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C ENÁRIOS DE A TIVIDADES P RÁTICAS M ÉDICAS

4. INFRAESTRUTURA

4.1.6 C ENÁRIOS DE A TIVIDADES P RÁTICAS M ÉDICAS

142

LABORATÓRIOS ESPECÍFICO LOCALI-

ZAÇÃO

ÁREA (M2)

CAPACI- DADE FG/B FP/E PP/PSC

Laboratório de Microscopia X X M312 61 25

Laboratório de Microbiologia e Higiene

dos alimentos X X M123/M12

4

158 25

Laboratório de Química X X M301 97 25

Laboratório de Parasitologia x x M122 79 25

Legenda:

FG/B – Laboratórios para a Formação Geral/Básica – assinale com X.

FP/E – Laboratórios para a Formação Profissionalizante/específica – assinale com X.

PP/PSC - Laboratórios para a Prática Profissional e Prestação de Serviços à Comunidade – assinale com X.

143 práticas específicas são desenvolvidas, incluindo cenários de atividade básica, média e alta complexidade, proporcionando a oportunidade para o estudante desenvolver as habilidades e competências inerentes a formação médica.

As atividades de vivência e ensino-aprendizagem práticas são desenvolvidas dentro da lógica da regionalização, com vinculo territorial, predominando a Região Oeste, onde estão situados cenários de baixa e média complexidade - incluindo o Hospital Regional da Ceilândia (HRC), Unidades Básicas de Saúde, nelas, sob a lógica da Estratégia de Saúde da Família e Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

O convênio com a SES-DF contempla outros cenários de alta complexidade e em atendimentos de Urgência e Emergência.

- CENTRO AMBULATORIAL DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA

Foi inaugurado em 30 de abril de 2004 como uma instituição Filantrópica que tem por Missão ser um Centro Médico de Excelência, voltado às ações de Saúde, Ensino e Pesquisa. Com cerca de 5.300 m² de área construída e quatro pavimentos. Em 2013 o Instituto de Cardiologia do Distrito Federal assumiu a gestão administrativa da unidade. No ano de 2018 a gestão retornou para a UCB/UBEC com o intuito de iniciar as atividades de um centro ambulatório integrado e multidisciplinar.

A atividade ambulatorial é realizada pelos professores do curso de Medicina que ministram os conteúdos curriculares práticos e no internato com assistência que proporciona atendimento à população da região geoeconômica onde está localizado.

- REGIÕES DE SAÚDE DA SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DO DISTRITO FEDERAL

O Distrito Federal em comunhão com o decreto 7508/2011 foi dividido em regiões administrativas de Saúde. Estas são responsáveis através de suas superintendências, pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e unidades hospitalares. As UBS de acordo com as portarias 77 e 78/2017 (que ordenam a reformulação da Atenção Primária) funcionam com equipes de Saúde da Família. Em paralelo e em consonância à atenção primária, as unidades hospitalares compreendem um número variável de leitos, de acordo com a comunidade em que estão inseridas.

144 - HOSPITAIS REGIONAIS DA SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DO DISTRITO FEDERAL

Os Hospitais Regionais são unidades de saúde da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal. Estas unidades prestam atendimento ambulatorial, Pronto Socorro e internação, nas áreas de Cirurgia Geral, Traumato-Ortopedia, Ginecologia, Obstetrícia, Cirurgia Pediátrica, Cirurgia Plástica, Pediatria, Cirurgia Torácica, Clínica Médica, Alergia, Cardiologia, Unidade de Terapia Intensiva de Adulto, Terapia Intensiva Pediátrica, Terapia Intensiva Neonatal, Unidade Intermediária Neonatal, Dermatologia, Endocrinologia, Gastroenterologia, Infectologia, Medicina Nuclear, Neurologia e Neurocirurgia, Oftalmologia, Otorrinolaringologia, Pneumologia, Proctologia, Psiquiatria, Radiologia, Urologia, Análises Clínicas, Farmácia Hospitalar, Anatomia Patológica, Anestesiologia, Fisioterapia, Serviço de Nutrição e Serviço Social.

O principal cenário de vivência dos estudantes do curso, nos hospitais da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal, é o Hospital Regional da Ceilândia – HRC. Além dele, o Hospital Regional do Guará – HRGu, o Hospital Regional de Taguatinga - HRT, o Hospital de Base do DF - HBDF, o Hospital Regional da Asa Sul-HRAS, o Hospital Regional da Asa Norte – HRAN e o Instituto de Saúde Mental – ISM também fazem parte dos cenários disponibilizados para os estudantes na SES-DF.

- UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE DA SES/DF

Nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) os estudantes prestam atendimento ao usuário, com foco na Estratégia de Saúde da Família, entendendo que esta deve ser a principal porta de entrada do SUS. O estudante atua entrevistando e orientando os usuários visando a promoção, prevenção e reabilitação em saúde, além de fornecer informações sobre seus direitos e deveres, normas, códigos e legislação pertinentes à demanda apresentada, não só a ele como a sua família. Há, também, a vivência quanto aos direitos dos cidadãos em risco pessoal e social (violências: física, sexual, psicológica, intrafamiliar, negligências; acidentes: de trânsito, quedas, queimaduras e outros) dos diversos segmentos sociais (criança, adolescente, mulher, homem, idoso, pessoa com deficiência) de modo a garantir e viabilizar benefícios e serviços sociais existentes no SUS, Órgãos Públicos e outras entidades prestadoras de assistência social.

Nestes cenários os estudantes desenvolvem atividades com as equipes multiprofissionais no acompanhamento de usuários e assessoram atividades específicas das especialidades e de interesse da área de modo a garantir o atendimento integral do usuário - Palestras em Educação em Saúde, Oficinas, Seminários etc. Podem observar o desenvolvimento

145 de projetos e programas de intervenção assistencial ou educativa que possibilitem a remoção ou minimização dos fatores sociais que interferem negativamente no tratamento do usuário e do servidor da saúde.

- HOSPITAL DAS FORÇAS ARMADAS

O Hospital das Forças Armadas (HFA) é um hospital terciário da rede militar do Ministério da Defesa. Inaugurado em 27 de março de 1972, possui a missão de prestar assistência Médico-Hospitalar aos militares das Forças Armadas e seus dependentes, à Presidência da República e a outros segmentos da sociedade, bem como desenvolver de maneira permanente o ensino e a pesquisa. O HFA presta atendimento ambulatorial, emergencial e internação nas clinicas de cardiologia, cirurgia cardiovascular, cirurgia geral, cirurgia pediátrica, cirurgia plástica, cirurgia torácica, cirurgia vascular e endovascular, clínica médica, coloproctologia, dermatologia, endocrinologia, endocrinologia pediátrica, fisioterapia, gastroenterologia, geriatria, ginecologia e obstetrícia, hematologia, infectologia, nefrologia, neurocirurgia, neurologia, oftalmologia, oncologia, ortopedia e traumatologia, otorrinolaringologia, pediatria, pneumologia, psicologia, psiquiatria, reumatologia e urologia.

Além disso, oferece serviços de diagnóstico e terapia complementar com o laboratório de análises clínicas, hemodinâmica, medicina hiperbárica, medicina nuclear, radiologia, unidade de terapia intensiva adulto e neonatal.

- HOSPITAL DA CRIANÇA DE BRASÍLIA JOSÉ ALENCAR

O Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB), inaugurado em novembro de 2011, foi construído pela Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias (Abrace). Este hospital disponibiliza consultas, cirurgias ambulatoriais, diagnóstico básico e por imagem, quimioterapia, diálise peritoneal, hemodiálise e procedimentos ambulatoriais sob sedação, em ambientes próprios para este público. O hospital foi viabilizado em conjunto com a Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal (SES/DF), por meio de convênio celebrado entre a Abrace, Ministério da Saúde e Ministério Público do Trabalho, além de recursos captados junto à comunidade civil. O HCB atende exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e é gerido pelo Instituto do Câncer Infantil e Pediatria Especializada (ICIPE). A missão do HCB é assistir a população de 29 dias a 18 anos, referenciada para atenção especializada de média e alta complexidade, com integralidade e resolutividade humanizada, promovendo ensino e pesquisa e inovações no modelo de gestão, em parceria com o Governo do Distrito Federal (GDF).

146 - OUTROS CENÁRIOS

Cenários outros são apresentados aos estudantes no processo formativo; parcerias com escolas públicas, além do Centro Educacional Católica de Brasília (CECB) e Organizações Não Governamentais como abrigos, creches e asilos são ambientes utilizados para realização de atividades educativas com foco na promoção de saúde e prevenção de doença, além da realização de pesquisas importantes para o conhecimento desta população e nas suas necessidades.

147 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. MEC. Referenciais de Acessibilidade para a Educação Superior e a avaliação in loco do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior. 2013. Disponível em:

<http://www.ampesc.org.br/_arquivos/download/1382550379.pdf>. Acesso em: 13 de ago.

2015.

________. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação em Direitos Humanos. Resolução CNE/CP nº 1, de30 de maio de 2012. Disponível em: http://www.sdh.gov.br/assuntos /direito- para-todos/pdf/ParecerhomologadoDiretrizesNacionaisEDH.pdf. Acesso em: 13 de ago. 2015.

________. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Resolução CNE/CP nº 1, de 17 de junho de 2004. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/res012004.pdf.

Acesso em: 13 de ago. 2015.

________. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental. Resolução CNE/CP nº 2 de 15 de junho de 2012. Disponível em:

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=10988- rcp002-12-pdf&category_slug=maio-2012-pdf&Itemid=30192. Acesso em: 13 de ago. 2015.

BRASIL. INEP/MEC. Censo Escolar da Educação Básica 2013 Resumo Técnico. 2014. Disponível em:

<http://download.inep.gov.br/educacao_basica/censo_escolar/resumos_tecnicos/resumo_tec nico_censo_educacao_basica_2013.pdf>. Acesso em: 09 set. 2015.

______. Resumo Técnico Censo da Educação Superior de 2012. Julho de 2014. Disponível em:

<http://download.inep.gov.br/download/superior/censo/2012/resumo_tecnico_censo_educa cao_superior_2012.pdf>. Acesso em: 09 set. 2015.

BRASIL. Lei nº 12.871 de 22 de outubro de 2013. Brasília: Diário Oficial da União, 23 out 2013.

______. Lei nº 13.270 de 13 de abril de 2016. Brasília: Diário Oficial da União, 14 abr 2016.

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR. Resolução CNE/CES Nº 3, de 20 de Junho de 2014. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Medicina. Brasília: Ministério da Educação, 2014.

DISTRITO FEDERAL. Secretaria de Educação. Indicadores de acesso e participação 2014: rede pública estadual DF. 2014. Disponível em:

<http://www.cre.se.df.gov.br/ascom/documentos/suplav/lei4850_dados_indicadores_educaci onais/ii_c_taxa_escolarizacao_totaldf_2014.pdf>. Acesso em: 09 set. 2015.

IBGE. Síntese de Indicadores Sociais: uma análise das condições de vida da população brasileira 2013. 2013. Disponível em: < http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv66777.pdf>.

Acesso em: 12 set. 2015.

MAGALHÃES, Maria Carmem Côrtes. Síntese Histórica UCB - 39 Anos de Educação Superior, 18 Anos de Universidade. Página UCB, Out, 2013.

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA. Carta de Princípios da Universidade