DA MULHER
2. MATERIAL E MÉTODOS
3.2 DISCUSSÃO
Camellia sinensis L. pertence à família Theaceae, nativa do Sul e Sudeste da Ásia (VENDITTI et al., 2010). Faz parte da produção do chá verde, chá oolong e chá preto, estando entre as bebidas mais consumidas mundialmente. A planta tem apresentado importantes compostos fenólicos e metilxantinas que proporcionam benefícios à saúde, por apresentar atividades antioxidantes e sequestradoras de radicais livres, relacionados diretamente à ação de flavonoides, incluindo catequinas e outros compostos presentes (BENZIE; WACHTEL-GALOR, 2011; FANG et al., 2017).
Assim, os efeitos benéficos do consumo do chá têm proporcionado melhoria na qualidade de vida principalmente de mulheres, por serem mais acometidas por doenças crônicas (DATA-SUS, 2015). Logo, a revisão sistemática permitiu expor as principais implicações que o chá verde tem proporcionado à saúde da mulher. O principal resultado encontrado foi a detecção de efeito antioxidante em células cancerígenas, onde 37% dos trabalhos mencionados relataram a redução do risco de desenvolver cânceres de pulmão, mama, ovário, colo retal e oral, pelo consumo do chá. Tal fato está diretamente relacionado com a presença de polifenóis, aos quais aperfeiçoam a eficácia da terapia de radiação e quimioterapia, onde promovem a apoptose das células cancerígenas, bem como proteção das células normais (YAMAMOTO et al., 2003). Além disso, as vias de transdução de sinais, pontos de verificação do ciclo celular, apoptose e atividades enzimáticas são modificadas, favorecendo o metabolismo de drogas na desintoxicação de carcinógenos (YANG et al., 2009).
Em relação à perda de peso 25,9% dos estudos relacionaram esse fato com o uso do chá verde. Todavia 71,4% dos estudos para perda de peso referiram pouca eficácia sobre a termogênese e/ou biomarcadores da obesidade, o qual refletiria na redução do percentual de gordura corporal (MIELGO-AYUSO et al., 2014; DOSTAL et al., 2015). Estudos in vivo demonstraram efeito apenas quando associado a uma alimentação adequada e a prática regular de exercícios físicos, não esclarecendo se os benefícios alcançados são devido ao consumo do chá ou aos hábitos alimentares e o estilo de vida (CARDOSO et al., 2013).
As catequinas e flavonoides presentes na Camellia sinensis são antioxidantes que podem auxiliar na inibição dos níveis de leptina no sangue, uma enzima que favorece a absorção de gordura (SCHMITZ, 2005). Além de substâncias como a cafeína e a EGCG que auxiliam na termogênese, oxidação de gordura corporal e melhora do perfil lipídico (RODRIGUES, 2018). Todavia o seu potencial só é evidenciado, quando em sinergia a
uma dieta equilibrada e práticas esportivas, uma vez que sozinho não demonstraram alterações metabólicas (AMORIM; FERREIRA; NAVARRO, 2007; WESTERTERP- PLANTENGA, 2010).
Para as doenças cardiovasculares, os 22,2% dos estudos analisados apresentaram efeito significativo na redução da pressão arterial, concentração do LDL-colesterol e estresse oxidativo, diminuindo o risco de mortalidade pela doença. Tal fato está relacionado com a ingestão regular do chá em longo prazo, favorecendo a regulação da pressão sanguínea (MIRANDA-NETO et al., 2017). Os efeitos protetores dos polifenóis da Camellia sinensis atenuam o desenvolvimento da hipertensão arterial. Tais efeitos se dão pela capacidade antioxidante e anti-inflamatória das catequinas (NANTZ et al., 2009).
A alta ingestão de flavonoides está associada com a diminuição de 20% no risco de doença coronariana fatal (HUXLEY; NEIL, 2003; ARAB; LIU; ELASHOFF, 2009; WANG et al., 2011). A sinergia dos metabolitos, principalmente as catequinas, diminuem a absorção dos níveis plasmáticos de colesterol (LÖEST; NOH; KOO, 2002; RAEDERSTORFF et al., 2003). A melhora no perfil lipídico só foi evidenciada quando associada a uma dieta balanceada, reafirmando a importância dos hábitos alimentares e estilo de vida para o avanço dos resultados (TEIXEIRA, ZANCANARO, SANTOS, 2012).
Para as doenças ósseas, 75% do estudos demonstraram benefícios do chá verde para o aumento da densidade óssea, prevenindo a osteoporose. A moderada ingestão de polifenóis do chá verde pode reduzir a perda óssea, a deterioração microestrutural e a melhora da resistência óssea, sugerindo um potencial papel profilático dos polifenóis do chá verde para a saúde óssea humana (SHEN; CHYU; WANG, 2013).
Além disso, os resultados se relacionam com a atuação dos componentes bioativos do chá verde na apoptose de osteoclastos e suprimindo sua formação. Também beneficiam a osteoblastogênese, aumentando a sobrevida dos osteoblastos, diferenciação e mineralização (HAFEEZ et al., 2006; DOSTAL et al., 2015). Esses efeitos beneficiam a saúde dos ossos, não só aumentando a osteoblastogênese, mas também suprimindo a osteoclastogênese, através da modulação de fatores do crescimento, citocinas e seus receptores (QIAN et al., 2012).
4. CONCLUSÃO
A evidências científicas demonstraram benefícios do chá verde para saúde da mulher, principalmente para o câncer, doenças cardiovasculares e doenças ósseas,
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