a) ISO 9000: 2005
b) Guia 65/EN 45011 ISO IEC c) Projeto ISO IEC Guia 17065 d) ISO 9001:2008
e) Projeto ISO IEC Guia 17065 f) ISO 14065
g) ISO 14064-3 ISEAL
Procedimentos ISEAL P035 para auditoria de grupos Modelos de cadeia de fornecimento relacionados
a) Conhecimento de modelos de certificação existentes e regimes maduros considerados no desenvolvimento do sistema de certificação Bonsucro, do seguinte modo:
b) Mesa-redonda sobre Óleo de Palma Sustentável (Roundtable on Sustainable Palm Oil - RSPO)
c) Mesa-redonda sobre Soia Responsável (Roundtable on Responsible Soy - RTRS) d) Conselho de Manejo Florestal (Forest Stewardship Council - FSC)
e) Programa para o Endosso de Sistemas de Certificação Florestal (Programme for the Endorsement of Forest Certification Schemes - PEFC)
f) Marine Stewardship Council (Marine stewardship Council - MSC) g) Aliança Rainforest (Rainforest Alliance- RA)
h) Associação do Solo (Soil Association - SA) Comitê Europeu para a Padronização
CEN/TC 383: Biomassa produzida de forma sustentável para uso energético – critérios e indicadores relacionados à RED – Parte X: Avaliação de Conformidade incluindo cadeia de custódia, Rascunho (Versão Preliminar de 2009).
Diretivas EU e documentos relacionados
a) Diretiva 2009/28/EC do Parlamento e do Conselho Europeu de 23 de abril de 2009 sobre a promoção do uso de energia de fontes renováveis, assim como as diretivas subseqüentes modificadas e alteradas, 2001/77/EC e 2003/30/EC.
b) Diretiva 2009/30/EC do Parlamento e do Conselho Europeu de 23 de abril de 2009 emendando a Diretiva 98/70/EC com relação às especificações da gasolina, diesel e gás de petróleo e à introdução de um mecanismo para monitorar e reduzir as emissões de gases de efeito estufa, e emendando a Diretiva do Conselho
1999/32/EC com relação às especificações do uso de combustíveis em embarcações de navegação interior e revogando a Diretiva 93/12/EEC.
c) Comunicação da Comissão para o Conselho e do Parlamento Europeu sobre valores padrão e voluntários do sistema de sustentabilidade EU para biocombustíveis e biolíquidos sustentáveis, Versão Preliminar (2009)
Modelos de cadeia de fornecimento de biocombustíveis
a) Conselho do Biodiesel Europeu (European Biodiesel Board - EBB)
b) Sistema de Certificação Internacional de Sustentabilidade e Carbono (International Sustainability and Carbon Certification System - ISCC)
c) Mesa-redonda sobre Biocombustiveis Sustentáveis (Roundtable on Sustainable Biofuels - RSB)
APÊNDICE 2: CAPÍTULOS APLICÁVEIS DA 17065 Capítulos 5 e 6 do projeto ISO IEC Guia 17065 Gestão da imparcialidade
5.2.1 O organismo de certificação deve ter alto comprometimento com a gestão da imparcialidade.
5.2.2 O organismo de certificação deve possuir uma declaração acessível publicamente, de que ele entende a importância da imparcialidade no desenvolvimento das atividades de certificação, no manejo de conflitos de interesses e na garantia de objetividade nas atividades de certificação.
5.2.3 O organismo deve identificar riscos à sua imparcialidade de maneira constante. Deve considerar aqueles riscos decorrentes de suas atividades, ou de suas relações, ou das relações de sua equipe de trabalho (ver 7.1). No entanto, essas relações não apresentarão necessariamente risco de imparcialidade ao organismo.
NOTA: Uma relação que ameaça a imparcialidade do organismo de certificação pode ser baseada em propriedade, governança, gestão, equipe de trabalho, recursos compartilhados, finanças, contratos, marketing e pagamento de comissão de vendas ou outro estimulo para o encaminhamento de novos clientes, etc.
5.2.4 Se um risco de imparcialidade é identificado, o organismo deve ser capaz de demonstrar como eliminar ou minimizar o risco em questão.
5.2.5 Quando a relação possui uma ameaça inaceitável para a imparcialidade (como uma subsidiária de propriedade do organismo de certificação requerendo certificação de produtos de sua matriz ou o mesmo quando o organismo de certificação pertence a uma corporação ou holding e outras partes dela, como fabricantes, etc., solicitam uma certificação de produto ao organismo de certificação com o qual possui relação) então, a certificação não será concedida.
5.2.6 Os organismos de certificação devem documentar como manejam seus negócios de certificação e quaisquer outras atividades de forma a eliminar conflitos reais de interesse e minimizar qualquer risco de imparcialidade identificado. Esta informação deve ser disponibilizada ao mecanismo especificado em 6.2. A documentação deve cobrir todas as fontes potenciais de conflito de interesses que são identificadas, sejam elas advindas do organismo de certificação ou de outras atividades, organizações ou pessoas.
5.2.7 O organismo de certificação (e qualquer grupo sob seu controle organizacional (ver 3.12); ou equipe de trabalho, empregados ou contratados, em uma organização dentro de sua participação de controle majoritário ou controle organizacional) não deve proporcionar ou oferecer consultoria sobre o produto que ele certifica.
5.2.8 O organismo de certificação pode explicar seus resultados e/ou clarificar os requisitos dos documentos normativos, mas não deve dar orientação prescritiva ou consultoria como parte de uma avaliação. Isto não exclui o intercambio normal de informação com os clientes e com outras partes interessadas ou o fornecimento de diferentes atividades de determinação, por exemplo, inspeção, testes, auditoria, requeridas para regimes específicos de certificação de produtos o e que são considerados aceitáveis.
5.2.9 O organismo de certificação e (qualquer outro grupo dentro do seu controle organizacional; ou equipe de trabalho, empregados ou contratados, em uma organização dentro de sua participação de controle majoritário ou controle organizacional) não deve proporcionar ou oferecer auditorias do sistema de gestão interno para o cliente ou outras entidades legais envolvidas no processo de certificação nos regimes que requerem que o cliente ou outras entidades legais envolvidas no processo de certificação executem as auditorias do sistema de gestão interno. Isto também se aplica à parte do governo identificada como organismo de certificação.
NOTA: Ver a nota do item 5.2.3
5.2.10 O organismo de certificação não deve certificar um produto sobre o qual o cliente tenha recebido consultoria ou avaliações internas, onde a relação entre a organização de consultoria e o organismo de certificação represente uma ameaça inaceitável para a imparcialidade do organismo de certificação.
NOTA 1: Permitir um período mínimo de dois anos a decorrer após o fim da consultoria do produto é uma forma de reduzir a ameaça à imparcialidade a um nível aceitável.
NOTA 2: Uso, instalação e manutenção de um produto certificado (excluindo os serviços) necessário para a operação do organismo de certificação não é excluída.
5.2.11 As atividades do organismo de certificação não devem ser comercializadas ou vinculadas a atividades de uma organização que proporcione consultoria de produtos. O Organismo de Certificação deve tomar medidas para corrigir declarações inapropriadas por parte de qualquer organização de consultoria, que declare expressa ou implicitamente que a certificação seria mais simples, mais fácil, mais rápida ou menos custosa se o organismo de certificação fosse usado. O organismo de certificação não deve declarar, expressa ou implicitamente, que a certificação seria mais simples, mais fácil, mais rápida ou menos custosa se determinada organização de consultoria fosse utilizada.
5.2.12 Para assegurar que não haja conflito de interesses, a equipe de trabalho que tenha fornecido consultoria para, ou que tenha sido empregada pelo cliente, incluindo aqueles atuando em uma posição gerencial, não devem ser utilizados pelo Organismo de Certificação para tomar a decisão da certificação nem para resolver uma reclamação ou apelação para esse cliente dentro de 2 anos a partir do final de sua consultoria ou contrato de trabalho.
NOTA: Este requisito não se aplica para um individuo participando de um grupo ou comitê.
5.2.13 O organismo de certificação deve tomar medidas para responder a quaisquer ameaças à imparcialidade que surjam das ações de outras pessoas, organismos ou organizações.
Responsabilidade e financiamento
5.3.1 O Organismo de Certificação deve avaliar os riscos decorrentes de suas atividades de certificação e se ele possui disposições adequadas (por exemplo: seguros ou reservas) para cobrir obrigações decorrentes de suas operações.
5.3.2 O Organismo de Certificação deve, juntamente com o executivo sênior e sua equipe de trabalho, estar livre de qualquer pressão comercial, financeira, ou outras pressões que possam influenciar os resultados do processo de certificação.
Condições não discriminatórias
5.4.1 As políticas e procedimentos sob as quais o organismo de certificação opera, assim como a sua administração, não devem ser discriminatórias e devem ser administradas de forma não discriminatória. Procedimentos além dos previstos neste padrão internacional não devem ser adotados de forma a impedir ou inibir o acesso dos solicitantes.
5.4.2 Os organismos de certificação não devem praticar nenhuma forma de discriminação como discriminação oculta, por meio da aceleração ou do atraso de solicitações de processos.
5.4.3 O organismo de certificação deve tornar os seus serviços accessíveis a todos os solicitantes cujas atividades se encaixem nas atividades de operação do organismo. Não poderão ser apresentadas condições inapropriadas, tanto financeiras quanto de outra natureza.
5.4.4 O acesso ao processo de certificação não deve ser condicionado ao tamanho do cliente ou à sua adesão a qualquer associação ou grupo, nem deve ser condicionado ao numero de certificações já requeridas.
NOTA: No entanto, o organismo de certificação pode negar a certificação a um cliente caso existam razões significativas/ demonstráveis, tais como atividades ilegais, histórico de não conformidades recorrentes com os requisitos da certificação/produto e questões similares.
Uso de licença, certificados, e marcas de conformidade
5.5.1 O organismo de certificação deve exercer controle apropriado do domínio, uso e exibição de licenças, certificados, marcas de conformidade e qualquer outro mecanismo que indique que o produto é certificado.
NOTA: Orientações sobre o uso de certificados e marcas autorizadas pelo Organismo de certificação devem ser obtidas do Guia 23 ISO /IEC
5.5.2 Quando utilizada, a marca deve ser diretamente aplicada no produto certificado; na embalagem do produto; ou na informação que o acompanha.
5.5.3 Referências incorretas ao sistema de certificação ou o uso incorreto de licenças, certificados, marcas ou qualquer outro mecanismo para indicar que um produto é certificado, encontrada em catálogos publicitários, etc. devem ser tratadas por meio de medidas adequadas.
NOTA: Tais ações são tratadas no Guia 27 ISO/IEC e podem incluir ações corretivas, retirada do certificado, publicação da transgressão e, se necessário, outras ações legais.
Mecanismos para salvaguardar a imparcialidade
6.2.1 O organismo de certificação deve salvaguardar a imparcialidade das suas atividades e deve proporcionar um mecanismo pelo qual partes interessadas significativas podem proporcionar recomendações com relação a:
Políticas e princípios relacionados à imparcialidade das suas atividades de certificação,
Oposição a qualquer tendência do organismo de certificação para permitir considerações comerciais ou de outro tipo que impeçam a realização consistente e imparcial das atividades de certificação,
Questões que afetem a imparcialidade e a credibilidade da certificação, incluindo a acessibilidade e a percepção pública
NOTA: Outras tarefas ou deveres podem ser atribuídos a este mecanismo, desde que os mesmos não comprometam sua função principal de assegurar a imparcialidade.
NOTA: Um possível mecanismo é um comitê.
6.2.2 Os termos de referência, deveres, autoridades e responsabilidades do mecanismo devem ser formalmente documentados de forma a garantir a representação balanceada de interesses a fim de que nenhum interesse próprio predomine (a equipe de trabalho, interna ou externa, do organismo de certificação é considerada como interesse próprio e não deve predominar), o acesso a toda a informação necessária (ver 5.2.6), e
6.2.3 Caso a imparcialidade não seja alcançada pelo organismo de certificação, o mecanismo não será proibido de tomar medidas apropriadas (por exemplo: informar autoridades, organismos de acreditação, partes interessadas). Ao tomar medidas apropriadas, os requisitos de confidencialidade do item 8.4 relacionados ao cliente e ao organismo de certificação devem ser respeitados.
6.2.4 Ainda que nem todo interesse possa ser representado no mecanismo, o organismo de certificação deve identificar e convidar as partes interessadas chave.
NOTA 1: Tais interesses devem incluir: clientes do Organismo de Certificação, compradores de organizações cujos produtos são certificados, representantes de associações comerciais da industria, representantes de organismos regulatórios governamentais ou outros serviços governamentais, ou representantes de organizações não governamentais, incluindo organizações de consumidores.
NOTA 2: Se o Organismo de Certificação também fornece certificações de sistemas de gestão, o comitê que cumpre com a cláusula 6.2 do ISO/IEC 17021 também pode cumprir com a cláusula 6.2 do ISO / IEC 17065.