SECÇÃO I
73. Exemplifica: 3." Quando a Senfença «julga
«< que o demandado não he obrigado responder >»; e por isso o absolve: Conf. Ord. L. 3. T. 65. §. 1., e T. 84.
§. 4., hilv. ao mesmo T. 69. no princip. n. 6., Boehmer.
supra d. §. 10.
74. Exemplifica: 4." «Quando a Sentença julga « que o Auctor não he pessoa para demandar. » Silv.
ibidem n. 9. a
Nota: Este 4.° exemplo pôde exemplificar-se,
quando o Agente he repellido do Juizo, e I da acção
intentada por não legitimar na sua pessoa a qualidade
fundamental da sua acção, ou intenção: Como 1.*, o
Rendeiro de huma Renda Real sem juntar o
Arrendamento com o Alvará de correr: 2.", o
Cessionário, que acciona como tal, sem junclar o
instrumento da cessão:
se tal: 4.', aquelle que procede como Procurador, e não mostra mandato especial para essa causa, e outros taes, de quibus Altim. de Nullit. Tom. 2. rubr. II. Q. I. e seguintes:
estes pois são os que podem appellar da inler-I locutoria, quando (relativamente a qualquer del-les) julga, que não he pessoa para demandar, Salgad. de Reg. Prot. P. 2. C. I. a n.
46. Veja-se a minha Nota.
l-f 75. Exemplifica : 6." « Quando a Sentença julga
" que o Libello ou Petição não procede.» Concor da a Ord. L. 3. T. 65. §. l. ibi: «& o Juiz Jul-
« gasse, que não procedia o Libello «; ei T. 84. §.
4. ibí: «tiverem força de definitivas, assim como
" não receber o Libello ao Auctor, ou deneoar-lhe
« sua acçâon etc: Este exemplo pôde especificar - se em todos os casos, em que o Libello he rejeita - vel por inepto, defeituoso, etc, casos que se podem vêr no Cap. II. e suas Notas Mas quando já mais o Juiz conformando-se com Stiyk. \o\. 12. Disp. 5.
De Rejeclione ab adis; Cap. 2., De Rejectionne inepti Libelli, rejeitou ex officio o Libello por mais inepto, e disparatado, que seja ? Quando se prati cou já mais a Ord. L. 8. T. 20. §. 5 ? Qual he o Juiz, que rejeita numa Petição para procedimento Summario, em caso em que se deva proceder ordi nariamente? O Réo sim excepeciona contra o pro cedimento do Libello, ou Petição, como permitte a Ord. L. 3. T. 20. § 16. (admitlindo Ãppellação quando o Libello se julga improcedente e o Réo he absoluto): mas que ? O mesmo §. 16. commína pena (boje triplicada) ao Advogado, que arrazoa contra o Libello e os Juizes ávidos de multiplica-
Part. II. z
( 1*8)
ção de causas para lucrar salários, sempre rejeita o taes arrazoados, e com injustiça, as mais das vezes, coodemnão 00 Advogados.
76. Prosegue a mesma Ord. dizendo: « E assim "
será recebida a appellação da Sentença interlocu-|« toria em todos os outros casos semelhantes j por-" que não podem todos ser declarados em esta Lei, " mas procederão os Julgadores de semelhante a se-«<
melhante,»
Nota : Qual he o semelhante nos lermos da nossa Lei, hoc opus hic labor est
■: Judiciosa- inente disse Per e ir. de Re vis. Cap. 26. n. 12.. que esta matéria he obscurissima, difficillima, e confundida pelos DD.: basta vêr o que sobre ella discorreu Leit. de Gravam. Q. J. 2. 3.:
I Muitos casos figurão os DO. em que a Sentença interJocutoria tem força de definitiva para ser appellavel, como se pode vêr em Boehat. ad Decret. L 2. T. 28. §. JO., Al tira. de Nullit. Tom.
1. Rubr. 5. Q. 11., Salgád. de Reg. Pro.fc.
9 P. 2. Cl., Barbos, ad Concil. Trü. Ses. 84.
I C. 20., e no Pai Manoel Barbos, á Ord. L. 3. T. 69., em Van-Esp. de J. Eccl P.3. T. 9. C. 1. a n. 6., em Ferrar Verb. Senlentia n. 10.
Porem Leit. de Gravamin. Q. 4. urinou como regra certa, e conforme a nossa Lei, que só tèm força de definitiva aquella, quce determinai
I instantiam > et impedit deveniri ad definitivam nova citatione non prmcedente, ut n. 6. et 7. : passa a n.
10. a impugnar nove casos, em que os DD. derão força de definitivas ás interlocuto-rias: e conclue n. 20: « Ex quibus omnibus
■
I «consequitur solas fere interlocutoriasabsol vence tes ab ínstantia, etab observa tione judicií pos-
■
« se propric vim definitivarum habere. Dixi/e-« re, quia eandem vim habeot deoegalionis ci-«• tatoriarum ad causam, cum lamen islãs ante " instantiam caeptam proferantur, Ord. d. T. «69., et quía jn eflectu
impediunt deveniri ad « defini ti vam * etc. Mas Leitão Já se foi embaraçar com algumas Ordenações, que absolvendo dainsta ncia, e exigindo nova citação, fa- zem os seus casos inappeJlaveis, e competente só o Aggravo de Petição ou instrumento (li. 72. e sua Nota):
elle Já se lembrou do Triden-tino sem advertir, que a nossa Legislação foi muito anterior a elle, e só podia ter nesta parte por modelo o Direito Romano (Sect. 3. n.
19. et II): e até reprova Appeliações de Sentenças em que a Praxe as está ad mittindo.) O nosso Valasc.
Cons. 47., seguindo a Letrada Ord. (n. 7o.) havia seguido antes de Leilão o mesmo syslema, e reprovado as regras doa DD.: confesso, que á vista deste syslema não vejo caso. a que se adaptem as palavras da Ord. = procederão os Julgadores de semelhante a semelhante
==: Só sim (l.°) quando a excepçâo peremptória se julga provada, e o K be absoluto da acção: essa Sentença he appellavel, Valasc. n. 3 Mor. de Exec. L. a.
C. 5, n. c. 1. => Tertio deducitur =: e se se rejeita he sé Aggravo no Processo, ez DD. supra (2.") no caso da Ord. JL 3. T. 30. $. 36., quando os autos se annullão por defeito de Soleninidade, Mor. supra ' jr. = Septimo
=> : (3.*) quando a causa principia por Embargos oppostos a algum preceito, e elles se rejeitão
reafirmado o preceito, Leit. de Gravam. Q. I. o. 20. et 21.: (4.°) quando a causa principia por Embargos, como
no Z 2
( 180 )
caso referido por Silv. á Ord. L. 3 T. 20. §. 46. n.
c. Veja-se Peg. Tom. 2. ad Ord. pag. 415. n. 5., et Tom. 3. pag-. 0. n. (&.") quando se appeíla da Sentença der eforma de autos, que estavSo antes julgados a final, Assent-de 23 de Maio de 1758.
77. Por outra parte a mesma Ord. L- 3. T. 69 §. I • admitte Appellação de toda a interlocutoria, que se fosse executada, e seguiria dam no irreparável pela definitiva, pondo exemplo na Sentença, que manda metter o Réo a torraento. Aqui se calou JLeít. Q. 4. n.
21., e não teve DD. que impugnar, antes acquiesceu a elles: também Valasc. d. Cons. 47.: o Commentador Silva ao d. §. 1. ampliou a Lei: « I.* quamvis damnum possit reparari, tamen cum « magna difficultate, aut prasjudicio Partis: * a.", « quamvis gravamen possit reparari, sed non ex to-" to: 3.", quando artioulus interlocutorise essetprse-« judicial is negotio princípali» (mas nesta 3." ampliação se remette a Leit.
Q. 3. a n. 13., que a não prova.) **
* As duas primeiras ampliações se compro-vão também
pelo Repertor. debaixo da Conclu-vão =9 Sentença
interlocutoria que acaba o juízo e temdamno
irreparável, ««= etc. Entre os ca-U sós em que se
pôde considerar damno ir repara -I vel pela
definitiva, num he, quando a mulher I he por
Sentença interimistica mandada resti-I tuir ao
marido, e ella objecta sevícias, ou vice versa, Silv. á
Ord. L. 3. T. 48. na rubr. n. 96. et 96.: outro, quando o
Pai he deshuraano com o filho, e o Pai o reivindica, ou
quando com
I justa causa lhe pede alimentos fora de casa, etc. Veja- se Leit. de Grava min. Q. 3. tot.
** Veja-se o que sobre a excepçâo prejudicial disse no Cap 12.: quanto á Appellaçâ*o da Sentença que pronuncia á prizão, ainda que
B o seja pela identidade do caso desta Ord., a praxe tem introduzido, ser competente o meio de Aggravo, Silv. ao d. §. I. a n. 9.: Adde Moraes de Bxeout, L.
<!. C. 4. §. 2. n. 17.
S
UBDIVISÃOII.
Casos, em que das interloculorias com força de de finitivas nâo ha Appe Ilação mas só Agravo
p de Petição, ou instrumento.
Limitações da Ord. L. 3. T. 69.
78. Costa nos estyl. da Casa do Porto pag, 134, a n. 142., escreve o que vou aqui copiar.
« Da Sentença definitiva interlocutoria, que u tem força de definitiva por via de regra, ou se ap-
«pella, ou se aggrava ordinariamente; limita se.po-.
«rem esta regra nos casos seguintes", em que seag-'
« grava por petição. H
« I." Quando o Julgador suspende algum* Offi-u ciai por nSo fazer a penhora dentro dos cinco dias u Ord. JL. 3. T. 86. §. 20. •»
■
» Ha aqui numa differença entre a suspen-
são = ale' nossa Mercê'= (que he perpetua ex
Phaeb. Decis 112.) com minada no caso especial
da Ord. JL. 3. T. 86. §. 20., e a geral com minada
em outros casos na Ord. L. l. T. 79. §.
O 82)
■
fio.: aquella, sendo assim perpetua, he caso de 5 aggravo pelo mesmo §. 20.: esta não he caso de j-j appellação nem aggravo não passando de seis
mezes, (quidquid dtcat Phaeb. 2. P. Ar. lio.)
| Adde Leit. de Gravam. Q. G. sub n. 160. f
■
j Item ti officialis, I
■ M
B.° Quando o Juiz absolve o Advogado, a que
« tinha candemnado nas penas da Ordenação por não
« dar o feito oo termo que lhe foi assignado, Ord.
L. 3. T. 20. §. 46. (ande Leit. supra f- Item si
Judex absolvit advocatum.) \\
I « 3.* Quando a Sentença contém notória nulli- u dade; porque também se pode aggravar por peti-
« cão, Ord. L. J. T. 68. §. 26, 3
I « 4.
eQuando o Corregedor do Crime da Cor- u te conhecer de penas de sangue, e armas, e ex-
« commungados, e dos.outros que podem conhecer
«por si só, Ord. L. I. T. 7. §. 18. (Cost. nos es-
««tyl. da Cas. do Port. pag. 337. n. 186*
tt 6.' Nas Sentenças do Jóia da Chancellariaso « b.re erros da contas, ou outras, que der nos casos, «<
em que pôde julgar por ai só, Ord. L. 1. T. 44.; « §_ 4.
(Leit. supra f. Item à mala.)
« 6.* Quando se não recebem embargos sobre ju-u risdicções ou Direitos Reaes, Ord. L. 1. T. d. §. 2. • « 7." Quando o Jaú das partilhas mandou ou d não mandou lazer seqüestro, Ord. L. 4. T. 96. §
■13. Veja- se Guer. Tr. 2. L. 6. C. 12. a a. »2. Adde Leit. supra jr.
/tem si Judex sequestrum.
u 9." Quando o Juiz, ou Juizes das suspeições, « em que as partes se louvarão, julgão algum Juiz «por suspeito, Ord. L. 3. T. 21. §. 8. (vide ta-men Guerreir.
de Recus. L. 6. C. 20., Leit. supra f. Liem si arhitri.
■ u $.* Quando o Juiz recebe a appellação, ou
« não recebe, e no caso, que se recebe também se
« pôde aggravar no processo, Ord. L. I. T. 6 § 4. (Leit. supra n. 150. f. Item si Judex, et f. liem à non receptione.
I « J0.° Quando o Réo foi absoluto da instância « ou porque se« não offereceo escriplura no caso que « se requeria, ou porque o Auclor não appareceo « em juízo; e se a absolvição da instância fòr por « o Áuctor não dar fiança ás custas, he caso de Ap-<i pellação ou aggravo ordinário, e o mesmo será « nos outros casos, em que ha absolvição da inslan-« cia, tiradas os dous primeiros, Ord. L. 3. T. 20.
§.18. e 22., e Tit. 14. in pr., Ord. L. 3?T. 67. §. 6., Tit, 69. ín pr. (Veja-se supra n. 73.) (vide Leit. supra f. liem aí Réus.
» II.* Quando se pronuncia alguma pessoa por » habilitada ou não, Phaeb. l. P. Ar. 9. Ord. L. 3. T. 20. 4- 46. e 31. (sed vide França ad Mend. P.
1. L. 3. C. 21. n. 31. et 32., Silv. ad Ord. L. 3. T.
27. \. 2. a n. 32. ad n. 35 , et eund. Cost. pag.
182. col. 1. f. Aggravar st não pôde, etc.
« 12.° Quando se excluo a opposição', Ord. L. 3. T.
20. §.31. (adde Silv. ad liunc §. n. 13. Peg.
2. For. C. 13. n. 223. Leit-, Supra jf. Mern si lerlius.
■ u Vá." Quando o Juiz se julga por incompeten-
" te, e o mesmo em excepção Litis pendeniit, e
« se julga por não Juiz, por a causa pender em ou-
« tro juizo, Ord. L. 3. T. 2.0. §. 9. (adde Valasc.
Cons. 47. n. 6., Leit. supra f. Item si apposila, Cost. supra n. 166. 167. pag. 336.)
4*14.° Da taxação do salário do Contador, « quando a causa cabe na alçada do Juiz, que man-« dou fazer a conta, Ord. L 1. T. 90. §. 1. (Leit. d. Q. 6. sub. n. 160. f. Item a iaxatione.
( 184)
"15.' Denegando se alimentos ao Preso.»* Phaeb.
1. P. Ar. 2. I
«16.* Do não recebimento de Embargos de sub-
■
« repçSo a alguma Provisão ha Aggravo de Peti-
« çâo, quando involve incompetência do Juízo. » I Ord. L. 3. T. 2o. §. 33. (he hoje impraticável de- H pois do Air. de 30 de Outubro de 1761.)
« 17.° No caso que vai debaixo do n. 101., e
sua Nota.» «-*»
I DivisXo IV.
índole e natureza destas três espécies de Aggravos, de Petição., de instrumento, no aclo do Processo:
Suas differenças, e Aggravo de Ordenação Ij I! não guardada, sua prática.
79. Do exposto desde o n. 54. he bem fácil de duzir a índole e natureza dos nossos Aggravos de Pe tição e instrumento, quando desenvolvi as differenças
»
♦> entre elles e a definitiva, ou interlocutoria com força de definitiva. Também nesta Secçâo 8. n. lo. e H., descobri â razão, por que a nossa Legislação inventou e estabeleceo o Aggravo no Auto do Processo contra as ínterlocutorias, menos gravosas, que respeitâo á ordem do processo, e cujos gravames podem reparar-' se nas diâaítivas, ou em outro Juizo superior, a que os Autos depois subão por Appellação, ou outro in cidente : Veja-se o belJo discurso de Leit. de Gra- vamin. Q. 6. a n. 3. ad n. 8. Conf. Moraes de Exec.
L. 6. C. 6. n. 6. I
II 80. Fratemisfto estas três espécies de Aggra- Jff vos: i.", em que todos se devem interpor em dez
dias (n. 55.): 2.°, em que de todos he o recurso para o Superior, e o Superior ha de conhecer delles. • J
■
Í
I
• Mas quando bum Senador conhece por si da Causa, ou por Lei, ou' por Gómmissão, como o Juiz da Córóa, o da Chancellaria, os Corregedores do Civel da Corte, etc, e os mesmos sentenceao com Ádjunctos, formando todos hum Corpo, elles com os Ádjunctos deferem aos Aggravos do Processo, que delles mesmos se in-terpozerão no decurso da Causa, conforme a Ord.
L. 3. T. 20. §. fin., que bem pondera Leit. de Gravam.
Q. 5. a n. 58., Silv. ao d. §. l. sed vide Repert. Verb.
Aggravar pôde a Parte do termo, etc.
Fraternisão: 3.°, em que os de instrumento não suspendem (por via de regra) o curso da Causa (n. 64., onde as limitações da regra). Os do Processo em nenhum caso suspendem : 4 °, em que tanto o de Petição como o de instrumento se pôde interpor das \ mesmas interlocutorias, Leit. de Grav. Q. 6. n. 26., J só com a ditferença, que ao diante se verá: 6.*, em que são strictos por natureza (n. 68. no fim.)
81. Mas estes Aggravos differem 1.°, que os de Petição ou instrumento se devem interpor em Au diência, intimar-se aos Juizes, e por termo escripto pelo Escrivão, Leit. de Gravam. Q. 6. a n 87.
Porém o Aggravo do Processo basta que (dentro dos \ dez dias) se escreva nos autos pelo Advogado, Leit- de Gravamin. Q. 5. n. 50.
82. Differem 2.° nos fataes para serem presenta- dos no JUÍZO Superior: Os de Petição, e instrumen to tem os fataes já ditos (n. 66. e 67.); os do Processo não tem fataes, e se deferem a todo o tem po em que a Causa, em que se interpõe, sobe a Juí zo Superior, Moraes L. 6. C. 5. n. 6.
83. Differem 3.*, na forma, e ordem com que
Part. II
AAse deferem, e decidem nos J
UÍZOSSuperiores: Quando de Petição ou instrumento se decidem pela fôrma prática, que nos deixou Leit. de Gravam. Q, 6. a n. 87.
Quando do Processo se despachão no Juízo Superior pela fôrma, e ordem, que ensinou o mesmo Leit. Q. 6. a n, õl.
Nota: Ainda nos mesmos Aggravos do Pro- cesso ha huraa difierença, qual é, que sendo deferidos quando os Autos sobem á Relação por Appellação de definitiva, ou que tenjla força de definitiva, não é necessário requerer de novo
!9 por termo, que se defira aos taes Aggiavos;
I quando porém sobem no caso da Ord. L. d. T. 20. §.
n*n, he necessário que por termo se requeira o seu deferimento, Leit. de Gravam. Q. 5. n. 60., de outro modo se não toma delies conhecimento, Leit. n. 63.: No mesmo Leit. a n. 51. et 66. se instruirão os Senhores Magistrados Superiores sobre a fôrma, e praxe de reparar os Aggravos do Processo, e sobre quando
I são ou não reparaveis: Não escrevo aqui para
■