ACTDALIDADES Er.1”’ Sr.
ACTDALIDADES LISBOA Ex.i"“ Sr.
ACTDALI DADES - LISBOA ExSr.
ACTDALIDADES Ex.™ Sr.
2, C.
LISBOA ACTDALIDADES - LISBOA Ex.»* Sr.
ACTDALIDADES LISBOA Ex Sr.
ACTDALIDADES Ex.™ Sr.
ACTIÍ ALIDADES — LISBOA Ex.1” Sr.
ACTDALIDADES LISBOA Ex.™ Sr.
ACTDALIDADES - Ex.™ Sr.
ACTDALIDADES — LISBOA Ex."» Sr.
ACTDALIDADES — LISBOA Ex.™ Sr.
ACTDALIDADES Ex.m<> Sr.
ACTDALIDADES - LISBOA Ex.1”0 Sr.
T.iatoD , 13 de io do lí)4l
' xm‘-' iilreoton dc .gcoIc- riv- tiv. o. •
d6 J.I.: . . - H . n :
xoolenbiou.in er-iore :
A-fim-de cjvit. v-i <_ io.oU- o d lonj c min
' o6de tí vosíí--. ocoli. , oonc ©nocr.-o v do rol -uo-comi. • o do ínctrur To, duc. -'o o Artu do oatud; r o 1 uo do roor . ni: o dut lx- u soou ree <1 . . u d- roa,.ootivc "edore- ç**o, von. o podir V. x^. o eupeci; 1 obea-uio dc responder por c-uc -ito tu aer:uinbeo pro-
;■ uuív li sob- e L)l Íx BColvr doe lunoo dei.-c i-ioolo : v 1 roceit rrune: 1 - .di.- d: C!r ixe V
Drovanionoi dc-e recoi u:
Tom socioa protactoves?
vul ntos lur Aara . gcoI o út. ntofi xi c ''o looíoo 5- i:
1 ooti ao; u-j oa luno:. contribuo-; c. r i l i: :
.v 1 p-J an iJdsfcin- d { edor- c~c :! 1 c< r • ...
diilc Id de n- c b bcc àvi cot s rr,\w'í .m ue ‘o ,21c d us recoi'.
Ulutrl >i*j ranodioo, ledo , roUp u ou tluno lo nc<; oultí doi • Comp 1 livro-,
o.-llísn excursõesV
Ou • lunoa desse .ocolu uervom-so dc Ccntim. .sool'.r uoolcl* ';ULnt e rofoi^oou d lo ri o? rorai de pc -crrunto: '« refeirto 6 pegu pele Coi>«. ov. ou d luno jug?
. ou’, uopu
0 uerviço do diotrlbuiM.ro do 1 ncne 5 bon feiioí uoii A aopo 5 u bund nte e do bo;. uo 31 iodo *
Go 80oioa d Gcixc reúnam em r.s emblol gerul?
íi&to esorit: , livro do ofc a e rnuiv dc oorret ondencl . A usooi <?«?o do ■ lunoB tom nbiuobo pro; rio tv sooln
y. 1 o ;.i_ldo proBont; do pelo ulfciro 1 aoobo-
A DiroocEo roune nonu 1 ante* oom o Conuel-o *sci. 1. P-«rc i-o oorpou oron os e oo sooios infccro u- tn-ue pelo sui òeixc
ufi dofioionoi.’ u:
Tcu., aul dc- viblio c-0u?
il- bor "To do 1 nc bo?
Boolort
oon»idor.7'o
.TrutK-cendc V. . _< bilii. d r síOeí: , oou cctr. ii- 1 v< do
.
: to. >.o• ’ nd • e W;c#
ombro d' .ub-oo. 1. do Jnotr' ■ 'o, (ltic •• o o • to dl V.'
S/Cj- .'r_7osu. (lo o.Victm-: r:;- , l«3-3o.- t,0.
fíõRX5mm2
»9^fc?rlBcct,RCO'
■sstss-Jií»*xãà -e—
x 'y!íf*sa/ ''vv'-,
"y4<* ^ í?’*
Lisboa, 13 de Vu io de 1S41
Á Sxm6 Liroctoi'e da Escola Privotiva No *3 do 3.1.1?. A VOZ DO OPEEAHIO
C rl F. L A S
Sxcelentissiinu Senhora:
A-fim-de eviter-me a repetição do longe caminhada de Xcbregas 6 séde de vossa Escola, como encarregado pelo Sub-comissão de Instrução, Educação e Arte de estudar o pleno de reorganização des Caixas Escolares de V.0* e de respectiva Federa
ção, venho pedir e V,ExR. o especial obséquio de responder por escrito és seguintes pre- guntEB sobre a Caixa Escoler doe olunos dessa Escola:
Quel u receite mensal mediu du Cuiicu? ■?fyc**7 ~
Ertvenieneit' dus rec.ites? ^
Tem socics proteotoresi Q,uanfcos alunos ten a Escola a qual a OCtu com que os alunos qucl e p»:rcent . -em. destinada
du c ira? ■**£"'■
/to V ,
Ha dificuldade cobrabce das cot--c' Ere que são aplico das as re Distribuo remedies, calçado , roup:
Compram, livros?
Ueclizem excursões?
Os cisnes dessa Escola sorvem-
1 />& £££*<*<*</
alunos necessit' d
21 ? cjfô/A
da Cantina Escolar socie 1? a refeições feição 6 pege pela Caixo ou cada aluno paga r-' Ss4T Sr/f/2
m feito? ^
Que i deficiências?..
diurias? Forma de pagamento: A u sua sopc?
0 serviço de distribuição dc lanche é be A sopu ó abundante e de boa qualidade?
Cs socics da Caixa reúnem em assembleie geral?
Existe escrita, livro de uct- s e erquiv do corresp ond encie
A Associação do alunos tem gabinete propric na Escola? ^//f Tom sala de biblioteca?J^
Qual o cuido upresentudo polo ultimo tulunooto? /***&■*«*■
A Direcçoo reuno menseIrenie, com o Consello Tisonl, psra a elaboração do bela
Kscoler?
Cs corpos geren!i aios polc Ceixc Ksc
consideração
Agradecendo e Y.Exfl. e amabilidade da resposta, soxi com a ma is elevada
Do Y.SxB.
Vto. Ato. Vndor. e Obgo.
?'embro dc Sub-comissto do Instrução, tfduceçeò e Arte da V.C
S/C:- Travesse de S.Vicente, & Greoe , 15-3o.- Dto.
Sociedade de Instrução e Beneficência
■r^í^sce. £ -e ^tÂ-£ê
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O-í-ct £‘bf-t '--ézx7.
0. Z«.í^ <sr YrJ<LV~, CZz/^LZZe£í
fcCe-0'/z-Á^-Ct^z£<zc £C l~C4t^- /éz x
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, £-í*-/ í i /c^Z,
^^ s ~ ~ ' ’■ ' ‘ ■/'X -<í 'j?
;, <-<f - ííí^í-t <2í>-*4*e-z裣4-£z<T*!--t-£
*£z£ze-z.
C____■
Lisboa, 16 de liuio de 1941
Exn5.Senhora D. ,'lice Franco
Digm*.Directora da Escola Privativa n“.2 da Sil.B.A VOi DO OPBRíRIO
Est.i ola-Liaboa
Excelentíssima Senborat
.cueo a recepção da carta de V.Ex9- de 14 do corrente o agradeço a sua gentileza.
Efectivamontt, trouxe da conversa qus tivo com a Direc- ção ia Caixa Escolar as cais agrsdrveis inprsaaõos. Foram-me pstcntoados, era devida ordem, todos os livros, e prestadas todas as ir.foroaçces da quo nscese situva, pelos pequenos directores cora ura dssKioaraço revelador da compreensão dos fins e funcionamento da sua associação* - compreensão que, infelizraer.te,
cola cora a convicção de que alguma coisa ds muito interessante se pode fazer cora as Caixas decolares .uar.do to prcf«iS..erfcO compreendem s sertora a sua fi
nalidade educativa.
ceite V.Ex5., miir.aa senlicr. , os cumprimentos eordesis úe quera oe duSscrevo cor. a raeis olevr.í ..nsideraçSo e rauíto apreço
loluros que percorri, dos alunos, 3a£ da sua Es'
De V.ICx*.
Ht». H[ .Vur.o Obg*.
S/C/i-Travessa d» 3.Vicente, lb,3!.,rt. á Graça
INSTRUÇÃO IN EFICÉNCIA AVOZ DO OPERÁRIO
Lisboa,: de JulTlO de 191 -
5-2 6376 PA B.X. ou 0°.ro Pinto . mrtíi
A maiororgonizocõodesta Indo!?
em Portugal, mantida oxclusivomento com a colo
dos seu» associados
Instituição de Utilidade Pública
to da Ordem de Cristo Diploma do 5 do CVjbto do s do Instrução Public
Diploma d* S do '
'' 6>
a ria ’a3 a n/r - 5.0 o.
iabora pouco infeorossaiu oa motivosjparticipo-
' ca lusa
-- d aa con }õe £38 - . moo diferentes daquela que r -cu tivo,
j feoaxieejiãáfiíèníc lEei 6ço paro j .
■' ■ ‘ i i assa il-
r? ?br a fali? coincidir covi uu trntnUlS oh que tão interessado catou.
0 ry secretario onfaora chegue ui pouco .ria inrlo sernprc c'
Cumprimentos para todos o um oTsrago para si
■
7 Sf V .aí -* á
SOCIEDADE DE INSTRUÇÃO AVOZ DO OPERÁRIO
RUADAVOZDOOEÍRÂRID
Lmlm.i, c/c. 'V^ií' i”r' ./e 191
Sxmo. Sr. A-.utóaio Pinto jj-. ■■tin
LISBOA
Presado Conaóoio:
Inioiando-&a no próximo domingo, pelaa 15 horas, as oomomorações do aniversário da nossa Sooiedade, muito nos honrará a sua pre
sença a Sstss aotos.
Oonfeasando-noB, anteoipadamente, gra- “ toa, tomos a honra de nos subsorover,
Muito atenoiosamente.
Pela OomissSo Administrativa:
Presidente
:ol<Anfrot: o£f»arx^.
-
• . .
- -■ 3
■
LEITURA DOMICTLI A'RI A Resposta d.o PINTO QUARTIL:
X
u
is - Publicar w,. catalogo a distribuir pelos socios, as obras â?a®s a leituras n
Deste »atalogo devem ser excluídas r£odas obras7 rara3 ou de al gun valor bibliográfico, bo^-c^woítodos os livros interditos
Se - xaaaSjr ■ ^
ontendo toda?
A*
. Jr^’
r lun inpi<és30 do qual conste o nono p numero e morada do soclo, titulo da obra p nono do autor c numero de volumes, data do entrega do livro, praso o data da devolução, assina tura do bibliotoorio o do 3oclo que rooebe o livro. — 0 livro entreguo a leitura a domicilio esta'sujeito a caucaõ OU a fiador. Ã ^"Wl» ™ >'1Hn-rS-AÍn'.’N«l;r.niqo /■ Xv, O n r .f^qf
Essa cauo.ao ou deposito pode ser assim, arbitra da: 10$ 00 para os livros de I a & escudos; SOÇOO para os li
vros do 10 a ^escudos; 30$00 para 03 livros de «fcoo a /0$o.
e assim sucessívamente. JL
42 - A caucaõ corresponde a cada livro que sai fora da Biblioteca Social. Se os livros saidos forem dois de 5§00 cada, a caucaõ sora de 20Ç00 escudos - I0$0c paycatV»—do caucaõ
5® - A f ianr.ef^^quê^oodfera 'sa‘r ala toro lidada dos livros requisita
dos. /1 /-/'»'/ .
-TI
Q+/*7t,
62 - Todo o^Jívro saiddo do BTbM"ot^a deve ter UM-praâo" para a díT~
volupaõ . Esse praso podr^sor 'estabelecido^or acordo entre o requisitante e o bibliotecário, o so cor
•M^crto do Secretario dos Serviços de Instrução quando exceder esse tempo.
'0«.Qor>
nras 72-0 impresso ayarafcrBjcHsxaBx deve sor era duplicado^itemÃa--»a»âo o erig-fawlr entregue-ao^-flcando o original en podar do Biblio
teca e a copia entregue ao requerente. Ho acto da devolucaõ do livro sobre e-5-fa*0$™a nc õnora'un carimbo do 'vesaaoux' HUTREOTru E IIQUIDAD0 e do novo êatregue ao socio—leitor. So
bre a. o mesmo carimbo deve 3or oposto. ___ : 92 - 0s impressos dos livros en leitura domiciliaria devem sor are
q uivados o" flcfníro especial pela ordem alfabética para a todo 0 tempo se noder saber quais os li ros que andam fora da Biblioetca.
§s - tcrff.sm Paro a fiança deve haver improso especial do oual cons to 0 rolaçao do3 livros entregues 0 o valor das Devo exiglr-se’a assinatura e o carimbo do fiador.
^ -lA™ A--- „d/-
yl é b'
LEITTJRA D 0 1.5 I C I L I A'RI A Respoata do PI1IT0 QUARTIL:
1“ - Publicar um catalogo a distribuir poloa socios, contendo toda as obras dadas a leitura»
Deste catalogo áovoia sor cxaiuidas todas obras rara3 ou de al gum valor bibliográfico, bem como todos os livros interditos polo ^ensura,
2o - Imprimir um Impresso do qual conste o nome e numero e morada do socio, titulo da obra e nome do autor e numero de volumes, data de entrega do livro, proso G dats d? devolução, assina tura do biblioteorio e do socio que recebe o livro.
32-0 livro entregue a leitura a domicilio esta*s«jeito a cauçaõ ou a fiador. A flanaxpn ou^cauçaõ o arbitrada conforme o valor real do livro. Essa cauçaõ ou deposito pode sor assim arbitra dai lOÇOO para os livros de I a 10 escudosj 20$00 para os 11“
vros dé 10 a 20 escudos; 30300 para os livros áo 20§00 a 30$0 e assim sucessivamente,
42 - A caucaõ corresponde a cada livro que sai fora da Biblioteca Social. Se os livros saldos forem dois de 5*00 cada, a cauçaõ sera de 20§00 escudes - I0$00 por oade de cauçaõ
52 - A fiança e'que poderá*ser p].a toralldade dos livros requisita do3.
62 - Todo o_livro saiddo da BTbltootoca devo tor um praso para a do voluçaõ . Esbopra3o pocle «er estnbgloeido por açordo entro o roquisltante e o bibliotocarlo, ato um mes, e so com o consen tlmonto do Socratarlo dos Serviços c!a Instrução quando o pras exceder esse tompo.
72-0 impresso a:-.muK.BHgaaxaax devo sei' em duplicado £±Ejmi:3 sondo o original entregue ao ficando o original em peder do Biblio- toca e a copia entregue ao requerente. Ho aoto da devolução do livro sebre esta cipia ss oporá um caricio de LIQUIDADO BUTRKGUE E LIQUIDADO e de novo datrogue ao socio-leitor.So
bre o original o mesmo carimbo deve ser oposto.
82 - Os Impressos des livros em leitura domiciliaria devem ser arq q uivados em ficfihlro especial pela ordem alfabética para a todo o tempo se poder saber qual3 os 11 ros que andam fora da Blblloetca.
92 - fcdHjtH Parada fiança devo haver lmproso especial do qual cons te a relaçaõ dos livros entregues e o valor doa mesmos c D8ve oxlgir-se'a assinatura e o carimbo do fiador.
1
•*A VOZ DO OPERÁRIO
490-S.e.
Lisboa, .3.6. Julho Je 191- 6.
RUA 0* VOZ DD OKÍÁPIO 9 a 15 — (D-ífCiO «<j
Talei. 2 6375 - 2 6376 - P. A. B. X.
A maior organização desta Índole om Poilugal, mantida excluslvomenlo com o cota
dos seus associados
Exmo. Snr.
Pinto Quartin Distinto Jornalista e Digm®. chefe da Delegação do 12 DE JANEIRO em
-L-I-S-B-O-A-
Benemérita em prol do IníirwçSo Popular
Instituição de Utilidade Pública OiAfbiO de 1725 Oficialafo da Ordem de Cristo
Medalha de Prata, legenda «BEM- FAZER»
Da FodaracAo dai Sociodado» do ídutocflo
Amigo e Consócio:
Permita-nos que lhe agradeçamos todas as atenções, que V. ExB., no exercício das suas funções, tem tido para com esta Socieda
de.
Bastante nos sensibilizou, a deferên
cia que lhe mereceu o Serão Cultural Brazi- leiro, 3qui realizado em 13 do ort, distin
guindo-nos com uma bela notícia no alto da primeira página do seu conceituado Jornal.
Por todas as gentilezas lhe agrade
cemos vivamente, manifestando-lhe a nossa es
tima e particular consideração.
Pel»A COMISSÃO ADMINISTRATIVA 0 Presidente,
A VOZ DO OPERÁRIO MM D* VOZ 00 OPERÁRIO
LUo.i, í/e 0u.tli.hi O ... í/e 104 3
0-0- .p-O-rz-o-o -n-r-
I
T«lí Ml ÍV...
00'O ^
«g -r V?
T ESCOLA:!
jiTomumia
\iue. s mis -2 ÍS?' l_lStíOA
Circular:
Sr - , Direotorn
É aoo80 pensamento irohiover um maior estreitamento do rolo-
qosb entra todoa oa alunos quo frequentem o o diferentes cursos que A,Vos do Operário proporciona, aproveitando para asse fim nr.o oo a roalizaçso do festas efectuar no nossa sede, onda eles compareemu, como dcndo-lhes noticio de f.lj.umas drg frondes dates o figures de rolavo da historia da nossa Xnotituiqnn,
Aproveitando a passagem do 72a. nnivortário fio fundação da nossa 3 o o ieda.de, ura componente do nosso corpo docente elaborou o trecho que junto enviamos e o qual so destina. a ser utilizado no período ãa manha do 15 V1 correr.-.e, servindo de tema de J.xç':’o oral ou escrita noa nossos educandos.
::tt<! folha, n que outr. s oportunamento so juntarão, ficam na posso do V . Exr. para s utiliz. r sonpro quo julgue opor tuno
Porque no dia 15 passa o aniversário da nossa Sociedade. fj- ca V*. Sx*. autorizada a. disnonsnr dos trabalhos oscolares os «õ.
sos alunos,m dia imediato.
Certos do boa nttmçao de V8. Bx . c de quo ost. nossa ideia vai ao encontro das sufin justas aspirações do educadora, soui lhos testomunhnraos os nossos agradecimentos.
Lisboa, 10,/2/íi5.
poia Comissão ivdminiatrativa 0 Secretario dos Serviços de instrução
a) Jaime do i.cndonça
SOCIEDADE DE INSTRUÇÃO E BENEFICÊNCIA