• Nenhum resultado encontrado

II - CINEMÁTICA

No documento ^8¾.¾¾ (páginas 62-67)

Ci ANNUARIO DA ACADEMIA

ção dos moendes (Zapfen-lírweiterung)—2.» reducção das cadeias. Applica- ção d'estes princípios ã cadeia de manivella (C3"IU) : aiupliíicação 2 em 1 1 em 2 (excêntrico), 3 em 2, 2 em 3, 1 em 2 em 3, 3 em 2 em 1.

Transformarão evolutiva da amplificação annular 2 cm 3 : cadeia de corrediça em cruz rectangular ; mecanismos derivados.

Redacção do numero de membros de uma cadeia: exemplifica-se nas cadeias (CS"PJ.)—c; (C8'T±) — a - c ; (C2L (V-) — c.

Capsulisinos de manivella derivados da cadeia (C3'Pi): analyse feita sobro os modelos do gabinete (schémas das machinas de vapor de Simpson e Shipton, de Cochrane, de Davies; Schémas das bombas de Iieale e de Ha- melli, do ventilador de Wedding.

Capsulismos de rodas derivados da cadeia simples de rodas dentadas cylindricas (Cz-f-C»"): analyse feita sobre os modelos do gabinete (Schémas das machinas de Pappenheim, Fabry, Root, Evrard, Itepsold, Dart, Revillion tiallowayi. Trens ordinários de rodas dentadas; trens epicycloidaes.

Analyse cinemática das machinas tradicionalmente consideradas como machinas simples: alavanca, plano inclinado, cunha, roldana, sarilho, pa- rafuso.

Analyse das machinas completas: concepção que considera a machina completa como o resultado da combinação das 1res partes — receptor — transmissor—operador. Divisão das machinas em machinas de transporte e de transformação. Critica d'aquella concepção. Interpretação cinemática da machina completa.

Theoria geral do movimento das machinas.

METHODO DE ENSINO

0 curso da 3.« cadeira é dado em 70 lições (numero medio) de duas horas cada uma (seis semanaes) expostas na aula pelo professor. Depois de um certo numero de lições, que completem uma divisão do programma, os alumnos são interrogados pelo lente sobre as matérias dadas (o numero dos interrogatórios não excede oito).

0 professor expõe as lições sem dependência de compendio ; para o que, previamente a hora da lição, os cálculos e as figuras são escriptos e traçadas con) todo o desenvolvimento nas três pedras da aula, sendo as duas horas da lição consagradas à exposição oral feita pelo professor. Indi- ca-se, porém, como podendo servir de auxilio ao trabalho dos alumnos no estudo das lições expostas sobre o programma, a obra de //. Laurent, Traité de mécanique rationnelle, 2 vol., 2.' edição, Paris, 1878; e faz-se op- portunamente a bibliographie das principaes obras a consultar para maior desenvolvimento de alguns assumptos mais importantes do curso.

POLYTECHMCA DO PORTO

65

IV

CADEIRA

—Geometria descriptiva

. Lente (interino) Dr. /•'. Gomes Teixeira. Oito horas semanaes I

Objecto da geometria descriptiva; inelhodos cm geometria descriptiva : do projecção, de rebatimento, de rotação e de mudança de planos de pro- jecção. Prohlemas relativos ao ponto, a recta e ao plano. (Este ensino devo ser considerado como uma recordação desenvolvida do ensino do 0.° anno dos Lyceus centraes).

Pontos e linhas de construcção situados fora do quadro graphtco. Pro- blemas relativos aos ângulos triedros: construcçòes respectivas.

Estudo e traçado de curvas importantes, especialmente a hélice, epicy- cloides, envolventes de circulo.

Representação graphics do ellipsoïde, hyperboloide de uma e duas fo- lhas, e paraholoides elliptico e hyperholieo.

Superficies o seus planos tangentes : cylindro, cone e superficies do revolução. Intersecção de superficies curvas: cones e cylindros (penetração 8 arrancamento), intersecção de duas superficies da 2.» ordem, de duas su- perficies de revolução.

Projecções cotadas : prohlemas relativos â linha recta e ao plano ; pla- no tangente ao cone.

Perspectiva axonometria o cavalheira.

II Noções de geometria projectiva.

Sombras lineares. Superficies regradas : superficies planificáveis e en- tesadas. Normalias. Curvatura das superficies. Superficies heliçoidaes: su- perficie de parafuso de filetes triangulares, e de filetes quadrados. Superfi- cies topographicas.

III

Noções do graphostatica: calculo graphico; theoria geométrica das fi- guras reciprocas em graphostatica. Equilíbrio graphico dos systemas pla- nos.

Traçado das engrenagens cylindricas, cónicas e heliçoidaes. Appllca- Çôes da geometria descriptiva ao corte dos sólidos (Stereotomia).

5

66

ANNUARIO DA ACADEMIA ■

V

CADEIRA

—Astronomia e geodesia Lente (interino) L. I. Wodhouse. Oito horas semanaes.

FSJ3s/LEX'RA. P A R T E

ASTRONOMIA E OEODESIA á) ASTRONOMIA

1. Esphera celeste e movimento diurno— Planos ecírculos principaes da esphera celeste.—Coordenadas astronómicas.—Transformação dos diffé­

rentes systemas de coordenadas astronómicas.—Medida do tempo.—Conver­

são das medidas do tempo.—Questões relativas ao movimento diurno.

2. Instrumentos astronómicos.—Descripção e uso dos principaes ins­

trumentos empregados nas observações astronómicas.

3. Variações dos planos fundamenlaes a que se referem as coorde­

nadas dos astros.—Precessão.—Nulacão.

4. Erros d'obseroaçûo devidos d posição do observador d superfície da terra e ds propriedades da luz.—Parallaxe.—Refracçio astronómica.

Etleitos da parallaxe e da retracção sobre o semi­diametros dos astros.

Aberração.

5. Posições médias das estrellas — Reducção das posições medias das estrellas aos lugares apparentes, e reducção inversa— Determinação das as­

censões rectas e declinações, e da obliquidade da ecliptica.—Determinação das constantes que servem para a reducção—Movimentos próprios das es­

trellas.— Constellações.—Nebulosas.

0. Determinação astronómica das coordenadas geographical d'um lugar.—Determinação do meridiano ou d'um azimuth absoluto.—Determi­

nação' do tempo e da latitude, conjuncta ou separadamente.—Determinação da difterença das longitudes geograpbicas de dous lugares.

7. Systema solar.—Movimento do sol.—Movimento da lua.—Plane­

tas.—Satellites.—Cometas—Eclipses do sol e da lua.—Occultações.—Dimen­

sões absolutas do systema solar.—Parallaxe do sol.

b) GEODESIA

1. Triangulações geodésicas. —Cadeias e redes geodésicas.—Bases.—

Triangulação de 1.« ordem e triangulações secundarias—Estações e signaes geodésicos.

2. Medida das bases.—Réguas geodesicas.­Correcção e precisão da medida d'uma base.

3. iledida dos ângulos— Melhodos empregados na medida dos ân­

gulos.—Instrumentos repetidores e reiteradores.

4. Calculo dos triângulos geodésicos.—Melhodos de resolução dos triângulos.—Calculo dos triângulos.—Correcções angulares.—Compensação das redes.

POLYTECHNIC* DO PORTO 67 5. Coordenadas das estações geodésicas.—Delerminação dos azi­

muths, latitudes e longitudes.—Calculo das coordenadas geographicas d'uma cstaçflo em funeçao dos mesmos elementos n'outra estação.—Distancias à meridiana e a perpendicular.

6. Forma e grandeza d<i terra,—Medida d'um arco de meridiano ou de parallelo.—Formulas e dados numéricos applicaveis ao ellipsoïde terres­

tre,—Achatamento da terra.—Determinação do metro.—Determinação da fi­

gura da terra deduzida das operações geodésicas.

7. Nivellamento geodésico.—RefracçSo geodésica.—Nivellamento tri­

gonométrico.—Nivellamento de precisão,—Nivellamento barometrico.

8. Projecções carlograpliicas.—Projecçfto estereographica,—Projecçáo por desenvolvimento.

S E O ­ X J 3 S T I 3 A . P A R T E

TOPOGRAPHIA

«) PLANIMETRIA

1. Noções'preliminares,—Limites da geodesia e da topographia.—De­

finições e princípios.

2. Methodos geraes de levantamento das plantas.—Metliodos geomé­

tricos.— Methodo trigonométrico.—Cartas topographicas.—Orientação.

3. A.linhamenlos.—Traçado dos alinhamentos.—Medida directa e in­

directa dos alinhamentos.—Instrumentos empregados.

i. Traçado e medida dos ângulos.—Traçado dos ângulos.—Instru­

mentos empregados,—Medida dos ângulos.—Bússolas.—Goniómetros.—Gonio­

gaphos.

5. Traçado das plantas.—Methodo graphico e methodo numérico,—

Traçado das rectas e dos ângulos,—Curvas de concordância,—Calculo das coordenadas,—Régua de calculo.—Copia e reducção das plantas.—Escalas.

b) ALTIMETRIA

1. Mclhodos geraes de nivellamento.— Methodo geométrico.­­Metho­

do trigonométrico.—Methodo barometrico.—Instrumentos empregados no ni­

vellamento.—Praclica do nivellamento,—Sondagens.

2. Figurado do terreno,—Traçado das curvas de nivel,— Representa­

ção graphics do relevo das superficies.

3. Instrumentos de planimetria e nivellamento.—Theodolito.—Ta­

cheometro.—Omnimelro.

■1. Fsludos d'estradas c caminhos de ferro.—Methodo por perfis lon­

gitudinal e transversaes.—Methodo tacheometrico.—Traçado definitivo.

C) LEVANTAMENTOS SUDTERRANEOS 1. Methodo geral.

2. Traçado e medida dos alinhamentos.

*

08

ANNUARIO DA ACADKMIA

3. Medida dos ângulos.—Instrumentos empregados.

1. Nivellamento sulilerraneo.

5. Operações topograpliicas necessárias para a abertura das galenas, tunneis e poços.

6. Orientação das plantas das minas.

7. Traçado das plantas subterrâneas.

8. Representação grapliica dos trabalhos das minas.

9. Cartas mineiras.

(I) AliHIMKTlllA Cadastro.—Problemas d'agriinetiïa.

N U A «posição do methodo dos menores quadrados c do calculo das probabilidades fica incluída no programma da a." cadeira.

VI

CADEIKA —

Physica

Lente Dr. Adriano de 1'uiva (seis horas semanaes)

No documento ^8¾.¾¾ (páginas 62-67)