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THE CREDIT LINES Procapcred

Resources destination: Purchasing shares in credit and agriculture cooperatives

Who can apply: Cooperative members, when the share-issuing cooperative has a project approved by the financial agency

Free period: One year

Payment terms: Up to five years, without counting free period

Interest rates: TJLP + up to 4% per year Where to seek funding: BNDES agencies and accredited agencies

Agricultural Cooperative Giro

Resources destination: Giro Capital that can be used to purchase input material, admin- istrative, personnel, processing and product industrialization costs

Who can apply: Agricultural cooperatives es- tablished for more than five years

Free period: Nil

Payment terms: Up to two years Interest rates: TJLP + up to 8% per year Where to seek funding: Branches of Banco do Brazil

Hosing Cooperative Giro

Resources destination: Giro capital that can be used for requirements in building hous- ing units

Who can apply: Housing cooperatives estab- lished for at least five years

Free period: One year

Payment terms: Up to four years Interest rates: TJLP + up to 9% per year Where to seek funding: Branches of Banco do Brasil

I n y e c c i ó n d e á n i m o

Grupo de Trabajo Interministerial tiene la meta de evaluar diferentes maneras para estimular el desarrollo del

cooperativismo brasileño

Líneas de crédito con intereses por debajo del mercado y menos burocracia significan el fortalecimiento de las cooperativas. La conclusión fue del Grupo de Trabajo Interministerial formado con la misión de discutir formas de desarrollo para el cooperativismo brasileño. A partir de la constatación, el Plan Brasil Cooperativo incluye la financiación como una acción para impulsar al sector. Poco a poco, las medidas son concretadas. En 006, el gobierno federal, con el apoyo de agentes financieros, aprobó tres programas de crédito, que se sumaron a la oferta de R$ ,8 mil millones al sector.

El Programa de Capitalización de las Cooperativas de Crédito (Procapcred) busca ofre- cer préstamos a las cooperativas de crédito urbanas y rurales y fue aprobado por el Consejo Monetario Nacional, con reglamentación por parte del Banco Central. El objetivo es facilitar la adquisición de cuotas-partes por los cooperados, aumentando así el patrimonio de las coope- rativas. El Banco Nacional de Desarrollo Económico y Social (BNDES) dispone de R$ ,6 mil millones para agentes financieros, que harán que estos recursos lleguen a las cooperativas de todo el país. La expectativa es que el Procapcred consiga elevar hasta en 50% el patrimonio de referencia de las cooperativas de crédito. De esa forma, la participación del sector en el Sistema Financiero Nacional puede aumentar del ,%, en 006, a más del 3%.

La línea de crédito Giro Cooperativo Agropecuario tuvo la liberación aprobada en abril. Por esta línea, el Fondo de Amparo al Trabajador (FAT) dispone de R$ 50 millones, monto a ser puesto en operación por el Banco do Brasil. El dinero llegará en buena hora para costear la adquisición de insumos, gastos administrativos, de personal, beneficio e industrialización de productos.

Con el Giro Agropecuario, el DENACOOP pretende beneficiar el 80% de las .500 cooperativas agropecuarias singulares del país. Las cooperativas singulares del ramo pueden solicitar hasta R$ 5 millones, y las centrales, hasta R$ 5 millones. Las ventajas son las tasas menores, de hasta un 8% al año, más la Tasa de Intereses de Largo Plazo (TJLP). “Es parte de la misión del DENACOOP buscar líneas de crédito y discutir con los agentes financieros y con las entidades que puedan atraer recursos a intereses más bajos.

LAS LÍNEAS DE CRÉDITO

Procapcred

Destino de los recursos: Adquisición de cuotas partes de cooperativas de crédito y agropecua- rias.

Quién lo puede solicitar: Cooperados, siempre que la cooperativa emisora de las cuotas-partes tenga un proyecto aprobado por el agente finan- ciero.

Plazo para el pago: Un año

Plazo de pago: Hasta cinco años, sin contar la carencia

Tasas: TJLP + hasta un 4% al año

Dónde buscar los recursos: En las agencias del BNDES y de agentes acreditados por él.

Giro Cooperativo Agropecuario

Destino de los recursos: Capital de giro, que pue- de ser usado para adquisición de insumos, gastos administrativos y de personal, beneficiación e in- dustrialización de productos

Quién lo puede solicitar: Cooperativas agropecua- rias constituidas hace por lo menos cinco años Carencia para el pago: No tiene

Plazo de pago: Hasta dos años Tasas: TJLP + hasta un 8% al año

Dónde buscar los recursos: En las agencias del Banco do Brasil

Giro Cooperativo Habitacional

Destino de los recursos: Capital de giro, pudiendo ser usado para necesidades en la construcción de unidades habitacionales

Quién lo puede solicitar: Cooperativas habitacio- nales constituidas hace por lo menos cinco años Carencia para el pago: Un año

Plazo de pago: Hasta cuatro años Tasas: TJLP + hasta un 9% al año

Dónde buscar los recursos: En las agencias del Banco do Brasil

Somando um pouco de capital de cada associado e usan- do a criatividade, a Cooperativa dos Curtidores de Ribeira de Ca- baceiras (Arteza) conseguiu comprar equipamentos modernos e enfrentar as adversidades da seca, em busca do sustento de de- zenas de famílias. A Arteza é considerada exemplo para o coope- rativismo da região Nordeste do País, onde o setor ainda precisa de impulso para crescer.

Os 50 cooperados de produção curtem, por mês, mil pe- les de ovinos e de caprinos, animais que são a base da economia da cidade de Cabaceiras, na Paraíba. O processo é feito com um produto vegetal (um tanino extraído da casca de angico) e, portanto, sem prejuízos ao meio ambiente. Do couro são fabricados, em má- quinas importadas, chapéus, calçados, bolsas e até bijuterias, com

design moderno e diferenciado.

Casos como o da Arteza estimulam o MAPA a buscar formas de fortalecer o cooperativismo no Nordeste e no Norte do País. Dos 6,8 milhões de cooperados brasileiros, apenas 5%

estão no Nordeste e só % no Norte. A economia dessas regiões também enfrenta problemas. O Norte tem a menor representati- vidade no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, entre as cinco regiões do País, com somente 5%, e o Nordeste está mais de- senvolvido, com 4%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), relativos a 003.

O governo federal amplia formas de melhorar a renda e a qualidade de vida das regiões Norte e Nordeste, impulsionando o estímulo à organização cooperativa.

Chove no sertão C h o v e n o s e r t ã o

Criar mecanismos para proporcionar o crescimento de regiões Nordeste e Norte é um

desafio do cooperativismo no Brasil

Arteza, Cabaceiras (PB)

NORCOOP

As necessidades das regiões Nordeste e Norte foram destacadas pelo Grupo de Trabalho Interministe- rial (GTI), criado para propor políticas de estímulo ao coope- rativismo. Os desafios ficaram comprovados num diagnóstico finalizado em dezembro de 005, coordenado pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Conforme o levantamento, o desempenho das cooperativas nessas áreas do País apresenta melhora, mas ainda há um grande potencial de crescimento.

A partir das constatações, o MAPA aprovou o Programa de Reestruturação do Cooperativismo no Norte e no Nordes- te (Norcoop). Ele envolve ações para vários segmentos e está fundamentado na preocupação de levar educação cooperativa às comunidades. A intenção é que o programa seja permanente e, apesar de estruturado pelo MAPA, esteja vinculado à Presidência da República, coordenando as ações dos diversos ministérios voltadas ao cooperativismo.

Os trabalhos educativos e a aplicação de recursos envol- vem as principais cadeias produtivas locais. No Nordeste, leite, frutas e ovinocaprinocultura devem ser os projetos-pilotos. No Norte, o pioneirismo pode ficar com a castanha-do-pará e com as frutas, juntamente com o cooperativismo de crédito e as coopera- tivas urbanas, como as de produção e as de trabalho.

By adding a little capital from each associate and being creative, the Ribeira de Cabaceiras Tanning Cooperative (Arteza) has managed to purchase modern equipment and confront the ad- versities of drought, providing sustenance for dozens of families.

Arteza is considered an example for the cooperative movement in the Northeast region of the country, where the sector still needs some impetus to take off.

The 50 members of the production cooperative cure ,000 goatskins and sheepskins per month. These animals are the basis of the economy of Cabaceiras in Paraíba. The process is carried out with a vegetable product (a tannin extracted from angico skin), which therefore has no harmful environmental effects. Imported ma- chinery manufactures the leather into hats, footwear, bags and even contemporary, distinctively designed jewelry.

Cases like Artez are stimulating the MAPA to seek out ways

of strengthening cooperatives in the Northeast and North of the country. Only 5% of the 6.8 million Brazilian cooperatives are in the Northeast and only % in the North. The economy of these regions is also facing problems. According to data from the Brazil- ian Geography and Statistics Institute (IBGE) from 003, the North accounts for the lowest Gross Domestic Product figure among the five regions of Brazil, at only 5%, with the Northeast being more developed at 4%.

The federal government expands ways to improve the in- come and quality of life of people in the North and Northeast, and adding a stimulus to cooperative organization.

R a i n o n t h e s e r t ã o

One of the challenges for the cooperative movement in Brazil is to create mechanisms for providing

growth in North and Northeast regions

NORCOOP

The needs of the Northeast and North regions were outlined by the Inter-ministerial Working Party, created to consider policies for stimulating cooperatives. The challenges were confirmed by diagnosis completed in December 005 by the Organization of Brazilian Cooperatives (OCB) and Método consultancy. The survey shows that the performance of cooperatives in these areas of the country is showing improvements, but there is great potential for growth.

Based on this evidence, MAPA has approved the Cooperative Restructuring Program for the North and Northeast (Norcoop). This in- volves actions for many branches and is founded on a concern to bring cooperative education to the communities. The program is intended to be permanent, and, although structured by MAPA, is to be linked to the Presidency of the Republic, coordinating the actions of the various ministries concerned with cooperatives.

Educational work and application of resources will start in- volving the main local chains of production. Milk, fruit and goat and sheep rearing will be pilot projects in the Northeast. In the North, the pioneering work can be with fruit and Brazil nuts, along with credit cooperatives and urban cooperatives concerned with sectors such as production and labor.

Sumando un poco de capital de cada asociado y usando la creatividad, la Cooperativa de los Curtidores de Ribeira de Cabaceiras (Arteza) consiguió comprar equipos modernos y enfrentar las ad- versidades de la sequía, en búsqueda del sustento de decenas de familias. A Arteza se la considera un ejemplo para el cooperativismo de la región Nordeste del País, donde el sector todavía necesita de impulso para despegar.

Los 50 cooperados de producción curten, por mes, .000 pieles de ovinos y caprinos, animales que son la base de la econo- mía de la ciudad de Cabaceiras, en Paraíba. El proceso se realiza con un producto vegetal (un tanino extraído de la cáscara de angi- co) y, por lo tanto, sin perjuicios al medio ambiente. Del cuero se fabrican, en máquinas importadas, sombreros, zapatos, bolsas y hasta bisuterías, con diseño moderno y diferente.

Casos como el de Arteza estimulan al MAPA a buscar for-

mas de fortalecer el cooperativismo en el Nordeste y en el Norte del país. De los 6,8 millones de cooperados brasileños, sólo el 5% están en el Nordeste y sólo el % en el Norte. La economía de estas regiones también enfrenta problemas. El Norte tiene la menor representatividad en el Producto Interno Bruto (PIB) de Brasil, entre las cinco regiones del país, con solamente el 5%, y el Nordeste está más desarrollado, con el 4%, según datos del Instituto Brasileño de Geografía y Estadística (IBGE), relativos a 003.

El gobierno federal amplía formas de mejorar la renta y la calidad de vida de los habitantes del Norte y del Nordeste impulsan- do el estímulo a la organización cooperativa.

L l u e v e e n e l s e r t ã o

Crear mecanismos para proporcionar el crecimiento de regiones Nordeste y Norte es un

desafío del cooperativismo en Brasil

NORCOOP

Las necesidades de las regiones Nordeste y Norte fueron destacadas por el Grupo de Trabajo Interministerial (GTI), creado para pensar políticas de estímulo al cooperativismo. Los desafíos quedaron comprobados en un diagnóstico finalizado en diciembre de 005 por la Organización de las Cooperativas Brasileñas (OCB). Según el levantamiento, el desempeño de las cooperativas en esas áreas del país presenta mejora, pero además hay un gran potencial de crecimiento.

A partir de las constataciones, el MAPA aprobó el Programa de Reestructuración del Cooperativismo en el Norte y en el Nordeste (Nor- coop). Él incluye acciones para varios sectores y está fundamentado en la

preocupación de llevar educación cooperativa a las comunidades. La in- tención es que el programa sea permanente y, a pesar de estructurado por el MAPA, esté vinculado a la Presidencia de la República, coordinando las acciones de los diversos ministerios volcados al cooperativismo.

Los trabajos educativos y la aplicación de recursos involucran las principales cadenas productivas locales. En el Nordeste, leche, frutas y ovinocaprinocultura deben ser los proyectos pilotos. En el Norte, el pionerismo puede quedarse con la castaña de Pará y con las frutas, junta- mente con el cooperativismo de crédito y las cooperativas urbanas, como las de producción y las de trabajo.

Made in Brazil M a d e i n B r a z i l

De olho nas amplas potencialidades para

negócios com o exterior, cooperativas

buscam ferramentas para incrementar as

exportações

Em 003, por ocasião das comemorações do Dia Internacio- nal do Cooperativismo, em cerimônia no Palácio do Planalto, foi as- sinado o Decreto que instituiu um Grupo de Trabalho Interministerial (GTI), para tratar questões específicas do cooperativismo. E, então, no âmbito do GTI, foram instituídos subgrupos, sendo um deles para tratar sobre a questão das exportações envolvendo cooperativas.

A cada ano, os produtos das cooperativas brasileiras ganham mais mercado externo, incrementando a receita dos cooperados. En- tre 000 e 005, o volume de recursos que ingressou nas organiza- ções agropecuárias em virtude do embarque de produtos para outros países cresceu nada menos que 97%. O índice representa salto de US$ 759 milhões anuais para US$ ,5 bilhões em cinco anos, se- gundo levantamento do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Como ações decorrentes do trabalho do subgrupo do GTI, foi possível estabelecer parceria com o MDIC e com o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), objetivando capaci- tar cooperativas para buscarem o mercado internacional.

Mas atender o exigente mercado internacional é um grande desafio. Sem preparação, o que podia ser um vôo longo corre o risco de não passar de um ensaio de decolagem. É preciso planejamento, pesquisa de mercados e profissionalismo. Além disso, torna-se fun- damental desmistificar a idéia de que somente empresas de grande porte conseguem exportar, pois muitas pequenas têm qualidade para

isso. Precisam apenas de capacitação.

Para promover essa qualificação necessária, o DENACO- OP implantou em 003 o Programa de Cooperação Internacional (Procin), buscando parceria com o MDIC. Desde então, são pro- movidos treinamentos e palestras, que orientam as cooperativas sobre formas de buscar espaços e se manter no mercado externo.

No período 003/006 foram beneficiadas cooperativas dos esta- dos do Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Amazonas, Pernam- buco, Piauí, Bahia e Ceará.

O Procin também dá apoio financeiro para que associados, por meio de suas cooperativas, possam realizar intercâmbios técnicos e promover ou participar de eventos internacionais, como feiras e rodadas de negócio.

Outra atividade que está em andamento no DENACOOP, em parceria com o MDIC, é a produção de um CD-ROM, inicialmente de- nominado “Aprendendo a Exportar – Cooperativas”, que visa orientar as cooperativas brasileiras para a exportação.

O “Aprendendo a Exportar” é um produto desenvolvido pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC), com objetivo de ensi- nar o passo-a-passo dos negócios com outros países.

O DENACOOP defende a criação de um pensamento estraté- gico exportador, para fomentar a cultura exportadora de produtos e de serviços cooperativos. A meta é abrir novos mercados e incrementar a presença do cooperativismo brasileiro no exterior.

M a d e i n B r a z i l

In 003, during a ceremony at the Planalto Palace mark- ing the International Cooperativism Day, president Lula signed a government Act instituting an Interministerial Working Group (GTI) to deal with specific matters related to cooperativism. And then, it was broken down into subgroups, and one of them was given the responsibility to deal with matters related to exports involving cooperatives.

Year after year, the products from the Brazilian cooperatives increase their share in the foreign market, boosting the income of their members. According to a survey by the Ministry of Devel- opment, Industry and Foreign Trade (MDIC), from 000 to 005, the volume of resources raked in by agricultural organizations from shipments abroad went up 97%, jumping from US$ 759 million a year to US$ .5 billion in five years.

Actions derived from the work of GTI’s subgroup made it possible to partner with the MDIC and with the Cooperativism Learning Service (Sescoop), with the aim to qualify the cooperatives in their search for international markets.

However, to satisfy the discerning international market is a challenge. Without any appropriate preparation, what could be a long flight runs the risk of being nothing else than an at- tempt to take off. What is needed is planning, market research and professionalism. Furthermore, it is of fundamental importance to demystify the idea that only big companies are able to export, because many small ones also qualify for exports. They just need to be given the capacity to export.

To promote this necessary qualification, in 003, DENA-

COOP implanted the International Cooperation Program (Procin), seeking partnership with the MDIC. Since then, a series of training sessions and lectures have been going on, focused on how to find the way into the international market and stay in it. Over the 003- 006 period, the benefits were extended to the cooperatives of the states of Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Amazonas, Pernam- buco, Piauí, Bahia and Ceará.

Procin also lends financial support to associate members, so as to make it possible for them, with the help of their coopera- tives, to carry out technical interchanges, promote and take part in international events, like fairs and business rounds.

Another activity now going on at DENACOOP, jointly with the MDIC, is the production of a CD-ROM, initially called “Learning to Export – Cooperatives”, which gives directives to the Brazilian cooperatives on exports.

The “Learning to Export” is a product developed by the Sec- retariat of Foreign Trade (Secex/MDIC), with the goal to teach the basics of businesses with other countries.

DENACOOP defends the building of strategic export think- ing, in order to promote a real export culture of cooperative prod- ucts and services. The target is to find new markets and boost the presence of Brazilian cooperativism abroad.

With an eye on the great potential for foreign trade, cooperatives are seeking instruments

to increase exports

M a d e i n B r a z i l

Mirando las amplias potencialidades para negocios con el exterior, cooperativas buscan herramientas para incrementar las exportaciones

En 003, por ocasión de las conmemoraciones del Día Internacional del Cooperativismo, en ceremonia en el Palacio del Planalto, fue firmado el Decre- to que instituyó un Grupo de Trabajo Interministerial (GTI), para tratar cuestiones específicas del cooperativismo. Y, entonces, en el ámbito del GTI, se instituyeron subgrupos, siendo uno de ellos para tratar sobre la cuestión de las exportaciones en las que participen las cooperativas.

Cada año, los productos de las cooperativas brasileñas ganan, más mer- cado externo, incrementando el ingreso de sus miembros. Entre 000 y 005, el volumen de recursos que ingresó a las organizaciones agropecuarias en virtud del embarque de productos a otros países creció nada menos que un 97%. El índice representa un salto de US$ 759 millones anuales a US$ ,5 mil millones en cin- co años, según levantamiento del Ministerio del Desarrollo, Industria y Comercio Exterior (MDIC).

Como acciones resultantes del trabajo del subgrupo del GTI, fue posible establecer sociedad con el MDIC y con el Servicio de Aprendizaje del Cooperati- vismo (Sescoop), cuyo objetivo es capacitar a las cooperativas para que busquen el mercado internacional.

Pero atender el exigente mercado internacional es un gran desafío. Sin pre- paración, lo que podía ser un vuelo largo, corre el riesgo de no pasar de un ensayo de despegue. Es necesario planificación, investigación de mercados y profesiona- lismo. Además, es fundamental desmitificar la idea de que solamente empresas de gran tamaño consiguen exportar, pues muchas pequeñas tienen calidad para eso.

Necesitan solamente capacitación.

Para promover esta calificación necesaria, el DENACOOP implantó en 003 el Programa de Cooperación Internacional (Procin), buscando asociarse con el MDIC.

Desde entonces se promueven entrenamientos y conferencias, que orientan a las coo- perativas sobre las formas de buscar espacios y mantenerse en el mercado externo. En el período 003/006, se beneficiaron cooperativas de los Estados de Paraná, Río de Janeiro, Minas Gerais, Amazonas, Pernambuco, Piauí, Bahia y Ceará.

El Procin también da apoyo financiero para que asociados, por medio de sus cooperativas, puedan realizar intercambios técnicos y promover o participar de eventos internacionales, como ferias y ruedas de negocios.

Otra actividad que está en marcha en el DENACOOP, en sociedad con el MDIC, es la producción de un CD-ROM, inicialmente denominado “Aprendiendo a Exportar – Cooperativas”, que busca orientar a las cooperativas brasileñas a exportar.

El “Aprendiendo a Exportar” es un producto desarrollado por la Secretaría de Comercio Exterior (Secex/MDIC), con el objetivo de enseñar el paso a paso de los negocios con otros países.

El DENACOOP defiende la creación de un pensamiento estratégico exporta- dor, para fomentar la cultura exportadora de productos y de servicios cooperativos.

La meta es abrir nuevos mercados e incrementar la presencia del cooperativismo brasileño en el exterior.

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