eram sobre atividades laborativas, (h) três eram revisões, e (i) sete eram estudos com outras doenças. Doze estudos foram utilizados para análise.
Alguns dos artigos analisados envolviam estudos com técnicas combinadas, entretanto, em três deles, foi encontrado um grupo que realizou apenas EVCI. Nestes estudos, os EVCI foram combinados com L-citrulina (175), com carga externa (61) ou radiofrequência (176).
Figura 13- Diagrama de fluxo indicando as etapas da análise dos estudos desta revisão.
Na Tabela 7 encontra-se o nível de evidência e a qualidade metodológica, objetivo, algumas características antropométricas e a condição clínica dos participantes, resultados e
achados relacionados com os doze estudos selecionados para serem discutidos. Um total de 375 indivíduos participaram do estudo e 88% eram mulheres com idade entre 8 e 80 anos. Em um trabalho (69) a idade dos participantes não foi informada. A maioria das mulheres estudadas eram pós menopausadas. Seis estudos obtiveram nível II (RCT) (122, 124, 176- 179), um obteve o nível III-1 (180) e cinco, o nível III-2 (61, 69, 181, 175, 182), de acordo com o NHMRC. Em relação a qualidade metodológica, definida através da escala PEDro, apenas três estudos foram classificados como “alta” qualidade (122, 175, 177), um foi classificado como “baixa” (69) e outros oito como “adequada” (61, 124, 176, 178, 179, 180- 182).
O IMC encontrado ficou entre 25,5 e 42,8 kg/m2. O objetivo dos estudos foi avaliar o efeito do treinamento de EVCI em indivíduos com relação (i) à parâmetros sanguíneos (122, 124, 177, 179, 181, 182), (ii) ao metabolismo ósseo (178), (iii) a função muscular (124, 176, 175, 179, 181), (iv) a composição corporal (122, 176, 178), (v) aos parâmetros antropométricos (176, 178, 180) e (vi) a concentração plasmática de biomarcadores (61, 69, 178).
Considerando os resultados e achados, Figueroa et al., 2015 (177) estudaram o efeitos dos EVCI em indivíduos hipertensos, normotensos e em indivíduos controle. Houve redução de pressão arterial sistólica braquial, aórtica, da velocidade de onda de pulso braquial, da perna e do tornozelo nos pacientes dos grupos de hipertensos e normotensos quando comparado aos do grupo controle. Figueroa et al., 2015 (175) reportaram que os EVCI aumentaram a força muscular da perna e reduziram o percentual de gordura corporal (PG%) e a velocidade de onda de pulso aórtica. Erceg et al., 2015 (178) verificaram aumentos no conteúdo mineral ósseo (CMO) e na densidade mineral óssea (DMO) de indivíduos submetidos aos EVCI, quando comparados com os dados iniciais do paciente. Zaki et al., 2014 (180) verificaram através de análise de regressão simples e múltiplas a associação entre duração da atividade física e DMO em todos os sítios pesquisados. Em uma análise de regressão múltipla, os maiores valores de 𝑅2 foram encontrados para os modelos que fizeram EVCI adicionado. Figueroa et al., 2014 (179) descreveram que os EVCI reduziram significativamente as pressões arteriais sistólica e diatólica, enquanto aumentaram a força muscular, sem alterações no grupo controle. Oh et al., 2014 (69) reportaram (i) um modesto aumento na força muscular do quadríceps, juntamente com uma redução significativa nos lípidios intramiocelulares, (ii) uma redução significante no peso corporal, no IMC, na massa de gordura corporal e na área de gordura visceral, (iii) uma significativa redução nos níveis de aminotransferase, γ-glutamiltransferase, leptina, interleucina-6, e TNF- α , e (v) um aumento
significativo na adipocina. Sañudo et al., 2013 (122) mostraram aumentos significativos no fluxo sanguíneo, na velocidade média (Vmed) e na velocidade diastólica máxima (VDM), e reduções significativas no peso corporal, na circunferência abdominal, na relação circunferência-quadril, e na gordura corporal após os EVCI. Vissers et al., 2009 (182), descreveram que a ventilação pulmonar foi significativamente aumentada durante a realização dos EVCI, quando comparados aos exercícios sem vibração. Os valores da escala de Borg apresentaram diferenças significativas com e sem vibração. Giunta et al., 2012 (61) descreveram que os EVCI interferiram no aumento da concentração do hormônio do crescimento e do lactato.
Figueroa et al., 2012 (124) reportaram a diminuição da velocidade de onda de pulso (VOP) braquial-tornozelo, da onda de reflexão (o índice de amplificação-Aix), pressão arterial sistólica (PAS) braquial, PAS aórtica e do equilíbrio simpato-vagal após os EVCI. Houve aumento no número de repetições máximas de extensão da perna após os EVCI. Milanese et al., 2013 (176) revelaram que em dois grupos de treino com EVCI (um com e outro sem radiofrequência), os indivíduos submetidos ao treinamento com EVCI tinham significativamente o IMC menor, valores menores da gordura corporal total e abdominal, do somatório das dobras cutâneas e das circunferências corporais, quando comparados ao controle. Por outro lado, testes de força dos membros inferiores foram aumentados apenas no grupo de EVCI.
A Tabela 8 mostra os parâmetros utilizados nos protocolos dos estudos analisados. A frequência da vibração variou entre 25 e 60 Hz e as amplitudes de 1 a 5 mm, apesar de em uma publicação a amplitude não ter sido informada (180) e em outra ter sido citada apenas como “alta” ou “baixa” (179).
A maior parte dos estudos utilizou a POV de oscilação vertical. Em geral, os participantes dos estudos estavam na posição de pé com semi-agachamento estático ou dinâmico. Em duas publicações, apenas uma sessão foi realizada (61, 182). Em outros estudos, os participantes foram expostos a três sessões por semana; e em dois artigos, a duas sessões por semana (69, 176). O total de tempo utilizado na exposição a vibração mecânica foi de 12 semanas. O tempo entre cada série de exercício variou de 30 ate 60 segundos.
Estudo Amostra Idade (anos) Objetivo Medidas Resultados NE QM Figueroa
et al., 2015 (177)
Trinta e seis mulheres PM obesas
IMC 32,1 ± 2,1 kg/m2 a) CONT (n=12)
b) EVCI alta intensidade (n= 12)
c) EVCI baixa intensidade (n=12)
(56 ± 1 até 58 ± 1)
Investigar o efeito dos EVCI na PAS do tornozelo e suas associações com mudanças na VOP e na PAS aórtica de mulheres PM obesas.
a) PAS do tornozelo, b) PAS braquial, c) PAS aórtica,
d) VOP fêmoro-poplítea e) VOP carotídeo-femoral, f) VOP tornozelo-braquial.
Os valores de baseline foram maiores no grupo EVCI de alta intensidade quando comparados ao EVCI de baixa intensidade.
Houve redução maior da PAS do tornozelo no grupo EVCI alta intensidade, quando comparado aos outros grupos. Nos grupos de EVCI houve redução da PAS braquial, da PAS aórtica, da VOP tornozelo-braquial quando comparados ao grupo controle.
Reduções na VOP fêmoro- poplítea foram correlacionadas com redução da PAS do tornozelo, PAS braquial, PAS aórtica e VOP tornozelo- braquial.
II Alta
Figueroa et al., 2015 (175)
Quarenta e uma mulheres PM
IMC 34,0 ± 2,0 kg/m2 a) EVCI com placebo (n = 14)
b) L-citrulina (n=14), c) EVCI com L-citrulina (n = 13).
58 ± 3 Investigar o efeito independente e combinado do
EVCI e da
suplementação com L-citrulina na VOP e na função muscular de mulheres PM.
a) VOP carotídeoa femoral e VOP fêmoro poplítea,
b) IMM da perna,
c) Força muscular da perna, d)Percentual de gordura corporal
EVCI com L-citrulina reduziram mais a VOP caratídeo-femoral comparada aos outros grupos.
Todas as intervenções reduziram a VOP fêmoro-poplítea similarmente. O IMM da perna aumentou mais no grupo EVCI com L-citrulina do que no grupo L-citrulina. As intervenções com EVCI aumentaram mais a força e reduziram mais o %GC.
Reduções na VOP carotídeo- femoral foram correlacionadas com aumento do IMM da perna.
III-2 Alta
Estudo Amostra Idade (anos) Objetivo Medidas Resultados NE QM Erceg
et al., 2015 (178)
Vinte meninos latinos sedentários com sobrepeso
IMC percentil ≥ 85 a) CONT (n=9) b) EVCI (n=11)
9 ± 1 Testar se os EVCI afetam o metabolismo ósseo e a relação insulina/glicose em
meninos com
sobrepeso.
a) Teste oral de tolerância à glicose,
b) Medidas de biomarcadores ósseos, lipídios, HbA1c, glicose e insulina, c) Composição corporal através do DXA.
Aumento da DMO e CMO no grupo EVCI. No grupo CONT houve aumento do CMO sem alteração da DMO. Não houve diferença significativa entre a DMO e o CMO entre os grupos. Não houve diferença na osteocalcina e no CTx no grupo EVCI. Osteocalcina mostra uma tendência decrescente e aumento de CTx no grupo CONT.
II Adequada
Zaki et al., 2014 (180)
Oitenta mulheres PM IMC 34,63 ± 5,69 até 35,54 ± 6,51 kg/m2 a) EVCI group (n=40) b) Grupo ER (n=40)
56,95 ± 4,1 até 57,34 ± 5,3
Avaliar o impacto de dois programas de exercício (os EVCI e o ER) na DMO e na antropometria de mulheres obesas PM.
a) DMO
b)Parâmetros antropométricos
DMO significativamente maior, melhora no IMC e na circunferência da cintutra- quadril em ambos os grupos.
III-1 Adequada
Figueroa et al., 2014 (179)
Vinte e oito mulheres PM.
IMC 33,9± 3,7kgm2
a) CONT (n=13) b) EVCI (n=15)
56 ± 3 Avaliar os efeitos dos
EVCI na
hemodinâmica aórtica e na força muscular da perna.
a) PAS aórtica, b) PAD, c) AP,
d)Índice de amplificação, e) Demanda de oxigênio miocárdico,
f) Força muscular da perna.
EVCI reduziu a PAS aórtica, a PAD, a FC, a AP, o índice de amplificação e o índice tensão-tempo, enquanto aumentou a força muscular, comparado ao CONT.
II Adequada
Tabela 7- Continuação.
Estudo Amostra Idade (anos) Objetivo Medidas Resultados NE QM
Oh et al., 2014 (69)
Dezoito indivíduos com DHGNA (quarto homens e quatorze mulheres) IMC 25,5 – 33,2
NI Avaliar a efetividade dos EVCI em indivíduos obesos com DHGNA
a) Avaliação do consumo e gasto energético
b) Calorimetria indireta c) Peso e composição corporal
d) Exames laboratoriais (aminotransferase, TNF-α, γ-glutamiltransferase,
leptina, interleucina-6 e adiponectina).
e) US
f) Rigidez e esteatose hepática
g) Espectroscopia de RM h) Força muscular
i) Qualidade de vida (SF-36)
Modesto aumento na resistência e área de secção transversal dos quadríceps, juntamente com uma redução significativa em lípidos intramiocelulares. Redução modesta no peso corporal, região abdominal gordura visceral e teor de gordura hepática e redução significativa nos níveis de aminotransferase, γ- glutamiltransferase, leptina, interleucina-6, e TNF-α com aumento significativo de adiponectina. Em relação ao SF-36 (melhora no aspecto funcional, na atividade física, na saúde em geral, e na relação social.
III-2 Baixa
Sañudo et al., 2014 (122)
Quarenta indivíduos com DM2 (19 mulheres e 21 homens)
IMC 30,95 ± 6,89 até 31,96 ± 5,18 kg/m2 a) EVCI (n=20) b) CONT (n=20)
56 - 80 Examinar o efeito de 12 semanas de EVCI no fluxo sanguíneo e composição corporal de indivíduos com DM2.
a)Composição corporal e antropometria
b)Doopler colorido (avaliação do fluxo sanguíneo)
Houve aumento no fluxo sanguíneo, na velocidade média e na velocidade diastólica máxima no grupo EVCI, quando comparado ao CONT. Na análise intragrupo, houve diferença no pico de velocidade sanguínea e na velocidade diastólica máxima no grupo EVCI. Melhoras foram encontradas na composição corporal e nas características antropométricas no grupo EVCI.
II Alta
Tabela 7- Continuação.
Estudo Amostra Idade (anos) Objetivo Medidas Resultados NE QM
Figueroa et al., 2013 (181)
Vinte e cinco mulheres PM
IMC 34,7 ± 0,8 kg/m2 a) CONT
b) EVCI
56 ± 1 Examinar o impacto dos EVCI na rigidez arterial, no preditor de aumento longitudinal de pressão sanguínea e na função muscular da perna de mulheres PM.
a) Função arterial (VOP, PAS, PAD, PAM) b) Força muscular c) Composição corporal
Houve diminuição na rigidez arterial, na pressão sanguínea, na VOP braquial-tornozelo, na VOP da perna, na PAS, na PAD, na PAM e na FC, com aumento de força após os EVCI. No CONT não foram observadas alterações. A massa magra da perna e a VOP carotídeo-femoral não foram afetados em ambos os grupos.
III-2 Adequada
Vissers et al., 2009 (67)
Vinte mulheres com sobrepeso e obesos IMC 26,8 ± 1,3 (sobrepeso)
IMC obesos 33,8 ± 2,2 (obesos)
a) Exercícios sem vibração
b) Exercícios com vibração
Sobrepeso (39 ± 7) Obeso (36 ± 8)
Avaliar o efeito dos EVCI no consumo de oxigênio e produção de dióxido de carbono em mulheres com sobrepeso e obesas.
a) Ventilação de oxigênio, dióxido de carbono, frequência cardíaca.
b) Escala de Borg.
A ventilação de oxigênio e dióxido de carbono foram significativamente maiores nos exercícios com vibração.
A escala de Borg mostrou diferença significativa apenas na posição “em ponta de pé”
com e sem vibração.
III-2 Adequada
Estudo Amostra Idade (anos)
Objetivo Medidas Resultados NE QM
Giunta et al., 2012 (61)
Sete mulheres obesas IMC 39,9 ± 2,9 kg/m2 a) EVCI
b) EVCI associado com agachamento com carga
22 ± 5 Avaliar o efeito agudo dos EVCI sozinho e combinado com agachamento com
carga nas
concentrações
plasmáticas do
hormônio do
crescimento e do lactato.
Níveis plasmáticos de:
a) Hormônio do
crescimento b) Lactato
Em ambos ou grupos houve aumento significativo do hormônio do crescimento e das concentrações de lactato. A resposta do lactato foi significativamente maior após a realização de EVCI associado com agachamento com carga.
Os valores do hormônio do
crescimento foram
correlacionados com as concentrações do lactato em ambos os grupos.
III-2 Adequada
Figueroa et al., 2012 (124)
Dez mulheres jovens com sobrepeso/obesas IMC 29,9 ± 0,8 kg/m2 a) CONT
b) EVCI
21 ± 2 Avaliar o efeito dos EVCI na função arterial, na função autonômica e na força muscular de mulheres
jovens com
sobrepeso/obesas.
a) VOP e pressão sanguínea braquial
b) Análise da onda de pulso c)Variabilidade da frequência cardíaca
d) Força muscular
e)Antropometria e composição corporal
Houve redução significativa da VOP tornozelo-braquial, do índice de amplificação, da PAS braquial, da PAS arterial, das frequências mais baixas e do equilíbrio simpático-vagal após os EVCI. Aumento nas frequências mais altas e na força máxima de extensão da perna após os EVCI. Redução da rigidez arterial sistêmica e da PAS aórtica através de melhora na onda de reflexão e no equilíbrio simpático-vagal em
mulheres jovens
sobrepeso/obesas normotensas.
II Adequada
Tabela 7- Continuação.
Estudo Amostra Idade
(anos)
Objetivo Medidas Resultados NE QM
Milanese et al., 2013 (176)
Cinquenta mulheres obesas
IMC 35,1 ± 3,55kg/m2 a) CONT (n=15) b) EVCI (n=17),
c) EVCI associado a RF (n=18).
46,8 ± 7,8 Avaliar o efeito agudo
dos EVCI na
antropometria, na composição corporal e na força muscular de mulheres obesas.
a) Antropometria b) Composição corporal c) Força muscular
Os achados dos grupos de EVCI (com e sem RF) foram similares e estes grupos foram unificados.
Indivíduos expostos à EVCI obtiveram melhoras significativas da composição corporal, na pregas cutâneas e circunferências.
A força muscular aumentou apenas nas intervenções com EVCI.
II Adequada
PM- pós menopausadas; IMC- índice de massa corporal; CONT- grupo controle; EVCI- grupo de exercícios de vibração de corpo inteiro; PAS- pressão arterial sistólica; VOP- velocidade de onda de pulso; IMM- índice de massa magra; %GC- percentual de gordura corporal; TOTG- teste oral de tolerância à glicose; HbA1c- hemoglobina glicada; DXA- absorciometria por raio X com dupla energia; DMO- densidade mineral óssea; CMO- conteúdo mineral ósseo; CTx- C-telopeptídeo colágeno tipo I; ER- exercício de resistência;
PAS- pressão arterial sistólica; PAD- pressão arterial diastólica; AP- aumento de pressão; DHGNA- doença hepática gordurosa não alcoólica; TNF-α- fator de necrose tumoral- alfa; US- ultrassonografia; RM- Imagem por ressonância magnética nuclear; SF-36- formulário abreviado da avaliação da saúde-36 ; DM2- diabetes mellitus tipo 2; PAM- pressão arterial média; RF- radiofrequência.
Estudo Tipo de POV
Frequência (Hz)
Amplitude/
D (mm) Pacel (xg)
Condição do participante na POV
Sessões e periodicidade
Séries/Tempo da Série/ Tempo de trabalho e de repouso
Figueroa et al., 2015 (177)
Vertical 25 – 40 Amplitude 1 - 2
Agachamento dinâmico e estático com flexão de joelhos de 90 e 120º (considerando 180º como extensão completa de joelhos), agachamento e
“ponta dos pés”.
3 dias por semana por 12 semanas.
A duração da série foi progressivamente aumentada (30-60 s) e e o tempo de repouso diminuído (60-30 s).
Figueroa et al., 2015 (175)
Vertical 25 – 40 Amplitude 1 - 2
Exercícios de perna estáticos e dinâmicos. Considerando extensão completa de joelhos como 180º, os agachamentos foram realizados com 90 e 120º de flexão de joelhos.
3 vezes/semana separados por até 48h, por 8 semanas.
Cada série foi de (30–60 s), o número de séries de (1–5), e o total da duração de cada sessão de (11–60 min). O período de descanso variou de (60–30 s).
Erceg et al., 2015 (178)
Vertical 30 – 40 Low/high
1,9 – 6,2 xg
Agachamento padrão (ângulo doa joelhos de 90-130°), agachamento. “Ponta dos pés”, lunge, e push-up modificado.
3 vezes/semana em dias não consecutivos, com pelo menos um dia de intervalo.
7-22 séries, 30-60 s de trabalho, 30 s de descanso.
Zaki, 2014 (180)
Alternada 16 NI Em pé sobre a basse da POV, realizando exercícios de alongamento.
3 vezes/semana por 8 meses.
Na primeira sessão foram realizadas 3 séries com 1 minuto de trabalho em cada e frequência de 16 Hz. Nas demais sessões, foi acrescida 1 série por sessão, até 10 exposições. O período de descanso foi sempre de 1 minuto.
Estudo Tipo de POV
Frequência (Hz)
Amplitude/
D(mm)/
Pacel (xg)
Condição do participante na POV
Sessões/
periodicidade
Séries/Tempo da Série/ Tempo de trabalho e de repouso Figueroa et
al., 2014 (179)
Vertical 25 – 35 Amplitude 1
Exercícios de perna estáticos e dinâmicos. Considerando extensão completa de joelhos como 180º, os agachamentos foram realizados com 90 e 120º de flexão de joelhos. Os exercícios dinâmicos foram realizados por 2 s na fase concêntrica e 3 s na excêntrica.
Três sessões por semana, separadas por, no mínimo, 48h, durante seis semanas.
A duração da série foi de (30–
45s) e o número de séries de (1–2) foi aumentando progressivamente, sendo mantido o período de intervalo de 60s.
Oh et al., 2014 (69)
Vertical 30 – 40 Amplitude baixa/alta
A sessão incluiu alongamento dos músculos isquiotibiais, da panturrilha e da articulação do quadril (30 Hz; baixa; tempo de 30s). Em agachamento na plataforma (30-35 Hz; baixo;
tempo, 30 s). Massagem da panturrilha, nos isquiotibiais, parte inferior das costas, ombro e face (40 Hz; alta, o tempo, 60 s).
2 vezes/semana 12 semanas
3 sequências de preparação
para o movimento,
fortalecimento e massagem foram realizadas em cada sessão. Cada sessão teve um total de 40 minutos, incluindo o tempo de descanso de 30 s em cada movimento.
Estudo Tipo de POV
Frequência (Hz)
Amplitude/
D(mm)/
Pacel (xg)
Condição do participante na POV
Sessões/
periodicidade
Séries/Tempo da Série/ Tempo de trabalho e de repouso
Sañudo et al., 2013 (122)
Alternada 12 – 16 D 4 Exercícios estáticos e dinâmicos na POV. Durante o exercício de agachamento isométrico os participantes ficaram com os joelhos flexionados (100º). Os exercícios dinâmicos foram realizados com 2 s para as fases concêntrica e excêntrica.
3 vezes por semana, durante 12 semanas
12-20 min (8 x 30-60 s de trabalho, 30 s de repouso)
Figueroa et al., 2013 (122)
Vertical 25 – 40 1-2 De pé sobre a base da POV, agachamentos dinâmicos e estáticos foram realizados, com um ângulo de joelho de 90-120º Exercícios dinâmicos foram realizados com 2 s para a fase concêntrica e 3 s para a fase excêntrica.
3sessões/semana com 48h de intervalo, por 12 semanas.
A duração de cada série (30-60 s) e número de séries (1-6) foram
sendo aumentadas
progressivamente e o período de repouso (60-30 s) diminuído.
Vissers et al., 2009 (181)
Vertical 35 Amplitude
4
Seis exercícios foram realizados em ordem aleatória: em pé, agachamento dinâmico entre 5 e 60º de flexão nos joelhos, levantamento de ponta de pé dinâmico, em pé, com e sem vibração.
Única sessão Entre cada exercício, os participantes repousaram por 10 minutos. Todos os exercícios foram realizados em ritmo constante (3 segundos para cima, 3 segundos para baixo)
Estudo Tipo de POV
Frequência (Hz)
Amplitude/
D(mm)/
Pacel (xg)
Condição do participante na POV
Sessões/
periodicidade
Séries/Tempo da Série/ Tempo de trabalho e de repouso
Giunta et al., 2012 (67)
Vertical 30 2,85 xg EVCI: posição de
agachamento estático.
No grupo em que os EVCI foram associados ao agachamento com carga externa, os indivíduos realizaram os agachamentos dinâmicos na POV.
Única sessão No EVCI, o estímulo foi repetido por 10 séries consecutivas com 50-s de repouso. No EVCI combinado com agachamento e carga externa, os indivíduos realizaram 10 séries consecutivas (separados por 50 s de repouso).
A duração de ambos os grupos foi de 19 minutos e 30 s.
Figueroa et al., 2012 (61)
Vertical 25 - 30 Amplitude 1 - 2
Semi-agachamentos dinâmicos e estáticos com um ângulo de 120º do joelho (considerando 180º como a extensão completa) e “ponta de pé”
foram realizados.
3 sessões/semana separadas por pelo menos 48 h de intervalo, durante 6 semanas
A duração do período de trabalho foi progressivamente aumentada (30-60 s) e diminuída a do tempo de repouso (60-30 s).
Milanese et al., 2013 (124)
Vertical 40 – 60 Amplitude 2,0 - 5,0
Os indivíduos realizaram 20 sequênciais de exercícios estáticos de perna e braço.
2 vezes/semana por 10 semanas
Cada sessão durou 19 minutos (14 minutos de EVCI, 5 minutos de repouso). A duração de cada exercício foi de 30-60 s.
POV- plataforma oscilante/vibratória; D- deslocamento pico-a-pico; Pacel- pico de aceleração; xg- múltiplos da aceleração da gravidade; s- segundos; h- horas; min- minutos;
EVCI- exercícios de vibração de corpo inteiro.
3.4 Efeito dos exercícios de vibração de corpo inteiro em pacientes com doença