Leitura, música e emoção: pesquisa e formação no âmbito do Profletras. Leitura, n. 64, p. 76-91, 2019.
GOMES, Emiliane Santana; ANDRADE NETA, Nair Floresta. Leitura, música e emoção: pesquisa e formação no âmbito do Profletras. Leitura, n. 64, p. 76-91, 2020.
LEFFA, Vilson J. Aspectos da leitura: uma perspectiva psicolinguística. Porto Alegre: Luzzatto Editores, 1996.
MATOS, Elizete Lúcia Moreira; MUGIATTI, Margarida Maria Teixeira de Freitas.
Pedagogia Hospitalar a humanização integrando educação e saúde. São Paulo:
Editora Vozes, 2006.
MATOS, L. P. K.; PAULA, E. M. A. T. de P. O papel da literatura infantil para crianças e adolescentes hospitalizados no enfrentamento dos medos infantis. In:
Anais Educere – Congresso Nacional de Educação. Resumos de trabalhos.
Curitiba: PUC/PR, 2011, p. 7483-7494. Disponível em
<http://educere.bruc.com.br/CD2011/pdf/5380_3364.pdf>. Acesso em: 04 de fev.
2019
MATURANA, H. R.; VARELA, F. A árvore do conhecimento: as bases biológicas do entendimento humano. Campinas, SP: Psy II, 1995.
MUJICA, Katherine Lui Gómez. La Biblioterapia: práctica professional del bibliotecólogo. Madrid: Editorial Académica Española, 2012.
OLIVEIRA, Tyara C. de. Um breve histórico sobre as classes hospitalares no Brasil e no mundo – SEMED Nova Iguaçu/RJ/ SME de Duque de Caxias: Congresso
EDUCERE, 2013. Disponível em:
https://educere.bruc.com.br/ANAIS2013/pdf/9052_5537.pdf
OLIVEIRA, Tyara Carvalho de. Políticas públicas de educação inclusiva &
formação de professores: debatendo a Classe/Escola Hospitalar. 2019.
Dissertação (Educação, Contextos Contemporâneos e Demandas Populares).
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2019. Disponível em:
https://lepediufrrj.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Disserta%C3%A7%C3%A3o- Tyara-Carvalho-de-Oliveira.pdf Acesso em:18 abril 2021.
OUAKNIN, M. A. Biblioterapia. São Paulo: Edições Loyola, 1996.
PAULA, Ercília Maria Angeli Teixeira; DAVINA, Lilian Cristiane Garcia CiarduloTait.
Literatura infantil para crianças enfermas: contribuições na formação de professores.
Nuances: estudos sobre Educação, v. 29, n. 3, 2018.
PAULA, Ercilia Maria A. T. de; ZAIAS, Elismara; SILVA, Maria Celeste R. da.
Políticas públicas em defesa do direito à educação: análise dos projetos de lei para expansão das classes hospitalares e atendimentos pedagógicos domiciliares no Brasil. Revista Educação e Políticas em Debate, v. 4, n. 1, 2015. Disponível em:
https://seer.ufu.br/index.php/revistaeducaopoliticas/article/view/31312. Acesso em:
06 ago. 2021.
PEREIRA, Marilia M. G. Biblioterapia: proposta de um programa de leitura para portadores de deficiência visual em bibliotecas públicas. João Pessoa: Editora Universitária, 1996.
PETIT, Michèle. A arte de ler: ou como resistir à adversidade. Tradução Arthur Bueno e Camila Boldrini. São Paulo: Editora 34, 2010.
PETIT, Michèle. Leituras: do espaço Íntimo ao espaço público. Trad. De Celina Olga. São Paulo: Editora 34. 2013.
RUSSELL, David H.; SHRODES, Caroline. Contributions of research in bibliotherapy to the language-arts program. I. The SchoolReview, v. 58, n. 6, p. 335-342, 1950.
SANTOS, Andréia P. dos; RAMOS, Rubens B. T.; SOUSA, Thais Caroline S.
Biblioterapia: um estudo comparativo das práticas biblioterapicas brasileiras e norte-americanas. Goiania, 2016. Disponível em
<https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/icict/19696/2/ve_SANTOS_Andr%C3%A9a%2 0Pereira_etal_2017.pdf> . Acesso em: 02 de mar. 2020.
SANTOS, Glória et al. Ler faz bem à saúde: leitura terapêutica em ambientes hospitalares. Revista Proex, v. 5, n. 7, p. 9-18, 2017.